sábado, 20 de março de 2010
TOYB4 - DIA 31 chegando, olho no book. Olho nos resultados. Excelente ano para a TOYB4
“Até a Copa do Mundo devemos lançar um título de futebol que use o Bumerangue”, adianta Sergio Buch, gerente de negócios da Zeebo Brasil, para quem os jogos de movimento já são caminho sem volta. Embora existam muito mais títulos tradicionais (os produzidos exclusivamente para o Bumerangue são apenas oito, por enquanto): “Esse número vai crescer com certeza, porque as pessoas se divertem muito mais quando interagem com os jogos dessa nova maneira”. Os games para o Zeebo são desenvolvidos no laboratório criativo da Tectoy em Campinas (SP).
http://www.uai.com.br/htmls/app/noticia173/2010/03/18/noticia_tecnologia,i=152047/EM+BUSCA+DA+IMERSAO+TOTAL.shtml
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TELB4 - Importante
TELEFONE FIXO
Dinheiro à sua espera
Proprietários de linhas telefônicas compradas entre os anos de 1975 e 1995 têm ações da Telebrás e podem até vendê-las
Quem não gosta de encontrar dinheiro esquecido no bolso de um velho casaco? É mais ou menos o que pode acontecer com quem comprou linhas telefônicas da antiga Telesc entre os anos de 1975 e 1995. Naquela época, os consumidores que adquiriam uma linha eram obrigados também a levar ações da Telebrás.
Eles ainda são acionistas da Telebrás e podem lucrar com os papéis, que valorizaram 35.000% desde 2003, devido à expectativa de que a estatal seja reativada pelo governo para operar o Plano Nacional de Banda Larga (PNBL).
Segundo o banco Real, que cuida das ações da Telebrás atualmente, na última semana o valor médio dos “pacotes” de ações comercializados foi de R$ 500.
A estatal foi vendida para grupos privados (nacionais e estrangeiros) em maio de 1998 e se dividiu em 13 empresas, sendo 12 privadas e uma que permaneceu nas mãos do governo, a Telebrás residual.
Para cada ação da Telebrás, o acionista teve direito a 12 ações da mesma espécie, ordinária (que tem direito a voto) ou preferencial (sem direito a voto). Estima-se que, no país, mais de 1 milhão de pessoas tenham papéis “residuais” da Telebrás.
– Muita gente nem sabe que tem esse dinheiro. Pode ser até mais de R$ 500 – explica o economista e gestor de renda variável Adriano Marques de Sousa, da Somma Investimentos.
Cada linha telefônica tinha direito a um determinado número de ações, que variava conforme a época, a localidade e preço da compra no plano de expansão. O dono das ações não perde a posse dos papéis, que eram nominais.
Em caso de morte do acionista, os inventariantes ficam com o direito. Se o titular dos papéis morreu sem saber que era dono dos papéis e a informação não constou no inventário, os herdeiros, mesmo assim, têm direito a elas.
Não há prazo para a prescrição do pedido
Segundo Luiz Kignel, advogado e membro do Instituto Brasileiro de Direito de Família, o herdeiro, maior de idade e sem impedimentos, deve fazer uma sobrepartilha em qualquer cartório de notas.
Depois, ele pode pedir informações sobre as ações no banco. Não há prazo de prescrição.
Para saber se tem alguma dessas ações, a Comissão de Valores Imobiliários (CVM), que regula o mercado de capitais no Brasil, orienta o consumidor a entrar em contato com a operadora de telefonia que sucedeu a Telebrás no seu Estado para saber se o plano de expansão adquirido dava direito a ações e de qual companhia. Depois disso, o acionista deve atualizar seus dados cadastrais na operadora.
Para ações da Embratel, o consumidor deve ir a uma agência do banco Itaú. Para papéis das demais empresas, é preciso procurar uma agência do banco Real levando CPF, RG e comprovante de endereço.
Eles ainda são acionistas da Telebrás e podem lucrar com os papéis, que valorizaram 35.000% desde 2003, devido à expectativa de que a estatal seja reativada pelo governo para operar o Plano Nacional de Banda Larga (PNBL).
Segundo o banco Real, que cuida das ações da Telebrás atualmente, na última semana o valor médio dos “pacotes” de ações comercializados foi de R$ 500.
A estatal foi vendida para grupos privados (nacionais e estrangeiros) em maio de 1998 e se dividiu em 13 empresas, sendo 12 privadas e uma que permaneceu nas mãos do governo, a Telebrás residual.
Para cada ação da Telebrás, o acionista teve direito a 12 ações da mesma espécie, ordinária (que tem direito a voto) ou preferencial (sem direito a voto). Estima-se que, no país, mais de 1 milhão de pessoas tenham papéis “residuais” da Telebrás.
