Aos que dizem que o RI nunca responde... As duas vezes que perguntei ele me respondeu. Tudo bem que fica meio no ar tudo, mas responde.Estarei enviando meus dados para ele informar o restante, mesmo achando que ele deveria ter informado publicamente...,mas lembrem-se JBDU não está no melhor nivel de governança, por isso não informam tão bem quanto uma petro.
Resposta para a seguinte pergunta feita pelo site:
Caro(a):
Nicolas
Sua pergunta:
qual a empresa que está efetuando os estudos no terreno em cabreúva ? Existe um prazo final para esses estudos? Há alguma referência desse local do terreno, pois tenho casa proximo a cabreuva, e gostaria de ver a área. A jb entraria sozinha nesse empreendimento ou está tentando alguma construtora maior para essa empreitada? A empresa tem alguma possibilidade ou interesse em um plano de banda larga, como vem sendo discutido no mercado? Existe algum posicionamento da empresa a respeito da MP que não foi para a frente? Obrigado
Nossa resposta:
Prezado Sr. Nicolas Os estudos estão em fase de consultas com diversos possíveis parceiros do segmento, dado que não temos experiência no setor. É nossa intenção, implementar o projeto, sê viável, em parceria com empresas experientes no ramo. A idéia é desenvolver o projeto dentro do Programa Minha Casa Minha Vida, e em consonância com a Prefeitura local. Solicito de vossa parte que nos informe: nome completo, CPF , RG , numero de acionista e quantidade de ações possuídas e espécie, após o que estaremos em condições de fornecer maiores detalhes da propriedade. Quanto a questão formulada referente a banda larga, não há de nossa parte no momento intenção de maiores investimentos , considerando que o projeto ainda esta em busca de sua sustentabilidade. Em relação ao fato da MP que abortou, temos a informar que as muitas empresas exportadoras que pleiteavam na mesma o reconhecimento de seus créditos, pressionam no sentido de ver uma nova emenda ser acostada em uma nova MP, fato que quando ocorrer, faremos uma referencia em nosso site . Atenciosamente Edison Cordaro
Ticket: gxmeepmufxporn55cw3k54yz | IP: 189.98.12.58
quarta-feira, 21 de abril de 2010
TELB4 = Olho nela. A subida poderá ser forte novamente.
20/04/2010
Banda Larga
Se quiserem ser parceiras no Plano Nacional de Banda Larga (PNBL), as concessionárias terão que desistir da ação, apresentada este mês à 6ª Vara da Justiça, contra a resolução 539 da Anatel, que regulamenta o PGMU, fruto da troca metas dos Postos de Serviços de Telecomunicações (PSTs) construção do backhaul.
Este vai ser um dos pontos da ser discutido na mesa de negociações do PNBL com as operadoras, segundo fontes do governo. Nessa ação, as concessionárias questionam o fato de a agência querer tarifar a venda de capacidade (links) do backhaul, alegando que se trata de serviço privado.
Para o governo, o controle dos preços no atacado (venda de links para terceiros) e o compartilhamento de redes são medidas essenciais para garantir o sucesso do PNBL, que deverá ter suas diretrizes gerais aprovadas em reunião entre o presidente Lula e os ministros das áreas envolvidas nesta ou na próxima semana.
Telebrás vai ser o veículo
A importância da tarifação do backhaul construído dentro do PGMU é que o governo pretende utilizá-lo como parte da rede estatal de banda larga. Formada por 31 km de fibras ópticas (16 mil km recuperados na Justiça da Eletronet e os demais da Eletronorte, Furnas, Chesf e Petrobras), a rede estatal, que deverá ser mesmo operada pela Telebrás, não vai mais construir todo o backhaul necessária para levar a transmissão até às cidades. Vai usar o backhaul já construído dentro do PGMU e do que será feito futuramente por metas de universalização.
O governo pretende que a capacidade do backhaul, próprio ou das concessionárias submetidas ao PGMU, tenha um preço justo que permita a competição na ponta. Além da concessionária local, que tem ponto de presença de internet na cidade, o objetivo é que outros provedores também possam ofertar o serviço de banda larga, comprando capacidade.
E para que esse movimento ocorra, o objetivo, anunciou o secretário de Logística e Tecnologia da Informação do Ministério do Planejamento, Rogério Santanna, é vender o Megabit a R$ 230,00, bem abaixo do praticado hoje pelo mercado (a maioria dos provedores paga entre R$ 800,00 e R$ 1.600,00 por 2 Mbps).
FUST
Banda Larga
PNBL: Operadoras terão de desistir de ação na Justiça
Se quiserem ser parceiras no Plano Nacional de Banda Larga (PNBL), as concessionárias terão que desistir da ação, apresentada este mês à 6ª Vara da Justiça, contra a resolução 539 da Anatel, que regulamenta o PGMU, fruto da troca metas dos Postos de Serviços de Telecomunicações (PSTs) construção do backhaul.
