MERCADO LIVRE

domingo, 1 de novembro de 2009

TOYB4 - Tectoy e Disney . E eu continuo encarteirando !!! Estudem !!!

O estúdio brasileiro Tectoy e a companhia americana The Walt Disney anunciaram o lançamento de uma série videogames inspirada no seriado Jonas, estrelado pelos integrantes da banda musical Jonas Brothers.

A Tectoy tem ampliado sua participação no mercado, especialmente na produção para telefones móveis. "Vamos aumentar ainda mais o interesse dos jovens por videogames para celular", disse João Marcos Oliveira, gerente geral da empresa.

O título do jogo é o mesmo do seriado de tevê Jonas, e permite que os fãs da banda ajudem os músicos Joe, Nick e Kevin a conciliar a vida artística, repleta de shows, com o dia-a-dia de um adolescente normal.

O jogo custa cerca de R$ 10.

O títuto está disponível exclusivamente para aparelhos da operadora Claro.

Na televisão

O seriado de tevê Jonas brinca com a realidade. No programa, a banda musical Jonas Brothers nem existe e a história faz os integrantes Kevin, Joe e Nick Lucas criarem outra banda, chamada apenas "Jonas".

Cada programa traz um pouco do dia-a-dia (fictício) da banda Jonas, mostra como os três lidam com a situação de ser um grupo musical de sucesso, enquanto têm uma vida normal, com deveres de casa, brigas entre amigos, eventos em família e por aí vai.

Jonas
Disney Channel
Sextas-feiras, às 19 horas

Jonas (produção: Tectoy Mobile / distribuição: Claro, The Walt Disney), celulares.
Lançamento:
Brasil, outubro de 2009

TOYB4 - DEZEMBRO CHEGANDO

A Tectoy está apostando na participação de cantores em seus mobile games. A empresa lançou dois jogos: um da cantora Pitty e outro do grupo Jonas Brothers.

O mobile game Chiaroscuro, que possui o nome do novo CD da Pitty, foi lançado pela Tectoy em parceria com a Deckdisc e já está disponível nas principais operadoras pelo custo de R$ 10.

Baseado nas músicas do CD da Pitty, o game, que tem a cantora como personagem principal, é composto por 3 mini jogos. São eles: “Na Pele de Mulher”, cujo desafio do usuário consiste em equilibrar os ícones que representam amor, trabalho, profissão, “Enfrentando o Medo”, um jogo de tabuleiro disputado entre o jogador e sua própria sombra e “Rato na Roda” no qual o objetivo é burlar os seguranças de um show da Pitty, invadir o palco e se jogar na platéia.

Após concluir cada mini jogo o usuário ganha o download de uma música do CD da Pitty a que o jogo faz referência.

Já em parceria com a Disney Brasil, a Tectoy lançou o mobile game baseado na série “Jonas” protagonizada pelo grupo Jonas Brother. Nele o jogador tem como principal objetivo fazer os personagens Joe, Nick e Kevin conciliarem os shows com a escola, família e amigos.

Cabe ressaltar que o jogo só será disponibilizado para clientes da Claro. Sendo cliente desta operadora o usuário pode realizar o download no site www.claroideias.com.br ao custo sugerido de R$ 9,99.

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Ragnarök tem nova cidade inspirada no Brasil

Jogadores de Ragnarök agora podem jogar em uma cidade virtual inspirada em características do Brasil. A Level Up!, representante do game no país, está lançando a cidade “Brasilis”, que tenta reunir referências às diversas regiões brasileiras, além de figuras do folclore nacional.

Por exemplo, há cenários inspirados na Amazônia, em Copacabana, nas Cataratas do Iguaçu, Catedral de Brasília e no MASP. Os inimigos customizados incluem personagens populares como Boi Tatá, Iara e Curupira. A trilha sonora, desenvolvida pela Tectoy Digital, mistura elementos de ritmos típicos brasileiros.

“Brasilis é o maior conteúdo nacional já feito para um jogo online de sucesso mundial. Foi um processo longo, fruto do trabalho em conjunto das equipes da Level Up! e da desenvolvedora Gravity, e que graças ao empenho de ambos, atingiu um resultado fantástico e, chega agora de forma inédita aos nossos servidores”, disse Júlio Vieitez, Diretor Geral da Level Up! no Brasil.


