MERCADO LIVRE

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Obrigado amigos que votaram no belo trabalho do Fabiano Pinel . Quem puder ajudar votando neste belo trabalho, ainda dá tempo. Para conhecerem um pouco mais sobre o amigo. Talento é talento e isto Fabiano Pinel tem de sobra. Parabéns por sua criatividade.

Talent tem nova dupla de criação
VOX NEWS 
Fabio Mozeli e Fabiano Pinel formam uma nova dupla de criação na Talent. Fabio, redator, já trabalhou em agências como como Bates Brasil (atual Y&R), UPgrade, Borghierh, Lowe Brasil, DM9DDB e Mccann Erickson.
Já Fabiano, o diretor de arte, passou pela DM9DDB (RJ), Contemporânea e, por último, atuou na Africa (período que lhe rendeu uma experiência na Jung Von Matt, Berlim).
Redação

====================================

VOTE NA NOTA DE 100 DÓLARES PERSONALIZADA DO REI


Matéria publicada em 10 de setembro de 2010



Fabiano Pinel entrou em contato com nosso fã clube pedindo a divulgação de um excelente trabalho de Arte Gráfica. Leia com atenção e vote no trabalho de Fabiano Pinel. "...e se Elvis Presley estivesse na nota de 100 dólares? Essa é a sugestão apresentada por um diretor de arte brasileiro para o projeto norte-americano Redesign Dollar. O projeto é promovido pelo designer e consultor de branding norte-americano Richard Smith e consiste basicamente em reformular as cédulas do dólar, apresentando ideias inéditas, tanto de design quanto de conceito. O projeto se trata de um exercício hipotético de reformulação da moeda americana e serve como base para estudos de design das suas cédulas e suas melhores aplicações. O autor do projeto, Fabiano Pinel, é o único brasileiro a participar.

e você encontra o post do trabalho junto com uma defesa. Logo de cara, quem entrar pode ver (e baixar!) a nota do rei do rock. Abaixo do post tem um link "VOTE TO WIN" que você clica e vai pra uma página que tem uma tabela onde aparece a nota do Elvis ao lado do nome do designer - Fabiano Pinel.Selecione e depois clique em "Vote!". Atualmente o projeto ocupa a 3º colocação. Basicamente, o tema das notas se refere aos gêneros musicais que nasceram nos EUA, como blues, country, jazz, soul, rap e, logicamente, rock n´roll, representado pela efígie do seu maior ícone, Elvis Presley. Por isso, as cédulas tem o formato e todas as características de um ingresso de show. Vale a conferida e o voto de todos. Obrigado, Fabiano Pinel
 
Autor:Marcelo Neves (elvistriunfal.com) Fonte: Fabiano Pinel

http://elvistriunfal.com/

KEPL3 - Matéria publicada no Monitor Mercantil. Leiam abaixo. Tenho chamado muita a atenção para esta empresa. O valor pode quintuplicar em 1 ano. Olho nela !!!

13/09/2010 - 20:09
OPORTUNIDADE DE COMPRAR AÇO NO MERCADO EXTERNO


Anastácio Fernandes Filho: Não adquirimos material em excesso, apenas dentro da nossa previsão de uso

Kepler Weber investe em mais silos
Empresa aposta na alta dos preços de grãos para as próximas safras
A Kepler Weber, aproveitando o bom momento nos preços internacionais, está investindo na compra de sua principal matéria-prima: o aço galvanizado, utilizado na fabricação de silos. A informação o diretor-presidente do grupo, Anastácio Fernandes Filho, durante a primeira apresentação de acionistas da empresa no Rio de Janeiro.
O diretor-presidente do grupo que completa 85 anos de existência este ano, explicou que normalmente a companhia possui uma margem de manobra muito pequena para negociar o preço do aço, uma vez que internamente o Brasil possui apenas um fornecedor. "Estamos buscando fornecedores estrangeiros aproveitando o bom momento de preços, mas também não adquirimos material em excesso, apenas dentro da nossa previsão de uso", adianta o executivo da Kepler, maior empresa de armazenagem do ramo agrícola.

Lucro

A empresa comemorou o lucro líquido de R$ 3,7 milhões registrado entre abril e junho deste ano, montante que representou forte recuperação frente às perdas de R$ 0,4 milhão no mesmo período de 2009.
Com uma grande safra, acompanhada do retorno dos investimentos em sistemas de armazenagem, que haviam ficado reprimidos no período mais crítico da crise econômica mundial, a receita bruta da empresa no segundo trimestre ficou em R$ 9,1 milhões no período em questão, o que significou uma expansão de 168% em relação ao mesmo intervalo de 2009.

