Façam suas apostas:
Será que TELB4 chega aos 4,00 até amanhã?
Será que chega aos 5,00 como muitos estão especulando?
Ou será que de acordo com as notícias amanhã , ela pode buscar os 10,00?
Bom, pra sabermos mesmo, só de olho no book.
DIA 10 CHEGANDO, VAMOS ACOMPANHAR SE ESTA TENDÊNCIA DE ALTA SE TORNA ALTÍSSIMA.
Boa sorte aos TELBIANOS !!!
terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
TELB4 - Mais uma grande opinião.
LULA ASSUME BANDA LARGA
Ruy Guarany Neves
Durante a visita ao Centro de Tecnologia Eletrônica Avançada , em Porto Alegre, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, declarou, que, o governo vai assumir a responsabilidade da Banda Larga. Citando a Telebrás como ponto de convergência, Lula afirmou que os ministérios da tecnologia e telecomunicações, irão contatar com as empresas concessionárias e outras interessadas, além de ouvir a demanda da sociedade, a fim de possibilitar a expansão da internet em alta velocidade, por todos os rincões do país. Disse ainda o presidente, que, esse serviço não pode ser gratuito, porque, se não pode quebrar. Mas, tranqüilizou a população, afirmando que será cobrada uma tarifa que possa atender o pobre e o rico. Ao assumir a responsabilidade da Banda Larga, o governo não pretende estatizar os sistemas de comunicação, como vem sendo noticiado. Pretende, sim, criar mecanismos que atendam os interesses da sociedade, que, hoje, vem sendo obrigada a se submeter aos meios diversificados de exploração da Banda Larga, mediante a cobrança de tarifas elevadas, quando em outros países, as tarifas são baixíssimas.
Finalmente, o governo resolveu encarar uma questão que já deveria ter sido equacionada, pois, a população já está cansada de ouvir tanta falácia sobre a internet em alta velocidade e a coisa ainda não saiu da estaca zero. Mesmo que o cabo ótico não atinja todos os rincões do país, o sinal de boa qualidade, via satélite, poderá satisfazer plenamente as necessidades dos locais de pouca ou regular demanda.
Pelo forma como o presidente abordou a questão, é de se esperar , que, a Banda Larga venha mais cedo do que se possa imaginar. Até porque, compromisso desse gênero, assumido em ano eleitoral, tem tudo para dar certo.
http://www.correaneto.com.br/noticias/02/8_2_10banda.htm
Ruy Guarany Neves
Durante a visita ao Centro de Tecnologia Eletrônica Avançada , em Porto Alegre, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, declarou, que, o governo vai assumir a responsabilidade da Banda Larga. Citando a Telebrás como ponto de convergência, Lula afirmou que os ministérios da tecnologia e telecomunicações, irão contatar com as empresas concessionárias e outras interessadas, além de ouvir a demanda da sociedade, a fim de possibilitar a expansão da internet em alta velocidade, por todos os rincões do país. Disse ainda o presidente, que, esse serviço não pode ser gratuito, porque, se não pode quebrar. Mas, tranqüilizou a população, afirmando que será cobrada uma tarifa que possa atender o pobre e o rico. Ao assumir a responsabilidade da Banda Larga, o governo não pretende estatizar os sistemas de comunicação, como vem sendo noticiado. Pretende, sim, criar mecanismos que atendam os interesses da sociedade, que, hoje, vem sendo obrigada a se submeter aos meios diversificados de exploração da Banda Larga, mediante a cobrança de tarifas elevadas, quando em outros países, as tarifas são baixíssimas.
Finalmente, o governo resolveu encarar uma questão que já deveria ter sido equacionada, pois, a população já está cansada de ouvir tanta falácia sobre a internet em alta velocidade e a coisa ainda não saiu da estaca zero. Mesmo que o cabo ótico não atinja todos os rincões do país, o sinal de boa qualidade, via satélite, poderá satisfazer plenamente as necessidades dos locais de pouca ou regular demanda.