– Muita gente nem sabe que tem esse dinheiro. Pode ser até mais de R$ 500 – explica o economista e gestor de renda variável Adriano Marques de Sousa, da Somma Investimentos.
Cada linha telefônica tinha direito a um determinado número de ações, que variava conforme a época, a localidade e preço da compra no plano de expansão. O dono das ações não perde a posse dos papéis, que eram nominais.
Em caso de morte do acionista, os inventariantes ficam com o direito. Se o titular dos papéis morreu sem saber que era dono dos papéis e a informação não constou no inventário, os herdeiros, mesmo assim, têm direito a elas.
Não há prazo para a prescrição do pedido
Segundo Luiz Kignel, advogado e membro do Instituto Brasileiro de Direito de Família, o herdeiro, maior de idade e sem impedimentos, deve fazer uma sobrepartilha em qualquer cartório de notas.
Depois, ele pode pedir informações sobre as ações no banco. Não há prazo de prescrição.
Para saber se tem alguma dessas ações, a Comissão de Valores Imobiliários (CVM), que regula o mercado de capitais no Brasil, orienta o consumidor a entrar em contato com a operadora de telefonia que sucedeu a Telebrás no seu Estado para saber se o plano de expansão adquirido dava direito a ações e de qual companhia. Depois disso, o acionista deve atualizar seus dados cadastrais na operadora.
Para ações da Embratel, o consumidor deve ir a uma agência do banco Itaú. Para papéis das demais empresas, é preciso procurar uma agência do banco Real levando CPF, RG e comprovante de endereço.
KEPL3 - Rumo a recuperação. Meu objetivo = R$ 2,00 até dezembro.
A direção do grupo Kepler Weber decretou: 2009 é página virada. O diretor-presidente da empresa, Anastácio Fernandes Filho, projetou nesta quinta-feira que 2010 deverá ser de recuperação e busca de novos mercados para aliviar o recuo do mercado externo verificado no ano passado. As vendas para o exterior caíram 56% no ano. Mais uma vez, foi o mercado interno que ajudou a reduzir o impacto da crise internacional. Na mira da companhia, líder na fabricação de equipamentos para armazenagem de grãos no País, está a busca por novos clientes no Oriente Médio, Leste Europeu e África.
Hoje 70% das vendas ocorrem para a América Latina. O recuo no setor foi forte. Em 2008, as exportações somaram US$ 111,4 milhões, e desceram a US$ 49,5 milhões no ano passado. O tamanho da queda pode ser dimensionado no confronto com o peso no faturamento. As vendas internacionais representaram quase 30% e caíram para uma fatia de 20% no ano passado. Ainda com a queda de faturamento, o grupo aumentou, ao longo de 2009, as disponibilidades financeiras, que chegaram a R$ 75,9 milhões, contra R$ 62,7 milhões em 2008. O diretor financeiro Nolci Santos informou redução de 9,29% da dívida líquida, de R$ 101,7 milhões em 2008 para R$ 92,3 milhões em 2009.
O balanço de 2009 apontou prejuízo de R$ 3 milhões, levemente abaixo do saldo de 2008, de R$ 3,3 milhões. Fernandes avaliou o resultado do ano como reflexo direto da crise econômica, que estourou no último trimestre de 2008. “Vínhamos de um período de reestruturação recente, nossa maior preocupação foi preservar o caixa, atravessando a crise sem necessidade de novos recursos financeiros”, justificou o diretor-presidente. A receita de R$ 250,9 milhões foi 33% menor que os R$ 374,5 milhões do ano anterior. O Ebitda (resultado antes de juros, impostos, depreciações e amortizações), em 2009, foi de R$ 1,3 milhão.
O quarto trimestre do ano mostrou maior fôlego nas vendas, com alta de 249% na carteira frente ao mesmo período de 2008. Mas Fernandes destacou que o impacto sobre o negócio só será sentido nos resultados do primeiro trimestre de 2010, cujas informações ainda não foram divulgadas e dependem do fechamento do período. Prova de que 2009 manteve estragos até o final do ano é que a receita do último trimestre ficou 18,6% abaixo do saldo de 2008.
Mesmo com a contabilidade freada, o grupo registrou avanço de dois pontos percentuais em sua fatia de mercado, saindo de 58% para 60%. Segundo o executivo, pequenos fabricantes ganharam mais espaço e grandes acabaram recuando. Fernandes citou que, para assegurar a posição e crescer, o grupo teve de sacrificar margem. Para 2010, com a previsão de retomada dos negócios, de olho principalmente na segunda maior safra de grãos da história, projetada em mais de 140 milhões de toneladas, o diretor-presidente considerou certa a reposição de preços.
