A nova parceria com o BB me fez comprar mais um pouco desta empresa.
Voltando ao grafico de poucos anos atras , observei que a media foi de 8,50, isto mesmo 8,50 , e hoje apenas 0,37.
Bom , uma oportunidade como esta pode ser unica e resolvi comprar mais um pouquinho.
Imagina se em 3 anos ela volta pelo menos a valer 4,00?
Bom quem comprar 10.000,00 ao preco de 0,40 e daqui a 3 anos ela valer 4,00 tera um ganho excepcional chegando aos 100.000,00. Bom , nao custa nada sonhar e acreditar no novo potencial da empresa com a parceria do Banco do Brasil.
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O Grupo Kepler Weber, empresa líder de mercado no segmento de armazenagem de grãos, e o Banco do Brasil, anunciaram nesta quarta-feira, dia 01 de setembro, o estabelecimento de convênio de cooperação técnica, financeira e operacional.
O convênio visa agilizar e incrementar os investimentos no segmento de armazenagem de grãos, tendo em vista o crescente déficit da capacidade de estocagem no Brasil. A parceria, ora firmada com o Banco do Brasil, é fundamental para o aumento das vendas da Companhia. O banco tem foco no agronegócio, bem como possui capilaridade para atender a demanda da Kepler Weber.
As informações são da assessoria de imprensa do Grupo Kepler Weber.
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Bom amigos , a Kepler esta voltando com forca total e esta vendo que precisa ampliar a sua capacidade, pois tem muito BRASIL pela frente para se ganhar dinheiro. Alem logicamente de todo um mercado internacional.
Esta parceria com o Banco do Brasil, que nao brinca em servico , faz com que eu fique extremamente animado com o novo potencial da empresa.
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quinta-feira, 9 de setembro de 2010
terça-feira, 7 de setembro de 2010
JBDU4 - O amigo "oMinerim" me passou a notícia abaixo. Bela pesquisa do amigo. Obrigado. JB Duarte está investindo em terreno na cidade de Cabreúva, não é a toa. Os caras sabem o que estão fazendo e eu aproveito este momento e vou encarteirando JBDU4.
Falta de moradias em Cabreúva nos Distritos do Jacaré, Bonfim e no Pinhal
Cerca de 1.000 a 2.000 famílias não encontram casas para comprar e alugar
Segundo estatísticas contidas no site do SEADE (www.seade.sp.gov.br/pr..., coletadas em maio de 2010, a taxa geométrica de crescimento populacional de Cabreúva do ano de 2000 até 2010 foi de 3,31% ao ano, muitas vezes maior do que os Municípios do eixo regional: São Paulo (0,59%), Campinas (1,13%), Jundiaí (1,18%) e Itu (1,78%). E também maior do que a média da região (1,89% ao ano) e da média geral do Estado de São Paulo (1,32%).
Ter uma moradia é um instinto e necessidade natural do ser humano, desde o tempo das cavernas. Não dá para simplesmente ficar sem teto ou sem casa. E para isso as pessoas são capazes de fazer qualquer coisa. Já existem diversas casas irregulares, com princípio de favelização, na margem do Ribeirão Piraí, próximo à Rodovia Dom Gabriel, situadas na divisa e território do Município de Itu.
Cabreúva passa por uma fase em que é preciso tomar uma séria decisão: INCHAR ou CRESCER?
INCHAR seria o aglomerar populacional desordenado, em condições de favelização ou com várias família amontoadas dentro de uma mesma casa, como já se pode observar em alguns imóveis no Jacaré, pela falta de casas para alugar.
CRESCER, por outro lado, seria a cidade ter o almejado crescimento ordenado e sustentável, com equilíbrio e respeito ao meio-ambiente.
Mas não se pode culpar o Município por isso, porque Cabreúva é uma APA – Área de Proteção Ambiental e a Prefeitura observa corretamente a legislação estadual e a proteção do meio-ambiente na aprovação de empreendimentos.
Devido à restrição ambiental, loteamentos com lotes menores do que 1.000,00m2 não podem ser aprovados no Distrito do Jacaré, Bonfim e Pinhal, devido à legislação municipal que estabelece esta limitação de área. Este limite existe porque o adensamento populacional desordenado geraria uma sobrecarga no esgoto que passaria da capacidade da Estação de Tratamento de Esgoto da SABESP, prejudicando a qualidade das águas do Ribeirão Piraí que também abastece Salto e Indaiatuba (e futuramente Itu, como se pode perceber no site da ANA – Agência Nacional de Águas).
Novos trabalhadores não encontram casas para comprar e alugar
Por outro lado percebe-se um grande déficit habitacional no Distrito do Jacaré, Bonfim e Pinhal, onde já é muito difícil encontrar casas para comprar e principalmente para alugar. Existem muitas pessoas que estão sendo obrigadas a morar em casas muito ruins, com aluguéis altíssimos e que não têm para onde mudar, pela falta de escolha. Casas pequenas de um quarto e cozinha, sem sala, chegam a ter aluguéis de R$450,00 mensais no Distrito do Jacaré e no Pinhal, onde existe maior procura pela proximidade com as indústrias.