SNSY5 - Dezembro chegando e 2010 pode ser excelente para o futuro da empresa.

UE alinha acordo sobre mudança climática para Copenhague

Bruxelas, 30 out (EFE).- Os líderes da União Europeia (UE) conseguiram alinhar nesta sexta-feira uma posição comum à cúpula sobre o clima de Copenhague, em dezembro, após ceder às preocupações dos membros menos desenvolvidos, os países da Europa Central e Oriental.

Somando-se aos esforços mundiais contra a mudança climática, os líderes europeus assumiram como próprias às estimativas da Comissão Europeia (CE) sobre a ajuda aos países em desenvolvimento.

A UE não concretizou sua contribuição - só o fará na conferência final em Copenhague -, nem a divisão interna, mas estabeleceu a ordem de magnitude que permitirá a negociação com outros países desenvolvidos.

"Podemos ir a Washington, Nova Délhi ou Pequim, olhar nos olhos deles e dizer: Europa fez o seu trabalho", disse o presidente da Comissão, o português José Manuel Durão Barroso, advertindo que a oferta não é um cheque em branco.

Os 27 países calculam que as medidas contra a mudança climática vão custar aos países em desenvolvimento cerca de 100 bilhões de euros por ano (US$ 147,558 bilhões) até 2020.

Dessa quantidade, entre 22 bilhões e 50 bilhões de euros (US$ entre 32,462 bilhões e 73,779 bilhões) deveriam ser oriundos de financiamento público internacional, e o restante, da combinação de esforços dos próprios países em desenvolvimento (financiamento público e privado) e a receita do mercado de carbono.

Além disso, segundo os Governos europeus, as nações em desenvolvimento vão precisar de um financiamento anual antecipado no valor entre 5 bilhões e 7 bilhões de euros (US$ 7,378 bilhões e 10,329 bilhões) para o período 2010-2012.

Uma dos pontos de consenso com relação à Europa Oriental é que só contribuirão ao orçamento comunitário os países-membros que puderem.

Com relação ao assunto, o presidente espanhol, José Luis Rodríguez Zapatero, antecipou que a Espanha é um dos países propício a participar da antecipação.

Para o presidente rotativo do Conselho Europeu, o primeiro-ministro sueco, Fredrik Reinfeldt, esses acordos significam que a Europa "já tem um mandato para Copenhague, uma posição forte e que segue liderando a luta contra o aquecimento global".

A contribuição da UE ao financiamento público internacional não foi concretizada, mas os 27 países deram pistas sobre a magnitude que poderia ter, ao assinalar que todos os países do mundo (exceto os mais pobres) deverão contribuir pelas emissões mundiais e de sua capacidade de desembolso, atribuindo um peso considerável aos níveis de emissão.

As emissões da UE representam aproximadamente 10% do dióxido de carbono (CO2) mundial, enquanto o Produto Interno Bruto (PIB) equivale a 30% da riqueza internacional, por isso que aplicar um mecanismo que dê mais importância às emissões poderia diminuir a contribuição europeia dos 15 bilhões de euros (US$ 22,134 bilhões), cerca de 2 bilhões de euros (US$ 2,951 bilhões).

Os números só puderam ser estipulados à base de concessões aos países do Leste.

Ficou para depois, no entanto, a decisão sobre quanto apresentará cada Estado-membro ao financiamento que a UE concederá às nações em desenvolvimento, algo que os parceiros da Europa Oriental insistiam em esclarecer antes de fechar uma posição europeia, os ocidentais tiveram que ceder em outros aspectos.

Concretamente, os 27 países aceitaram deixar a porta aberta à utilização dos direitos de emissão que estabeleceu o Protocolo de Kioto, uma vez expire este acordo no final de 2012, uma opção que reportará grandes receitas às economias mais modestas do bloco - já que podem vender os créditos que não tenham utilizado antes desta data os outros Estados-membros.

Segundo as conclusões do Conselho Europeu, a transferência de direitos de emissão deverá ser abordada de maneira não discriminatória para não afetar à integridade ambiental do acordo de Copenhague.