“Os preços do aço devem subir”, exemplificou o executivo. Depois de reduzir entre 10% e 12% o quadro de funcionários, o grupo voltou a contratar. Hoje a capacidade das duas unidades industriais, uma no Estado e outra no Mato Grosso do Sul, está completamente utilizada. A planta de Campo Grande já começou a operar com a linha de secadores. Já Panambi ficará com as demais linhas.
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ANDRA HAHN Agencia Estado
PORTO ALEGRE - Com expectativa de recuperação de preços e com o estímulo da segunda maior safra de grãos em volume, a Kepler Weber espera superar em 2010 a receita de 2008. Naquele ano, a receita líquida somou R$ 329 milhões. A Kepler Weber atua no setor de agronegócios, especializada em projetos para armazenagem.
A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) estima a safra brasileira de grãos 2009/10 em 143,9 milhões de toneladas e, apesar dos baixos preços de alguns produtos, o volume é o principal indutor das vendas de equipamentos para armazenagem, afirmou o presidente da Kepler, Anastácio Fernandes Filho, ao comentar hoje o resultado da empresa em 2009. Além disso, deve ser recuperado o atraso na decisão de investimentos que ficaram represados pela crise, acrescentou o executivo.
Embora o terceiro e quarto trimestres do ano passado tenham terminado com lucro, o resultado destes períodos não foi suficiente para neutralizar o efeito da crise no primeiro trimestre de 2009, quando se registrou prejuízo de R$ 7,24 milhões. No ano, a Kepler reduziu o prejuízo em 9% em comparação com 2008, para R$ 3 milhões. A receita líquida caiu 35%, para R$ 215,1 milhões. O pior comportamento foi do mercado externo, onde a crise ainda repercute na Europa, observou o diretor financeiro da empresa, Nolci Santos. As exportações da Kepler caíram 56% em 2009, enquanto as vendas no mercado interno recuaram 23%.
A companhia teve de apertar margens de venda e enfrentar maior concorrência no ano passado, disse Fernandes Filho. Em meio à crise, pequenos fabricantes surgiram no mercado brasileiro e passaram a disputar espaço. A Kepler estimou aumento em sua participação de mercado, de 48% em 2008 para 50% em 2009, quando lançou a linha de silos KW Fazenda, equipamento projetado para atender a necessidade de pequenos e médios produtores. O déficit de armazenagem é estimado em torno de 15% da safra brasileira, mas não há um número oficial. A Kepler divulgou, no dia 10, que instalará dois silos com capacidade para 18 mil toneladas cada em Pirapora (MG) para a NovaAgri. A empresa alugará o serviço de armazenagem.
No primeiro trimestre do ano passado, além do enfraquecimento do mercado, a ociosidade também prejudicou o resultado. Fernandes Filho disse que as fábricas de Panambi (RS) e Campo Grande (MS) já operam atualmente em dois turnos, sem ociosidade. "Estamos satisfeitos com o nível de produção", comentou, sem detalhar o volume de pedidos em carteira.
Hoje 70% das vendas ocorrem para a América Latina. O recuo no setor foi forte. Em 2008, as exportações somaram US$ 111,4 milhões, e desceram a US$ 49,5 milhões no ano passado. O tamanho da queda pode ser dimensionado no confronto com o peso no faturamento. As vendas internacionais representaram quase 30% e caíram para uma fatia de 20% no ano passado. Ainda com a queda de faturamento, o grupo aumentou, ao longo de 2009, as disponibilidades financeiras, que chegaram a R$ 75,9 milhões, contra R$ 62,7 milhões em 2008. O diretor financeiro Nolci Santos informou redução de 9,29% da dívida líquida, de R$ 101,7 milhões em 2008 para R$ 92,3 milhões em 2009.
O balanço de 2009 apontou prejuízo de R$ 3 milhões, levemente abaixo do saldo de 2008, de R$ 3,3 milhões. Fernandes avaliou o resultado do ano como reflexo direto da crise econômica, que estourou no último trimestre de 2008. “Vínhamos de um período de reestruturação recente, nossa maior preocupação foi preservar o caixa, atravessando a crise sem necessidade de novos recursos financeiros”, justificou o diretor-presidente. A receita de R$ 250,9 milhões foi 33% menor que os R$ 374,5 milhões do ano anterior. O Ebitda (resultado antes de juros, impostos, depreciações e amortizações), em 2009, foi de R$ 1,3 milhão.
O quarto trimestre do ano mostrou maior fôlego nas vendas, com alta de 249% na carteira frente ao mesmo período de 2008. Mas Fernandes destacou que o impacto sobre o negócio só será sentido nos resultados do primeiro trimestre de 2010, cujas informações ainda não foram divulgadas e dependem do fechamento do período. Prova de que 2009 manteve estragos até o final do ano é que a receita do último trimestre ficou 18,6% abaixo do saldo de 2008.
