MERCADO LIVRE

domingo, 7 de março de 2010

TOYB4

Esta semana a ação terá importantes trocas de mãos.
Espero uma grande subida até o final do mês.

Olho no book

ECOD3

Olho no book. Olho nas notícias.

Vamos ver como a ação vai se comportar nesta segunda.

MILK11

Reforçando o que falei na semana passada.

Olho grudadinho no book para ver quando começa a reversão do canal de baixa.

TOYB4

Desenvolvedoras de games buscam o mercado externo

:: Da redação
:: Convergência Digital :: 03/03/2010 De 8 a 10 de março, 22 empresas da vertical de Games do Projeto Brazil IT (PSI-SW) participam nos Estados Unidos da sétima edição da Game Connection San Francisco (http://www.game-connection.com/content/prices-san-francisco), evento realizado paralelamente à Game Developers Conference, principal encontro sobre desenvolvimento de jogos do mundo.

Pela terceira vez a participação das companhias nacionais na mostra está sendo organizada pela SOFTEX (www.softex.br) e pela Apex Brasil (www.apexbrasil.com.br), com o apoio da Associação Brasileira das Desenvolvedoras de Jogos Eletrônicos (Abragames).

Integram a delegação MusiGames Studio, Jynx e PlayLore (Pernambuco); Tectoy Digital, Overplay (Campinas); Kidsguru, DayDreamLab, Ene Solutions, 44 Bico Largo, Webcore (São Paulo); Hoplon (Santa Catarina); Ilusis Interactive Graphics (Belo Horizonte); Techfront, Calibre Games (Paraná), Interama (Espírito Santo), além dos autores dos sete projetos vendedores do Concurso BR Games (Dragon vs Heroes, Vovó a Solta, Freestyle, Chameleon, Luna, O Mutualismo e Lumaki).

Como o objetivo principal da Game Connection é estreitar as relações entre compradores e vendedores de jogos e de serviços relacionados, todas as reuniões de negócios, com duração de 30 minutos, são agendadas previamente a partir de um sistema on-line disponibilizado pela organização e que contém o perfil de cada um dos participantes.

“Esse modelo nos permite aproveitar melhor os três dias do evento e confere mais qualidade às reuniões, uma vez que as empresas compradoras contatadas podem previamente recusar um convite enviado pelo sistema. Assim, as que aceitam o fazem porque têm real interesse em saber mais sobre o produto ou serviço da parte vendedora”, explica Bernardo Manfredini, consultor da SOFTEX responsável pela participação brasileira na Game Connection.

“Lançaremos na Game Connection dois jogos que desenvolvemos com a iPlay. Este ano, esperamos colocar no mercado mais oito games para Android, iPhone e iPad que estão atualmente em fase de conceito. Durante os três dias do evento vamos apresentá-los aos publishers internacionais para que possamos concluir a sua produção”, comenta Américo Amorim, diretor-executivo da MusiGames Studio, que já exporta suas soluções para mais de 105 países.

Ao contrário das três edições anteriores, desta vez a presença brasileira, sob a recém-criada marca Brasil IT+, que identifica a indústria brasileira de TI, será especial porque incluirá, empresas maduras e com vivência internacional e os 10 projetos vencedores do concurso BrGames.

“Em nenhuma outra edição do concurso os ganhadores tiveram a oportunidade de apresentar seus demos a potenciais compradores internacionais. Isso comprova que o BrGames não tem apenas o objetivo de identificar talentos, mas também fomentar a exportação de jogos digitais”, destaca Manfredini.

As empresas com experiência exportadora poderão conhecer em São Francisco novos parceiros potenciais, fortalecer seus laços comerciais com antigos contatos, apresentar novos projetos a antigos parceiros, se atualizar em relação às principais tendências do mercado para os próximos anos, ou seja, reunir uma série de informações preciosas para o planejamento de seu negócio.

“Para as companhias iniciantes, a Game Connection é uma chance para aproximação com os publishers, para entender as necessidades de possíveis parceiros comerciais e uma oportunidade única para mapear os concorrentes, o que não é uma tarefa fácil de ser realizada a partir do Brasil”, completa Bernardo Manfredini.

sábado, 6 de março de 2010

TELB4

05/03/2010 - 21:02 - Atualizado em 05/03/2010 - 21:32


CVM confirma investigação para apurar negócios com ações da Telebras

O objetivo é apurar se algum investidor usou informações privilegiadas sobre a volta da Telebras para negociar ações da empresa na bolsa

José Fucs



A Comissão de Valores Mobiliários (CVM), o xerife do mercado de capitais, confirmou oficialmente nesta sexta-feira que está investingando as operações realizadas nos últimos anos com ações da Telebrás, a antiga holding estatal do setor de telefonia. O objetivo da investigação é apurar se algum dos envolvidos com o projeto do governo de ressuscitar a Telebrás, para torná-la responsável pela gestão do Plano Nacional de Banda Larga, realizou negócios com papéis da empresa, aproveitando-se de informação privilegiada – o chamado insider trading.



"A CVM está apurando fatos relacionados com os impactos no mercado de valores mobiliários das noticias e comentários sobre o possível aproveitamento da Telebras no âmbito do denominado Plano Nacional de Banda Larga", diz o comunicado divulgado pela CVM. "Na hipótese de o trabalho de apuração em curso conduzir à conclusão no sentido da ocorrência de ilícito na esfera do mercado de capitais, poderão ser responsabilizados todos aqueles em relação aos quais, à luz da legislação aplicável, existam suficientes indícios de materialidade e autoria."