Em troca da concessão, os países do Leste aceitaram não só o adiamento do debate sobre quanto deve apresentar cada Estado-membro aos países em desenvolvimento, mas o mecanismo que se aplique dentro da UE esteja baseado no qual se acorde a escala internacional - que com toda probabilidade levará em conta o PIB e a responsabilidade pelas emissões em cada país.

Os países do Leste não queriam esse esquema de contribuição na UE porque suas economias são menos eficientes que as de outros parceiros comunitários - têm mais emissões relativas que países como a Alemanha ou Reino Unido em relação a seus níveis de PIB -, com o que sua contribuição seria ligeiramente superior, se só fosse levado em conta para a distribuição da riqueza de cada Estado.

SNSY5 - Estudem Crédito de Carbono

O verde que dá lucro

Finalmente as empresas brasileiras estão lucrando com a venda de créditos de carbono. E podem ganhar ainda mais nos próximos anos.

As empresas brasileiras, enfim, aprenderam a ganhar dinheiro com os créditos de carbono, espécie de moeda ambiental trocada por projetos que promovam a redução da emissão de gás carbono na atmosfera. A Suzano Papel e Celulose vendeu por US$ 100 mil, em junho deste ano, os créditos adquiridos com a não emissão de 25 mil toneladas de carbono. "Sabemos que esse será um dos negócios mais lucrativos no futuro", diz Luiz Cornacchioni, diretor de relações institucionais da Suzano.

O valor poderia ser maior. Isso porque esses créditos foram provenientes de florestas nativas. As vendas resultadas dessa modalidade não são negociadas nas bolsas de valores credenciadas pela ONU. Por isso, esses créditos são vendidos a preços baixos até dez vezes menores, em mercados voluntários, como a Bolsa do Clima de Chicago. Em breve isso pode mudar.

Na 15ª Conferência Mundial das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente, a ser realizada em dezembro, em Copenhague, na Dinamarca, o governo brasileiro irá propor que esses créditos sejam negociados nas bolsas credenciadas pela ONU. Se isso acontecer, tanto o País quanto as empresas brasileiras que mantêm áreas preservadas podem multiplicar seus ganhos com as não emissões.

"Apenas em 2008, as vendas de carbono feitas pelo Brasil somaram US$ 20,8 milhões", afirma Maurik Jehee, superintendente das vendas de crédito de carbono do Santander Brasil. "Se as florestas do País pudessem ser vendidas nas bolsas certificadas pela ONU, esse número subiria para US$ 350 milhões ao ano", completa Jehee. Segundo Bracelpa, Associação Brasileira de Celulose e Papel, apenas o setor de papel e celulose é capaz de gerar atualmente 42 milhões de toneladas de crédito de carbono. A mudança chegaria num momento especial para as empresas brasileiras. O motivo: depois de anos, elas começam a ganhar dinheiro com a venda de créditos de carbono.

Para se ter uma ideia, o Brasil é hoje o terceiro país que mais apresenta projetos de não emissão à ONU, atrás da China e da Índia, respectivamente. Esses processos evitaram que, em 2008, 35 milhões de toneladas de dióxido de carbono fossem jogadas no ar pelas companhias e algumas, finalmente, já começam a lucrar com isso.

Uma delas é a fabricante de papel e celulose International Paper, que realizou sua primeira venda de créditos no ano passado. Com a troca de energia combustível por limpa em uma das fábricas, a empresa deixou de emitir 211 mil toneladas de gás. Conclusão: os créditos foram vendidos por US$ 1,2 milhão na bolsa de valores de Chicago, nos EUA. Mais 78 mil toneladas deverão ser comercializadas no próximo ano.

"Estamos investindo em outras formas de redução porque queremos ganhar muito mais com isso", afirma Robson Laprovitera, gerente florestal da International Paper. Se por enquanto os créditos emitidos por preservação de florestas têm de ser vendidos apenas em bolsas voluntárias, os provenientes de outros processos podem ser comercializados diretamente para empresas estrangeiras. Foi o que fez a siderúrgica Arcelor Mittal Tubarão.

