MERCADO LIVRE

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Uma boa brincadeira postada pelo Infomoney

Seleção da bolsa: compare os convocados de Dunga às ações do mercado brasileiro

Recomendar!
Por: Equipe InfoMoney
21/05/10 - 17h34
InfoMoney


SÃO PAULO – Sem surpresas e cercada de muitas críticas, a lista dos 23 convocados à seleção brasileira pelo técnico Dunga para a Copa do Mundo ocupou os holofotes nas últimas semanas. Em meio ao cenário, a InfoMoney desenha um paralelo entre o mercado e o futebol, ao listar ações que remetem aos jogadores.
Em qualquer defesa, características como solidez, comprometimento e segurança são desejáveis. No lugar de Júlio César, entra a Natura (NATU3), ação que praticamente não relatou variação qualquer neste ano, característica desejável para um goleiro - que se mantenha sempre constante -, além de atrair a atenção do público feminino.
Na lateral direita, chega-se ao nome de Maicon, considerado por muitos analistas como o jogador que melhor defende em sua posição. Como parte de seu jogo é a movimentação constante da defesa ao ataque, pode-se traçar um paralelo com as units da ALL (ALLL11), dadas as operações logísticas da empresa e a segurança do papel.
A dupla de zagueiros, Lúcio e Juan, seriam respectivamente Ambev (AMBV4) e Banco do Brasil (BBAS3). A primeira por ser grande e ter feito história no Brasil, em linha com Lúcio, que é unanimidade entre os comentaristas.
Já o Banco do Brasil remete a Juan por já ter quebrado diversas vezes e se reerguido, assim como o jogador da Roma. Além disso, a performance surpreendente do banco em meio à última crise financeira lembra o ex-jogador do Flamengo pela segurança e sua história com a amarelinha.
Na lateral esquerda, a vaga será decidida entre Gilberto e Michel Bastos, porém com forte favoritismo do segundo, dada a última escalação no amistoso contra a Irlanda. Por fazer mais sucesso no exterior do que dentro de seu país, o jogador do Lyon poderia remeter, por exemplo, à Embraer (EMBR3), defensiva e com a maior parte de seus pedidos direcionados ao mercado externo.
O meio de campo
Quando se desenha um meio de campo, independente do esquema tático a ser escolhido (losango, dois volantes e dois meias, três volantes e um meia, entre outros diversos), existem certas características que são sempre louváveis, como agilidade e marcação, além de criatividade e saber pensar rápido, visto a constante ligação entre ataque e defesa.
Ocupando a posição de primeiro volante, Gilberto Silva é antigo na seleção. Pentacampeão do mundo, o volante do Panathinaikos se assemelha à Souza Cruz (CRUZ3), especialmente por sua característica defensiva.
Do lado de Gilberto Silva, há Felipe Melo, que estreou na seleção após apresentar boas partidas por seu antigo clube, a Fiorentina. Na Juventus, no entanto, não conseguiu repetir o futebol que o levou à canarinho. A figura de Felipe Melo lembra a TIM (TCSL4), dadas as ligações com a Itália e a instabilidade do papel.
Na posição de meia, Elano remete à Eletrobras (ELET6), visto que geralmente joga de forma regular, sem se destacar ou realizar jogadas extraordinárias. De forma semelhante, os papéis da geradora são bastante estáveis e reconhecidos pelo bom pagamento de dividendos.