Este vai ser um dos pontos da ser discutido na mesa de negociações do PNBL com as operadoras, segundo fontes do governo. Nessa ação, as concessionárias questionam o fato de a agência querer tarifar a venda de capacidade (links) do backhaul, alegando que se trata de serviço privado.
Para o governo, o controle dos preços no atacado (venda de links para terceiros) e o compartilhamento de redes são medidas essenciais para garantir o sucesso do PNBL, que deverá ter suas diretrizes gerais aprovadas em reunião entre o presidente Lula e os ministros das áreas envolvidas nesta ou na próxima semana.
Telebrás vai ser o veículo
A importância da tarifação do backhaul construído dentro do PGMU é que o governo pretende utilizá-lo como parte da rede estatal de banda larga. Formada por 31 km de fibras ópticas (16 mil km recuperados na Justiça da Eletronet e os demais da Eletronorte, Furnas, Chesf e Petrobras), a rede estatal, que deverá ser mesmo operada pela Telebrás, não vai mais construir todo o backhaul necessária para levar a transmissão até às cidades. Vai usar o backhaul já construído dentro do PGMU e do que será feito futuramente por metas de universalização.
O governo pretende que a capacidade do backhaul, próprio ou das concessionárias submetidas ao PGMU, tenha um preço justo que permita a competição na ponta. Além da concessionária local, que tem ponto de presença de internet na cidade, o objetivo é que outros provedores também possam ofertar o serviço de banda larga, comprando capacidade.
E para que esse movimento ocorra, o objetivo, anunciou o secretário de Logística e Tecnologia da Informação do Ministério do Planejamento, Rogério Santanna, é vender o Megabit a R$ 230,00, bem abaixo do praticado hoje pelo mercado (a maioria dos provedores paga entre R$ 800,00 e R$ 1.600,00 por 2 Mbps).
Edição: Prof. Christian Messias | Fonte: 19/04/2010 - (Do Tele.Síntese)
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Recursos serão usados na construção da rede de acesso a BL
Recursos do Fust serão usados na construção da rede de acesso à banda larga
Na versão final do Plano Nacional de Banda Larga que será apresentado ao presidente Lula, a rede estatal da Telebrás vai cuidar só do atacado, fornecendo capacidade para as operadoras, grandes ou pequenas.
A última milha será oferecida pela iniciativa privada – concessionárias, autorizatárias e pequenos provedores. A Oi não será o veículo oficial da massificação da banda larga no país, mas é certo que terá papel importante pois está presente em mais de 80% do território nacional e está em muitos locais onde ninguém chega.
Segundo fontes do governo, para levar a banda larga a mais 15 milhões de residências até 2014, oferecendo o serviço a R$ 35,00, a operadora calculou um prejuizo de R$ 27 bilhões que teriam que ser cobertos por recursos de fundos ou benefícios fiscais ou mesmo investimento direto estatal. Os custos foram considerados elevados, pois as premissas com que trabalhou a operadora tinham nível de requisitos superiores às consideradas pela equipe técnica do PNBL.
As condições que o governo oferecerá à Oi para se integrar ao PNBL serão as mesmas abertas ao resto do mercado, de acordo com técnicos envolvidos no processo: desoneração fiscal direta, ação junto aos estados para isenção do ICMS e melhores condições de financiamento. Já os recursos do Fust, quando liberados, serão usados para a construção de backhaul pelas concessionárias, cuja capacidade será compartilhada por toda a indústria, e provavelmente para financiar o acesso da população de baixa renda (classe E) à banda larga.
Piloto cobrirá cem cidades
Como a aprovação do PNBL demorou bem mais do que o previsto, o grupo técnico estima que, este ano, será possível fazer apenas um piloto, agora limitado cem cidades (no lugar de 300), incluindo 15 capitais. Para se integrar a essa rede, que chegará à população também da classe D, serão selecionadas cinco grandes estatais que são grandes consumidoras de dados.
Para colocar o piloto em funcionamento, que deverá custar menos de R$ 200 milhões, o governo vai usar recursos da Telebrás, que tem em caixa perto de R$ 300 bilhões.
Na versão final do Plano Nacional de Banda Larga que será apresentado ao presidente Lula, a rede estatal da Telebrás vai cuidar só do atacado, fornecendo capacidade para as operadoras, grandes ou pequenas.
A última milha será oferecida pela iniciativa privada – concessionárias, autorizatárias e pequenos provedores. A Oi não será o veículo oficial da massificação da banda larga no país, mas é certo que terá papel importante pois está presente em mais de 80% do território nacional e está em muitos locais onde ninguém chega.