Pelo forma como o presidente abordou a questão, é de se esperar , que, a Banda Larga venha mais cedo do que se possa imaginar. Até porque, compromisso desse gênero, assumido em ano eleitoral, tem tudo para dar certo.
http://www.correaneto.com.br/noticias/02/8_2_10banda.htm
DIA 10 CHEGANDO - OLHO NO BOOK !!!
Proposta de R$ 35 para banda larga
Você pagaria R$ 35 por uma internet rápida de 512 kbps? Pois esse pode ser o preço cobrado dentro do Plano Nacional de Banda Larga (PNBL), que deve ser apresentado amanhã ao presidente Lula.
Mas esse é apenas um dos cenários em discussão. Os técnicos elaboraram quatro modelos e caberá ao presidente escolher um ou mais de um para implementar no país. A nova política tem como objetivo a universalização do acesso à internet em banda larga no Brasil e pode ressuscitar a antiga Telebrás.
Em cada um dos quatro cenários os técnicos simularam ofertas com três preços: R$ 15, R$ 29 e R$ 35 por 512 kbps. Segundo o site Teletime (www.teletime.com.br), alguns especialistas avaliam que o preço de R$ 35 pode inclusive ser rentável para o governo. Fontes que participaram do debate sobre o PNBL afirmam que três dos quatro modelos em discussão preveem uma atuação direta do governo. No primeiro, considerado mais equilibrado economicamente, o Estado teria uma presença forte, encarregando-se de levar a banda larga até o usuário final.
No segundo modelo o governo teria uma presença mais ou menos forte, o que em princípio inviabilizaria a oferta de R$ 15. Projeções indicaram que uma operação remunerada a esse preço geraria altos custos, podendo chegar a R$ 40 bilhões em quatro anos. Na terceira opção, onde o Estado entraria minimamente nesse mercado, deixando as empresas privadas agirem livremente, haveria um grande "prejuízo" na relação custo-benefício, mesmo que o preço cobrado fosse de R$ 35.
Já o quarto e último modelo desenhado pela equipe coloca o Estado como um agente do atacado, alugando as redes para as concessionárias. Neste caso, a oferta do backhaul (tronco central) custaria R$ 80, R$ 120 ou R$ 200 para uma velocidade de 512 kbps ao consumidor, que por sua vez pagaria R$ 15, R$ 29 ou R$ 35. Seria o modelo mais vantajoso, uma vez que consumiria menos dinheiro público. Entretanto, haveria um ônus político, pois o Estado não conseguiria regular os preços do mercado. Os técnicos estudam um forma de condicionar a compra de espaço no backhaul à prática do preço estipulado pelo governo.
Para o presidente da Associação Brasileira dos Usuários de Internet Rápida (Abusar), Horário Belfort, a ideia do PNBL é conceitualmente boa, porque vai gerar competição no mercado. "As teles estão aí. Elas têm nos explorado, cobram caríssimo e não têm concorrência", critica. Ele reclama da falta de informações sobre o que está sendo, de fato, discutido no PNBL, e diz que alguém que não conhece os custos finais da prestação do serviço não pode, previamente, estabelecer preços.
"Uma mensalidade a R$ 35 seria factível para o usuário final, mas o governo deveria considerar as especifidades de cada região. Vai ter a incidência de impostos? O dinheiro do Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações será usado? Por enquanto, é tudo uma incógnita", questiona Horácio Belfort.
A reportagem procurou a Associação Brasileira de Prestadoras de Serviço Fixo Comutado, através de sua assessoria de imprensa, para comentar o assunto, mas não obteve retorno até o fechamento desta edição.
Discussão // Presidente recebe amanhã quatro opções de modelos
Micheline Batista
michelinebatista.pe@dabr.com.br
Micheline Batista
michelinebatista.pe@dabr.com.br
Você pagaria R$ 35 por uma internet rápida de 512 kbps? Pois esse pode ser o preço cobrado dentro do Plano Nacional de Banda Larga (PNBL), que deve ser apresentado amanhã ao presidente Lula.
