MERCADO LIVRE

terça-feira, 4 de maio de 2010

KEPL3 - O meu objetivo até o final do ano.

Ela deu uma GRANDE RECUADA, aumentando as possibilidades de ganhos. Como eu digo muitas vezes, algumas ações oferecem a oportunidade de se ganhar uma vez, duas vezes, três vezes ou muito mais.
KEPL3 está oferencendo uma nova chance e a cada baixa , a oportunidade melhora pra quem quer entrar.

Será que vai cair dos 0,40 ou vai retornar rapidamente para os 0,50?

Olho no book e quando a força compradora entrar, hora de lucrar junto.

Olho no book. Acredito em 1,00 até o final do ano.


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Traduzido pelo GOOGLE:

Venezuela cai para trás em pagamentos às empresas Brasil * Marcopolo, Kepler among companies affected * Marcopolo, Kepler, entre as empresas afectadas
* Lula, Chavez to meet on Wednesday to discuss issue * Lula, Chávez se reunir na quarta-feira para discutir a questão
SAO PAULO, April 28 (Reuters) - Venezuela has fallen behind in payments to Brazilian exporters for the second time in less than a year, hampering revenue for bus and industrial goods manufacturers and mid-sized firms, Valor Economico newspaper reported on Wednesday. SÃO PAULO, 28 de abril (Reuters) - A Venezuela tem ficado para trás nos pagamentos aos exportadores brasileiros pela segunda vez em menos de um ano, prejudicando a receita para ônibus e fabricantes de bens industriais e empresas de médio porte, jornal Valor Econômico nesta quarta-feira.
Brazilian President Luiz Inacio Lula da Silva will ask his Venezuelan counterpart Hugo Chavez at a meeting in Brasilia on Wednesday to help speed up some overdue payments, Valor reported, without citing its sources. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva vai pedir o seu colega venezuelano Hugo Chávez durante uma reunião em Brasília na quarta-feira para ajudar a acelerar alguns pagamentos em atraso, o Valor informou, sem citar suas fontes.
Lula is particularly worried about delays in disbursements for small- and medium-sized companies and will demand a prompt solution to the matter, the daily added. Lula está particularmente preocupada com os atrasos nos desembolsos para pequenas e médias empresas de tamanho e vai exigir uma solução rápida para o assunto, o jornal acrescentou. Venezuela implemented foreign exchange controls in 2005 under which companies and individuals can only buy hard currency from the government. Venezuela implementou controles cambiais, em 2005, sob o qual empresas e pessoas físicas só podem comprar moeda forte do governo.
Venezuelan clients have been unable pay Kepler Weber ( KEPL3.SA ), a grain producer, for their imports, Valor said. Marcopolo ( POMO3.SA ), the largest Brazilian maker of bus chassis, has also been hampered by the payment delays, the paper added. clientes venezuelanos não puderam pagar Kepler Weber (KEPL3.SA), um produtor de grãos, para as suas importações, Valor, disse. Marcopolo (POMO3.SA), a maior fabricante brasileira de chassis de ônibus, também foi prejudicado pelos atrasos de pagamento, o papel acrescentou.
While the funds owed to the companies are not significant, the risk is that some of the firms may run out of working capital to honor other contracts, one senior Brazilian diplomat told the newspaper. Enquanto os fundos devidos às empresas não é significativa, o risco é que algumas empresas podem ficar sem capital de giro para honrar outros contratos, um diplomata brasileiro disse ao jornal.
Venezuela's economy, South America's third largest, is currently struggling with persistently high inflation rates, an economic recession and broadening Dutch disease symptoms from its dependence on oil as key source of export revenue. a economia da Venezuela, da América do Sul o terceiro maior, se está esforçando atualmente com altos índices de inflação persistentemente, uma recessão econômica ea ampliação dos sintomas da doença holandesa a partir de sua dependência do petróleo como principal fonte de receitas de exportação.
Brazil's exports to Venezuela totaled about $778 million in the first quarter, Valor said. (Reporting by Guillermo Parra-Bernal; editing by Jeffrey Benkoe) de exportações do Brasil para a Venezuela totalizaram cerca de 778 milhões dólares no primeiro trimestre, Valor, disse. (Reportagem de Guillermo Parra-Bernal; edição por Jeffrey Benkoe)

segunda-feira, 3 de maio de 2010

TOYB4

Notícias03/05 - 14:55hs


Tectoy lança leitor de DVD compacto

Tamanho reduzido e função “consumo zero” são os diferenciais

Redação iG Tecnologia



De olho no dia das mães, a Tectoy está lançando o tocador de DVD Compact DVT-C100. O nome faz referência ao tamanho reduzido do aparelho, que mede 20 cm de largura por 21 cm de profundidade e 5 cm de altura. O aparelho tem preço sugerido de R$ 99.