Segundo fontes do governo, para levar a banda larga a mais 15 milhões de residências até 2014, oferecendo o serviço a R$ 35,00, a operadora calculou um prejuizo de R$ 27 bilhões que teriam que ser cobertos por recursos de fundos ou benefícios fiscais ou mesmo investimento direto estatal. Os custos foram considerados elevados, pois as premissas com que trabalhou a operadora tinham nível de requisitos superiores às consideradas pela equipe técnica do PNBL.
As condições que o governo oferecerá à Oi para se integrar ao PNBL serão as mesmas abertas ao resto do mercado, de acordo com técnicos envolvidos no processo: desoneração fiscal direta, ação junto aos estados para isenção do ICMS e melhores condições de financiamento. Já os recursos do Fust, quando liberados, serão usados para a construção de backhaul pelas concessionárias, cuja capacidade será compartilhada por toda a indústria, e provavelmente para financiar o acesso da população de baixa renda (classe E) à banda larga.
Piloto cobrirá cem cidades
Como a aprovação do PNBL demorou bem mais do que o previsto, o grupo técnico estima que, este ano, será possível fazer apenas um piloto, agora limitado cem cidades (no lugar de 300), incluindo 15 capitais. Para se integrar a essa rede, que chegará à população também da classe D, serão selecionadas cinco grandes estatais que são grandes consumidoras de dados.
Para colocar o piloto em funcionamento, que deverá custar menos de R$ 200 milhões, o governo vai usar recursos da Telebrás, que tem em caixa perto de R$ 300 bilhões.
Edição: Prof. Christian Messias | Fonte: 19/04/2010 - (Do Tele.Síntese)
terça-feira, 20 de abril de 2010
RCSL4 - Vai desdobrar. Olho nela !!! A subida poderá ser forte. Está num excelente ponto de compra.
RECRUSUL (RCSL) - COMUNICADO (20/04) RECRUSUL (RCSL) - Proposta de desdobramento as AGO/E de 30/04/2010 DRI: Bernardo Flores
Atendendo consulta da BM&FBOVESPA a empresa enviou o seguinte comunicado:
"Se Sera proposta a distribuicao de algum beneficio aos acionistas, dividendo e/ou juros sobre o capital proprio. Caso positivo informar o valor em R$/acao ON e PN.
- A administracao da Companhia nao estara propondo qualquer distribuicao de resultados ou beneficio aos Senhores Acionistas.
Posicao acionaria a ser considerada para o dividendo, em caso positivo, e para o desdobramento, ou seja, os acionistas inscritos em que data nos registros da Companhia terao direito ao recebimento das acoes advindas do desdobramento e eventual distribuicao de dividendo; - Nao estara na pauta da AGO/E a distribuicao de dividendos. No caso do desdobramento, sera considerado a data do dia 30 de abril de 2010 como base para tal operacao, desde que, a materia seja aprovada pela AGO/E.
Data prevista para o credito das acoes provenientes do desdobro; - A data para o credito das acoes provenientes do desdobro, caso aprovado pela AGE, sera dia 06 de maio de 2010.
Se as acoes advindas do desdobramento participarao em igualdade de condicoes em relacao as demais acoes existentes, a todos os beneficios, inclusive a dividendos e eventuais remuneracoes de capital, que vierem a ser distribuidos por essa empresa; - Todas as acoes oriundas do desdobramento participarao em igualdade de condicoes em relacao as demais acoes existentes, a todos os beneficio, inclusive a dividendos e eventuais remuneracoes de capital, que vierem a ser distribuidos pela empresa.
Caso participem de forma pro-rata-temporis, informar a partir de que momento essas acoes participarao integralmente a todos os beneficios.
- Nao se aplica." Norma: a partir de 03/05/2010 acoes escriturais ex-desdobramento.
AGEN11 - Olho nas notícias !!!
Informe Quinzenal – Edição 1
A partir de hoje, 12 de abril de 2010, a Agrenco Limited (“Companhia”) passará a disponibilizar em seu website (www.agrenco.com.br/ri), informes quinzenais para esclarecer e informar da situação e do andamento dos principais assuntos referentes à Companhia.Neste Informe 01-2010, estaremos atualizando as informações sobre os assuntos 1, 2 e 3 que foram mencionados no Comunicado ao Mercado publicado em 31 de março de 2010, além de, esclarecer assuntos adicionais que foram questionados por e-mail e telefonemas nos últimos dias:
1. Situação da auditoria das demonstrações financeiras que levaram a suspensão do registro de companhia aberta, e por conseqüência a suspensão da negociação dos seus papéis.
- Estamos em fase de conclusão dos trabalhos de auditoria das demonstrações financeiras de 30/06/08, com previsão para término dos trabalhos por parte da KPMG em 19 de abril de 2010, e que após discussões sobre o conteúdo do relatório final, estaremos encaminhando às mesmas à CVM e ao mercado.
- Destacamos que a conclusão das Demonstrações Financeiras auditadas de 30/06/08 não recolocará os papéis AGEN11 em condição normal de negociação.