Preços

Embora o preço da maioria das commodities tenha caído nos últimos meses - apenas a cotação do café futuro tem subido -, o diretor de Relações com Investidores, Nolci Santos, explicou que os valores ainda estão em um patamar "interessante", acima da média, após terem registrado um longo período de alta.
"Para nós, é interessante que o produtor esteja capitalizado para investir nos nossos produtos", afirmou Santos, que acrescentou que haverá menos oferta de grãos nas próximas safras, o que puxará os preços do milho, arroz e especialmente do trigo, com a quebra na safra mundial.
As altas são esperadas também em função da pressão sobre os preços mundiais com fortes quebras na produção da região do mar negro, em países como Rússia, Ucrânia e Cazaquistão. No caso do arroz, problemas climáticos no Paquistão, Tailândia e China também deverão contribuir para elevar o preço do cereal no mercado mundial.

Defasagem

A Kepler aposta no alto potencial do país como produtor agrícola e aponta a enorme extensão de terra agricultável ainda sem ser explorada, acompanhada do aumento na produtividade e rendimento da mesma área plantada, em comparação com a década de 1990 e os anos 2000.
O diretor-presidente da Kepler foi enfático ao mencionar o gargalo existente hoje no setor de armazenagem e a necessidade de investimentos em expansão. Segundo Anastácio Filho, para padrões norte-americanos, o ideal é trabalhar com um espaço 20% superior à safra, o que não ocorre atualmente no país.
"O estoque subiu de 2,5 milhões de toneladas em 2007 para 11,6 milhões em 2009", mensura o diretor, para ilustrar a situação de sobrecarga dos armazéns. Segundo os dados da Kepler, desde 2000 a safra tem sido superior à capacidade de armazenagem.
Para os próximos meses, a Kepler também destaca medidas governamentais que influenciarão o mercado positivamente, na opinião da empresa, para a safra 2010-2011. Entre ela está o financiamento no valor de R$ 100 bilhões, dos quais R$ 18 bilhões serão para estimular, principalmente, o aumento da armazenagem nas propriedades rurais, sistemas produtivos sustentáveis e fortalecimento do médio agricultor. Some-se a isso, a os recursos do Programa de Incentivo à Irrigação e Armazenagem (Moderinfra), que passaram de R$ 500 milhões para R$ 1 bilhão.

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

KEPL3 - Com a entrada do BB voltei a sonhar com um bom futuro para a empresa.

A nova parceria com o BB me fez comprar mais um pouco desta empresa.

Voltando ao grafico de poucos anos atras , observei que a media foi de 8,50, isto mesmo 8,50 , e hoje apenas 0,37.

Bom , uma oportunidade como esta pode ser unica e resolvi comprar mais um pouquinho.

Imagina se em 3 anos ela volta pelo menos a valer 4,00?

Bom quem comprar 10.000,00 ao preco de 0,40 e daqui a 3 anos ela valer 4,00 tera um ganho excepcional chegando aos 100.000,00. Bom , nao custa nada sonhar e acreditar no novo potencial da empresa com a parceria do Banco do Brasil.

========================================================
O Grupo Kepler Weber, empresa líder de mercado no segmento de armazenagem de grãos, e o Banco do Brasil, anunciaram nesta quarta-feira, dia 01 de setembro, o estabelecimento de convênio de cooperação técnica, financeira e operacional.

O convênio visa agilizar e incrementar os investimentos no segmento de armazenagem de grãos, tendo em vista o crescente déficit da capacidade de estocagem no Brasil. A parceria, ora firmada com o Banco do Brasil, é fundamental para o aumento das vendas da Companhia. O banco tem foco no agronegócio, bem como possui capilaridade para atender a demanda da Kepler Weber. 

As informações são da assessoria de imprensa do Grupo Kepler Weber.


=========================================


Bom amigos , a Kepler esta voltando com forca total e esta vendo que precisa ampliar a sua capacidade, pois tem muito BRASIL pela frente para se ganhar dinheiro. Alem logicamente de todo um mercado internacional.
Esta parceria com o Banco do Brasil, que nao brinca em servico , faz com que eu fique extremamente animado com o novo potencial da empresa.