O novo centro de distribuição da Avon, próximo à Rodovia Dom Gabriel, já está quase concluído. Cerca de 600 trabalhadores temporários do setor de construção estão encerrando seus trabalhos. Está previsto para este mês de maio e começo de junho de 2010, o início das atividades de cerca de 2.000 trabalhadores permanentes. Alguns serão contratados do Município de Cabreúva e seus Distritos; outros, com qualificação especializada, virão de outras regiões e de São Paulo - capital, segundo informou um engenheiro da empresa. Pode-se estimar facilmente que se metade destes trabalhadores vier de outros municípios teremos cerca de 1.000 trabalhadores “de fora”, acompanhados de 2 a 5 membros de suas famílias (cônjuges, pais e filhos), o que importa um crescimento populacional de 2.000 a 5.000 pessoas, a exigir cerca de 1.000 novas moradias. Além disso, se formos contar as contar as novas empresas “satélites” que darão apoio à Avon e à demanda gerada pelos novos habitantes, teremos muito mais habitantes e moradias, que chegam a um número difícil de se estimar, embora seja totalmente certo que isso vai acontecer e já está acontecendo. Já se pode perceber isso claramente pelo trânsito no Boulevard do Distrito do Jacaré, que enfrenta congestionamentos nos horários de pico às 8:00 e às 18:00 horas, que não ocorriam há alguns meses.
Este déficit habitacional pode ser resolvido com respeito ao meio-ambiente?
Temos três soluções possíveis:
1. Uma solução para construtoras e investidores do setor imobiliário é a criação “empreendimentos ambientalmente sustentáveis”. A Prefeitura chama isso de “Vilas”, e que na verdade são condomínios fechados de casas ou sobrados padronizados de 1 a 3 dormitórios, permitidos pela legislação municipal, com projetos de aproveitamento e infiltração correta das águas da chuva nas áreas comuns e de um pré-tratamento do esgoto do condomínio, antes dos efluentes serem lançados no sistema público de esgoto da SABESP.
2. Para aprovação de grandes empreendimentos, também é possível utilizar o instrumento da “compensação ambiental”, largamente admitido na legislação brasileira, que consiste em se compensar um maior adensamento populacional de uma área com um menor adensamento em outra área da mesma região, conforme sinalizou a CETESB.
3. Outra solução é a construção por investidores particulares de casas para venda ou aluguel, nos chamados “vazios urbanos”, que são os numerosos terrenos vazios espalhados em diversos pontos do Município e de seus Distritos.
4. Finalmente, deve-se cobrar da SABESP a ampliação da estação de tratamento do esgoto (ETE) que foi instalada recentemente já no limite da capacidade populacional, e que não está preparada para o crescimento populacional do Município, com previsões confirmadas do SEADE e IBGE.
1. Uma solução para construtoras e investidores do setor imobiliário é a criação “empreendimentos ambientalmente sustentáveis”. A Prefeitura chama isso de “Vilas”, e que na verdade são condomínios fechados de casas ou sobrados padronizados de 1 a 3 dormitórios, permitidos pela legislação municipal, com projetos de aproveitamento e infiltração correta das águas da chuva nas áreas comuns e de um pré-tratamento do esgoto do condomínio, antes dos efluentes serem lançados no sistema público de esgoto da SABESP.
2. Para aprovação de grandes empreendimentos, também é possível utilizar o instrumento da “compensação ambiental”, largamente admitido na legislação brasileira, que consiste em se compensar um maior adensamento populacional de uma área com um menor adensamento em outra área da mesma região, conforme sinalizou a CETESB.
3. Outra solução é a construção por investidores particulares de casas para venda ou aluguel, nos chamados “vazios urbanos”, que são os numerosos terrenos vazios espalhados em diversos pontos do Município e de seus Distritos.
4. Finalmente, deve-se cobrar da SABESP a ampliação da estação de tratamento do esgoto (ETE) que foi instalada recentemente já no limite da capacidade populacional, e que não está preparada para o crescimento populacional do Município, com previsões confirmadas do SEADE e IBGE.
Finalmente, cabe a cada um de nós praticar a cidadania, ajudando com a preservação do meio-ambiente, no uso racional da água e na denúncia com simples telefonemas à Prefeitura, sobre suspeitas de irregularidades.
(permitida a reprodução e adaptação deste artigo, independentemente de qualquer autorização).
segunda-feira, 6 de setembro de 2010
JBDU4 - Projeto imobiliario esta andando e pode ter uma forte parceria.
A empresa MATEC ENGENHARIA pode ser uma forte candidata na parceria imobiliária com a JB Duarte.
Obs: assim que eu souber algo mais, coloco por aqui.