Como principal esperança do País, Kaká aparece na lista de Dunga como único meia de ofício. A figura do ex-jogador do São Paulo lembra a Petrobras (PETR4, PETR3), seja pela agressividade com que o papel oscila, seja pela liderança em campo (e no Ibovespa), assim como por reter grande parte da expectativa de desenvolvimento do País, com o pré-sal.
Linha ofensiva
No ataque, a dupla composta por Robinho e Luis Fabiano lembra a Brasil Ecodiesel (ECOD3) e a GOL (GOLL4), respectivamente. O atacante do Santos remete à fabricante de biocombustíveis por ter traçado uma história vitoriosa no passado, para depois sucumbir e tentar conseguir a glória novamente, assim como a companhia, que voltou recentemente no Ibovespa.
Por sua vez, Luis Fabiano – além da aproximação imediata como homem gol –, chegou ao ataque da seleção sob muita desconfiança. Afinal, tornar-se atacante titular do Brasil não é tarefa fácil. Sua trajetória, nesse sentido, poderia ser comparada à da GOL, que estreou no disputado e difícil mercado de aviação e que, aos poucos, solidificou sua posição entre as maiores companhias aéreas da América Latina.
Outro que compõe a linha ofensiva brasileira, Nilmar também foi convocado por Dunga. Assim como a Lojas Renner (LREN3), o jogador brilhou especialmente nos dois períodos em que jogou no Sul, no Internacional, e ainda novo, com apenas 25 anos, promete render ainda mais no futuro, assim como a varejista, que tem somente a crescer com o bom momento da economia brasileira.
Os renegados
Há ainda aqueles que ficaram de fora da lista de Dunga, a despeito do clamor do público. Entre eles, é claro, está Ronaldinho Gaúcho, eleito duas vezes como melhor jogador do mundo pela Fifa e que, após certo período de decadência, voltou a brilhar no Milan. A Telebrás (TELB4), de forma semelhante, já foi uma blue chip de peso na bolsa brasileira e hoje tenta se recuperar, na promessa de gerir o plano de banda larga do País. Assim como Ronaldinho não foi convocado para a seleção, a Telebrás também segue de fora da carteira do Ibovespa.
Outras ausências sentidas por muitos foram as dos santistas Paulo Henrique Ganso e Neymar. Ganso poderia ser comparado à OGX (OGXP3): novato e que promete muito para o futuro. Já Neymar, à parte de sua indiscutível habilidade, vem enfrentando críticas por cair facilmente e tentar cavar faltas, assim como as ações da LLX (LLXL3), que em muitos pregões apresentam recuos aparentemente injustificados.
Por fim, a lista final de Dunga não trouxe um jogador que, até então, era titular absoluto: Adriano. Após tantas polêmicas, como o episódio na favela de Chatuba, no Rio de Janeiro, e inúmeras ausências aos treinos do Flamengo, o atacante foi eleito recentemente pela revista francesa “So Foot” como o “maior suicida do futebol” depois de Garrincha. A Cosan (CSAN3), por sua vez, também decepcionou muitos investidores ao ser listada no começo desse ano na “Lista Suja” do Ministério do Trabalho, com acusações de trabalho escravo em fazenda no interior de São Paulo, fora seu amplamente criticado comprometimento com Governança Corporativa.

