sexta-feira, 25 de setembro de 2009
AGEN11 - Olho no futuro - Vamos estudar pra pegar o foguete do chão
Glencore prepara a terra para a compra da Agrenco
No que depender do apetite da Glencore, o acordo operacional com a Agrenco encerra seu prazo de validade em dezembro. O grupo suíço espera fechar a compra em definitivo da trading brasileira. Nas últimas semanas, houve vários contatos não apenas com os acionistas, mas, sobretudo, com os credores da Agrenco. Eles terão a penúltima palavra sobre o destino societário da empresa.
A última ficará com a Justiça, uma vez que a companhia se encontra em processo de recuperação judicial. Ainda assim, no raciocínio da Glencore, o que importa mesmo é o imprimatur dos bancos e fornecedores. O mais provável é que o Judiciário referende a decisão dos credores caso eles concordem com o plano de repactuação das dívidas. O passivo total está na casa de R$ 1 bilhão. Os suíços e os controladores da Agrenco acreditam que há espaço para um deságio de até 50%. A Glencore acena com a conversão de uma parcela do passivo em participação societária. Ela própria se considera a maior isca para que os financiadores da Agrenco aceitem a proposta. O argumento é que os credores da empresa passarão a ter um sócio forte, com notória capacidade de alavancagem internacional.
Ao acelerar as negociações para a compra da Agrenco, a Glencore quer aproveitar o momento de fragilidade dos credores e, principalmente, dos acionistas da empresa. Antecipar a operação significa comprar a trading quase na bacia das almas. Não obstante os inúmeros problemas financeiros, a percepção da Glencore é que a Agrenco é um negócio estratégico e uma boa oportunidade de crescimento no Brasil.
Com a aquisição, o grupo voltará a ter uma operação de esmagamento
de soja no país, depois de 12 anos. Isso significa estar presente em toda a cadeia da atividade, desde a compra da produção, beneficiamento, armazenamento, transporte e venda a consumidores finais.
DIVERSAS - UMA BOA LEITURA
Fusões e Aquisições recuperam fôlego no mercado nacional
Relatório da PricewaterhouseCoopers registra retomada dos negócios impulsionados principalmente pelo setor de agronegócios.
O mercado de fusões e aquisições está em franca retomada depois de uma queda iniciada no último trimestre de 2008 e que se acentuou ainda mais nos dois primeiros meses deste ano, em conseqüência dos efeitos da crise financeira global. No Brasil, nos primeiros oito meses do ano, foram registradas 378 transações. O número de negócios realizados é 18% menor do que o registrado no mesmo período de 2008. Essa diferença vem caindo mês a mês: ao final dos seis primeiros meses era de 26% e, dos sete primeiros meses era de 21%. A expectativa é que o ano se encerre no mesmo patamar de 2008. Em agosto, foram feitas 55 transações, uma a mais do que no mesmo mês do ano passado.
O setor de agronegócio, incorporando tanto as operações de “produção de campo” (ou, “da porteira para dentro”), como de processamento de alimentos, na mesma forma que mundialmente foi, no Brasil, afetado, e registra importantes movimentos de reestruturação com processo de consolidação. A compra da Bertin e da norte-americana Pilgrim’s Pride anunciada hoje pela JBS, que se tornou a maior empresa de carnes do mundo, se soma as já anunciadas transações como a fusão Perdigão e Sadia, que criou a BRF – Brasil Foods (transação de mais de US$ 10 bilhões em análise pelo CADE), a própria Bertin adquirindo a Vigor e Leco, a Doux adquirida pela Marfrig, todas nos segmentos de carnes e laticínios.
No agronegócio destacam-se ainda os movimentos de fusões e aquisições no subsetor de açúcar e álcool, que responde por cerca de 23 % das transações na indústria de alimentos e agronegócio em 2009 . Com a perspectiva de crescimento no médio e longo prazos, tanto no mercado nacional como internacional do setor, as usinas realizaram investimentos em expansão e projetos de greenfield, aumentando substancialmente suas capacidades de produção, mas também sua alavancagem financeira (endividamento junto a bancos). Com a variações expressivas de preço do álcool e outras condições adversas de mercado, inclusive em relação à escassez de crédito e não existência de linhas para o refinanciamento de operações já contratadas, o setor se viu diante de uma fase de consolidação.