- Adicionalmente, a KPMG manifestou através de e-mail enviado no dia 9 de abril de 2010, às 21:17hs, sua decisão de não apresentar proposta para execução de auditoria das demonstrações financeiras dos períodos subseqüentes a 30/06/08.
- Uma vez que a Agrenco Ltd é uma sociedade estabelecida em Bermudas e regida pelas leis deste país, a administração da Companhia estará tomando as providencias necessárias e previstas em seus estatutos no que tange a este assunto, estará convocando reunião de seus acionistas em data a ser estabelecida, em estrito cumprimento ao previsto em seus estatutos, para deliberar sobre a questão.
- Informamos que todos os registros contábeis do período de 01/07/08 até 31/03/10 estão atualizados e disponíveis para serem auditados, e somente nos manifestaremos quanto ao prazo de conclusão dos trabalhos, após cumprido os tramites legais e estatutários da Agrenco Ltd.
- Para maiores detalhes sobre a legislação de Bermudas e os estatutos da Agrenco Ltd solicitamos aos interessados que acessem o link abaixo, onde encontrarão no prospecto disponível desde o lançamento dos BDRs todas as informações:
http://www.mzweb.com.br/agrenco/web/arquivos/Agrenco_ProspectoDefinitivo.pdf
- Revisamos os cronogramas de conclusão das fábricas e temos o seguinte a informar:
- Alto Araguaia: estamos com algumas áreas quase concluídas e dependemos de alguns fornecedores de serviços e equipamentos para a retomada dos trabalhos para finalização. Estamos priorizando as áreas produtivas e de co-geração de energia, estando esta dependente de um único fornecedor, do qual aguardamos a entrega dos equipamentos finais. A finalização das obras industriais está prevista entre 21 e 30 de junho de 2010.
- Caarapó: novo cronograma fisico-financeiro da obra será submetido ao Conselho de Administração para análise e tomada de decisões, após a sua deliberação postaremos em nosso site o teor da decisão.
- Desde o último comunicado, intensificamos nossos esforços em iniciar tratativas com os representantes do órgão público federal responsável pela concessão e fiscalização do selo, e por conta disso, já temos confirmado reunião com os respectivos representantes com o objetivo de avaliar e estabelecer procedimentos na esfera administrativa visando reverter a decisão comentada no comunicado ao mercado de 31/03/10.
- Lembramos que a suspensão em questão aplica-se exclusivamente à unidade de Alto do Araguaia e vale por um ano a contar de 05/03/10.
- A Unidade de Caarapó encontra-se em processo de certificação, o que deverá ocorrer até 30 de junho de 2010.
- Analisamos dezenas de e-mails recebidos a partir da divulgação do comunicado ao mercado de 31/03/10, muitos deles foram respondidos prontamente por se tratar de questões relacionadas a entendimento do próprio comunicado.
- Questões de ordem técnica, envolvendo nossa produção e produtos foram encaminhados às respectivas áreas de competência e à medida que tivermos as respostas, prontamente as encaminharemos.
- Vários outros questionamentos nos foram endereçados, e pela similaridade de perguntas, em sua maioria sobre obrigações da Companhia e direitos dos detentores dos BDRs – AGEN11, e sobre procedimentos relacionados a convocação de Assembléias, recomendamos a leitura do Prospecto Definitivo de Oferta Pública de Distribuição Primária e Secundária de Certificados de Depósito de Ações de 23 de outubro de 2007, disponível desde 2007 no nosso site, cujo link que encontra-se abaixo, entendemos que o conteúdo deste prospecto responderá a quase totalidade das perguntas encaminhas.
http://www.mzweb.com.br/agrenco/web/arquivos/Agrenco_ProspectoDefinitivo.pdf
Valdenir Soares
Diretor de Relação com Investidores
Diretor de Relação com Investidores
TELB4 - PNBL
Heloisa Magalhães, André Borges e Cibelle Bouças, do Rio e de São Paulo
20/04/2010
Fabricantes de equipamentos que atendem tanto operadoras de telecomunicações como usuários de serviços de banda larga se reuniram nas últimas semanas e, juntas, bateram à porta de ministérios, em Brasília, para dizer que podem dar conta da universalização do serviço. A expectativa é de que o Plano Nacional de Banda Larga (PNBL), menina dos olhos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, seja uma oportunidade para quem desenvolve tecnologia no país.
Há uma enorme discussão a respeito do tema. Mesmo que as operadoras privadas participem diretamente da universalização da banda larga, como é intenção da Oi, que apresentou uma proposta à Casa Civil, cresce no governo a intenção de utilizar as fibras ópticas sem uso da Eletronet. Após longa guerra na Justiça, essa infraestrutura está voltando às mãos do sistema Eletrobras.