E a Grécia caiu só 2% na semana, hehhehehee

Índices Mundiais

Dia Semana
Alemanha 5,829 -0.66% -5.60%
Austrália 2,615 0.26% -3.19%
Brasil 59,821 2.80% -1.70%
Canadá 11,449 0.37% -2.76%
China 530 0.54% -3.49%
EUA (Dow Jones) 10,076 0.08% -4.31%
EUA (NASDAQ) 2,207 0.12% -4.98%
França 3,431 -0.05% -5.44%
Grécia 1,595 0.74% -2.08%
Holanda 313 -0.46% -5.61%
Hong Kong 19,538 0.00% -2.08%
Inglaterra 5,063 -0.20% -4.83%
Irlanda 3,591 0.10% -6.59%
Itália 19,536 1.32% -3.98%
Japão (NIKKEI) 9,785 -2.45% -4.68%
Noruega 874 0.12% -7.43%
Polônia 2,309 0.96% -5.30%
Portugal 6,821 1.00% -3.49%
Rússia 1,301 -0.06% -10.49%
Suécia 954 0.62% -4.89%
Suíça 5,407 -1.05% -4.81%
Índia (Bombay) 16,439 -0.55% -2.68%
 

quinta-feira, 20 de maio de 2010

A cada crise, o Brasil poderá se fortalecer. Eu continuo acreditando no Brasil e nos meus objetivos. Excelente matéria no Brasil Econômico.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta quarta-feira (19), em Lisboa, que o Brasil vive "um momento mágico no plano econômico", completando que "o século XXI será o século dos países que não tiveram sua chance".
"O Brasil vive um momento mágico no plano econômico. Dizem que eu tenho muita sorte, mas trabalho muito", declarou o presidente em coletiva de imprensa com o primeiro-ministro português, José Socrates, no final da 10ª Cúpula luso-brasileira.
"Penso que o século XXI será o século dos países que não tiveram chance no século passado. Desde sempre se dizia que o Brasil era o país do futuro e esse futuro nunca chegava", disse Lula. Segundo previsões do governo, o Brasil deve atingir em 2010 uma taxa de crescimento de cerca de 6%.
Brasil e Portugal assinaram na quarta-feira diversos acordos, especialmente nas áreas de ciência e linguística, assim como no setor das energias renováveis e na prospecção de petróleo com os grupos Galp e Petrobras.
As empresas anunciaram na terça-feira (18) uma associação para a produção de biocombustíveis de segunda geração, mediante um investimento de € 367 milhões (US$ 456 milhões) destinados aos mercados português e espanhol.
Mais cedo nesta quarta-feira, Lula, que chegou a Portugal procedente da cúpula UE-América Latina na Espanha, entregou, junto ao presidente português, Anibal Cavaco Silva, o prêmio Camões, a distinção literária mais importante do país, ao poeta de Cabo Verde Armênio Vieira.

quarta-feira, 19 de maio de 2010

KEPL3

Um anônimo que sempre posta por aqui, diz que daqui a 30 anos ela fará a minha aposentadoria.

Eu respondo que ela fará a minha aposentadoria em 10 anos.

Em 30 anos fará a aposentadoria do meu filho.

Isto com todas as perspectivas que tenho hoje.

Antes ela estava barata e agora ficou mais barata ainda.

Como eu sempre disse: guardem suas reservas para as liquidações.

Estão liquidando, aproveita quem pode.

Olho no book e se cair mais , será mais oportunidade para muitos.

O negócio é comprar e esquecer. Não usem o dinheiro que se precisa agora. E entrem com pouco , guardando sempre para comprar mais em caso de queda.


Comprei aos 0,60, comprei aos 0,50 , comprei aos 0,40 e comprei aos 0,30.


Boa sorte pra todos !!!!

terça-feira, 18 de maio de 2010

EU SOU BRASILEIROOOOOO COM MUITO ORGULHOOOOO COM MUITO AMORRRRRRRRRR

  1. Brasil está pronto para evitar contágio europeu, diz Meirelles


    O Globo - 14 horas atrás
    "O Brasil está bem preparado para o caso de a situação na Europa ficar pior", ... A economia brasileira tem cada vez mais diminuído sua dependência das ...
    Meirelles: não há risco de expansão de empréstimos gerar bolha de ...- Estadão
    Meirelles diz que Brasil está preparado para piora na Europa- EFE
    Meirelles: expectativas para inflação estão estáveis- Estadão
    todos os 49 artigos de notícias »

    O Globo
  2. Lupi garante que economia segue aquecida no segundo trimestre


    O Globo - 17 horas atrás
    E não se deve esquecer que a economia está em processo de recuperação após o buraco de 2009. ... "O Brasil ainda tem anos e mais anos para crescer. ...
    Mercado formal- Exame
    Lupi: maio pode ter criação de até 280 mil vagas formais- Estadão
    TAMANHO DA LETRA- Correio Braziliense
    Tribuna do Norte - Natal - Portogente
    todos os 168 artigos de notícias »

    Portal MS - Notícias
  3. Economia brasileira deve crescer 6% este ano avalia Standard & Poor's


    Estadão - 15 horas atrás
    RIO - A economia brasileira deve crescer 6% este ano e 4,7% no ano que vem, segundo a avaliação da presidente da Standard & Poor's Brasil, Regina Nunes. ...
  4. Brasil é polo de investimentos externos, diz FHC


    O Globo - 17 horas atrás
    SÃO PAULO - O Brasil se tornou um polo de atração de investimentos. ... fortaleceu o mercado financeiro nacional e impulsiona o crescimento da economia. ...
  5. Economia e Negócios Receita libera nesta segunda (17) consulta ao ...