Alguns exemplos de transação no setor são: . A Cosan adquirindo a Nova América | . A Clarion adquirindo os ativos da destilaria de álcool Manacá | . A BSBios adquirindo a usina de processamento de biodiesel da Agrenco | . A Louis Dreyfus adquirindo participação na Santelisa Vale | . O BNDES adquirindo, em operação de capitalização, participação adicional na Santelisa Vale – destacamos que o governo, diretamente ou através de seus agentes e, numa forma de capitalização ou através de linhas de crédito, tem atuado de forma ativa no suporte e reestruturação do setor | . A norte-americana Amyris adquirindo participação na trading Crystalserv | . A Odebrecht realizando aporte de capital na sua subsidiária ETH Boienergia | . Transações da Laticínios Bom Gosto como a aquisição da Líder Alimentos e arrendamento de uma série de fábricas e mais recentemente adquirindo determinadas operações da Nestlé.
Potenciais consolidadores e investidores como a Usina São Martinho, a Bunge, a Açúcar Guarani (grupo francês Tereos), além da própria Cosan, Cargill e Louis Dreyfus, além dos investidores financeiros GP Investimentos, Tarpon Investimentos, Gávea Investimentos (que tem investimentos do tipo PIPE – do inglês, Private Investment in Public Equity, que se caracteriza por um aporte/ investimento de capital de risco feito em companhias abertas e contratado fora da bolsa de valores) e DGF Investimentos, dentre diversos outros também buscam aproveitar o momento para investir, ou fortalecer-se, nesta indústria.
Aspectos extremamente positivos e influenciadores da atratividade da indústria de alimentos (onde diversos players mundiais merecem destaque como, por exemplo, a Nestlé, Unilever, Kraft Foods, Mars) e agronegócio são, além do amadurecimento e consolidação do Brasil como exportador (cada vez mais com produtos de maior valor agregado e processados e não somente commodities), a entrada de novos consumidores (nos últimos anos observamos o “aumento” da classe média e media/ baixa em cerca de dez pontos percentuais). Esta atratividade de investimentos e potencial de mercado e consolidação de indústria podem ser verificados na participação das transações da indústria de alimentos e agronegócio no total de transações, saindo de um patamar de 9% do total de transações efetivas no período de 2002 a 2005 para 13% no período 2006 a 2009 (com pico de 15% em 2007). Neste contexto todo, obvio mencionar se a performance de empresas de trading, conglomerados de soja (como por exemplo, o Grupo André Maggi, um dos maiores conglomerados agrícolas do mundo com faturamento superior a US$ 2,4 bilhões ao ano) e empresas com operações de insumos agrícolas (máquinas, sementes e defensivos, dentre outros).
Por fim, numa perspectiva de médio e longo prazo, acreditamos que o setor de alimentos, incluindo as operações de agronegócio (que apresentou, em 2008, um crescimento de cerca de 6% seu PIB ao mesmo tempo em que o Brasil totalizou PIB de US$ 1,6 trilhões), continuará sendo um dos setores com maior volume de transações de fusões e aquisições.
Tradicionalmente temos este setor em destaque no mercado de fusões e aquisições no Brasil (com especial destaque para os sub segmentos de Açúcar e Álcool, Frigoríficos, Laticínios e Café, que juntos contabilizam mais de 60% das transações do setor de alimentos e agronegócio) dadas as oportunidades da economia brasileira, o posicionamento do Brasil enquanto produtor e exportador (em 2008 exportações atingiram US$ 72 bilhões, com crescimento de 23% em relação a 2007 e representando 36% da pauta de exportação do país) e também do potencial de consumo de seu mercado interno. Adiciona-se, atualmente, e como influência positiva a atratividade brasileira, a perspectiva de rápida recuperação da economia nacional vis a vis o contexto de crise, que se mostrou menos sensível no Brasil do que outros países a crise internacional, proporcionando boas safras para investidores estratégicos e financeiros. | Andréia Vitório
HOOT4 - Olho no book
Celular com MP3, TV de 42 polegadas, hospedagem em finais de semana e jantares nos hotéis da rede. Estes são alguns dos prêmios que funcionários de empresas, de agências de viagens e de organizadoras de eventos, responsáveis por reservas podem ganhar na promoção Othon Super Prêmios.