![]() Nova política tem como objetivo a universalização do acesso à internet em banda larga no Brasil. Foto: Ricardo Fernandes/DP/D.A Press - 10/4/06 |
Em cada um dos quatro cenários os técnicos simularam ofertas com três preços: R$ 15, R$ 29 e R$ 35 por 512 kbps. Segundo o site Teletime (www.teletime.com.br), alguns especialistas avaliam que o preço de R$ 35 pode inclusive ser rentável para o governo. Fontes que participaram do debate sobre o PNBL afirmam que três dos quatro modelos em discussão preveem uma atuação direta do governo. No primeiro, considerado mais equilibrado economicamente, o Estado teria uma presença forte, encarregando-se de levar a banda larga até o usuário final.
No segundo modelo o governo teria uma presença mais ou menos forte, o que em princípio inviabilizaria a oferta de R$ 15. Projeções indicaram que uma operação remunerada a esse preço geraria altos custos, podendo chegar a R$ 40 bilhões em quatro anos. Na terceira opção, onde o Estado entraria minimamente nesse mercado, deixando as empresas privadas agirem livremente, haveria um grande "prejuízo" na relação custo-benefício, mesmo que o preço cobrado fosse de R$ 35.
Já o quarto e último modelo desenhado pela equipe coloca o Estado como um agente do atacado, alugando as redes para as concessionárias. Neste caso, a oferta do backhaul (tronco central) custaria R$ 80, R$ 120 ou R$ 200 para uma velocidade de 512 kbps ao consumidor, que por sua vez pagaria R$ 15, R$ 29 ou R$ 35. Seria o modelo mais vantajoso, uma vez que consumiria menos dinheiro público. Entretanto, haveria um ônus político, pois o Estado não conseguiria regular os preços do mercado. Os técnicos estudam um forma de condicionar a compra de espaço no backhaul à prática do preço estipulado pelo governo.
Para o presidente da Associação Brasileira dos Usuários de Internet Rápida (Abusar), Horário Belfort, a ideia do PNBL é conceitualmente boa, porque vai gerar competição no mercado. "As teles estão aí. Elas têm nos explorado, cobram caríssimo e não têm concorrência", critica. Ele reclama da falta de informações sobre o que está sendo, de fato, discutido no PNBL, e diz que alguém que não conhece os custos finais da prestação do serviço não pode, previamente, estabelecer preços.
"Uma mensalidade a R$ 35 seria factível para o usuário final, mas o governo deveria considerar as especifidades de cada região. Vai ter a incidência de impostos? O dinheiro do Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações será usado? Por enquanto, é tudo uma incógnita", questiona Horácio Belfort.
A reportagem procurou a Associação Brasileira de Prestadoras de Serviço Fixo Comutado, através de sua assessoria de imprensa, para comentar o assunto, mas não obteve retorno até o fechamento desta edição.
Sobre mim
Muitos me escrevem no reservado do Infomoney, apenas como curiosidade, querendo saber sobre os meus valores investidos ou aplicados. Se sou TUBA ou SARDINHA, rsrs.
Pra matar a curiosidade de alguns , posso dizer que sou um SARDINHA mas pretendo virar ATUM, rsrsrsrsrsrss. Mas para isto ainda falta muitoooooooo.
Mas isto é o que todos pretendem não é mesmo?
O que importa nas minhas dicas não é o valor e sim o percentual de valorização. O valor cada um sabe do seu, certo?
Tenho uma vida normal: trabalho , família, estudo os meus projetos e gosto de brincar com as ações.
Ando de carro, ando de ônibus, ando de metrô. Quando sobra um dinheirinho gosto de ir num restaurante JAPA ou numa CHURRASCARIA e quando não sobra, adoro um MCDONALD´S.
Procuro não gastar dinheiro com coisas supérfluas. O que gastaria com "besteiras" aplico nos MICOS mais arriscados, rsrs.
Adoro cinema, sempre que posso estou pelos shoppings aqui do Rio.
Minha idade: 44 anos.
Por isto invisto apenas o que posso investir, sem aplicar o dinheiro que irei precisar para amanhã.
Assim a paciência me faz lucrar.
Então vamos aproveitar e nadar. Nadando cresceremos.
Boa sorte pra todos !!!