Segundo o secretário de logística do Ministério do Planejamento, Rogério Santana, envolvido diretamente no projeto, o uso da fibra independe da presença privada no PNBL. Santana diz que todas as operadoras serão recebidas pelo governo, caso queiram apresentar suas propostas, como fez a Oi. " O Brasil tem três grandes backbones (redes principais): da Embratel, da Oi e da Intelig, que foi comprada pela TIM. Há muitas outras redes espalhadas, mas sem presença nacional. Se existem as fibras ociosas (da Eletrobras), por que não usá-las? É um erro avaliar que essas fibras são da Eletronet. Não são. A Eletronet é uma massa falida, mas as fibras que atendem aos clientes continuam com a empresa " , diz.
Santana reconhece, entretanto, que a rede que está sendo transferida para o sistema Eletrobras não chega à casa do consumidor final. Essa rede precisa de complemento e o que vai ser feito neste sentido ainda será definido. Ele não antecipa quais seriam as propostas, mas afirma que o plano está formatado. " A maior parte das dúvidas levantadas estão sendo sanadas. Há (dentro do próprio governo) posições diferentes e cada área tem sua proposta. O mais difícil vai ser uma posição final, mas vamos fechar [a proposta] e apresentá-la ao presidente Lula em data que depende da agenda dele " , afirma.
O governo pretende criar uma rede de mais de 30 mil quilômetros de fibras ópticas, unindo os 17 mil quilômetros de fibras que haviam sido transferidos para Eletronet. A essa rede seriam agregadas fibras de outras empresas do sistema Eletrobras, como Eletronorte, Furnas e Chesf. A proposta é utilizar também o chamado " backhaul " (que faz ligação entre redes) das operadoras, o que está causando polêmica. A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) estabeleceu por meio da Resolução 530, que trata das metas de universalização da telefonia fixa, normas para a cobrança do uso do backhaul. Para a Abrafix, entidade que reúne as operadoras, a agência não pode fixar regra relativa à cobrança, pois o serviço de banda larga não está sujeito à tarifa determinada pela agência. José Fernandes Pauletti, presidente da Abrafix, diz que esse movimento da Anatel indica que o governo quer utilizar a infraestrutura das operadoras no plano de banda larga.
Com a presença das operadoras no projeto e na ativação das fibras ópticas da Eletrobras, os criadores de tecnologia nacional vislumbram uma oportunidade de colocar no projeto os produtos criados no país, como diz José Ellis Ripper, um dos sócios e criadores da Asga, que produz equipamentos ópticos de telecomunicações para transporte de informações.
Um trunfo para a indústria nacional é o BNDES. O banco já tem linha de apoio aos produtos concebidos dentro do país com condições bem mais atraentes do que os que atendem às exigências de montagem local, estabelecidas pelo Processo Produtivo Básico (PPB). Esse processo segue etapas de fabricação fixadas pela Lei de Informática de 1991, que prevê a concessão de benefícios fiscais.
Para a Datacom, fabricante de equipamentos de telecomunicações sediada em Porto Alegre, a atuação do BNDES como financiador de investimentos de banda larga pode ter um papel crucial na expansão da indústria nacional de equipamentos. " Hoje o BNDES já tem inúmeras linhas de financiamento para a área de inovação e isso é extremamente favorável para o setor, mas com essa nova medida ele passa a atuar diretamente no mercado, movimentando toda a cadeia " , diz Antonio Carlos Porto, diretor executivo da Datacom.
Mais do que financiar suas próprias operações, Porto afirma que o maior interessado nos recursos do BNDES são as operadoras. " É uma medida necessária. Estamos sofrendo muito com a concorrência externa, principalmente dos chineses " , diz ele. Com 500 funcionários, dos quais 270 são engenheiros, a Datacom sentiu profundamente os efeitos da crise no ano passado. A companhia, que em 2008 teve um faturamento de R$ 240 milhões, viu sua receita cair para R$ 130 milhões em 2009.
O vice-presidente de marketing e estratégia da Ericsson, Lourenço Coelho, também considera " positiva " a oferta das linhas de financiamento para os fabricantes nacionais. " A ampliação do financiamento a juro baixo pode ajudar a estimular o crescimento da produção nacional de toda a cadeia " , afirmou. O executivo disse acreditar, no entanto, que o banco definirá regras que contemplem também as empresas internacionais com fábrica no Brasil, como é o caso da Ericsson. " A produção de alguns itens ainda é feita em pequena escala no país " , observa Lourenço. Para o executivo, parte do plano de expansão terá de ser cumprido com banda larga móvel, em função do alto custo para a instalação de fibra óptica nas regiões mais distantes e com baixa densidade demográfica. De acordo com Lourenço, a Ericsson avalia investimentos para ampliar a capacidade de produção de sua fábrica em São José dos Campos (SP).
