O ano do tri.
Em 2010, pela primeira vez, o crédito na economia brasileira
poderá atingir a marca de US$ 1 trilhão.
http://www.terra.com.br/istoedinheiro/edicoes/638/o-ano-do-tri-em-2010-pela-primeira-vez-o-159113-1.htm
sábado, 26 de dezembro de 2009
quinta-feira, 24 de dezembro de 2009
Feliz Natal pra todos !!!
Feliz Natal pra todos os amigos e que Papai Noel lhe tragam muitos presentes.
Felizzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz Natalllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllll !!!
Felizzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz Natalllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllll !!!
terça-feira, 22 de dezembro de 2009
ESTR4 e TOYB4 - Vendas por internet ocupam grande fatia de vendas no mercado.
As compras on-line para o Natal deste ano terão maior representatividade do que em 2008, na cidade de São Paulo, segundo pesquisa da Associação Comercial de São Paulo (ACSP).
No ano passado, 23,5% dos paulistanos realizaram compras dessa forma. Já para esse ano, há uma tendência de aumento, atingindo 26,5% dos entrevistados.
A pesquisa da entidade, envolvendo 800 entrevistas pessoais aplicadas em pontos de fluxo da capital, apontou que mais de 60% dos paulistanos tem computador ligado à internet.
Quase 80% das classes A e B tem computador com internet e mais da metade da classe C também possui. Já nas classes D e E, por volta de 25% dos consultados contam com o serviço em casa, embora 52% já acessam a rede mundial de computadores em outros lugares.
"Um dos dados relevantes apresentados nessa pesquisa foi saber que 25% das famílias entrevistadas das classes D e E utilizam a internet em casa. Isso demonstra que os paulistanos, de todas as classes sociais, cada vez mais utilizam essa ferramenta seja para uso particular ou profissional", interpreta a superintendente de Marketing da ACSP, Sandra Turchi.
No ano passado, 23,5% dos paulistanos realizaram compras dessa forma. Já para esse ano, há uma tendência de aumento, atingindo 26,5% dos entrevistados.
A pesquisa da entidade, envolvendo 800 entrevistas pessoais aplicadas em pontos de fluxo da capital, apontou que mais de 60% dos paulistanos tem computador ligado à internet.
Quase 80% das classes A e B tem computador com internet e mais da metade da classe C também possui. Já nas classes D e E, por volta de 25% dos consultados contam com o serviço em casa, embora 52% já acessam a rede mundial de computadores em outros lugares.
"Um dos dados relevantes apresentados nessa pesquisa foi saber que 25% das famílias entrevistadas das classes D e E utilizam a internet em casa. Isso demonstra que os paulistanos, de todas as classes sociais, cada vez mais utilizam essa ferramenta seja para uso particular ou profissional", interpreta a superintendente de Marketing da ACSP, Sandra Turchi.
TELB4
http://portalexame.abril.com.br/economia/costa-plano-banda-larga-grande-desafio-2010-521784.html
segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
Parmalat Brasil fará oferta para fechar capital
A Lácteos do Brasil, controladora direta da Parmalat, informou nesta segunda-feira que fará uma oferta pública de aquisição da totalidade das ações da companhia para fechar seu capital.
Segundo comunicado enviado ao mercado, a empresa teve seu pedido de aquisição de ações aprovado pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM).
"Será publicado nos próximos dias comunicado aos acionistas informando as condições e termos em que se realizará a referida oferta", informa a Parmalat.
Na semana anterior ao anúncio desta segunda-feira, as ações da Parmalat, que está em recuperação judicial, subiram mais de 60%, encerrando a sexta-feira passada a R$ 7,75.
Segundo comunicado enviado ao mercado, a empresa teve seu pedido de aquisição de ações aprovado pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM).
"Será publicado nos próximos dias comunicado aos acionistas informando as condições e termos em que se realizará a referida oferta", informa a Parmalat.
Na semana anterior ao anúncio desta segunda-feira, as ações da Parmalat, que está em recuperação judicial, subiram mais de 60%, encerrando a sexta-feira passada a R$ 7,75.
CCHI3 - Um grande momento para o setor. Hora da Chiarelli dar a volta por cima.
Seg, 21 de Dezembro de 2009
As vendas anuais de materiais de construção, que correspondem, atualmente a 3,3% do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil, deverão chegar a 4,4% do PIB em 2016, segundo o estudo “Cenário macroeconômico 2009-2016”, realizado pela FGV Projetos a pedido da Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat). A venda média anual de materiais entre 2009 e 2016 vai corresponder a 4% do PIB.