Divulgação



Tectoy: tocador de DVD com tamanho reduzido





O DVD reproduz os formatos mais comuns do mercado e traz conexões S-Video e de áudio digital coaxial. Também há suporte para o padrão XviD, muito usado na distribuição de vídeos pela internet. Há também um botão “consumo zero” que desliga totalmente o tocador e evita o consumo de energia quando não está em uso.

sábado, 1 de maio de 2010

ACGU3 - Olho no book !!!!!!

São Paulo - A Petrobras e o grupo francês Tereos anunciaram nesta sexta-feira uma parceria estratégica que prevê investimento de 1,6 bilhão de reais da estatal na Açúcar Guarani. A Petrobras, por meio da subsidiária Petrobras Biocombustível, vai obter ao final dos investimentos 45,7 por cento da Guarani, subsidiária do Tereos, com base no preço por ação de 5,83 reais.

Adicionalmente, a Tereos terá a opção de investir na Guarani até 600 milhões de reais, via aumento de capital, dentro de um período de 12 meses após o ingresso da Petrobras Biocombustível na companhia sucroalcooleira.

O negócio também marca a aguardada expansão da estatal com mais força no setor de etanol, uma vez que a Guarani é a quarta do setor de cana no Brasil.

"Para a Petrobras, este investimento está alinhado ao seu Plano de Negócios e representa um movimento significativo no seu processo de consolidação como uma empresa de energia...", diz o comunicado conjunto das três empresas.

Terceiro maior produtor de açúcar da Europa, o Grupo Tereos anunciou no final de março o agrupamento da unidade no Brasil, a Açúcar Guarani, com ativos da companhia na Europa e na região do Oceano Índico. A operação formou a Tereos Internacional, uma das maiores do setor sucroalcooleiro no mundo.

quinta-feira, 29 de abril de 2010

JBDU4

Estou de olho grudadinho neste book !!!

Estes próximos pregões podem ser interessantes. Se a força compradora entrar, reforço o meu capital nela.

KEPL3

Refeita da crise mundial, economia mato-grossense desponta com indicadores positivos em vários segmentos










A tão esperada verticalização da economia começa a mostrar seu peso na receita das exportações



MARCONDES MACIEL

Da Reportagem



Oitavo estado com maior volume de exportações no país (US$ 8,64 bilhões nos últimos 12 meses), Mato Grosso se prepara para chegar ao final de 2010 respondendo por 80% do superávit da balança comercial brasileira, ou US$ 8 bilhões – a estimativa é de que o Brasil alcance US$ 10 bilhões no ano. A previsão é da Federação das Indústrias do Estado (Fiemt), que ontem divulgou os números do setor industrial no primeiro trimestre de 2010.



O levantamento mostra crescimento de 7,89% no consumo de energia elétrica, que saltou de 358,27 mil mW/h para 386,49 mil kW/h, e de 5.005% no nível de emprego – saiu de 1.223 vagas negativas, no primeiro trimestre de 2009, para 3.782 mil novas vagas criadas em igual período deste ano. Já a geração do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) do setor passou de R$ 298,47 milhões no primeiro trimestre do ano passado para R$ 373,59 milhões em 2010, incremento de 25,17%.



O grande responsável pelo aumento do superávit da balança mato-grossense é o agronegócio, aliado ao crescimento da indústria de transformação e de alimentos, que está se consolidando com a chegada de novas fábricas de processamento de aves e suínos no Estado.



“Mato Grosso continua crescendo em ritmo acelerado, agregando valores à produção e elevando o nível de empregabilidade e renda. Estamos entrando em um novo ciclo”, afirma o presidente da Fiemt, Jandir Milan. Segundo ele, a economia mato-grossense está “plenamente refeita” da crise financeira mundial e tende a crescer em um ritmo mais forte a partir de agora.



“Percebemos que nos últimos anos Mato Grosso vinha tendo um crescimento vegetativo. Agora notamos que o crescimento é firme, real, com reflexo direto na economia do Estado e na melhoria da qualidade de vida da população”. Ele diz que Mato Grosso saiu do modelo de produção agrícola para o industrial, que está gerando maior volume de recursos ao Estado, via geração de empregos e renda.