A questão ainda pouco clara é como serão as condições estabelecidas pelo governo para beneficiar o produto feito no país, uma vez que frequentemente sistemas importados da China, com preços mais baixos do que os da indústria nacional, são os vencedoras das concorrências. O fato da Oi, empresa que fez proposta de operar o PNBL, estar negociando financiamento com a China, fez com que as empresas ficassem ainda mais preocupadas. Executivos do setor dizem que esses financiamentos são geralmente atrelados a compras na indústria do país de origem. Procurada, a Oi, por meio da área de comunicação corporativa, disse que a companhia não comentaria o assunto. Fontes do mercado dizem que o financiamento é de US$ 1 bilhão, sendo parte para capital de giro e parte para equipamentos.
Segundo fontes do governo, as atuais linhas de financiamento do BNDES atendem ao perfil para o fornecimento de equipamentos para o plano de universalização de banda larga. Hoje, nas linhas do banco, os produtos que se enquadram no PPB podem ser financiados em até 80% e os de tecnologia concebida no país em 100% mais serviços. Os juros para ambos os casos é de 4,5% ao ano até junho; depois passam a 5,5%.
20/04/2010
Fabricantes de equipamentos que atendem tanto operadoras de telecomunicações como usuários de serviços de banda larga se reuniram nas últimas semanas e, juntas, bateram à porta de ministérios, em Brasília, para dizer que podem dar conta da universalização do serviço. A expectativa é de que o Plano Nacional de Banda Larga (PNBL), menina dos olhos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, seja uma oportunidade para quem desenvolve tecnologia no país.
Há uma enorme discussão a respeito do tema. Mesmo que as operadoras privadas participem diretamente da universalização da banda larga, como é intenção da Oi, que apresentou uma proposta à Casa Civil, cresce no governo a intenção de utilizar as fibras ópticas sem uso da Eletronet. Após longa guerra na Justiça, essa infraestrutura está voltando às mãos do sistema Eletrobras.
Segundo o secretário de logística do Ministério do Planejamento, Rogério Santana, envolvido diretamente no projeto, o uso da fibra independe da presença privada no PNBL. Santana diz que todas as operadoras serão recebidas pelo governo, caso queiram apresentar suas propostas, como fez a Oi. " O Brasil tem três grandes backbones (redes principais): da Embratel, da Oi e da Intelig, que foi comprada pela TIM. Há muitas outras redes espalhadas, mas sem presença nacional. Se existem as fibras ociosas (da Eletrobras), por que não usá-las? É um erro avaliar que essas fibras são da Eletronet. Não são. A Eletronet é uma massa falida, mas as fibras que atendem aos clientes continuam com a empresa " , diz.
Santana reconhece, entretanto, que a rede que está sendo transferida para o sistema Eletrobras não chega à casa do consumidor final. Essa rede precisa de complemento e o que vai ser feito neste sentido ainda será definido. Ele não antecipa quais seriam as propostas, mas afirma que o plano está formatado. " A maior parte das dúvidas levantadas estão sendo sanadas. Há (dentro do próprio governo) posições diferentes e cada área tem sua proposta. O mais difícil vai ser uma posição final, mas vamos fechar [a proposta] e apresentá-la ao presidente Lula em data que depende da agenda dele " , afirma.
O governo pretende criar uma rede de mais de 30 mil quilômetros de fibras ópticas, unindo os 17 mil quilômetros de fibras que haviam sido transferidos para Eletronet. A essa rede seriam agregadas fibras de outras empresas do sistema Eletrobras, como Eletronorte, Furnas e Chesf. A proposta é utilizar também o chamado " backhaul " (que faz ligação entre redes) das operadoras, o que está causando polêmica. A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) estabeleceu por meio da Resolução 530, que trata das metas de universalização da telefonia fixa, normas para a cobrança do uso do backhaul. Para a Abrafix, entidade que reúne as operadoras, a agência não pode fixar regra relativa à cobrança, pois o serviço de banda larga não está sujeito à tarifa determinada pela agência. José Fernandes Pauletti, presidente da Abrafix, diz que esse movimento da Anatel indica que o governo quer utilizar a infraestrutura das operadoras no plano de banda larga.
Com a presença das operadoras no projeto e na ativação das fibras ópticas da Eletrobras, os criadores de tecnologia nacional vislumbram uma oportunidade de colocar no projeto os produtos criados no país, como diz José Ellis Ripper, um dos sócios e criadores da Asga, que produz equipamentos ópticos de telecomunicações para transporte de informações.
Um trunfo para a indústria nacional é o BNDES. O banco já tem linha de apoio aos produtos concebidos dentro do país com condições bem mais atraentes do que os que atendem às exigências de montagem local, estabelecidas pelo Processo Produtivo Básico (PPB). Esse processo segue etapas de fabricação fixadas pela Lei de Informática de 1991, que prevê a concessão de benefícios fiscais.