Pra matar a curiosidade de alguns , posso dizer que sou um SARDINHA mas pretendo virar ATUM, rsrsrsrsrsrss. Mas para isto ainda falta muitoooooooo.
Mas isto é o que todos pretendem não é mesmo?
O que importa nas minhas dicas não é o valor e sim o percentual de valorização. O valor cada um sabe do seu, certo?
Tenho uma vida normal: trabalho , família, estudo os meus projetos e gosto de brincar com as ações.
Ando de carro, ando de ônibus, ando de metrô. Quando sobra um dinheirinho gosto de ir num restaurante JAPA ou numa CHURRASCARIA e quando não sobra, adoro um MCDONALD´S.
Procuro não gastar dinheiro com coisas supérfluas. O que gastaria com "besteiras" aplico nos MICOS mais arriscados, rsrs.
Adoro cinema, sempre que posso estou pelos shoppings aqui do Rio.
Minha idade: 44 anos.
Por isto invisto apenas o que posso investir, sem aplicar o dinheiro que irei precisar para amanhã.
Assim a paciência me faz lucrar.
Então vamos aproveitar e nadar. Nadando cresceremos.
Boa sorte pra todos !!!
Relembrando as minhas dicas de estudos e avaliando as Blues.
Assim como HOOT4, voltem alguns meses e verão dicas importantes como :
MILK11, AGEN11, CCHI3, RPMG4, EUCA4, SNSY5 ,TELB4 , ESTR4, entre muitas outras.
Todas sofreram valorizações fabulosas e foi um belo resultado para os que estudaram.
Enquanto isto em 2010 as 2 principais BLUE CHIPS amargam INFELIZMENTE os seguintes prejuízos: VALE5 -2,46 e PETR4 -13,49
Além delas outras BLUE CHIPS amargam prejuízos ainda maiores. Mas como todos sabem, não escrevo isto para "zoar" com ninguém , muito menos para menosprezar as grandes empresas.
Escrevo isto , apenas para que muitos me entendam sobre os meus estudos, principalmente aqueles que tanto me repudiaram.
Eu nunca fui contra as BLUE CHIPS , pelo contrário , torço pra que todas SUBAM e deixem os amigos felizes. Além do mais sei que as BLUE CHIPS ditam o crescimento do País e conduzem os ânimos dos investidores.
Mas quero apenas que os amigos das BLUE CHIPS respeitem o meu pensamento e a minha forma de investir. Como eu sempre disse: CADA UM COM O SEU OBJETIVO.
Mas hoje graças a DEUS , ganhei força para poder mostrar que o meu pensamento sempre foi de AJUDAR a reverem os seus conceitos.
Boa sorte pra todos os amigos, MIQUEIROS E BLUE CHIPEIROS.
Quero apenas PAZ e DINHEIRO NO MEU BOLSO E NO BOLSO DOS MEUS AMIGOS.
Abração pra todos.
RELEMBRANDO O QUE ESCREVI NO DIA 30 DE SETEMBRO SOBRE HOOT4 . Hoje cotada em 1,30. 0,33 e ninguém queria e eu cansava de dizer: olho nela, olho nela, olho nela. Bom, o tempo passa , apenas 4 meses e meio com valorização fabulosa. Quem colocou 3.300,00 hoje tem 13.000,00. Quem colocou 33.000,00 hoje tem 130.000,00. A dica foi dada e quem soube aproveitar , parabéns !!!!!
quarta-feira, 30 de setembro de 2009
HOOT4 - Tendência de alta
Acredito numa forte tendência de alta, pra quem gosta das ações de maior risco este é um grande momento para HOOT4 . Muita especulação para a próxima sexta-feira , onde o RIO está na vitrine do mundo.Já pensou se o Rio for escolhido para 2016? Hoot4 realmente poderá se beneficiar muito por conta disto. Copa do Mundo + Olimpíadas? Excelente.
Sei que é longe, mas é um investimento para o futuro, quem sabe uma aposentadoria, rsrsrs
Mas hoje apenas 0,33 e daqui alguns anos poderá valer, 4 , 5, 6 , reais, portanto na minha visão vale a pena.