Na avaliação de Carlos Vitor Timo Ribeiro, assessor econômico da Fiemt, a indústria de transformação e alimentos está impulsionando o crescimento estadual. Prova disso é que as vendas de farelo no primeiro trimestre do ano registraram aumento de 50,22% em valor (passou de US$ 256,46 milhões para US$ 385,27 milhões) e de 34,81% em volume (764,54 mil toneladas para 1,03 milhão de toneladas).



Segundo ele, o crescimento das exportações de farelo de soja está diretamente vinculado ao aumento do esmagamento do grão em Mato Grosso, agregando valor à produção. “Tal processo, além de gerar excedentes para exportação, também aumenta a oferta interna para a produção de ração animal, insumo básico à avicultura, suinocultura e piscicultura, atividades em franca expansão no Estado”.



VERTICALIZAÇÃO - Ribeiro acredita que Mato Grosso já está ingressando no ciclo de industrialização da sua produção, a chamada verticalização. “Estamos transformando proteína vegetal – farelo de soja e milho – em proteína animal (carne de frango e suína), agregando valor, gerando empregos e renda e alavancando positivamente a economia”.



Ele observa que, por outro lado, o processamento da soja em grão, além do farelo – 80% do grão – gera quantidades maiores de óleo de soja (18% do grão), que no primeiro trimestre vem sendo direcionado ao mercado interno, apesar do expressivo aumento do preço internacional do produto.



“Este resultado sinaliza a utilização maior do óleo para a fabricação de biodiesel em Mato Grosso, o que inclusive explica o aumento das exportações de glicerina – subproduto do processo de produção desse biocombustível - o que também é relevante, dada a importância do segmento para a economia regional”, frisa o economista.

TELB4 - Eita book bom de se ganhar com estas variações.

Governo desonerará apenas pequenas operadoras do pagamento do Fust


quarta-feira, 28 de abril de 2010, 23h23







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Além dos R$ 6 bilhões de investimentos diretos que o governo pretende fazer para viabilizar o Plano Nacional de Banda Larga, há ainda um montante de R$ 5 bilhões em benefícios calculados para o setor, conforme já divulgado pelo coordenador do PNBL, Cezar Alvarez. O secretário de logística e TI do Ministério do Planejamento, Rogério santanna, aproveitou audiência na Câmara dos Deputados para detalhar o que estará dentro deste pacote de estímulo. Os R$ 5 bilhões não serão apenas para financiamento via BNDES das empresas dispostas a participar do PNBL. Neste montante está incluída a projeção da renúncia fiscal que o governo deverá fazer de impostos e encargos como contrapartida para que as empresas privadas atinjam o preço-alvo na oferta final de Internet aos consumidores, de até R$ 35.



Um dos pontos acertados é que o governo irá renunciar ao recolhimento de Fust pelas pequenas empresas, especialmente provedores de Internet, nas novas conexões de banda larga. Pelas projeções feitas, a fatia de contribuição dessas empresas no fundo é muito pequena se comparada às das grandes concessionárias, tornando viável a renúncia sem fortes impactos no caixa do governo.



Santanna descartou a possibilidade de a mesma renúncia no recolhimento do Fust ser concedida em benefício das grandes operadoras. "O impacto seria muito grande", afirmou. Há ainda a perspectiva de isenção de PIS e Cofins também com foco prioritário nas pequenas empresas.



Com relação às linhas de financiamento, o BNDES deverá conceder crédito às empresas para estimular a produção de equipamentos nacionais, a criação de cidades digitais e o fortalecimento de pequenos provedores no mercado de banda larga. A estatal que fará a gestão da rede pública - a mais cotada continua sendo a Telebrás - também poderá ter acesso aos recursos do BNDES.



Somadas as projeções de investimento na rede pública e a política de financiamento e renúncia fiscal, os R$ 11 bilhões de custo total do plano aos cofres públicos são sensivelmente abaixo das projeções apresentadas pelas teles para assumir o compromisso de levar Internet em banda larga a todo o país. A Oi teria apresentado ao governo uma planilha de custo na ordem de R$ 27 bilhões para o atendimento pleno em sua área de operação e a Sky, mais recentemente, informou que, com R$ 15 bilhões, poderia atender às metas completas do PNBL.

quarta-feira, 28 de abril de 2010

KEPL3

China negocia terras para soja e milho no Brasil

Presidente da maior estatal chinesa do setor agrícola admite interesse em cultivar grãos no País e já investe em 40 países com atividades de produção