O faturamento esperado para as indústrias de materiais em 2010 é de R$ 112 bilhões, com crescimento de 15,7% em relação a 2009. Essa expansão nas vendas de materiais será sustentada pelo crescimento esperado do PIB da construção de 8,8% no próximo ano. O emprego na construção deve crescer 8% no ano que vem. A FGV considera que o PIB do Brasil terá expansão de 5,8% em 2010 e de 5% na média do período incluído no estudo. Já a economia mundial deve crescer 2,7% ao ano. Conforme a consultora da FGV Projetos, Ana Maria Castelo, a habitação e o crescimento da economia serão o principal vetor para a expansão esperada para a construção em 2010. No segmento de habitação, estão incluídas a produção por parte das construtoras e o consumo de materiais pelas famílias para construção e reforma.
A média anual de investimentos na produção de habitação - incluindo os realizados por construtoras, pelo governo e pelas famílias - esperada entre 2009 e 2016 é de R$ 227,1 bilhões, o correspondente a 6,3% do PIB. Os investimentos das empresas em unidades industriais, as usinas do Rio Madeira, e a Copa de 2014 e as Olimpíadas de 2016 também vão contribuir para o crescimento esperado no período até 2016. A partir de dados já divulgados pelo governo, a FGV Projetos calcula que a Copa e as Olimpíadas vão demandar aportes adicionais de R$ 59,5 bilhões nos próximos oito anos em infraestrutura e instalações esportivas. “Haverá ainda outros investimentos decorrentes desses eventos, como na área imobiliária, em shopping centers e restaurantes”, disse o pesquisador da FGV Projetos e coordenador do estudo, Fernando Garcia.
As vendas anuais de materiais de construção, que correspondem, atualmente a 3,3% do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil, deverão chegar a 4,4% do PIB em 2016, segundo o estudo “Cenário macroeconômico 2009-2016”, realizado pela FGV Projetos a pedido da Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat). A venda média anual de materiais entre 2009 e 2016 vai corresponder a 4% do PIB.
O faturamento esperado para as indústrias de materiais em 2010 é de R$ 112 bilhões, com crescimento de 15,7% em relação a 2009. Essa expansão nas vendas de materiais será sustentada pelo crescimento esperado do PIB da construção de 8,8% no próximo ano. O emprego na construção deve crescer 8% no ano que vem. A FGV considera que o PIB do Brasil terá expansão de 5,8% em 2010 e de 5% na média do período incluído no estudo. Já a economia mundial deve crescer 2,7% ao ano. Conforme a consultora da FGV Projetos, Ana Maria Castelo, a habitação e o crescimento da economia serão o principal vetor para a expansão esperada para a construção em 2010. No segmento de habitação, estão incluídas a produção por parte das construtoras e o consumo de materiais pelas famílias para construção e reforma.
A média anual de investimentos na produção de habitação - incluindo os realizados por construtoras, pelo governo e pelas famílias - esperada entre 2009 e 2016 é de R$ 227,1 bilhões, o correspondente a 6,3% do PIB. Os investimentos das empresas em unidades industriais, as usinas do Rio Madeira, e a Copa de 2014 e as Olimpíadas de 2016 também vão contribuir para o crescimento esperado no período até 2016. A partir de dados já divulgados pelo governo, a FGV Projetos calcula que a Copa e as Olimpíadas vão demandar aportes adicionais de R$ 59,5 bilhões nos próximos oito anos em infraestrutura e instalações esportivas. “Haverá ainda outros investimentos decorrentes desses eventos, como na área imobiliária, em shopping centers e restaurantes”, disse o pesquisador da FGV Projetos e coordenador do estudo, Fernando Garcia.
Pesquisa aponta vantagens de combustível renovável
A Embrapa Soja e a Universidade Estadual de Londrina acabam de concluir uma pesquisa que compara o uso de combustíveis renováveis em substituição ao diesel de petróleo. “O resultado surpreendente mostra que temos uma mistura capaz de substituir os combustíveis fósseis com maior nível de eficiência, menor desgaste ao motor e menor emissão de poluente no ambiente”, comemora o pesquisador Márcio Turra de Ávila, da Embrapa Soja, que orientou o trabalho de mestrado do estudante de Agronomia, José Luiz Bernardo Borges.