Para participar, basta fazer reservas, acumular pontos e trocá-los por prêmios. O número de pontos varia de acordo com a categoria do hotel – Palace (20), Classic (15) ou Travel (12) – e o resgate independe do total. Por exemplo: 1000 pontos podem ser trocados por um super prêmio ou por cinco prêmios de 200.
“Com a promoção – que é válida para reservas individuais ou em grupo, feitas até 31 de dezembro próximo – pretendemos incentivar as vendas e prestigiar nossos principais parceiros”, explica o diretor Comercial de Hotéis Othon, Tomás Ramos.
Os hotéis que participam da Othon Super Prêmios são: Rio Othon Palace (Rio), Leme Othon Palace (Rio), Bahia Othon Palace (Salvador), Belo Horizonte Othon Palace (Belo Horizonte), Olinda Othon Classic (Rio), Califórnia Othon Classic (Rio), Lancaster Othon Travel (Rio), Savoy Othon Travel (Rio) e Aeroporto Othon Travel (Rio).
Informações: www.othon.com.br
ESTR4 - ESTUDEMMMMMMM , OUTUBRO CHEGANDO
A cifra supera 11% os valores obtidos em igual período do ano passado, segundo Synésio. O Dia da Criança é a melhor fase para as vendas do setor de brinquedos, respondendo por 35% da receita anual da indústria que este ano prevê faturar R$ 2,8 bilhões, 6% a mais que os R$ 2,6 bilhões obtidos no ano passado, estimou o presidente da Abrinq. A quantidade de produtos vendidos deve saltar de 185 milhões de brinquedos, no ano passado, para 200 milhões este ano. O otimismo do setor é estendido para o fim deste ano. Tradicionalmente, o Natal é a segunda data mais importante para as vendas de brinquedos, que responde por 30% da receita anual da indústria. No fim do ano as vendas de brinquedos só não são melhores porque, nesta data, jogos e bonecas concorrem com roupas e tênis infantis.
Com um market share de 15% a 18%, a Brinquedos Estrela registrou crescimento de 10% nas encomendas para o Dia da Criança deste ano, comparado com igual período do ano passado.
Diante da retomada de crescimento da economia, o diretor de Marketing da Estrela, Aires Leal Fernandes, adiantou que as vendas para o Natal este ano deverão ficar 20% acima das vendas obtidas em igual período do ano passado. Desta forma, tal taxa deverá superar a registrada nas vendas para o Dia da Criança (10%), o que seria um caso atípico para a empresa. A explicação para o fenômeno é a baixa base de comparação de vendas para o Natal de 2008 quando as encomendas foram "fracas" em razão do agravamento da crise "que pegou" o setor a partir de outubro, disse.
O diretor da Estrela acredita que a empresa, de capital aberto, deverá fechar 2009 com faturamento de 15% maior do que o obtido no ano anterior. O mesmo patamar de crescimento é previsto para a produção de brinquedos que atingiu 6 milhões em 2008.
Para o Dia da Criança, a Estrela lançou 100 produtos. A expectativa é fechar este ano com 182 novos produtos. A preferência brasileira é pelos brinquedos eletrônicos.
Isenção de impostos
Os fabricantes de brinquedos aguardam novas medidas do governo no dia 30 deste mês, quando será realizada a reunião do comitê do Programa de Desenvolvimento Produtivo (PDP) do setor de brinquedos. No topo das expectativas dos empresários estão a redução do imposto de importação para partes e peças de brinquedos e a criação de linhas de crédito a serem concedidas pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Social (BNDES) para aquisição de máquinas e equipamentos e aumento do parque produtivo do setor, segundo a Abrinq. "Precisamos de algumas linhas de crédito para reformar e construir todo o sistema de produção de brinquedos", reforçou Synésio, também fabricante de brinquedos. O PDP do setor de brinquedos faz parte da política industrial lançada nos últimos anos pelo governo federal. A reunião, confirmada pelo Ministério da Industria e Comércio Exterior (Mdic) será realizada na sede do órgão que, por intermédio da assessoria de imprensa, não quis adiantar as eventuais medidas, uma vez que elas ainda serão discutidas.