27 de abril de 2010 | 0h 00


Jamil Chade, CORRESPONDENTE, GENEBRA - O Estado de S.Paulo
A China quer garantir seu abastecimento de soja e milho comprando terras diretamente no Brasil. A maior estatal chinesa do setor agrícola negocia a compra de terras no Brasil para produzir soja e milho, em um investimento que promete ser de "centenas de milhões de dólares". A informação é do presidente da China National Agricultural Development Group Corporation, Zheng Qingzhi.
"Estamos em negociações", disse Qingzhi, que controla recursos de mais de US$ 2 bilhões por ano para investir na agricultura em todo o mundo. O presidente da Apex, Alessandro Teixeira, também confirmou o interesse chinês, dizendo que não via problemas diante do volume de investimentos. "São conversas preliminares. Mas eles estão de olho no Centro-Oeste, principalmente Goiás", disse Teixeira.
Com a chegada ao Brasil, a China amplia sua busca por terras para garantir o abastecimento à população. A constatação é de que, para alimentar 9 bilhões de pessoas em 2050 anos, os investimentos em agricultura terão de dobrar no mundo, o que já está fazendo vários países irem em busca de terras.
Mas o fenômeno da compra de terras no exterior vem causando polêmica, e entidades como a ONU começam a debater a criação de um código de princípios que países devem seguir. A preocupação é que a compra de terras crie obstáculos a populações locais e falta de acesso a terras.
No caso da China, a estatal que debate investimentos no Brasil está diretamente ligada ao Conselho de Estado. Com cinco anos, a estatal tem ativos de US$ 2 bilhões e 80 mil funcionários para promover a segurança alimentar da China. Dez mil funcionários da empresa já atuam no exterior, em pelo menos três continentes. "No Brasil, nosso interesse é investir em soja e milho", diz Qingzhi. Ele prefere não falar nem onde será o investimento nem o valor, por enquanto.
Global. A estatal está presente em 40 países com atividades de produção. Na Tanzânia, já detém 6 mil hectares, e Qingzhi garante que o governo local quer a expansão do projeto. Os chineses ainda investem no cultivo de frango e produção de ovos na Zâmbia e arroz em Guiné, Benin, Argentina e Peru.
No Senegal, os chineses investiram na pesca e têm a maior empresa estrangeira do país, com 2 mil empregados. "Não estamos apenas explorando, mas também treinando funcionários locais", diz o presidente da estatal, lembrando que também garante a transferência de tecnologia nas cidades de Benin.
Os chineses insistem que não estão apenas desembarcando para ocupar e que estão desenvolvendo projetos de doação de alimentos, construção de escolas e centros de saúde, como na Zâmbia." Respeitamos as leis locais e garantimos benefícios mútuos", diz o chinês. "Nossos investimentos promovem o desenvolvimento do país onde estamos aplicando", afirmou.
A estatal admite que a compra de terras tem uma dimensão política. Mas insiste que esses acordos "estabilizam relações diplomáticas".
Especialistas reunidos ontem na ONU indicaram que, de fato, o avanço de países em busca de terras tem a China como um dos principais atores. O safári produzido por Pequim na África chegou a assustar a FAO. Seu diretor, Jacques Diouf, alertou há poucos meses os governos africanos para o risco de um "neocolonialismo", desta vez pelos chineses. O que ele teme é que a produção seja inteiramente destinadas aos países que adquiriram as terras, sem levar em conta os interesses das populações locais, ou mesmo a adaptabilidade das terras. A China já comprou ou negocia terras no Congo, Zâmbia e Sudão.

PARA ENTENDER
Hoje, limite é de 3,8 mil hectares

A legislação atual permite que estrangeiros comprem terras na Amazônia Legal no limite de até 3.800 hectares, desde que tenham empresa constituída no Brasil.
A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara aprovou em outubro substitutivo do deputado José Genoino (PT-SP), pelo qual estrangeiros que adquirissem área superior a 1.140 hectares antes da aprovação do projeto poderiam manter as propriedades, desde que produtivas.
A matéria foi analisada em caráter definitivo pela Comissão de Constituição e Justiça, que o aprovou por unanimidade. Falta agora a votação do Senado.