Para a Datacom, fabricante de equipamentos de telecomunicações sediada em Porto Alegre, a atuação do BNDES como financiador de investimentos de banda larga pode ter um papel crucial na expansão da indústria nacional de equipamentos. " Hoje o BNDES já tem inúmeras linhas de financiamento para a área de inovação e isso é extremamente favorável para o setor, mas com essa nova medida ele passa a atuar diretamente no mercado, movimentando toda a cadeia " , diz Antonio Carlos Porto, diretor executivo da Datacom.
Mais do que financiar suas próprias operações, Porto afirma que o maior interessado nos recursos do BNDES são as operadoras. " É uma medida necessária. Estamos sofrendo muito com a concorrência externa, principalmente dos chineses " , diz ele. Com 500 funcionários, dos quais 270 são engenheiros, a Datacom sentiu profundamente os efeitos da crise no ano passado. A companhia, que em 2008 teve um faturamento de R$ 240 milhões, viu sua receita cair para R$ 130 milhões em 2009.
O vice-presidente de marketing e estratégia da Ericsson, Lourenço Coelho, também considera " positiva " a oferta das linhas de financiamento para os fabricantes nacionais. " A ampliação do financiamento a juro baixo pode ajudar a estimular o crescimento da produção nacional de toda a cadeia " , afirmou. O executivo disse acreditar, no entanto, que o banco definirá regras que contemplem também as empresas internacionais com fábrica no Brasil, como é o caso da Ericsson. " A produção de alguns itens ainda é feita em pequena escala no país " , observa Lourenço. Para o executivo, parte do plano de expansão terá de ser cumprido com banda larga móvel, em função do alto custo para a instalação de fibra óptica nas regiões mais distantes e com baixa densidade demográfica. De acordo com Lourenço, a Ericsson avalia investimentos para ampliar a capacidade de produção de sua fábrica em São José dos Campos (SP).
A questão ainda pouco clara é como serão as condições estabelecidas pelo governo para beneficiar o produto feito no país, uma vez que frequentemente sistemas importados da China, com preços mais baixos do que os da indústria nacional, são os vencedoras das concorrências. O fato da Oi, empresa que fez proposta de operar o PNBL, estar negociando financiamento com a China, fez com que as empresas ficassem ainda mais preocupadas. Executivos do setor dizem que esses financiamentos são geralmente atrelados a compras na indústria do país de origem. Procurada, a Oi, por meio da área de comunicação corporativa, disse que a companhia não comentaria o assunto. Fontes do mercado dizem que o financiamento é de US$ 1 bilhão, sendo parte para capital de giro e parte para equipamentos.
Segundo fontes do governo, as atuais linhas de financiamento do BNDES atendem ao perfil para o fornecimento de equipamentos para o plano de universalização de banda larga. Hoje, nas linhas do banco, os produtos que se enquadram no PPB podem ser financiados em até 80% e os de tecnologia concebida no país em 100% mais serviços. Os juros para ambos os casos é de 4,5% ao ano até junho; depois passam a 5,5%.
KEPL3 - Vende Silos pra eles. Estão precisando, rsrs. Este poderá ser o melhor ano dos últimos tempos para a KEPL3.
http://www.gazetadopovo.com.br/caminhosdocampo/conteudo.phtml?tl=1&id=992943&tit=Parana-armazena-soja-no-terreiro
MILK11
Muita expectativa para os próximos pregões.
Saída da RJ se aproxima. É o que muitos estão dizendo.
Olho no book.
Saída da RJ se aproxima. É o que muitos estão dizendo.
Olho no book.
segunda-feira, 19 de abril de 2010
KEPL3 - Mercado crescendo e um bom momento para a empresas. A Kepler terá grandes oportunidades pela frente e está trabalhando para isto. Está participando inclusive de muitos eventos.
Transportes
Ferroeste terá investimentos de R$ 17 milhões para aumentar a movimentação pela ferrovia - 16/04/2010 18:36
Mais duas empresas, a AB Comércio de Insumos e a Transportadora Binacional, vão se instalar no Terminal da Ferroeste em Cascavel. Ambas acabam de ser credenciadas no processo de chamamento público que a ferrovia abriu para atender empresas interessadas em construir silos, áreas de transbordo, e movimentar cargas através daquele terminal.“A parceria da Ferroeste com os produtores, cooperativas e cerealistas amplia-se a cada dia. As duas novas empresas vão dinamizar ainda mais o nosso Terminal e aumentar o volume de transporte realizado pela nossa ferrovia em pelo menos 200 mil toneladas anuais. Temos uma área total de 1,7 milhão de metros quadrados e vamos continuar cedendo áreas gratuitamente para toda empresa que queira construir às suas expensas instalações de armazenagem provisória e transbordo e firmar conosco contratos de transporte ferroviário de longo prazo. Garantimos regularidade no transporte e tarifas acessíveis, que serão sensivelmente reduzidas quando a Ferroeste não mais depender da concessionária ALL a partir de Guarapuava, o que ocorrerá com a construção do ramal Guarapuava-Paranaguá, previsto para iniciar em 2011 e terminar em 2013”, afirmou nesta sexta-feira (16), o presidente da Ferroeste, Samuel Gomes, ao anunciar a decisão de credenciar duas novas empresas que se instalarão no Terminal José Carlos Senden Junior, em Cascavel.