Nos últimos dois anos, as ações da Telebrás, que controlava as empresas estaduais de telefonia antes da privatização, em 1998, e detinha o monopólio do setor no país, tiveram grande valorização. A alta dos papéis foi puxada pelas declarações de ministros e até do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, sobre o projeto de usar a empresa para implementar o plano de popularização da banda larga. Desde o início do governo Lula, em 2003, as ações da Telebrás, acumulam uma alta de quase 35.000% na BM&F Bovespa. Só neste ano, até hoje, as cotações já tiveram uma valorização de 200%. Em dezembro de 2007, os papéis da empresa tiveram uma alta de 200% em um único dia (16 de dezembro), depois que o ministro da Comunicações, Hélio Costa, revelou pela primeira vez os planos de ressuscitá-la. "Se houve vazamento, a CVM deve investigar", afirmou Lula recentemente, sobre a excessiva valorização das ações da empresa. "Se ela cresceu 35.000%, para mim é novidade. Agora, que ela vai crescer, vai. Porque nós vamos recuperar a Telebrás e utilizá-la para fazer banda larga nesse país."



Na semana passada, uma reportagem do jornal Folha de S.Paulo revelou que o ex-ministro José Dirceu, antecessor de Dilma Rousseff na Casa Civil, estaria envolvido no plano de banda larga oficial. Embora tenha deixado o governo em 2005, dirceu ainda mantém grande influência nos círculos do poder em Brasília. Segundo a Folha, Dirceu recebeu R$ 620 mil, em troca de serviços de consultoria prestados ao empresário Nelson dos Santos, conhecido no mercado como intermediador de grandes negócios, entre 2007 e 2009. O empresário detém uma participação relevante na Eletronet, uma estatal falida cujo principal ativo seria o direito de uso de uma rede de 16.000 quilômetros de cabos de fibras ótica da Eletrobrás, e tinha, portanto, interesse em ver o projeto de renascimento da Telebrás decolar.



O governo, porém, teria desistido, ao final, de viabilizar seu projeto de banda larga por meio da Eletronet. A mudança de planos do governo teria ocorrido em razão de uma decisão tomada pela Justiça Estadual do Rio de Janeiro, que referendou o entendimento de que a rede de fibras óticas que Santos queria explorar pertence, na verdade, às estatais do setor elétrico. Estava apenas cedida, por contato, à Eletronet.

SZPQ4 - Indústria investirá US$ 271 bilhões em quatro anos.

Outro setor da cadeia do petróleo que contribuirá muito para a expansão da indústria é o petroquímico. Sob o impacto da união Braskem-Quattor, o setor vai mais do que triplicar os investimentos em relação aos US$ 5 bilhões do período 2005-2008. Segundo o BNDES, serão aplicados US$ 17 bilhões na petroquímica até 2013, um aumento de 240% em relação ao outro quadriênio. Entre os projetos em curso, estão o Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj) e o Polo Petroquímico de Suape, em Pernambuco, que devem consumir US$ 8,4 bilhões e US$ 2 bilhões, respectivamente.


Leiam abaixo a matéria inteira.
http://portalexame.abril.com.br/economia/industria-investira-us-271-bilhoes-quatro-anos-538284.html

CCHI3

Alguns amigos me pedem para comentar sobre ela.
Bom o que posso dizer é que a empresa pode aproveitar o bom momento imobiliário e se valorizar por conta disto. Sempre de olho no book.

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Construção civil planeja crescer 9% este ano



A construção civil deve crescer 9% neste ano puxada pelas obras do Programa Minha Casa, Minha Vida e o PAC. A previsão é do presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção, Paulo Safady Simão. Essa forte expansão deve contribuir para que o PIB dê um salto de 6% neste ano. Apesar das estimativas favoráveis, ele afirmou que, com base nos números do IBGE, o setor deverá fechar 2009 com uma retração entre 3% e 4%. Ele contesta a pede alteração nos critérios da pesquisa.


http://www.clicrbs.com.br/diariocatarinense/jsp/default2.jsp?uf=2&local=18&source=a2829585.xml&template=3898.dwt&edition=14240§ion=129

Por isso sempre falo pra diversificarem suas ações.

Outro dia eu comentei justamente sobre isto. Que eu não gosto de colocar 100% do meu capital numa única empresa. Mesmo que eu acredite que ela possa subir muito numa determinada época.
Eu li pelos fóruns sobre muitos investidores que a AGEN11 seria a melhor para o ano e que por isto estavam 100% comprados. Agora estão com o dinheiro 100% "presos" aguardando a solução.
Eu acredito muito numa retomada da empresa, porém só tenho 10% nela.
ECOD3, deu este susto na gente, e olha que não é considerada um MICO, pelo contrário, vários analistas indicando como uma excelente opção de investimento. Mas como eu disse outro dia, nem as Blue Chips estão livres de acontecimentos catastróficos. Vide Aracruz e Sadia.
Tem coisas que não podemos prever. Portanto reforço aqui a minha dica e técnica de como costumo agir, principalmente com as ações de alto risco.

Entro com pouco e vou reforçando a cada subida, de 5 a 5 por cento.

Diversifico em diversas ações para não correr riscos maiores.


Mesmo assim com tudo isto tenho dinheiro que estão presos em ações como:

AGEN11, VAGV4, VPTA4 e TROR4

Vamos acompanhar a ECOD3 e ficar de olho na oportunidade porque se o SELO voltar, ela vai subir rápido, gerando uma boa oportunidade de entrada.

Boa sorte pra todos !!!

TOYB4 - Pra quem quiser conhecer o novo jogo QUEIMADO - Zeebo

http://www.zeebo.com.br/gameoftheweek.aspx

KEPL3 - Vou guardar por 8 anos ou mais. Vai fazer a minha aposentadoria.

http://www.brasileconomico.com.br/noticias/brasil-sera-superpotencia-agricola-em-2020_78016.html