sábado, 18 de abril de 2009
HAGA4 / AGEN11 / GLOB3
HAGA4 / AGEN11 / GLOB3
Lembro que a redução de IPI aos eletrodomésticos , também beneficiará o Ponto Frio e as demais redes lojistas que atuam neste segmento.
Ficarei de olho no book e quando a força compradora entrar será a minha hora de atacar.
Olho nelas !!!
quinta-feira, 16 de abril de 2009
MILK11 - Indenização a vista !!!

Danone pode ter que pagar indenização da Parmalat
São Paulo - A Danone do Brasil pode ser obrigada a pagar quase R$ 10 milhões em honorários advocatícios que foram cobrados da Parmalat do Brasil. A Danone, no entanto, afirma que nunca teve qualquer relação societária com a Parmalat e que, portanto, esse compromisso não lhe pertence. Mas a juíza Simone Laurent de Figueiredo, da 17ª Vara Cível e de Acidentes de Trabalho de Manaus, determinou o bloqueio do valor de até R$ 9,936 milhões nas contas bancárias da Danone para pagamento ao autor da ação, o advogado André Luiz Guedes.
Segundo a diretora jurídica da Danone, Priscila Cruz, o bloqueio pode ser feito em todas os bancos com os quais a Danone mantém relação, podendo exceder, portanto, em muito o valor da causa. Até o momento, de acordo com a advogada, três bancos comunicaram bloqueio de recursos à empresa.
A ação de condenação para pagamento de honorários é contra a Parmalat do Brasil, que perdeu ação de responsabilidade civil por rescisão contratual para a Dispal Indústria Santos de Produtos Alimentícios, assessorada por André Luiz Guedes. Mas, na decisão sobre o pagamento dos honorários, a Danone, assim como a Laep Investments e a Integralat, são citadas como empresas pertencentes ao grupo Parmalat e, portanto, poderiam honrar o pagamento. A Danone, no entanto, nega qualquer tipo de relação societária com a Parmalat, hoje controlada pela Laep Investments. "Jamais houve nenhuma relação societária da Danone com a Parmalat", garantiu Priscila. Procurada, a Parmalat não se pronunciou sobre o caso até o momento.
Segundo a diretora da Danone, a única relação entre as companhias ocorreu no ano passado, com a venda, em abril, da marca Poços de Caldas, do arrendamento da linha de produção do requeijão Paulista e do licenciamento do uso da marca Paulista para a Parmalat. O negócio envolvendo a marca Paulista, no entanto, foi desfeito em agosto. Na mesma época, a Laep vendeu a marca Poços de Caldas ao Laticínios Morrinhos. "A juíza confundiu a Danone com a Parmalat e, diante desse erro, a Danone corre o risco de ter esse dinheiro bloqueado, o que pode causar sérios prejuízos à companhia", afirmou a diretora da Danone.
A decisão foi em primeira instância e a Danone já encaminhou recurso ao juiz Wellington Araújo, que atua como juiz convocado no Tribunal de Justiça do Amazonas. Segundo a diretora da Danone, ele pode cassar a liminar expedida pela 17ª Vara de Manaus ou pelo menos excluir a Danone da ação, ao reformar a decisão da juíza. Enquanto a liminar não for liberada, a juíza que autorizou o bloqueio pode, a qualquer momento, determinar que o dinheiro seja transferido de uma das contas bancárias da Danone para a Vara onde corre o processo e, em seguida, autorizar que o dinheiro seja retirado pelo autor da ação.
O advogado André Luiz Guedes, no entanto, garante que não vai sacar o dinheiro enquanto todos os atos processuais não forem cumpridos. "Vou continuar executando as empresas, aguardar a finalização dos prazos de todos os recursos para depois levantar o dinheiro", afirmou. Guedes disse que conseguiu reunir documentos que comprovam que existe uma relação societária entre a Danone e a Parmalat. "Há provas nos autos de que existe uma relação societária entre as duas empresas e que elas, inclusive, compartilham mesmos diretores", disse ele, mas sem detalhar quais seriam esses papéis.
GLOB3 - Olho nelas, a subida poderá ser forte !!!