=========================================



terça-feira, 7 de setembro de 2010

JBDU4 - O amigo "oMinerim" me passou a notícia abaixo. Bela pesquisa do amigo. Obrigado. JB Duarte está investindo em terreno na cidade de Cabreúva, não é a toa. Os caras sabem o que estão fazendo e eu aproveito este momento e vou encarteirando JBDU4.


Falta de moradias em Cabreúva nos Distritos do Jacaré, Bonfim e no Pinhal
Cerca de 1.000 a 2.000 famílias não encontram casas para comprar e alugar
Segundo estatísticas contidas no site do SEADE (www.seade.sp.gov.br/pr..., coletadas em maio de 2010, a taxa geométrica de crescimento populacional de Cabreúva do ano de 2000 até 2010 foi de 3,31% ao ano, muitas vezes maior do que os Municípios do eixo regional: São Paulo (0,59%), Campinas (1,13%), Jundiaí (1,18%) e Itu (1,78%). E também maior do que a média da região (1,89% ao ano) e da média geral do Estado de São Paulo (1,32%).
Ter uma moradia é um instinto e necessidade natural do ser humano, desde o tempo das cavernas. Não dá para simplesmente ficar sem teto ou sem casa. E para isso as pessoas são capazes de fazer qualquer coisa. Já existem diversas casas irregulares, com princípio de favelização, na margem do Ribeirão Piraí, próximo à Rodovia Dom Gabriel, situadas na divisa e território do Município de Itu.
Cabreúva passa por uma fase em que é preciso tomar uma séria decisão: INCHAR ou CRESCER?
INCHAR seria o aglomerar populacional desordenado, em condições de favelização ou com várias família amontoadas dentro de uma mesma casa, como já se pode observar em alguns imóveis no Jacaré, pela falta de casas para alugar.
CRESCER, por outro lado, seria a cidade ter o almejado crescimento ordenado e sustentável, com equilíbrio e respeito ao meio-ambiente.
Mas não se pode culpar o Município por isso, porque Cabreúva é uma APA – Área de Proteção Ambiental e a Prefeitura observa corretamente a legislação estadual e a proteção do meio-ambiente na aprovação de empreendimentos.
Devido à restrição ambiental, loteamentos com lotes menores do que 1.000,00m2 não podem ser aprovados no Distrito do Jacaré, Bonfim e Pinhal, devido à legislação municipal que estabelece esta limitação de área. Este limite existe porque o adensamento populacional desordenado geraria uma sobrecarga no esgoto que passaria da capacidade da Estação de Tratamento de Esgoto da SABESP, prejudicando a qualidade das águas do Ribeirão Piraí que também abastece Salto e Indaiatuba (e futuramente Itu, como se pode perceber no site da ANA – Agência Nacional de Águas).
Novos trabalhadores não encontram casas para comprar e alugar
Por outro lado percebe-se um grande déficit habitacional no Distrito do Jacaré, Bonfim e Pinhal, onde já é muito difícil encontrar casas para comprar e principalmente para alugar. Existem muitas pessoas que estão sendo obrigadas a morar em casas muito ruins, com aluguéis altíssimos e que não têm para onde mudar, pela falta de escolha. Casas pequenas de um quarto e cozinha, sem sala, chegam a ter aluguéis de R$450,00 mensais no Distrito do Jacaré e no Pinhal, onde existe maior procura pela proximidade com as indústrias.
O novo centro de distribuição da Avon, próximo à Rodovia Dom Gabriel, já está quase concluído. Cerca de 600 trabalhadores temporários do setor de construção estão encerrando seus trabalhos. Está previsto para este mês de maio e começo de junho de 2010, o início das atividades de cerca de 2.000 trabalhadores permanentes. Alguns serão contratados do Município de Cabreúva e seus Distritos; outros, com qualificação especializada, virão de outras regiões e de São Paulo - capital, segundo informou um engenheiro da empresa. Pode-se estimar facilmente que se metade destes trabalhadores vier de outros municípios teremos cerca de 1.000 trabalhadores “de fora”, acompanhados de 2 a 5 membros de suas famílias (cônjuges, pais e filhos), o que importa um crescimento populacional de 2.000 a 5.000 pessoas, a exigir cerca de 1.000 novas moradias. Além disso, se formos contar as contar as novas empresas “satélites” que darão apoio à Avon e à demanda gerada pelos novos habitantes, teremos muito mais habitantes e moradias, que chegam a um número difícil de se estimar, embora seja totalmente certo que isso vai acontecer e já está acontecendo. Já se pode perceber isso claramente pelo trânsito no Boulevard do Distrito do Jacaré, que enfrenta congestionamentos nos horários de pico às 8:00 e às 18:00 horas, que não ocorriam há alguns meses.
Este déficit habitacional pode ser resolvido com respeito ao meio-ambiente?
Temos três soluções possíveis:
1. Uma solução para construtoras e investidores do setor imobiliário é a criação “empreendimentos ambientalmente sustentáveis”. A Prefeitura chama isso de “Vilas”, e que na verdade são condomínios fechados de casas ou sobrados padronizados de 1 a 3 dormitórios, permitidos pela legislação municipal, com projetos de aproveitamento e infiltração correta das águas da chuva nas áreas comuns e de um pré-tratamento do esgoto do condomínio, antes dos efluentes serem lançados no sistema público de esgoto da SABESP.
2. Para aprovação de grandes empreendimentos, também é possível utilizar o instrumento da “compensação ambiental”, largamente admitido na legislação brasileira, que consiste em se compensar um maior adensamento populacional de uma área com um menor adensamento em outra área da mesma região, conforme sinalizou a CETESB.
3. Outra solução é a construção por investidores particulares de casas para venda ou aluguel, nos chamados “vazios urbanos”, que são os numerosos terrenos vazios espalhados em diversos pontos do Município e de seus Distritos.
4. Finalmente, deve-se cobrar da SABESP a ampliação da estação de tratamento do esgoto (ETE) que foi instalada recentemente já no limite da capacidade populacional, e que não está preparada para o crescimento populacional do Município, com previsões confirmadas do SEADE e IBGE.
Finalmente, cabe a cada um de nós praticar a cidadania, ajudando com a preservação do meio-ambiente, no uso racional da água e na denúncia com simples telefonemas à Prefeitura, sobre suspeitas de irregularidades.
(permitida a reprodução e adaptação deste artigo, independentemente de qualquer autorização).