    O Repórter - 20 horas atrás
    Brasília - A Receita Federal do Brasil abre nesta segunda-feira (17), consulta ao lote residual do Imposto de Renda Pessoa Física 2006, ano-calendário 2005. ...
  6. UE e Mercosul retomam negociações


    Estadão - 1 hora atrás
    A iniciativa é vista com ceticismo pelo Brasil, já que um grupo de sete países europeus, ... destacando o potencial positivo para a economia europeia. ...
    União Europeia e Mercosul já começam a barganhar por acordo- Suinocultura Industrial
    UE e Mercosul retomam negociações para acordo de associação comercial- Zero Hora
    todos os 156 artigos de notícias »

    Midiacon
  7. Mercado projeta expansão mais vigorosa da economia: 6,30%


    Portal Nacional de Seguros - 7 horas atrás
    ... pela nona semana seguida, a projeção de crescimento da economia neste ano. ... As informações são da Agência Brasil. Em relação ao investimento ...
  8. CNI espera crescimento de 6% no PIB de 2010


    O Globo - 19 horas atrás
    ... espera crescimento de 6% para o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil. ... "A economia brasileira iniciou 2010 em forte expansão", diz a entidade no ...
    CNI projeta crescimento de 6% no PIB deste ano- Revista Portos e Navios
    Indústria puxa o PIB Renda maior e expansão do consumo levam a CNI ...- Correio Braziliense
    todos os 42 artigos de notícias »

KEPL3 - Nova subida forte poderá ocorrer. Olho no book !!!

A retomada das encomendas das cooperativas, tradings e grandes produtores rurais que haviam sido congeladas em 2009 permitiu à Kepler Weber, fabricante de silos e equipamentos de armazenagem de grãos, iniciar um processo de recomposição de preços e fechar o primeiro trimestre com alta de 143% na receita líquida consolidada em relação ao mesmo período do ano passado, para R$ 74,7 milhões. Ao mesmo tempo, o prejuízo diminuiu de R$ 7,2 milhões para R$ 2,2 milhões.
Desde 2005, a empresa fecha os primeiros três meses no vermelho. No entanto, conseguiu agora um lucro operacional antes do resultado financeiro de R$ 3,1 milhões, depois de uma série de prejuízos.
De acordo com o diretor-presidente da empresa, Anastácio Fernandes Filho, com o tombo do mercado em 2009, a empresa foi obrigada a reduzir preços. Agora o realinhamento está sendo acompanhado pelo aumento dos custos das matérias-primas, em especial os aços planos, e a volta aos patamares pré-crise deve ocorrer ainda no fim do primeiro semestre, explicou o executivo.
De janeiro a março, a margem bruta (receita líquida menos custos de produção) da empresa ficou em 18,3%, abaixo dos 22,2% do mesmo período do ano passado, mas já bem acima dos 12,6% registrados no acumulado de 2009. E, mesmo com a queda na comparação trimestral, o desempenho foi favorecido pelo maior volume de negócios nos mercados interno e externo.
No Brasil, as vendas brutas subiram 145%, para R$ 70,2 milhões, enquanto as exportações avançaram 128%, para R$ 16,6 milhões.
"Com a expectativa de uma safra recorde de quase 146 milhões de toneladas neste ano, os clientes voltaram às compras para evitar problemas na próxima colheita", disse Fernandes Filho.
Segundo ele, o desempenho positivo vem se mantendo no segundo trimestre e a carteira de encomendas está mais de 50% acima da existente no mesmo período de 2009. No primeiro trimestre, o lucro antes dos juros, impostos, depreciações e amortizações (lajida) da Kepler, um indicador não contábil de desempenho operacional, somou R$ 6,7 milhões positivos, ante R$ 3,2 milhões negativos de janeiro a março do ano passado.