Entre os interessados, apenas o Grupo Silvio Santos confirmou ter apresentado sua oferta. Luiz Sebastião Sandoval, presidente do grupo, que controla as Lojas do Baú Crediário, disse que a oferta foi feita com base nos dados do balanço e da área de venda da rede. "Estamos no páreo", disse, sem revelar cifras.
No mês passado, logo após o Ponto Frio ter se colocado oficialmente à venda, as Lojas Insinuante, com sede na Bahia, e as Lojas Americanas também admitiram que fariam propostas pela rede. Procuradas, ambas não informaram se apresentaram propostas pela rede, que encerrou 2008 com 458 lojas e receita de R$ 3,4 bilhões.
Ontem, o presidente do Grupo Pão de Açúcar, Cláudio Galeazzi, disse que a companhia "ainda está avaliando" fazer uma proposta de compra do Ponto Frio. "Isso é o tipo de coisa que se avalia até o último momento", afirmou. Segundo ele, as empresas de capital aberto poderiam ter vantagens no momento da negociação, por poder usufruir do mecanismo de troca de ações. "Caso venhamos a participar (do processo de compra do Ponto Frio), isso seria objeto de um outro tipo de pagamento, como troca de ações. Seria uma engenharia financeira", afirmou. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
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Minha opinião:
De acordo com as notícias as ações podem corrigir rapidamente para 12,00.
Olho nas notícias, vamos acompanhar.
HOOT4 - Olho nela sempre.
Lembro que as subidas são fortes e está com uma boa resistência.
Olho no foguete !!!
============================================ Hotéis do Florianópolis comemoram boa ocupação para a Páscoa Os hotéis de Florianópolis registram boas taxas de reservas para o feriado da Páscoa, que devem ser reverter em excelente ocupação com a chegada dos chamados "turistas de balcão", a partir de amanhã (09/04). São visitantes que aguardam para saber a previsão do tempo mais precisa para então viajar. A expectativa é positiva entre os associados do Florianópolis e Região Convention & Visitors Bureau (FCVB). A previsão é de ocupação entre 60% e 70%, com lotação em muitos estabelecimentos localizados nas praias mais procuradas, segundo o conselheiro administrativo do FCVB, Talmir Duarte. "Num momento como este, onde a economia mundial está desaquecida, o turismo dentro do país ganha força" afirma. Os hotéis localizados no centro da cidade também contabilizam bons negócios nesta Páscoa. É o caso do Baía Norte Othon Classic, onde a ocupação está em 55%, cerca de 20% superior a do ano passado. "Mas se a condição do tempo for favorável, podemos atingir 100% de ocupação na última hora, com a chegada de turistas vindo do Rio Grande do Sul e Paraná", conta a gerente comercial Paola Becke. "Como o hotel não fica na praia, oferecemos outros diferenciais: pacote promocional de diárias, parcelamento do pagamento e também um jantar especial de boas vindas", finaliza._________________
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HOTEL TEC - Othon tem alta de 15% no orçamento do trimestre
Notícia publicada quinta-feira, 2 de abril de 2009 - 14h48
A rede Othon fechou o trimestre com uma alta de 15% no orçamento previsto, índice obtido, principalmente, por meio dos resultados alcançados nos hotéis da região sudeste.
"Neste período o primeiro mercado foi o Rio de Janeiro, que chegou a superar 70% de ocupação média. Em segundo lugar aparece Belo Horizonte, que fechou com cerca de 68%", conta Ivan Santos, gerente de Turismo e Lazer da rede. "Para alcançar estes números estamos trabalhando o segmento de lazer de uma forma mais diversificada. Não adianta ficar em cima apenas dos principais operadores de São Paulo, enquanto temos empresas crescendo em mercados como Curitiba, Santa Catarina e Nordeste", justifica. Nova propriedadeQuando questionado sobre o lançamento de um novo hotel Othon para 2009, Santos afirma que há a possibilidade da rede passar a administrar um empreendimento fora do país. "Não sei informar onde seria este hotel, no entanto sei que há uma negociação em andamento", despista.(Fernando Chirotto)
VCPA4 - Li no Relatório Reservado
Pretende com isto arrecadar 500 milhões.
Olho no book.
Conheçam melhor o GRUPO VOTORANTIM e vejam porque escolhi como a minha Blue Chip.
http://www.votorantim.com.br/votorantim/novaHome_PTB.html
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E ontem o ÚLTIMO SEGUNDO publicou:
Os fabricantes brasileiros de celulose começam, aos poucos, a mostrar otimismo com a recuperação do mercado.