Estudem HOOT4 e este grande momento. Olho no book, olho na força compradora.
Vamos acompanhar a movimentação de hoje. A Ágora pode entrar pesado e puxar uma bela subida.
Boa sorte aos comprados que entraram junto comigo desde os 0,22 e acumulam uma bela alta de 50%. Boa sorte aos que estão comprando agora também e vamos ver se ela ultrapassa os 0,40.
RIO , RIO , RIO , RIO , RIO
Sexta-feira chegando e o Rio com grande favoritismo.
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
TELB4 + JBDU4 = Estou de olho grudadinho nestas duas.
TELB4 = DIA 10
A alta vem se concretizando e deve abrir com um belo GAP amanhã. Vale a pena ficar de olho para ver se rompe o TH. Muita expectativa pelo dia 10. Olho nas notícias e olho no book. Se amanhã terminar com uma nova valorização , a tendência será de um book muito movimentado no dia 10. Espero que tudo seja objetivo e muitos já falam que ela pode brevemente buscar os 4,00. Vamos ficar de olho no book e ver se esta animação da força compradora se mantém.
JBDU4 = DIA 12
Aqui a expectativa é pelo dia 12 e o book fez belas trocas de mãos. Vamos ver se a tendência de alta também se concretiza e se a subida vem forte como da última vez. Quem sabe ela busca os 0,20 ainda esta semana. Olho no book, grudadinho também.
Boa sorte pra todos !!!
A alta vem se concretizando e deve abrir com um belo GAP amanhã. Vale a pena ficar de olho para ver se rompe o TH. Muita expectativa pelo dia 10. Olho nas notícias e olho no book. Se amanhã terminar com uma nova valorização , a tendência será de um book muito movimentado no dia 10. Espero que tudo seja objetivo e muitos já falam que ela pode brevemente buscar os 4,00. Vamos ficar de olho no book e ver se esta animação da força compradora se mantém.
JBDU4 = DIA 12
Aqui a expectativa é pelo dia 12 e o book fez belas trocas de mãos. Vamos ver se a tendência de alta também se concretiza e se a subida vem forte como da última vez. Quem sabe ela busca os 0,20 ainda esta semana. Olho no book, grudadinho também.
Boa sorte pra todos !!!
domingo, 7 de fevereiro de 2010
TELB4 - Amanhã é dia de ficar grudadinho no book. Se continuar subindo, continuarei comprando. A cada 5% de subida reforço a minha entrada. E assim vejo até onde vai. Sempre grudadinho no book.
6/2/2010
Empresas haviam classificado o Plano Nacional de Banda Larga como "loucura". Agora, adotam tom mais amenoBrasília Depois de se reunirem com o governo, as concessionárias de telefonia fixa mudaram o discurso em relação ao Plano Nacional de Banda Larga. Após críticas fortes, o tom agora é de conciliação. "O governo tem um plano bacana, a gente vai contribuir", disse Luiz Eduardo Falco, presidente da Oi, após reunião na Casa Civil.
O presidente da Telefônica, Antônio Carlos Valente disse que "a reunião foi muito produtiva. Tivemos oportunidades de apresentar sugestões e contribuições. Vejo com muito otimismo os passos subsequentes", afirmou. Na semana passada, o discurso era bem diferente. As empresas haviam classificado de "loucura" o plano do governo, principalmente a parte que envolve o fortalecimento da Telebrás e seu uso para gerir uma rede de fibras óticas. Após a reunião de ontem, até mesmo essa hipótese era vista com menos antipatia. "O governo fala que tem um ativo, e tem mesmo, e vai utilizá-lo para fazer o plano, o que é ótimo. A gente devia usar todos os ativos que o Brasil tem", argumentou Falco.
Para garantir a participação das empresas no plano, o governo deve anunciar pacote de benefícios tributários que incentivem a oferta de banda larga em locais onde a operação não é economicamente atrativa.
http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=732034
EUROPA - Uma boa explicação para o que está acontecendo.