A companhia recebeu em setembro o primeiro pagamento da venda que fez ao banco alemão KFW de 213 mil toneladas de gás deixados de emitir. Só nesta negociação, a Arcelor faturou e 2,6 milhões e a intenção é poluir menos para lucrar muito mais nos próximos anos. Um outro lote de 100 mil toneladas está sendo auditado para ser vendido ainda este ano. "Nas vendas diretas para empresas, a vantagem é que conseguimos barganhar preços melhores", diz Luiz Antonio Rossi, gerente de meio ambiente.

http://www.terra.com.br/istoedinheiro/edicoes/630/artigo155091-1.htm

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MS discute uso da biodigestão na agroindústria e nas cidades

São Gabriel do Oeste, cidade localizada a aproximadamente 130 km ao norte de Campo Grande (MS), será sede do workshop “Aproveitamento Múltiplo da Biodigestão na Agroindústria e Cidades”, no dia 16 de novembro. O evento terá o objetivo de avaliar o estágio da tecnologia de biodigestores e obter subsídios para a elaboração de um programa de Pesquisa, Desenvolvimento & Inovação e incentivar o aproveitamento múltiplo da biodigestão na cadeia produtiva agropecuária, esgotos urbanos e energia renovável.

A iniciativa é do MCT (Ministério da Ciência e Tecnologia) e da Embrapa Pantanal (Corumbá-MS), Unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - Embrapa, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. A Prefeitura de São Gabriel está apoiando a realização.

A ideia é definir estratégias para tornar a biodigestão uma tecnologia amplamente difundida no país. São Gabriel do Oeste foi escolhido porque o município tem expandido a produção de carne suína e vem buscando soluções inteligentes para tornar sustentável a cadeia produtiva agropecuária.

O pesquisador Ivan Bergier, da Embrapa Pantanal, explicou que a cidade abate cerca de mil suínos por dia. Atualmente, a lavagem das granjas é feita com água do aquífero Guarani. Projeto do MCT e da Embrapa desenvolvido no local pretende estimular o uso de água da chuva para a limpeza.

A busca pela sustentabilidade passa também pela queima do gás metano e sua transformação em créditos de carbono. Ivan afirmou que o metano aquece a atmosfera 21 vezes mais do que o gás carbônico. “Esse processo de queima diminui o impacto da atividade no aquecimento global”, disse.

Além dessas medidas, o efluente das granjas que passa pelo biodigestor tem uma carga orgânica dez vezes menor. Projeto da Embrapa Pantanal e MCT no município avalia o volume de biofertilizante gerado que pode ser aplicado na fertirrigação de capim Tífton (consumido por gado de corte ou leite). A pesquisa avalia resultados e impactos deste produto nas plantas, no solo, nos corpos de água e na atmosfera.

Caso seja viável o uso do biofertilizante nas lavouras de milho, por exemplo, aumentará a sustentabilidade ambiental dos grãos que serão utilizados na fábrica de ração da parceria do projeto, a Cooasgo (Cooperativa Aropecuária de São Gabriel do Oeste).

O trabalho desenvolvido em São Gabriel do Oeste inclui ainda as possibilidades de se incluir os biofertilizantes dos biodigestores na integração lavoura-pecuária, sistemas agroflorestais, além da Geração Distribuída de energia (geração de energia elétrica e/ou térmica de forma descentralizada, próxima ao local de uso economizando os custos de produção, transmissão e distribuição de eletricidade).

“A finalidade é otimizar o uso de insumos e fechar o ciclo de nutrientes por meio da transformação de externaldiades ambientais em insumos agrícolas de elevada qualidade. Os restos do sistema produtivo retornam à cadeia produtiva e são reaproveitados, em vez de serem despejados na natureza”, explicou o pesquisador.

Todo esse trabalho que está pesquisando o reaproveitamento de resíduos em cadeias agropecuárias integradas , pode ser adaptado para a área urbana, com os dejetos de humanos processados em ETEs (Estações de Tratamento de Efluentes).