E o motivo para isso é a elevação da demanda por celulose de fibra curta, a especialidade das empresas brasileiras. Graças ao aumento das vendas na China, a trajetória de queda dos preços da celulose na Ásia, iniciada em setembro passado, foi interrompida, após acumular desvalorização superior a 50% em sete meses. Para o diretor-presidente da Suzano Papel e Celulose, Antonio Maciel Neto, apesar dos sinais positivos, ainda é um momento de incertezas - a queda dos preços foi interrompida, mas ainda não se sabe quando voltarão a subir. Mas há otimismo também por uma constatação: os preços do insumo já atingiram seus níveis mais baixos, o que cria a esperança de que o pior da crise já passou.Outros indicadores positivos, segundo o executivo, são a retração da produção de fabricantes menos competitivos, principalmente os instalados no hemisfério Norte, e a leve retomada da oferta de seguros de crédito à exportação, que são garantias aos fornecedores caso a exportação de mercadorias não seja concluída por alguma razão comercial, operacional ou política.Segundo Maciel, esses sinais de recuperação facilitaram a tarefa da Suzano de se decidir pela manutenção dos investimentos nas fábricas a serem construídas no Maranhão e no Piauí, com início de operação previsto para 2013 e 2014, respectivamente - a terceira unidade do novo ciclo de expansão da companhia e a expansão de Mucuri (BA), no entanto, foram postergados. As concorrentes Aracruz e Votorantim Celulose e Papel (VCP), por sua vez, reviram todos seus projetos e agora trabalham sem previsão de cronograma para novas unidades. Por isso, e pela presença significativa da companhia no segmento de papéis, Maciel acredita que a Suzano está em uma posição privilegiada em relação às demais empresas brasileiras. Maciel deu a seguinte entrevista à Agência Estado:Os fabricantes brasileiros de celulose destacaram nas últimas semanas a recuperação das vendas para a China. O momento é realmente positivo naquele mercado?A China de fato retomou fortemente as compras.O que explica esse movimento?No ano passado, os chineses operaram com estoques muito altos porque os preços subiam. Depois de setembro, no entanto, passaram a operar com estoques baixos, com a perspectiva de que os preços poderiam ser menores. Agora, eles voltaram a comprar. Isso é explicado porque os estoques estão baixos, mas também há a possibilidade de que estejam comprando por causa da perspectiva de que os preços podem voltar a subir.Mas o desempenho do mercado chinês não é acompanhado por outras regiões, como a Europa. A China pode compensar o fraco desempenho europeu?Acho que a China, sozinha, não compensa a Europa, mas é importante destacar que o desempenho da celulose de eucalipto é positivo. O eucalipto, produzido no Brasil, está crescendo sobre outras celuloses de fibra curta e também sobre a celulose de fibra longa. Uma prova disso é que os embarques de celulose de eucalipto cresceram 12,3% em fevereiro, em relação a fevereiro do ano passado. Já as vendas de celulose de fibra curta caíram 7,4%, enquanto que as vendas da celulose de fibra longa tiveram queda de 13,9%.O desempenho recente da celulose de fibra curta, principalmente na China, pode refletir em alta de preços, após meses de queda?Acho que a recuperação de preços deve começar por lá. Não tenho como dizer se a recuperação será imediata ou se daqui a alguns meses, mas o natural é que a retomada aconteça na China. O que acreditamos em relação à China é que o preço mais baixo já ocorreu.Esse preço mais baixo ficou próximo dos US$ 400 por tonelada?Ficou na faixa de US$ 390 a US$ 400. Agora, os preços operam com certa estabilidade.E como está a presença da Suzano no mercado chinês?Estamos muito bem posicionados na China porque, quando entramos com a linha 2 de Mucuri (em agosto de 2007), o mercado estava muito demandado e a China também estava entrando com fábricas novas. No começo, mais de 60% da produção da linha 2 foi para a China. Hoje, ninguém tem metade dos contratos que a Suzano tem naquele mercado.Essa relação com a China coloca a Suzano entre as empresas mais bem preparadas para enfrentar o atual momento da economia mundial?Nós nos preparamos para a