TOYB4 - Anotem o que venho falando. Esta empresa fará a minha aposentadoria.

18 de maio de 2010, às 00h06min

Empreendedores profissionais: quem são e o que querem?

Esses profissionais mudam de vida e aceitam gerir um negócio - que não é deles - tendo o desafio como principal estímulo

Tamanho do texto:
Por Camila F. de Mendonça, InfoMoney

Para quem acompanha de longe o mundo corporativo, deixar um cargo de alta gerência em uma grande empresa para assumir outra, em processo de falência, parece loucura. Porém, para Lourival Kiçula não foi tão difícil sair da presidência da Sanyo do Brasil, em 1998, para assumir a Tec Toy, que estava em concordata. Ele não sabia, mas naquele momento tornava-se um empreendedor profissional.

“Esse profissional escolhe sair do mundo corporativo para tomar a frente de uma empresa, não como dono, mas como gestor”, afirma Flavia Gisela Wahnfried, líder da prática de Executive Search da Piccini & Fumis Consulting and Management. O que parece ser um perfil de líder padrão, porém, se diferencia pelos motivos e forma como assume o negócio. “O empreendedor profissional é aquele que sai do mundo corporativo quando o desejo por desafio é maior que o oferecido na empresa onde ele trabalha”, explica.

Foi o desafio que fez Kiçula, hoje presidente da Eletros (Associação Nacional de Fabricantes de Produtos Eletroeletrônicos), sair da empresa onde trabalhou durante oito anos, e mantinha uma carreira sólida, para gerir uma outra em condições não tão estáveis assim. Em 1998, a Sanyo estava em processo de mudanças. Querendo sair da rotina que ele se impôs ao longo dos anos, Kiçula aproveitou o momento e saiu. “Eu não queria zona de conforto”, afirmou.

Foco: desafio

Quando se desligou da empresa, Kiçula recebeu quatro propostas para assumir cargos de gestão. Das quatro, a Tec Toy apresentava o pior quadro. Mas foi o que ele escolheu. “O que me encantou era justamente o desafio.


Concordata em andamento é uma loucura, mas eu confiava na empresa e no produto”, explica, pontuando que contou com a total confiança dos acionistas da empresa para atuar da forma que achava correta. “Como ninguém faz nada sozinho, eu formei uma equipe de primeira, que eu confiava”.


Essa confiança na empresa, no negócio, na equipe e em si mesmo revelam mais um traço do empreendedor profissional. “De maneira geral, o empreendedor profissional tem uma experiência consolidada em grandes empresas e utiliza os conhecimentos que adquiriu para aplicar em produtos e negócios que confia”, explica Flavia.

Mas então por que não abrir o próprio negócio? Para a especialista, esse é mais um ponto que diferencia os empreendedores profissionais. “Os empreendedores profissionais não abrem o próprio negócio porque o que interessa para eles é justamente o processo de gerir uma empresa em formação”, diz. Além disso, ela cita que muitos simplesmente não tiveram uma grande ideia a ponto de abrir uma empresa. “Ou mesmo porque ficaram confusos com tantas opções”, considera Flavia. “ Ele quer entrar no grande momento do negócio, que é fazer ele ter sucesso”.

Kiçula teve sucesso. Conseguiu recuperar a Tec Toy e deixou a empresa há quatro anos em boas condições para continuar no mercado. “Só pela satisfação de tirar a empresa da concordata fez a experiência valer a pena”, pontua.