Na Embrapa Pantanal, sete pesquisadores estão envolvidos com este projeto. O evento que conta com a participação de pesquisadores de excelência de centros de pesquisa e universidades será na Câmara de São Gabriel e tem alcance nacional. Confira abaixo a programação:



9h00 – Abertura

9h30 – Sustentabilidade da cadeia produtiva agropecuária
em São Gabriel do Oeste (João Antonio Rodrigues de
Almeida, COOASGO)

10h00 – Estado da arte da biodigestão e créditos de carbono
(Jorge de Lucas Junior, Unesp Jaboticabal)

10h30 – Intervalo

11h00 – Resíduos de biodigestores como insumo em
sistemas integrados de produção (Luis Antonio Lucchesi,
UFPR)

11h30 – Almoço

14h00 – Inovações tecnológicas na gestão de resíduos
urbanos e agropecuários (Camilo Freddy Mendoza Morejon,
Unioeste)

14h30 – Eletrônica e automação a serviço da agroindústria
(Lucas Prado Lone, Maxwell Bohr)

15h00 – Intervalo

15h30 – Estado da arte de motogeradores e motobombas
movidas a biogás (Marcelo Maeda, Retificadora Centro Sul)
16h00 – Avanços e possibilidades da Geração Distribuída de
energia elétrica com biodigestores e outras fontes de energia
(Alexandre Rasi Aoki, LACTEC)

16h30 – Plenária aberta para discussões sobre gargalos e
avanços necessários

17h00 - Encerramento





sexta-feira, 30 de outubro de 2009

AGEN11 - DIA 30

Olho no book hoje e nas noticias, variacao pode ser forte.
Olho na forca compradora, acao para fortes emocoes entre a minima e maxima do dia. Tem sido assim nestes ultimos dias e vamos ver como se comporta hoje.
Para os mais experientes bela oportunidade de se ganhar com estas oscilacoes.

Boa sorte pra todos e desculpe a falta de acentuacao neste texto, rs.

Estudemmmmmmmmmm AGEN11 , reuniao importante hoje para o futuro da empresa.

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Não obstante os inúmeros problemas financeiros, a percepção da Glencore é que a Agrenco é um negócio estratégico e uma boa oportunidade de crescimento no Brasil. Com a aquisição, o grupo voltará a ter uma operação de esmagamento de soja no país, depois de 12 anos. Isso significa estar presente em toda a cadeia da atividade, desde a compra da produção, beneficiamento, armazenamento, transporte e venda a consumidores finais.

http://www.biodieselbr.com/noticias/em-foco/glencore-prepara-terra-compra-agrenco-15-09-09.htm

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Palpitão

Como muitos viram o meu palpitão ontem para ECOD3 foi furado, o mercado desabou e com isto a ECOD3 continuou realizando. Eu comprei mais em 1,03 , podia ter aguardado pra comprar em 0,95.
Mas hoje ficarei de olho grudado novamente e se a força compradora entrar comprarei mais , com o leilão se aproximando acredito numa nova subida até 1,20 em breve.

Por outro lado o meu palpitão em Agen11 foi correspondido e estou torcendo para a alta continuar hoje. Se ela buscar acima de 1,20 será lindo , dependendo da força compradora quem sabe chegaremos a 1,25, mas olho no book.

Telb4 também não decepcionou e temos que ficar de olho nas notícias. Vamos ver se a alta continua e se rompe de vez 0,90, muita atenção nela. Olho grudadinho no book.

EUCA4, vale muita atenção , sobe e desce muito , oscilações fortes, bela chance para os mais ousados, olho no book e na força compradora, resultados serão divulgados no dia 11 e a tendência é que possa buscar os 6,00 até lá.

ECOD3 - Novo leilão vem aí e acredito que ECOD3 retorne para 1, 20 para buscar 1,50 até janeiro. Olho no LEILÃO, novembro chegando.

28/10/2009 - 19h22

Governo antecipa leilão de biodiesel para novembro

Publicidade

SOFIA FERNANDES
colaboração para a Folha Online, em Brasília

O governo federal antecipou em três anos, para janeiro de 2010, a obrigatoriedade de adição 5% de biodiesel ao diesel de petróleo comercializado no país. Para atender a essa demanda, o leilão de compra de biodiesel será realizado em novembro deste ano.

Foram publicadas hoje no Diário Oficial da União as diretrizes para a realização do leilão. O Ministério de Minas e Energia determina que sejam leiloados 575 milhões de litros do combustível para serem entregues de 1º de janeiro a 31 de março de 2010.

Um primeiro lote, de 460 milhões de litros, só aceitará produtores que tiverem o Selo Combustível Social. O segundo lote, com 115 milhões de litros, vai permitir participação de todos os produtores.