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

JBDU4 - Projeto imobiliario esta andando e pode ter uma forte parceria.

A empresa MATEC ENGENHARIA pode ser uma forte candidata na parceria imobiliária com a JB Duarte.


Obs: assim que eu souber algo mais, coloco por aqui.

Todos sabem que a Siemens esta entrando forte em Cabreuvas, nao sabem? Pois em cima disto que estou correndo atras.

Vamos ficar de olho nas futuras noticias.

Expresso aqui apenas a minha opiniao, pode acontecer, pode nao acontecer. Temos que aguardar fatos concretos.

Olho na oportunidade de se comprar por 0,08 porque daqui a pouco nem por 0,09 poderemos conseguir mais, rs.

==========================================


Corrida por imóveis industriais e galpões chega à Cabreúva

O aquecimento do varejo e os planos de expansão da indústria na região estão movimentando o mercado deimóveis industriais e de galpões logísticos. De acordo com um levantamento feito pela CB Richard Ellis, de São Paulo, nos próximos dez anos chegarão ao mercado 2,8 milhões metros quadrados em novos projetos de galpões logísticos no Estado.
De acordo com Marcos Montadon, diretor comercial da empresa, “o segmento industrial e o de logística estão fortes e o Brasil está recebendo muitas consultas de empresas de equipamentos e tecnologia. Várias já estão comprando terrenos para a instalação de novas áreas no País.” Como é o caso de Matec Engenharia, em Cabreúva, que está gerando projetos para o setor industrial crescer em engenharia pela região, com volume de contrato de R$ 400 milhões.
No primeiro semestre de 2009, o volume de projetos em orçamento na divisão cresceu para 68 mil m². A maior demanda, no entanto, veio da área de construção sob encomenda, onde os orçamentos na área industrial cresceram para 78 mil m². A área representou 35% do negócio da empresa no ano passado, quando o volume de contratos alcançou R$ 170 milhões. “São obras que já consideramos na reta final das análises”, afirma Verena Arantes Balas, superintendente de Desenvolvimento de Projetos e Produtos da Matec.
A empresa está desenvolvendo três plantas em Cabreúva, que serão locadas para a Siemens. O investimento é da Matec, que buscou financiamento do Banco do Brasil para rentabilizar com a locação do imóvel. A Matec Engenharia também foi contratada pela Votorantim Metais para a construção de uma planta em Alumínio, interior de São Paulo. A empresa também está construindo um centro de distribuição para a Bomi.