Insatisfação é peça-chave

Como Kiçula, muitos outros profissionais experientes no mercado ficam insatisfeitos com a situação do ambiente onde atuam, assim como são muitos os que permanecem nessa situação por não vislumbrarem alternativas.



Kiçula soube o momento certo de mudar o rumo da carreira. Mas esse ponto não é igual para todos. “O momento certo é o de cada um, mas geralmente ocorre quando há maturidade profissional”, explica Flavia.


Ela ressalta que as motivações para que um profissional se torne um empreendedor profissional são pessoais. Além da insatisfação no trabalho, eles também buscam, nesse novo rumo da carreira, mais espaço para atuar e mais estímulo para criar. Mas a mudança, mesmo que atraente, não é fácil. Para tanto, é preciso maturidade emocional, uma vez que cenários que envolvam instabilidade geram questionamentos por parte da família.

Não foi o que aconteceu com o presidente da Eletros. A esposa e os sete filhos apoiaram a decisão. A família de Kiçula não duvidou que a empreitada não daria certo - nem ele mesmo. “Em nenhum momento eu questionei a minha decisão”.

Empreendedor profissional no mercado

Para Flavia, a diferença entre o empreendedor tradicional e o profissional é clara. Enquanto o tradicional não está envolvido no negócio total da empresa, o empreendedor profissional acompanha cada passo do processo de crescimento. “Ele tem uma atuação mais ampla e com mais desafios”, completa.



Porém, no mercado, essa diferença ainda não está clara. “O que percebemos é que os empreendedores tradicionais não conhecem o perfil do empreendedor profissional. Isso ainda está se difundindo no mercado”, afirma Flavia.

Segundo ela, aqueles que abrem um negócio chamam profissionais de confiança para ajudá-los a gerir. Se ele não restringir a atuação desse profissional, ele contratou um empreendedor profissional mesmo sem conhecer essa denominação. “A demanda por esse perfil, existe. Quem está abrindo um negócio quer um empreendedor qualificado para ajudá-lo. Mas é preciso explorar o potencial desse perfil, para que ele seja um empreendedor profissional”, explica Flavia. "O mercado ainda não está preparado".

TOYB4 - Anotem o que venho falando. Esta empresa fará a minha aposentadoria.

18 de maio de 2010, às 00h06min

Empreendedores profissionais: quem são e o que querem?

Esses profissionais mudam de vida e aceitam gerir um negócio - que não é deles - tendo o desafio como principal estímulo

Tamanho do texto:
Por Camila F. de Mendonça, InfoMoney
 
Para quem acompanha de longe o mundo corporativo, deixar um cargo de alta gerência em uma grande empresa para assumir outra, em processo de falência, parece loucura. Porém, para Lourival Kiçula não foi tão difícil sair da presidência da Sanyo do Brasil, em 1998, para assumir a Tec Toy, que estava em concordata. Ele não sabia, mas naquele momento tornava-se um empreendedor profissional.

“Esse profissional escolhe sair do mundo corporativo para tomar a frente de uma empresa, não como dono, mas como gestor”, afirma Flavia Gisela Wahnfried, líder da prática de Executive Search da Piccini & Fumis Consulting and Management. O que parece ser um perfil de líder padrão, porém, se diferencia pelos motivos e forma como assume o negócio. “O empreendedor profissional é aquele que sai do mundo corporativo quando o desejo por desafio é maior que o oferecido na empresa onde ele trabalha”, explica.

Foi o desafio que fez Kiçula, hoje presidente da Eletros (Associação Nacional de Fabricantes de Produtos Eletroeletrônicos), sair da empresa onde trabalhou durante oito anos, e mantinha uma carreira sólida, para gerir uma outra em condições não tão estáveis assim. Em 1998, a Sanyo estava em processo de mudanças. Querendo sair da rotina que ele se impôs ao longo dos anos, Kiçula aproveitou o momento e saiu. “Eu não queria zona de conforto”, afirmou.