O objetivo da indústria nacional de brinquedos é ganhar mais competitividade internamente no mercado e driblar mais a concorrência chinesa chamada de desleal que ainda responde por 45% das vendas internas. A fatia, contudo, tem reduzido, pois já alcançou 70% no passado, disse Synésio que afirma que o setor de brinquedos quase não surtiu os efeitos do agravamento da crise financeira mundial que completou um ano este mês.
quinta-feira, 24 de setembro de 2009
ESTR4 -Continuo me posicionando nela.
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
HOOT4 - Simplesmente a minha opinião
Acredito numa alta surpreendente, mas isto é simplesmente a minha opinião, portanto olho no book, porque quando a força compradora entrar teremos muitas alegrias.
Olho no book !!! Olho na força compradora !!! Começo a ver ordens de compra de 400.000 em 0,31 e isto muito me anima.
terça-feira, 22 de setembro de 2009
KEPL3 - Olho no book
domingo, 20 de setembro de 2009
TOYB4 - A minha grande poupança , tenho muita esperança no futuro da empresa.
DVD Kids
Tectoy mostra sua força no mercado de entretenimento eletrônico para crianças com nova linha de produtos
Leitor de DVD portátil, com acabamento emborrachado, design de linhas arredondadas e cores vibrantes, vem com o DVD “A Casa do Mickey Mouse - A Grande Caçada à Casa do Mickey”, da Disney. Versátil, vem com adaptador 12V para utilização em veículos, conexão de vídeo para ser ligado na TV, saída para fone de ouvido e display funcional para navegação no menu e no filme. A tela de LCD de 7” tem tecnologia LED. Conta com sistema antichoque, borracha anti-impacto e anti-deslizante, alto falantes internos com som estéreo e funciona com bateria interna recarregável. Preço sugerido é de R$ 499,00.
Master System Evolution
Nessa versão com novo design, o popular videogame dos anos 90 traz o Sonic estampado e 132 jogos dos mais variados gêneros: aventura, ação, esporte, corrida, RPG, raciocínio, puzzle, conhecimento e estratégia, todos com classificação indicativa livre. Entre os games estão clássicos como Sonic the Hedgehog, Alex Kidd in the Miracle World, Golden Axe, Shinobi, Shadow Dancer, Battle Outrun, Fantasy Zone, Hang On e Renegade, e uma super novidade, o jogo Altered Beast. Vem com 2 joysticks ergonômicos de alta performance e respostas rápidas aos comandos. Preço sugerido de R$ 199,00.
Master System Portátil
Na era da portabilidade e da mobilidade, o Master System ganha sua versão portátil com 30 clássicos da SEGA com classificação indicativa livre. Fácil de usar, é só plugar na TV e começar a jogar. Funciona com pilhas e não precisa ligar na tomada. Preço sugerido é de R$ 69,00.
MD Play
Videogame compacto com tela de LCD de 2,8” e 20 jogos clássicos da SEGA na memória, como Alex Kidd in the Enchanted Castle, Altered Beast, Golden Axe e Sonic and Knuckles. É possível aumentar a variedade de jogos graças à entrada para MD Card Game – a Tectoy colocará à venda cartões com 10 jogos. Os cartões serão comercializados via site. A bateria interna de longa duração pode ser recarregada na tomada ou no PC, com uso de um cabo USB. Tem saída para TV. Preço sugerido é de R$ 149,00.