RPMG4 - Estou investindo bem aqui. Espero ter o objetivo de 2,00 em breve. Olho nela !!!

Manguinhos se reinventa

Após passar por um período turbulento, quando teve de interromper o processamento de petróleo bruto, em 2006, a Refinaria de Petróleos de Manguinhos (RPM) – a última refinaria 100% privada de porte no país – parece ressurgir com ares promissores. A partir de 2008, quando foi adquirida pelo grupo Andrade Magro por R$ 7 milhões – R$ 2 milhões pelas ações e R$ 5 milhões para amortizar uma antiga dívida da refinaria com a Repsol –, uma nova estratégia foi desenhada para que a unidade voltasse a crescer e atrair parceiros. De lá para cá, já foram aplicados R$ 40 milhões.

O primeiro passo foi a retomada do processamento de petróleo. Após conseguir autorização da ANP para retornar à atividade de refino, Manguinhos voltou a operar no início de agosto, a partir de uma carga de 20 mil m³ de condensados vinda do Golfo do México. A capacidade atual de processamento autorizada pela agência é de 15 mil barris/dia. A refinaria, porém, espera chegar em breve a 20 mil barris diários mediante nova autorização do órgão regulador, explica Paulo Henrique Menezes, superintendente da RPM.

Para reencontrar o caminho do crescimento, a empresa aposta suas fichas em uma linha de produtos diferenciados, que tenham forte demanda e baixa ou nenhuma concorrência direta. “Podemos dizer que o projeto de refino é o coração da companhia. Buscamos nele criar a ‘Manguinhos Boutique’. Ou seja, ter uma carteira de produtos para o mercado que a Petrobras, por exemplo, não produz ou não consegue atender plenamente”, afirma o executivo.

Assim, a partir dos condensados do Golfo do México será produzida gasolina com alta octanagem, similar à gasolina Podium da Petrobras, um produto na linha premium com grande potencial de crescimento. Além disso, produtos específicos pouco encontrados no mercado nacional serão fabricados em Manguinhos, como o etano – usado na indústria química, em componentes de colas e solventes – e fluidos utilizados em sondas de perfuração, não fabricados no país. 

Na prática, a intenção da companhia é obter ganhos relevantes em segmentos de produtos específicos que as empresas acabam precisando procurar fora do Brasil. “Um exemplo é o fluido para sondas de perfuração. Como não é fabricado aqui, a Petrobras tem de importá-lo. E isso com certeza eleva seus custos”, explica Menezes. 

Manguinhos produzirá os fluidos de perfuração e outros produtos, como gasolina de aviação, a partir de GLP. Isso explica porque, também em agosto, a refinaria avançou no processo de buscar novos parceiros assinando um acordo com o grupo Ultra, no valor de US$ 400 milhões, com duração de cinco anos, para fornecimento do combustível.

Para o diretor da ANP, Allan Kardec Duailibe, a volta de Manguinhos ao refino é importante, pois mostra uma demanda de mercado. “Manguinhos se recupera em um momento favorável, no qual o mercado de derivados está bastante aquecido”, ressalta.

Ao encontro da Petrobras

Apesar de uma das razões para o declínio operacional e financeiro de Manguinhos, no início da década, ter sido a concorrência desigual enfrentada pela companhia diante da Petrobras, dona do maior parque de refino do país, Menezes garante que, ao contrário do que possa parecer, “a empresa está se posicionando ao encontro da Petrobras, e não de encontro a ela”. O executivo ressalta que, além da relação cliente-fornecedor, pretende ser um parceiro da petroleira gigante. 

Prova disso é o protocolo de intenções assinado pelas duas empresas em junho. Segundo nota divulgada pela Petrobras, o acordo tem como objetivo “identificar oportunidades de negócios e possibilitar parcerias nas áreas de refino, incluindo a modernização de instalações operacionais da refinaria”. 

A aproximação entre as empresas ocorreu, segundo Menezes, após a Petrobras perceber oportunidades de negócio em conjunto. “A Petrobras tomou conhecimento do que estávamos desenvolvendo e entendeu que podia participar como parceira, já que temos projetos interessantes de refino”, diz o executivo.