A data e o local do leilão serão definidos pela ANP (Agência Nacional de Petróleo), que publicará um edital com normas específicas.


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Grupo Bertin testará biodiesel em sua frota de caminhões

Objetivo é passar a usar 100% do combustível no trajeto entre Lins (SP) e o porto de Santos

Agência Estado


São Paulo -

O grupo Bertin iniciará em dezembro os testes para utilizar 100% de biodiesel em sua frota de caminhões. A ideia é que os caminhões que transportam os produtos do grupo no trajeto entre Lins (SP) e o porto de Santos passem a utilizar apenas o biodiesel como combustível. Recentemente, a Bertin concluiu outro estudo com o combustível B20, com o qual os veículos rodaram a partir de uma mistura de 20% de biodiesel e 80% óleo diesel tradicional. Segundo a empresa, os resultados foram positivos tanto nos aspectos de desempenho quanto de diminuição de poluentes emitidos.

A expectativa é de que os resultados com o B100 sejam tão favoráveis quanto os obtidos com o B20. Na comparação entre o B20 e o diesel convencional, o resultado mostrou que, com a mistura de biodiesel, houve diminuição na emissão de monóxido de carbono, do material particulado e dos hidrocarbonetos totais. Por outro lado, houve aumento na emissão de óxidos de nitrogênio. Segundo a empresa, esse problema pode ser resolvido pela indústria com o uso de catalisadores e ajustes na injeção dos motores.



ECOD3 - Sempre de olho nela !!!

A antecipação da mistura de 5% de biodiesel ao óleo diesel comum animou as indústrias do setor. Os diretores da segunda maior empresa produtora do biocombustível, Brasil Ecodiesel, se reuniram nesta quarta, dia 28, em São Paulo com investidores na sede da Associação de Analistas e Profissionais do Mercado de Capitais (Apimec).

A usina da empresa no Piauí foi uma das primeiras a apostar no biodiesel. O projeto era cultivar mamona com a participação da agricultura familiar e, com isso, receber isenção de impostos do governo federal. Porém, o resultado não foi satisfatório, e com isso, veio um período de dificuldades financeiras.

Entretanto, no terceiro trimestre deste ano, a Brasil Ecodiesel teve o maior lucro líquido da sua história: R$ 5,25 milhões. Com isso, saiu do prejuízo que havia registrado no mesmo período de 2008, de R$ 29,26 milhões.

Mesmo assim, a empresa ainda utiliza apenas 60% da capacidade de produção. Das seis usinas do grupo, duas estão paradas.

A previsão é voltar a crescer, principalmente com a antecipação do aumento no percentual de biodiesel que é misturado ao óleo comum. O B5, que tem 5% de biodiesel na composição passa a ser obrigatório já a partir de janeiro do ano que vem e não mais em 2013.

Com a medida, a indústria aposta que a demanda aumente em pelo menos 25%. A expectativa é otimista para o próximo leilão de biodiesel que a Agência Nacional do Petróleo promove no dia dezessete de novembro.

— A nossa expectativa é que a gente consiga melhorar a ocupação das 4 usinas que estão funcionando e vender senão toda a capacidade, mas parte das usinas que estão paradas — disse o diretor de Relações com Investidores da Brasil Ecodiesel, Charles Mann de Toledo.

A tecnologia para produzir biodiesel já é conhecida. Atualmente, o maior desafio para as indústrias, segundo a companhia, é diminuir a dependência da soja, que é de 80%. Isto porque a commodity tem muita variação de preço. O objetivo é encontrar outra matéria-prima adequada. Nesse sentido o dendê e o pinhão manso têm as pesquisas mais avançadas.

— Estamos buscando exatamente a médio e longo prazo uma cesta de matérias-prima. As oleaginosas que pudessem reduzir essa dependência da soja — acrescentou o presidente da empresa, Mauro Cerchiari.

O setor também negocia com o governo uma autorização para o uso do B20, a mistura de 20% de biodiesel ao combustível comum, mas somente para abastecer os ônibus urbanos.

— Nós acreditamos que isso vai ser um grande passo e que o governo vai poder aumentar ainda mais o uso de biocombustível — completou o diretor financeiro da companhia, Eduardo de Come.