Foco: desafio

Quando se desligou da empresa, Kiçula recebeu quatro propostas para assumir cargos de gestão. Das quatro, a Tec Toy apresentava o pior quadro. Mas foi o que ele escolheu. “O que me encantou era justamente o desafio.


Concordata em andamento é uma loucura, mas eu confiava na empresa e no produto”, explica, pontuando que contou com a total confiança dos acionistas da empresa para atuar da forma que achava correta. “Como ninguém faz nada sozinho, eu formei uma equipe de primeira, que eu confiava”.


Essa confiança na empresa, no negócio, na equipe e em si mesmo revelam mais um traço do empreendedor profissional. “De maneira geral, o empreendedor profissional tem uma experiência consolidada em grandes empresas e utiliza os conhecimentos que adquiriu para aplicar em produtos e negócios que confia”, explica Flavia.

Mas então por que não abrir o próprio negócio? Para a especialista, esse é mais um ponto que diferencia os empreendedores profissionais. “Os empreendedores profissionais não abrem o próprio negócio porque o que interessa para eles é justamente o processo de gerir uma empresa em formação”, diz. Além disso, ela cita que muitos simplesmente não tiveram uma grande ideia a ponto de abrir uma empresa. “Ou mesmo porque ficaram confusos com tantas opções”, considera Flavia. “ Ele quer entrar no grande momento do negócio, que é fazer ele ter sucesso”.

Kiçula teve sucesso. Conseguiu recuperar a Tec Toy e deixou a empresa há quatro anos em boas condições para continuar no mercado. “Só pela satisfação de tirar a empresa da concordata fez a experiência valer a pena”, pontua.

Insatisfação é peça-chave

Como Kiçula, muitos outros profissionais experientes no mercado ficam insatisfeitos com a situação do ambiente onde atuam, assim como são muitos os que permanecem nessa situação por não vislumbrarem alternativas.



Kiçula soube o momento certo de mudar o rumo da carreira. Mas esse ponto não é igual para todos. “O momento certo é o de cada um, mas geralmente ocorre quando há maturidade profissional”, explica Flavia.


Ela ressalta que as motivações para que um profissional se torne um empreendedor profissional são pessoais. Além da insatisfação no trabalho, eles também buscam, nesse novo rumo da carreira, mais espaço para atuar e mais estímulo para criar. Mas a mudança, mesmo que atraente, não é fácil. Para tanto, é preciso maturidade emocional, uma vez que cenários que envolvam instabilidade geram questionamentos por parte da família.

Não foi o que aconteceu com o presidente da Eletros. A esposa e os sete filhos apoiaram a decisão. A família de Kiçula não duvidou que a empreitada não daria certo - nem ele mesmo. “Em nenhum momento eu questionei a minha decisão”.

Empreendedor profissional no mercado

Para Flavia, a diferença entre o empreendedor tradicional e o profissional é clara. Enquanto o tradicional não está envolvido no negócio total da empresa, o empreendedor profissional acompanha cada passo do processo de crescimento. “Ele tem uma atuação mais ampla e com mais desafios”, completa.



Porém, no mercado, essa diferença ainda não está clara. “O que percebemos é que os empreendedores tradicionais não conhecem o perfil do empreendedor profissional. Isso ainda está se difundindo no mercado”, afirma Flavia.

Segundo ela, aqueles que abrem um negócio chamam profissionais de confiança para ajudá-los a gerir. Se ele não restringir a atuação desse profissional, ele contratou um empreendedor profissional mesmo sem conhecer essa denominação. “A demanda por esse perfil, existe. Quem está abrindo um negócio quer um empreendedor qualificado para ajudá-lo. Mas é preciso explorar o potencial desse perfil, para que ele seja um empreendedor profissional”, explica Flavia. "O mercado ainda não está preparado".
 

AGEN11 - Pra quem ainda não leu.