Mega Drive 4 Guitar Idol
Grande novidade do ano, o Mega Drive 4 Guitar Idol uniu um videogame consagrado, com seus jogos clássicos, com a febre dos jogos de guitarra. Ele vem acompanhado de uma guitarra estilizada, 87 jogos como Sonic 3, Alex Kidd in the Enchanted Castle, Altered Beast, Golden Axe, Kid Chameleon, etc. e o inédito Guitar Idol, criado pela Tectoy Digital e pela Interama, que traz 50 músicas nacionais e internacionais para tocar com a guitarra ou com o joystick. São sucessos das maiores bandas nacionais e internacionais, como Aerosmith, The Pretenders, Red Hot Chilli Peppers, NX Zero, CPM 22, entre outros. A guitarra tem 5 notas musicais e alavanca. O Mega Drive 4 Guitar Idol apresenta 3 níveis de dificuldade, Medidor Rock e Medidor Combo e a função Idol Power que é ativada pela alavanca da guitarra. O preço sugerido é de R$ 369,00, já com a guitarra.
Sobre a Tectoy - Fundada em 1987, com sede e fábrica em Manaus e filial administrativa em São Paulo, é líder nacional no setor de entretenimento digital, fabricando videogames sob licença da SEGA. Atua também no mercado de eletrônicos de consumo, produzindo DVDs Karaokês de alta qualidade e aparelhos para recepção de TV digital, sendo pioneira no segmento de recepção móvel e primeira empresa a fabricar, no país, um DVD Blu-ray. A empresa atua ainda na área de jogos para celular através da Tectoy Mobile (distribuição de jogos) e de seu estúdio de desenvolvimento de jogos para celulares e videogames (Tectoy Digital) em Campinas. No mercado de MMOGs (Massively Multiplayer Online Games), possui parceria com a empresa filipina Level Up! na publicação de jogos online. A Tectoy também tem participação na Zeebo Inc., com sede nos EUA, e desenvolve a nova plataforma de videogame Zeebo.
KEPL3 - Amanhã é dia de ficar de olho no book
Sexta teve boa movimentação. Olho no book, vamos ver se a alta continua e se rompe os 0,20. Se romper os 0,20 será que retorna aos 0,26 de 1 ano atrás? Vamos acompanhar, foram 706 negócios na sexta com belas trocas de mãos realizadas.
Vejam abaixo uma grande notícia publicada no início deste mês.
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Grupo Kepler Weber especializa planta de Campo Grande
O Grupo Kepler Weber (Bovespa: KEPL3), empresa brasileira líder de mercado no segmento de armazenagem de grãos, informa que assinou ontem, dia 27, um termo de acordo com o Governo do estado do Mato Grosso do Sul para a especialização da sua planta industrial localizada no Pólo Industrial de Campo Grande/MS. De acordo com a nova estratégia da empresa, de especialização de suas unidades fabris, Campo Grande/MS passará a produzir toda a linha de secadores da Kepler Weber, enquanto que Panambi/RS focará em todos os demais produtos relacionados a sistemas de armazenagens de grãos.
Com isto, a planta de Campo Grande/MS deverá duplicar, até o final do mês de outubro deste ano, o número de colaboradores locais, com expectativa de atingir cerca de 120 colaboradores até junho de 2010, de acordo com a resposta do mercado. Para a execução desta nova estratégia, haverá troca de máquinas e equipamentos entre as unidades. Fez parte das negociações junto ao Governo do estado do Mato Grosso do Sul a extensão dos benefícios fiscais para a Kepler Weber até 2018, o que permitirá à empresa o fortalecimento desta estratégia de especialização, fazendo com que a unidade de Campo Grande/MS sirva de plataforma de crescimento das operações da empresa para enfrentar os novos desafios no mercado interno e externo.
A empresa também informa que participará da Expointer 2009, realizada na cidade de Esteio/RS, onde apresentará ao público a sua nova linha KW Fazenda, produto com a reconhecida qualidade Kepler Weber e preços competitivos, que atenderá pequenos e médios produtores. Esta linha, que é modular, pode ser ampliada à medida que o agricultor aumentar sua produtividade, viabilizando melhorias no manejo de grãos. Além disso, permitirá o armazenamento de seus produtos de maneira adequada, capacitando os agricultores a manterem parte de sua produção para vendas em períodos do ano, onde os preços são mais interessantes.|