Para garantir este crescimento nos próximos anos, a empresa busca o apoio dos investidores. O economista Osvaldo Dalla Colleta investe em ações de seis companhias, nenhuma do agronegócio, mas disse que agora está disposto a comprar papeis da empresa. Ele acredita no crescimento do biodiesel.

— Com este cenário promissor de progresso e de melhoria de resultados, eu como investidor tenho também um retorno do meu investimento — concluiu o investidor.

CANAL RURAL

Índices = 8 horas

Europa azulando e Dow Jones futuros em 0,40%, vamos torcer para o nosso Ibovespa nos dar uma trégua hoje e azular também.

Olho nas notícias.


EUROPA

VALUECHANGE% CHANGE
DJStoxx 600238.170.830.35
FTSE 1005,081.000.580.01
DAX 305,505.829.550.17
CAC 403,670.226.440.18
FTSE MIB22,372.6657.050.26

TELB4 - Na minha opinião o Lula quer a Telebrás e ponto final, leiam abaixo e tirem suas conclusões.

Olho no book. Esta notícia pode animar os investidores. Estou torcendo pra retornar aos 0,90 , novembro chegando e grandes movimentações acontecerão. Olho nas notícias.




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Lula retira poder do Ministério das Comunicações na Inclusão Digital

:: Luiz Queiroz
:: Convergência Digital :: 28/10/2009

Por meio de um decreto publicado nesta quarta-feira, 28/10, no Diário Oficial da União, o presidente Lula deu mais um "freio de arrumação" nos programas que correm paralelamente ao Comitê Gestor do Programa de Inclusão Digital - CGPID, criado por ele mesmo no dia 25 de agosto, justamente, para organizar essa política governamental.

O novo decreto institui o "Programa Nacional de Apoio à Inclusão Digital nas Comunidades - Telecentros -BR" e seu objetivo tem endereço certo: Retirar do Ministério das Comunicações a competência de definir, sozinho, para onde vão 15 mil kits de telecentros ainda em fase de aquisição pelo órgão.

O Minicom acabou de realizar um pregão eletrônico - ainda em fase de homologação - para a compra de 15 mil kits de telecentros. Apenas na parte de informática, o preço final ficou em R$ 191 milhões. Serão adquiridos nesta aquisição 150 mil estações de trabalho, 15 mil roteadores, 165 mil estabilizadores, 15 mil câmeras de ssegurança, 15 mil impressoras e outros 15 mil servidores. No somatório: 375 mil equipamentos.

No ano passado, outros R$ 134 milhões foram gastos pelo Ministério das Comunicações com 5. 996 kits de telecentros, sem que se tenha havido alguma prestação de contas oficial desses gastos e seus resultados, enquanto programa de inclusão digital. O portal Convergência Digital procurou o Coordenador de Projetos Especiais do Ministério das Comunicações, Carlos Paiva, para ter um balanço do programa, mas este se negou a atender ao pedido de entrevista.

Até hoje tudo o que foi informado oficialmente pelo ministério foi por meio de sua Assessoria de Imprensa. E segundo as informações, do total de 5.996 telecentros instalados, 4.454 estariam funcionando, sem maiores detalhes. O novo decreto presidencial pretende preencher essa lacuna na inclusão digital do governo.

Primeiro porque retira do Ministério das Comunicações a competência para definir isoladamente as diretrizes desse programa. O decreto deixa claro que será o Comitê Gestor do Programa de Inclusão Digital - CGPID - quem definirá as diretrizes e este é coordenado pelo Assessor Especial do presidente Lula, Cesar Alvarez.

Em segundo lugar, o presidente Lula criou um colegiado, composto por representantes dos Ministérios do Planejamento, das Comunicações e da Ciência e Tecnologia, para gerenciar as diretrizes que forem emanadas pelo CGPID. Neste caso, a coordenação primária será do Ministério do Planejamento.

Ao Ministério das Comunicações ficou, dentro do novo organograma, apenas a competência de "disponibilização de equipamentos de informática e mobiliário novos, necessários ao funcionamento dos telecentros e a disponibilização e manutenção do serviço de conexão em banda larga à Internet". Pelo novo decreto, o sistema operacional será de código aberto, o que não será problema para o minicom pois os kits que estão sendo comprados já prevêem essa plataforma.