Mesmo com a contabilidade freada, o grupo registrou avanço de dois pontos percentuais em sua fatia de mercado, saindo de 58% para 60%. Segundo o executivo, pequenos fabricantes ganharam mais espaço e grandes acabaram recuando. Fernandes citou que, para assegurar a posição e crescer, o grupo teve de sacrificar margem. Para 2010, com a previsão de retomada dos negócios, de olho principalmente na segunda maior safra de grãos da história, projetada em mais de 140 milhões de toneladas, o diretor-presidente considerou certa a reposição de preços.
“Os preços do aço devem subir”, exemplificou o executivo. Depois de reduzir entre 10% e 12% o quadro de funcionários, o grupo voltou a contratar. Hoje a capacidade das duas unidades industriais, uma no Estado e outra no Mato Grosso do Sul, está completamente utilizada. A planta de Campo Grande já começou a operar com a linha de secadores. Já Panambi ficará com as demais linhas.
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ANDRA HAHN Agencia Estado
A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) estima a safra brasileira de grãos 2009/10 em 143,9 milhões de toneladas e, apesar dos baixos preços de alguns produtos, o volume é o principal indutor das vendas de equipamentos para armazenagem, afirmou o presidente da Kepler, Anastácio Fernandes Filho, ao comentar hoje o resultado da empresa em 2009. Além disso, deve ser recuperado o atraso na decisão de investimentos que ficaram represados pela crise, acrescentou o executivo.
Embora o terceiro e quarto trimestres do ano passado tenham terminado com lucro, o resultado destes períodos não foi suficiente para neutralizar o efeito da crise no primeiro trimestre de 2009, quando se registrou prejuízo de R$ 7,24 milhões. No ano, a Kepler reduziu o prejuízo em 9% em comparação com 2008, para R$ 3 milhões. A receita líquida caiu 35%, para R$ 215,1 milhões. O pior comportamento foi do mercado externo, onde a crise ainda repercute na Europa, observou o diretor financeiro da empresa, Nolci Santos. As exportações da Kepler caíram 56% em 2009, enquanto as vendas no mercado interno recuaram 23%.
A companhia teve de apertar margens de venda e enfrentar maior concorrência no ano passado, disse Fernandes Filho. Em meio à crise, pequenos fabricantes surgiram no mercado brasileiro e passaram a disputar espaço. A Kepler estimou aumento em sua participação de mercado, de 48% em 2008 para 50% em 2009, quando lançou a linha de silos KW Fazenda, equipamento projetado para atender a necessidade de pequenos e médios produtores. O déficit de armazenagem é estimado em torno de 15% da safra brasileira, mas não há um número oficial. A Kepler divulgou, no dia 10, que instalará dois silos com capacidade para 18 mil toneladas cada em Pirapora (MG) para a NovaAgri. A empresa alugará o serviço de armazenagem.
No primeiro trimestre do ano passado, além do enfraquecimento do mercado, a ociosidade também prejudicou o resultado. Fernandes Filho disse que as fábricas de Panambi (RS) e Campo Grande (MS) já operam atualmente em dois turnos, sem ociosidade. "Estamos satisfeitos com o nível de produção", comentou, sem detalhar o volume de pedidos em carteira.
KEPL3
| Kepler Weber vê recuperação da receita | | |
| Noticiário cotidiano - Portos e Logística |
| Sex, 19 de Março de 2010 07:51 |
| Sérgio Bueno, de Porto Alegre Passado o tombo das vendas em 2009 por conta da crise mundial, a Kepler Weber iniciou 2010 respirando mais aliviada. A fabricante de silos e equipamentos para armazenagem e secagem de grãos está operando "sem ociosidade" neste trimestre, disse o presidente, Anastácio Fernandes Filho. Segundo ele, a recuperação dos negócios também permitiu o restabelecimento do quadro de 1,2 mil funcionários, depois da demissão de 12% do pessoal no ano passado. Mesmo assim, a Kepler ainda vê 2010 com "otimismo moderado" em relação às vendas. O desempenho da empresa começou a melhorar no quarto trimestre de 2009, quando a receita líquida somou R$ 100 milhões, queda de 19,3%. O lucro líquido no trimestre ficou em R$ 3,4 milhões, ante prejuízo de R$ 524 mil no mesmo período de 2008, e foi favorecido pela redução das despesas financeiras. Conforme o executivo, o desempenho financeiro refletiu os ganhos com operações de derivativos proporcionados pela desvalorização do dólar. fonte: Valor |
sexta-feira, 19 de março de 2010
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