“O próximo passo”, diz Gomes, “é a construção de um terminal público de containeres, inclusive frigorificados, para a qual já temos área reservada pelo nosso plano diretor, e que terá início nos próximos meses”
AS NOVAS EMPRESAS - As duas novas empresas credenciadas - AB Comércio de Insumos, de Santa Terezinha de Itaipu, e Transportadora Binacional, com sede em Foz do Iguaçu - possuem larga experiência nas áreas de logística, agronegócio e comércio e irão realizar suas operações no Terminal de Cascavel, nos próximos dois anos e meio, com investimentos que somam aproximadamente R$ 17 milhões. Os recursos serão aplicados nas obras de instalação e sistemas de armazenagem provisória e transbordo. O edital de chamamento previu que as empresas devem iniciar provisoriamente suas operações no prazo de oito meses, a contar da assinatura do contrato de transporte e do termo de permissão de uso gratuito de área no terminal.
AUMENTO NA MOVIMENTAÇÃO - O gerente de logística da AB Comércio de Insumos, Valmir Wiest, informa que a capacidade de armazenamento da empresa no Terminal de Cascavel será de 60 mil toneladas “com possibilidade de ampliação”. Segundo ele, a área do empreendimento é de 50 mil m2. Atualmente, explica, a empresa movimenta 300 mil toneladas por ano, sendo que o novo terminal de transbordo que será instalado na Ferroeste responderá pela movimentação de “no mínimo 100 mil toneladas anuais, devendo chegar a mais”.
O gerente da AB Insumos acredita que o projeto no Terminal da Cascavel deve incrementar os negócios do grupo. “Hoje movimentamos 300 mil toneladas/ano, mas com o terminal poderemos aumentar nossa capacidade porque o investimento, num ponto estratégico como é o Terminal de Cascavel, vai melhorar bastante nossa logística de transporte. Por isso acreditamos muito nesse projeto e na Ferroeste. Estamos também otimistas com a criação da Ferrosul”.
A AB Comércio de Insumo vai investir R$ 15 milhões em obras de pavimentação, construção de escritórios, terminal de transbordo, silos e secadores. A empresa vai ocupar 50 mil m2 de área no terminal e o contrato prevê movimentação inicial de 80 mil toneladas/ano de cargas ferroviárias.
No caso da Transportadora Binacional, o aporte para as novas instalações será de R$ 1,8 milhão. O gerente administrativo, Sérgio Antônio Razeente, disse que a empresa vai ocupar uma área total de 20 mil m2, sendo 3.200 m2 de área construída dentro do terminal. A estimativa da empresa é movimentar até 100 mil toneladas de grãos por ano.
“Hoje o custo rodoviário torna o transporte muito mais oneroso”, afirma Razeente. “Com o suporte da Ferroeste, os custos vão baratear e, além de poder servir melhor os nossos atuais clientes, também iremos prestar serviços para terceiros em Foz do Iguaçu, Cascavel, Paraguai e Argentina”. Segundo o executivo, “a idéia é fazer operações em Ponta Grossa, Porto de Paranaguá e em toda a região Oeste a um custo mais barato. Vamos ter estrutura de armazenamento no Terminal da Ferroeste, o que favorecerá bastante a distribuição”, conclui.
EMPRESAS JÁ INSTALADAS - Atualmente doze empresas já se encontram instaladas no Terminal de Cascavel, ocupando 620 mil m2 dos 1.71 milhão de m2 ocupáveis. O processo público teve como objetivo chamar as empresas interessadas em obter a Permissão de Uso, que é gratuita, nas áreas disponibilizadas pela Ferroeste. “Novas áreas serão colocadas à disposição das empresas que queiram aqui se instalar, respeitado o planejamento estabelecido no plano diretor de ocupação das áreas”, reafirma Samuel Gomes, diretor presidente da Ferroeste.
Para participar do processo, as empresas que foram credenciadas tiveram que comprovar experiência no setor requerido e também que atuam na área de influência da Ferroeste, assim como apresentar anteprojeto de construção para as suas instalações dentro do terminal. O perímetro da área a ser cedida é proporcional ao volume de carga que a empresa está se comprometendo a movimentar pela ferrovia considerando os últimos três anos e tendo em vista quantidades mínimas definidas por ano, distribuída segundo uma programação mensal. “Apoio ao setor produtivo. Esta é a política da Ferroeste, porque é a política do governo do Paraná. Com a Ferrosul, este processo de indução do desenvolvimento econômico e social no interior e de fortalecimento dos nossos portos através do transporte ferroviário será uma política regional dos estados membros do Codesul”, conclui o presidente da Ferroeste.
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