Segundo Ávila, o estudo avaliou o desempenho do diesel em comparação a uma mistura de combustíveis renováveis, em motores estacionários. A mistura conta em sua composição com 50% de biodiesel de óleo de soja; 40% de etanol e 10% de óleo de soja. Tanto o diesel quanto a mistura de biocombustíveis foram usados para movimentar motores ligados a geradores de eletricidade. “Mantivemos acesas 18 lâmpadas de 150 watts, durante 150 horas de funcionamento (que é o equivalente a algo em torno de 15 mil km rodados)”, explica Ávila.
A partir da comparação entre os dois produtos, a pesquisa avaliou a eficiência térmica dos motores (conversão da energia química do combustível em trabalho mecânico). “A eficiência do motor que usou a mistura de combustíveis renováveis foi até 10% superior”, conta o pesquisador. “Isto mostra que a mistura testada pode ser uma boa opção em regiões que não tem acesso à eletricidade”, diz. O custo para aquisição do motor e do gerador de eletricidade fica em torno de R$ 2.500,00.
Segundo Ávila, o estudo analisou também a emissão de material particulado (contido na fumaça que sai do escapamento dos veículos pesados). Enquanto a mistura renovável emitiu apenas 10 miligramas desse material poluente, em cinco minutos de coleta, o diesel produziu 28 miligramas, quase três vezes mais. “Este é um dado muito importante, pois pesquisas realizadas pela Universidade de São Paulo revelam que cerca de 20 pessoas morrem, diariamente, na capital paulista em decorrência de problemas cárdio-respiratórios ocasionados por material particulado emitido por ônibus e caminhões”, afirma Ávila.
O próximo passo da pesquisa será fazer a comparação entre os dois combustíveis em motores veiculares. “Nossa idéia é fazer a mesma experiência em tratores usados nos trabalhos de campo de alguns centros de pesquisa da Embrapa”, conclui.
Segundo Ávila, o estudo avaliou o desempenho do diesel em comparação a uma mistura de combustíveis renováveis, em motores estacionários. A mistura conta em sua composição com 50% de biodiesel de óleo de soja; 40% de etanol e 10% de óleo de soja. Tanto o diesel quanto a mistura de biocombustíveis foram usados para movimentar motores ligados a geradores de eletricidade. “Mantivemos acesas 18 lâmpadas de 150 watts, durante 150 horas de funcionamento (que é o equivalente a algo em torno de 15 mil km rodados)”, explica Ávila.
A partir da comparação entre os dois produtos, a pesquisa avaliou a eficiência térmica dos motores (conversão da energia química do combustível em trabalho mecânico). “A eficiência do motor que usou a mistura de combustíveis renováveis foi até 10% superior”, conta o pesquisador. “Isto mostra que a mistura testada pode ser uma boa opção em regiões que não tem acesso à eletricidade”, diz. O custo para aquisição do motor e do gerador de eletricidade fica em torno de R$ 2.500,00.
Segundo Ávila, o estudo analisou também a emissão de material particulado (contido na fumaça que sai do escapamento dos veículos pesados). Enquanto a mistura renovável emitiu apenas 10 miligramas desse material poluente, em cinco minutos de coleta, o diesel produziu 28 miligramas, quase três vezes mais. “Este é um dado muito importante, pois pesquisas realizadas pela Universidade de São Paulo revelam que cerca de 20 pessoas morrem, diariamente, na capital paulista em decorrência de problemas cárdio-respiratórios ocasionados por material particulado emitido por ônibus e caminhões”, afirma Ávila.
O próximo passo da pesquisa será fazer a comparação entre os dois combustíveis em motores veiculares. “Nossa idéia é fazer a mesma experiência em tratores usados nos trabalhos de campo de alguns centros de pesquisa da Embrapa”, conclui.
domingo, 20 de dezembro de 2009
TOYB4
Zeebo Inc. announced that the Company is combining with Tectoy, its marketing and distribution partner in Brazil, to form Zeebo Brazil SA. Zeebo Brazil SA is co-owned by Zeebo Inc, USA and Tectoy, with Zeebo Inc., USA providing financial capital to fuel the growth of the company. Tectoy executives Fernando Fischer and Andre Penha will lead the organization, which is made up of more than 30 Tectoy employees as well as the content developers from Tectoy Digital responsible for creating original Zeebo-branded titles. Fischer will serve as chief executive officer of the new Company and Penha as chief operation officer of the organization's game development studio housed within ..
http://www.highbeam.com/doc/1G1-214055579.html
http://www.highbeam.com/doc/1G1-214055579.html
RCSL4 - Se reestruturando. Momento importante acontecendo na empresa. Profissionais motivados, agora é crescer.