TELB4 - Importante

28 de abril de 2010 | N° 8788AlertaVoltar para a edição de hoje

ECONÔMICAS

Plano nacional prevê isenção tributária

A última versão do Plano Nacional de Banda Larga, que será submetida, ainda nesta semana, ao presidente Lula, vai prever isenção de tributação para as empresas dispostas a fornecer internet rápida a preços populares. O governo quer que o país tenha internet a preços baixos e trabalha em uma linha de financiamento para as empresas parceiras superior a R$ 5 bilhões. Também vai criar normas de qualidade para o setor.

terça-feira, 27 de abril de 2010

IBOVESPA - OLHO NAS NOTÍCIAS. NOSSOS OBJETIVOS PODEM MUDAR.

Análise: percepção de que crise se aprofunda na Europa afeta nosso mercado?




Recomendar!Por: Equipe InfoMoney

27/04/10 - 16h38

InfoMoney







SÃO PAULO – A forte reação dos mercados aos eventos recentes na Europa, com o rebaixamento, pela agência Standard & Poor´s, das classificações de risco da Grécia (perda de três níveis, para BB+, já abaixo da categoria de investimento) e de Portugal (dois degraus, para A-, o segundo pior da Zona do Euro) não chega a surpreender. O que é uma surpresa é como o mercado não parecia apreçar este fator de risco, já tornado evidente por muitos analistas, que já apontavam que a Grécia não resolveria a situação sem elevado risco de moratória.



Outra surpresa foi o silêncio das agências de classificação de risco (ao menos até agora) sobre outros países europeus também em dificuldades, como Espanha e Irlanda. O maior fator de risco da situação grega e do já aparente contágio em Portugal é que a situação se deteriore ao ponto de incluir economias de maior porte – leia-se Espanha – e colocar em risco a viabilidade do Euro como moeda comum.



Vale lembrar, porém, que, se as agências não se pronunciaram, o mercado já se moveu. O indíce IBEX-35 da Bolsa de Madrid registrou queda de 4,19% nesta terça-feira, a terceira maior do dia na Europa, somente menos intensa que os tombos de 6% e de 5,36% registrados em Atenas e Lisboa, respectivamente.



Maior percepção de risco

O primeiro impacto da notícia foi sobre ativos considerados de maior risco. Não chega a ser surpresa a reação que levou os CDSs (credit default swaps) de cinco anos da Grécia a um nível (próximo de 800 pontos-base) nunca visto desde a adoção do Euro e acima dos patamares atuais de Venezuela e Argentina. Vale destacar que níveis neste patamar embutem uma probabilidade de moratória de cerca de 46%.



Mas o impacto não ficou restrito à Grécia. Portugal registrou um aumento, de 45 pontos-base ou 14,6%, nos prêmios de CDS, assim como praticamente todos os governos europeus fora da categoria de risco AAA. Também bancos foram penalizados, não somente no sul da Europa, mas também na Grã Bretanha, Itália, Alemanha e França. O maior temor que o mercado tinha em relação à crise grega, o contágio para outros segmentos, parece estar ocorrendo.



Impactos no Brasil

Uma maior percepção mundial de risco também afeta o preço dos ativos no Brasil. Portanto, não é surpresa que o Ibovespa tenha caído e o dólar subido como consequência do nervosismo que tomou conta do mercado financeiro internacional nesta terça-feira. Este impacto pode ficar mais forte caso realmente se prove que outros mercados europeus também passem a sofrer do contágio grego. Caso a situação fuja do controle na Europa, dificilmente o mercado escapará de uma realização mais significativa.



No entanto, o cenário mais provável - de que a crise seja contida sem colocar em jogo a estabilidade do euro – pode não ser tão desfavorável ao Brasil no médio e longo prazo. Como ocorrido nas crises anteriores, o país pode, assim que o mercado mostrar mais tranquilidade, seguir recebendo fluxo de investidores estrangeiros, estes cada vez com menos opções para diversificar ao redor do mundo.



Mas uma coisa é certa: a volatilidade veio para ficar.

TOYB4 - Segura que vem muita coisa boa aí. Venho avisando que a subida será forte. Paciência faz parte dos grandes negócios.

TecToy


A Zeebo Inc., produtora do console homônimo desenvolvido pela parceria entre Tectoy (TOYB3) e Qualcomm, anunciou na última segunda-feira (26) dois novos executivos para gerenciar suas operações: Philip White e Brett Bissell.





Em nota, a companhia informa que White será o CFO (Chief Financial Officer) e vice-presidente sênior das operações da companhia, enquanto Bissell será nomeado vice-presidente e gerente geral da Zeebo Brasil. As ações da TecToy operam estáveis.