crise. Tínhamos (no final de 2008) caixa de aproximadamente R$ 2,2 bilhões, além de um faturamento anual de R$ 4,1 bilhões (foi de R$ 4,064 bilhões em 2008). Por enquanto ainda não tomamos novos financiamentos, embora a disponibilidade no mercado seja interessante para nós. Além disso, temos um custo de dívida baixíssimo, porque a dívida foi feita quando o mercado ainda estava muito ofertado.E a situação dos seguros de crédito à exportação? Houve algum avanço?Em março já houve uma recuperação razoável, de 10% a 15% em relação à oferta que vimos em meses anteriores. Nos primeiros dias de abril também já vemos negociação de algumas seguradoras de créditos.O momento permite manter os investimentos no segmento de celulose, como a Suzano anunciou em relação aos projetos do Piauí e Maranhão?Muitas empresas entraram muito machucadas na crise. Mas nós entramos bem. Nós decidimos tocar os nossos projetos, enquanto muitas empresas pararam os seus.Por que esse crescimento no segmento de celulose não acontece no mercado de papel?O Brasil hoje exporta cerca de 30% do papel produzido localmente. Por isso, só será viável investir em novos projetos quando os mercados local e da América Latina crescerem.Mas o segmento de papel não voltou a ganhar destaque com o agravamento da crise?As margens da fabricação de papel melhoraram muito com a queda dos preços da celulose. Hoje temos cerca de 20 analistas que acompanham o setor de papel e celulose, dos quais 12 elegem uma top pick (ação mais recomendada) do setor. Desses, 11 escolhem a Suzano e a maioria deles ressalta na escolha o fato de a companhia ter atuação no segmento papel.Isso não justificaria investimentos em novas linhas de produção de papéis?O papel tem um desempenho mais estável do que a celulose, mas hoje você não coloca novas capacidades no mercado apenas para exportar. Mas, se aparecerem oportunidades interessantes nessa área, podemos considerar. Temos um plano de crescimento para a celulose, mas o papel também é muito importante para nós.E como está a situação dos preços de papel no Brasil e no exterior?Os preços no mercado interno têm se mantido estáveis. No mercado externo talvez caia um pouco (em dólar), mas essa variação será mais do que compensada pelo câmbio.
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quarta-feira, 15 de abril de 2009
GLOB3 - Olha a venda se aproximando.
Desde o anúncio da venda do Ponto Frio, além do Grupo Silvio Santos, a Lojas Americanas e a rede baiana Insinuante também manifestaram publicamente interesse na compra da varejista. Segundo Sandoval, os controladores do Ponto Frio estão fazendo um "leilão" para saber quem está disposto a pagar mais pela rede, que encerrou 2008 com 458 lojas e uma receita líquida de vendas de R$ 3,4 bilhões.
Sandoval disse ainda que "não tem uma perspectiva de retorno" da proposta apresentada pelo grupo. Segundo ele, os controladores vão ver quanto cada interessado está disposto a pagar e selecionar alguns candidatos para dar continuidade às negociações. "Eles (os controladores) só negociarão após receber as propostas", afirmou.
A Globex Utilidades S.A., controladora do Ponto Frio, enviou no final de março comunicado à Comissão de valores Mobiliários (CVM) informando que "contratou uma instituição financeira para assessorá-la na negociação com potenciais interessados em adquirir o controle da companhia". O valor de mercado da empresa na Bovespa é de R$ 308,602 milhões.
GLOB3 - RUMO AOS 12,90 - E SE FOR VENDIDA , RUMO AOS 20,00?
FALA! Cria campanha para "Tecnoshow Ponto Frio"
Globos interativos em 3D aparecem na campanha trazendo todos os benefícios da ação que acontece até o dia 22 de abril em todas as lojas da rede.
Repetindo o sucesso do ano passado, em 2009 o Ponto Frio realiza uma nova edição do Tecnoshow. Serão três semanas, de 2 a 22 de abril, em que todas as lojas da segunda maior rede varejista do Brasil estarão focadas em produtos e ofertas da área de tecnologia, oferecendo aos consumidores o que há de melhor em marcas, ofertas e diversidades de produtos.
Para divulgar a ação, a agência FALA! desenvolveu a campanha Tecnoshow Ponto Frio, que já está em emissoras de TV aberta, jornais, spots de rádio e multipages.