Europa terá que enquadrar países gastadores ou verá o euro perder prestígio
Publicação: 07/02/2010 09:20
Publicação: 07/02/2010 09:20
Chegou a hora de a União Europeia mostrar a que veio. Alguns países que usam o euro como moeda — Grécia, Espanha e Portugal, principalmente — dão mostras claras de irresponsabilidade fiscal (gastam mais do que arrecadam e têm dívidas crescendo velozmente) e podem contaminar a seriedade do projeto de moeda única.
Enfrentando as maiores tensões econômicas desde a sua criação, há 11 anos, parece provável que a zona do euro se mantenha unida por enquanto, mas a possibilidade de saída de alguns dos seus membros mais fracos não pode ser excluída em longo prazo. Derrubando os preços das ações e dos bônus na Grécia, na Espanha e em Portugal, a semana passada ressaltou os temores dos investidores de que os países altamente endividados da Europa mediterrânea podem ser incapazes de lidar com as exigências fiscais e monetárias da zona do euro.
Muitos analistas esperam que a União Europeia — ou o Fundo Monetário Internacional (FMI), que deve ajudar a Grécia se for requisitado — intervenha com algum tipo de auxílio para países enfraquecidos se isso se mostrar necessário para manter a zona do euro intacta. Estima-se que um pacote convincente de ajuda à Grécia ficaria entre US$ 20 bilhões e US$ 25 bilhões. Contudo, as economias têm tantas incongruências que, mesmo se os membros fracos forem resgatados, os seus problemas ainda podem prejudicar o crescimento no bloco durante anos e possivelmente levá-los a abandonar o euro em algum momento nesta década se os custos forem muito altos.
“Por um momento, pareceu que as coisas estavam bem, mas agora estamos vendo divergências”, disse o economista-chefe do FMI, Olivier Blanchard. “Estamos vendo Espanha e Portugal de um lado, e Alemanha do outro. Não existem ajustes fáceis.” As fraquezas dos membros do sul da Europa foram mascaradas no início por um ambiente global benigno, pelo crédito barato e pela expansão do setor imobiliário.
Na crise financeira de 2007 a 2009, o fato de ser membro da zona do euro protegeu os países da turbulência dos mercados. Nos últimos meses, porém, os custos e benefícios da zona do euro mudaram. A dívida pública se acumula e o desemprego subiu tanto que os países precisam de um crescimento repentino para reduzi-lo, mas, como parte do bloco, os países não podem cortar as taxas de juros nem depreciar suas moedas.
A saia justa monetária só deve apertar ainda mais à medida que a recuperação econômica de membros mais fortes, como a Alemanha, aumenta a pressão para que o Banco Central Europeu (BCE) encerre a sua política monetária ultra-afrouxada. Assim, começa a ser desenhada uma segunda década de união monetária oposta à primeira, com a política de juros centrada nas grandes economias da zona do euro, alertou Daniel Gros, chefe do Centro para Estudos de Políticas Europeias.
“O BCE vai fazer políticas para o cerne (da zona do euro). A periferia será deixada de fora”, disse Gros, que, apesar de acreditar na sobrevivência da união monetária, acha que a saída de um país pequeno não é mais inimaginável. As especulações sobre a saída de um país provavelmente são inapropriadas. Os países continuam a alguma distância do momento em que participar da zona do euro seria intolerável; apesar de a taxa de desemprego da Espanha (1)estar perto de 20%, o país viveu com uma taxa igual ou maior que essa na metade dos anos 1980 e 1990.
O processo de abandonar o euro seria tão doloroso e difícil, também no espectro político, que os governos devem eliminar quase todas as outras opções antes dessa. Entre os muitos desafios, os países teriam de encontrar maneiras de tirar os depósitos dos bancos domésticos do sistema monetário do euro para prevenir a fuga de capital e pagar empréstimos imobiliários denominados pelo euro que poderiam subitamente se tornar mais caros. Além disso, a zona do euro é uma conquista política histórica que os seus membros mais ricos, como a Alemanha e a França, devem tentar defender.