13/05/2010 - 21:05
Registro do BDR da Agrenco só pode ser anulado em fevereiro de 2011


O cancelamento de registro de companhia aberta da Agrenco Limited irá ocorrer somente 12 meses após a suspensão das negociações das ações. Isso significa que, se a companhia não regularizar as pendências até o dia 11 de fevereiro de 2011, os investidores do papel terão um grande problema nas mãos. O alerta, dado na reportagem desta quarta-feira do MONITOR MERCANTIL, não especificava o prazo final.
Elvis Mattar, sócio do escritório Navarro Advogados, esclarece que a questão do prazo para o pedido de reversão da suspensão funciona da seguinte forma: após a comunicação da suspensão por parte da SEP, o emissor pode pedir a revisão da mesma. A Superintendência de Relações com Empresas (SEP) tem 15 dias úteis para análise deste pedido. Não havendo resposta, implica deferimento automático do pedido de reversão, caso responda, com exigências, o contribuinte tem trinta dias úteis para cumprir estas exigências. Se as mesmas não forem cumpridas, fica cancelado o pedido de reversão.
Apesar de o prazo de sobrevida das ações ser até fevereiro do próximo ano, o volume de pendências que precisam ser resolvidas é elevado. A companhia precisa divulgar os resultados referentes ao segundo, terceiro e quarto trimestre do ano passado para não ter seu registro será cancelado.
A negociação dos papéis da companhia foi suspensa em 11 de fevereiro deste ano pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Assim, os detentores da AGEN11 estão impedidos de negociarem os papéis da empresa até que os balanços atrasados sejam entregues. Em comunicado, datado do dia 12 de maio, a Agrenco informou que encaminhou à KPMG, a versão final das Notas Explicativas às Informações Trimestrais de 30/6/20008.
"A companhia enviou o Relatório de Revisão em versão definitiva em 10/5/2010, e assim que este tiver retornado da KPMG o tornará público", diz o documento. Logo após a entrega dos documentos referentes ao balanço do segundo trimestre de 2008, a companhia seguirá correndo contra o tempo para entregar os resultados auditados do terceiro e quarto trimestres do ano passado. Somente após a regularização é que as BDRs poderão retornar à negociação no mercado.

TELB4

Anatel anuncia venda de frequências para internet

18 de maio de 2010 | 0h 00


Gerusa Marques - O Estado de S.Paulo
BRASÍLIA
A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) fará, até o fim deste ano, três licitações de licenças para a prestação de serviços de banda larga sem fio no País. Segundo o cronograma anunciado pelo conselheiro Jarbas Valente, os leilões ocorrerão de agosto a novembro.
São licenças de terceira geração da telefonia celular (3G) e de banda larga sem fio, para atender tanto os grandes centros como a zona rural.
A primeira licença, de telefonia celular 3G na chamada Banda H, deverá ser leiloada em agosto. A previsão do conselheiro é de que a área técnica da Anatel encaminhará a proposta de edital ao conselho diretor até o fim do mês e, com isso, o edital poderá ser lançado no final de junho. Pela proposta, só poderão participar desta licitação empresas que ainda não estão atuando no mercado.
O segundo leilão será da frequência de 3,5 gigahertz (GHz), que deverá ser utilizada com a tecnologia de banda larga sem fio WiMax. Segundo Valente, em junho, o conselho diretor da Anatel deverá colocar em consulta pública a proposta de regras desta licitação. Ele estima que serão necessários cerca de quatro meses para a aprovação final e lançamento do edital. Com isso, o leilão deverá ocorrerá no fim de novembro.
Essa licitação chegou a ser iniciada em 2006, mas foi suspensa pelo Tribunal de Contas da União (TCU), que encontrou sobrepreço nas licenças. Desde então, a Anatel está refazendo as regras da licitação.
Por fim, a agência reguladora deverá leiloar também a frequência de 450 megahertz (MHz) que servirá para a banda larga rural. As frequências de 450 MHz e de 3,5 GHz estão entre as prioridades traçadas pelo governo para a Anatel no Plano Nacional de Banda Larga.