Com um “toque” futurista e procurando se diferenciar da comunicação do dia a dia, as peças da campanha contam com globos interativos em 3D que remetem ao tema “tecnologia” e ressaltam as vantagens do evento.
No filme de 30 segundos, a garota-propaganda interage com os globos e destaca a grande variedade de produtos de tecnologia, com destaque para o maior mix de produtos, mini parcelas, grandes marcas e suporte técnico exclusivo.
Toda a comunicação foi criada com base no conceito: “Tecnologia e serviços você encontra no Ponto Frio. O especialista do mercado”.
terça-feira, 14 de abril de 2009
TELB4
Ministério das Comunicações participa de 17º Encontro Tele.Síntese
Evento em São Paulo discute perspectivas e desafios da banda larga
Brasília – O diretor de Serviços de Universalização de Telecomunicações do Ministério das Comunicações, Átila Souto, participa nesta terça-feira, 14 de abril, do 17º Encontro Tele.Síntese, realizado pela Momento Editorial. Serão discutidas diversas questões importantes em relação à ampliação e melhoria da banda larga, como a competição e os instrumentos regulatórios.
Átila Souto fará parte do terceiro painel do dia, com início previsto para as 14h20. Ele vai apresentar um panorama geral do setor de telecomunicações no Brasil, com ênfase nos programas do Ministério das Comunicações para democratizar o acesso à internet banda larga. “Vou apresentar as políticas públicas do setor, com destaque para o Programa Gesac, os kits para telecentros comunitários e o Programa Banda Larga nas Escolas, além de mencionar iniciativas relevantes no cenário internacional”, explica.
O 17º Encontro Tele.Síntese contará também com a participação do presidente da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), Ronaldo Sardenberg, além de representantes das operadoras de telefonia e de outras empresas ligadas ao setor.
Serviço
O quê: 17º Encontro Tele.Síntese
Onde: Mercure Hotel - Rua Joinville, nº 515, Ibirapuera - São Paulo
Quando: 14 de abril, a partir das 8h50.
segunda-feira, 13 de abril de 2009
ESTR4 - RUMO A 1,00 até o final do ano.
Segunda, 13 de abril de 2009, 13h39 | ![]() ![]() |
Fonte: Redação Terra |
Economia Nacional
Feira de brinquedos abre e espera faturamento de R$ 1 bilhão
A 26ª Feira Nacional de Brinquedos (Abrin), promovida pela Associação Brasileira dos Fabricantes de Brinquedos (Abrinq), abriu as portas nesta segunda-feira no Expo Center Norte, em São Paulo, e ocorre até o dia 16. As 200 empresas participantes esperam que 40% (R$ 1,08 bilhão) de seu faturamento anual seja decorrente do evento. No acumulado de 2009, o setor prevê faturar R$ 2,7 bilhões.
A feira é aberta somente a lojistas, compradores e profissionais do setor que comprovarem sua atividade por meio de CNPJ. O ingresso é gratuito, mediante convite ou credenciamento antecipado.
A expectativa dos organizadores é de receber mais de 16 mil profissionais do setor no espaço de 16 mil m², que vão encontrar mais facilidade para percorrer os 16 mil m² de área montada de estandes.
Como parte da programação da Abrin 2009, a Francal Feiras, organizadora do evento, vai promover o 1º Encontro da Tecnologia e Brinquedos com Revendedores e Papelarias.
As palestras e debates acontecem na sede da Francal Feiras, no Novotel Center Norte São Paulo, com participação do professor e consultor especializado em varejo, João Luiz Gabassi, e de executivos das empresas HP e Lexmark (tecnologia), e Grow, Gulliver, Estrela, Baby Brink e Candide.
No evento, serão apresentados produtos como brinquedos em geral, educativos e pedagógicos, puericultura, produtos licenciados, jogos eletrônicos, pelúcias, miniaturas e fantasias.
ESTR4 - VEM COISA BOA AÍ
Olho no book, as ações ainda não foram corrigidas de volta aos 0,50, que na minha opinião deverá ocorrer.
Olho nela e vou reforçar minhas compras quando a força compradora retornar.
Hoje é um bom dia pra começar a ficar de olho nesta movimentação.
ESTR4, olho nela sempre, pq costuma dar boas e boas subidas.