Biodiesel e eletricidade

A nova estratégia adotada levou Manguinhos a diversificar suas operações. Um dos primeiros projetos elaborados pela direção foi a implantação de uma planta de biodiesel. Com tancagem de 215 mil m³, a unidade já está pronta para operar, faltando somente reativar licenças. “Precisamos fazer algumas adequações exigidas pela ANP. Estamos apenas aguardando a agência nos dar a autorização para começar a produzir”, afirma Menezes. 

O executivo esclarece que a produção de biodiesel de Manguinhos será capaz de atender de 80% a 85% da necessidade do estado do Rio de Janeiro. “Como há a obrigatoriedade mínima da mistura do biodiesel no diesel, temos mercado para nosso produto.” 

Além do biodiesel, Manguinhos também analisa a implantação de uma termelétrica de 200 MW. Um protocolo de intenções foi assinado com a empresa Multiner para estudos de viabilidade técnica e financeira. O objetivo é identificar a real capacidade de geração da nova usina e sua distribuição. 

Três geradores instalados na planta industrial da refinaria e que não eram utilizados poderão ser aproveitados no novo empreendimento. A comercialização da energia, caso a planta saia realmente do papel, ainda não foi definida. Ou seja, os empreendedores ainda não sabem se venderão a energia em leilões para o mercado regulado ou no mercado livre.

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Amigos, se puderem dar uma força para um grande amigo meu, agradeço muito.

Galera,




seguinte: meu amigo FABIANO PINEL está participando de um projeto chamado Redesign Dollar.
O projeto é promovido por um designer-americano-consultor-de-branding chamado Richard Smith
e consiste basicamente em reformular as cédulas do dólar, apresentando ideias inéditas e tanto de design qto de conceito.
Uma iniciativa homologada pela casa da moeda americana que visa incentivar a combalida e
economia yankee.
Nesse ano de eleição, peço a ajuda de vc, eleitor.

Entre no site:


http://richardsmith.posterous.com/music-man-fabiano-pinel-dollar-redeign-2010


e vc encontra o post do trabalho (acho que é o segundo) junto com uma defesa.

Logo abaixo do post tem um link "VOTE TO WIN" que vc clica
e vai pra uma página que tem um parágrafo de texto com a frase "VOTE NOW".
Clica lá e logo aparecerá uma tabelona com o nome FABIANO PINEL , entre outros.
Selecione, aperte "Vote!" e pronto, já ajudou o tio Pinel, rsrs.

Basicamente, o tema das notas vai em cima dos gêneros musicais que nasceram nos EUA, como blues, jazz, soul, rap etc.

Por isso, as cédulas tem o shape e todas as características de um ingresso de show. Deem uma conferida.

É isso.

Se vcs puderem ( e se quiserem, claro), passem o link pra amigos, inimigos, parentes, vizinhos, joguem no twitter, no facebook, colem um cartaz na portaria do prédio.



Abs e obrigado a todos que participaram.

Socomerciais

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

KEPL3 - Grandes negócios


Agronegócio

Kepler Weber e Banco do Brasil anunciam convênio

Brasil Econômico   (redacao@brasileconomico.com.br)
02/09/10 15:35
O convênio visa agilizar e incrementar os investimentos no segmento de armazenagem de grãos
O convênio visa agilizar e incrementar os investimentos no segmento de armazenagem de grãos



O grupo Kepler Weber, empresa líder nacional no segmento de armazenagem de grãos, e o Banco do Brasil (BB), anunciaram ontem (1) o estabelecimento de convênio de cooperação técnica, financeira e operacional.
De acordo com a empresa, o convênio visa agilizar e incrementar os investimentos no segmento de armazenagem de grãos, tendo em vista o crescente déficit da capacidade de estocagem no Brasil.
"A parceria, ora firmada com o Banco do Brasil, é fundamental para o aumento das vendas da
companhia. O banco tem foco no agronegócio, bem como possui capilaridade para atender a
demanda da Kepler Weber", afirmou em nota.

Sigo confiante com as 4 dicas para estudarem.

Estou aguardando qual vai foguetar primeiro:

KEPL3, JBDU4, RPMG4 e TOYB4

Será um foguete atrás do outro. Olho nelas. Estudemmmmmmmmmmmmmmmmmmmmm !!!!

TOYB4 - Vejam o link abaixo. Minha opinião continua a mesma: uma das melhores empresas para se investir de olho no futuro.

http://www.zeeboclub.com/portal/geral/fotos-e-video-da-coletiva