1 - Retração
A economia espanhola se contraiu em 3,6% em 2009, a maior retração em décadas, por causa da forte queda no consumo doméstico. No último trimestre, a retração se desacelerou, com taxa negativa de 0,1% ante o período imediatamente anterior, de acordo com o Banco Central. No terceiro trimestre, o resultado foi de queda de 0,3%.
Enfrentando as maiores tensões econômicas desde a sua criação, há 11 anos, parece provável que a zona do euro se mantenha unida por enquanto, mas a possibilidade de saída de alguns dos seus membros mais fracos não pode ser excluída em longo prazo. Derrubando os preços das ações e dos bônus na Grécia, na Espanha e em Portugal, a semana passada ressaltou os temores dos investidores de que os países altamente endividados da Europa mediterrânea podem ser incapazes de lidar com as exigências fiscais e monetárias da zona do euro.
Muitos analistas esperam que a União Europeia — ou o Fundo Monetário Internacional (FMI), que deve ajudar a Grécia se for requisitado — intervenha com algum tipo de auxílio para países enfraquecidos se isso se mostrar necessário para manter a zona do euro intacta. Estima-se que um pacote convincente de ajuda à Grécia ficaria entre US$ 20 bilhões e US$ 25 bilhões. Contudo, as economias têm tantas incongruências que, mesmo se os membros fracos forem resgatados, os seus problemas ainda podem prejudicar o crescimento no bloco durante anos e possivelmente levá-los a abandonar o euro em algum momento nesta década se os custos forem muito altos.
“Por um momento, pareceu que as coisas estavam bem, mas agora estamos vendo divergências”, disse o economista-chefe do FMI, Olivier Blanchard. “Estamos vendo Espanha e Portugal de um lado, e Alemanha do outro. Não existem ajustes fáceis.” As fraquezas dos membros do sul da Europa foram mascaradas no início por um ambiente global benigno, pelo crédito barato e pela expansão do setor imobiliário.
Na crise financeira de 2007 a 2009, o fato de ser membro da zona do euro protegeu os países da turbulência dos mercados. Nos últimos meses, porém, os custos e benefícios da zona do euro mudaram. A dívida pública se acumula e o desemprego subiu tanto que os países precisam de um crescimento repentino para reduzi-lo, mas, como parte do bloco, os países não podem cortar as taxas de juros nem depreciar suas moedas.
A saia justa monetária só deve apertar ainda mais à medida que a recuperação econômica de membros mais fortes, como a Alemanha, aumenta a pressão para que o Banco Central Europeu (BCE) encerre a sua política monetária ultra-afrouxada. Assim, começa a ser desenhada uma segunda década de união monetária oposta à primeira, com a política de juros centrada nas grandes economias da zona do euro, alertou Daniel Gros, chefe do Centro para Estudos de Políticas Europeias.
“O BCE vai fazer políticas para o cerne (da zona do euro). A periferia será deixada de fora”, disse Gros, que, apesar de acreditar na sobrevivência da união monetária, acha que a saída de um país pequeno não é mais inimaginável. As especulações sobre a saída de um país provavelmente são inapropriadas. Os países continuam a alguma distância do momento em que participar da zona do euro seria intolerável; apesar de a taxa de desemprego da Espanha (1)estar perto de 20%, o país viveu com uma taxa igual ou maior que essa na metade dos anos 1980 e 1990.
O processo de abandonar o euro seria tão doloroso e difícil, também no espectro político, que os governos devem eliminar quase todas as outras opções antes dessa. Entre os muitos desafios, os países teriam de encontrar maneiras de tirar os depósitos dos bancos domésticos do sistema monetário do euro para prevenir a fuga de capital e pagar empréstimos imobiliários denominados pelo euro que poderiam subitamente se tornar mais caros. Além disso, a zona do euro é uma conquista política histórica que os seus membros mais ricos, como a Alemanha e a França, devem tentar defender.
1 - Retração
A economia espanhola se contraiu em 3,6% em 2009, a maior retração em décadas, por causa da forte queda no consumo doméstico. No último trimestre, a retração se desacelerou, com taxa negativa de 0,1% ante o período imediatamente anterior, de acordo com o Banco Central. No terceiro trimestre, o resultado foi de queda de 0,3%.
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