18/12/2009 - 10:56:43
Metalúrgicos na Recrusul conquistam acordo histórico em São Leopoldo
Em assembleia, trabalhadores aprovam acordo firmado entre o Sindicato e a Recrusul

Metalúrgicos na Recrusul conquistam acordo histórico em São Leopoldo
A luta dos metalúrgicos teve início em 2003, quando a empresa passou a enfrentar uma grave crise financeira, que causou o atraso de salários entre 2005 e 2006. Em 2007 a empresa saiu da recuperação judicial, e agora, após as ações do sindicato, todos receberão os pagamentos
Divulgação ![]() |
Em assembleia realizada pelo Sindicato dos Metalúrgicos de São Leopoldo, os trabalhadores na Recrusul aprovaram a negociação feita entre a empresa e o sindicato para o pagamento dos salários atrasados entre 2005 e 2006 - período em que a empresa quase fechou as portas. Após anos de luta, os companheiros agora podem comemorar esta conquista histórica. Na época da recuperação judicial, um acordo foi assinado, mas não foi cumprido.
Somente a luta traz a conquista
Por estarem cansados de esperar pelo pagamento dos salários atrasados desde a aprovação do plano de recuperação judicial e da retomada da produção em março de 2007, os trabalhadores juntamente com os dirigentes do Sindicato dos Metalúrgicos de São Leopoldo e região deram mais uma demonstração de unidade e se dispuseram a cruzar os braços por tempo indeterminado, caso a empresa não apresentasse uma proposta que garantisse o pagamento.
"No dia 03 de dezembro o sindicato foi autorizado pelos trabalhadores a fazer a negociação com a direção da empresa. Neste momento, houve um atraso de 45 minutos na pegada, demonstrando que os trabalhadores estavam dispostos a uma maior mobilização caso fosse necessário", disse o dirigente sindical João Brum.

O acordo
Com isso, a empresa e os representantes sindicais se reuniram e firmaram um acordo em que a Recrusul se compromete a depositar R$ 400 mil para o pagamento dos salários atrasados dos trabalhadores que ainda mantêm o vínculo empregatício até dia 31/12/2009. Além disso, a partir de janeiro de 2010, ela pagará o restante dos salários atrasados parcelado em 12 vezes.
Para os trabalhadores que no período entre 2006 e 2007 foram forçados a fazer a rescisão zerada, por conta da situação de pré- falência, a empresa se comprometeu a depositar R$ 1,1 milhão para pagamentos dos créditos trabalhistas, resultantes do acordo que não estavam cumprindo até 31/12/2009.
O sindicato tem um acordo para o pagamento do restante dos créditos trabalhistas até março de 2011.
"É bom lembrar que se não fosse a paciência e atuação efetiva da direção do sindicato dos trabalhadores metalúrgicos e de sua equipe jurídica, a empresa teria chegado à falência", finalizou João Brum.
Valter Bittencourt - Imprensa CNM/CUT com informações do Sindicato
RCSL4- RECRUSUL, estudem bastante. Pode ser bem valorizada em 2010.
Empresa nacional, que ha 55 anos vem produzindo e desenvolvendo solucoes customizadas na area de implementos rodoviarios tais como:
Semirreboques frigorificos, tanques para transporte de combustiveis, tanques autoportantes
para produtos quimicos, petroquimicos e alimenticios em geral, silos para alimentos e
industria de cimento e construcao, bem como outros implementos especiais projetados de
acordo com a necessidade do cliente e, ainda, equipamentos industriais para refrigeracao
como evaporadores, condensadores, separadores e tuneis de congelamento para a industria
de alimentos.
Semirreboques frigorificos, tanques para transporte de combustiveis, tanques autoportantes
para produtos quimicos, petroquimicos e alimenticios em geral, silos para alimentos e
industria de cimento e construcao, bem como outros implementos especiais projetados de
acordo com a necessidade do cliente e, ainda, equipamentos industriais para refrigeracao
como evaporadores, condensadores, separadores e tuneis de congelamento para a industria
de alimentos.
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