Todos sabem que a Siemens esta entrando forte em Cabreuvas, nao sabem? Pois em cima disto que estou correndo atras.
Vamos ficar de olho nas futuras noticias.
Expresso aqui apenas a minha opiniao, pode acontecer, pode nao acontecer. Temos que aguardar fatos concretos.
Olho na oportunidade de se comprar por 0,08 porque daqui a pouco nem por 0,09 poderemos conseguir mais, rs.
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Obs: assim que eu souber algo mais, coloco por aqui.
Todos sabem que a Siemens esta entrando forte em Cabreuvas, nao sabem? Pois em cima disto que estou correndo atras.
Vamos ficar de olho nas futuras noticias.
Expresso aqui apenas a minha opiniao, pode acontecer, pode nao acontecer. Temos que aguardar fatos concretos.
Olho na oportunidade de se comprar por 0,08 porque daqui a pouco nem por 0,09 poderemos conseguir mais, rs.
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Corrida por imóveis industriais e galpões chega à Cabreúva
O aquecimento do varejo e os planos de expansão da indústria na região estão movimentando o mercado deimóveis industriais e de galpões logísticos. De acordo com um levantamento feito pela CB Richard Ellis, de São Paulo, nos próximos dez anos chegarão ao mercado 2,8 milhões metros quadrados em novos projetos de galpões logísticos no Estado.
De acordo com Marcos Montadon, diretor comercial da empresa, “o segmento industrial e o de logística estão fortes e o Brasil está recebendo muitas consultas de empresas de equipamentos e tecnologia. Várias já estão comprando terrenos para a instalação de novas áreas no País.” Como é o caso de Matec Engenharia, em Cabreúva, que está gerando projetos para o setor industrial crescer em engenharia pela região, com volume de contrato de R$ 400 milhões.
No primeiro semestre de 2009, o volume de projetos em orçamento na divisão cresceu para 68 mil m². A maior demanda, no entanto, veio da área de construção sob encomenda, onde os orçamentos na área industrial cresceram para 78 mil m². A área representou 35% do negócio da empresa no ano passado, quando o volume de contratos alcançou R$ 170 milhões. “São obras que já consideramos na reta final das análises”, afirma Verena Arantes Balas, superintendente de Desenvolvimento de Projetos e Produtos da Matec.
A empresa está desenvolvendo três plantas em Cabreúva, que serão locadas para a Siemens. O investimento é da Matec, que buscou financiamento do Banco do Brasil para rentabilizar com a locação do imóvel. A Matec Engenharia também foi contratada pela Votorantim Metais para a construção de uma planta em Alumínio, interior de São Paulo. A empresa também está construindo um centro de distribuição para a Bomi.
RPMG4 - Estou investindo bem aqui. Espero ter o objetivo de 2,00 em breve. Olho nela !!!
Manguinhos se reinventa
Após passar por um período turbulento, quando teve de interromper o processamento de petróleo bruto, em 2006, a Refinaria de Petróleos de Manguinhos (RPM) – a última refinaria 100% privada de porte no país – parece ressurgir com ares promissores. A partir de 2008, quando foi adquirida pelo grupo Andrade Magro por R$ 7 milhões – R$ 2 milhões pelas ações e R$ 5 milhões para amortizar uma antiga dívida da refinaria com a Repsol –, uma nova estratégia foi desenhada para que a unidade voltasse a crescer e atrair parceiros. De lá para cá, já foram aplicados R$ 40 milhões.
O primeiro passo foi a retomada do processamento de petróleo. Após conseguir autorização da ANP para retornar à atividade de refino, Manguinhos voltou a operar no início de agosto, a partir de uma carga de 20 mil m³ de condensados vinda do Golfo do México. A capacidade atual de processamento autorizada pela agência é de 15 mil barris/dia. A refinaria, porém, espera chegar em breve a 20 mil barris diários mediante nova autorização do órgão regulador, explica Paulo Henrique Menezes, superintendente da RPM.
Para reencontrar o caminho do crescimento, a empresa aposta suas fichas em uma linha de produtos diferenciados, que tenham forte demanda e baixa ou nenhuma concorrência direta. “Podemos dizer que o projeto de refino é o coração da companhia. Buscamos nele criar a ‘Manguinhos Boutique’. Ou seja, ter uma carteira de produtos para o mercado que a Petrobras, por exemplo, não produz ou não consegue atender plenamente”, afirma o executivo.
Assim, a partir dos condensados do Golfo do México será produzida gasolina com alta octanagem, similar à gasolina Podium da Petrobras, um produto na linha premium com grande potencial de crescimento. Além disso, produtos específicos pouco encontrados no mercado nacional serão fabricados em Manguinhos, como o etano – usado na indústria química, em componentes de colas e solventes – e fluidos utilizados em sondas de perfuração, não fabricados no país.
Na prática, a intenção da companhia é obter ganhos relevantes em segmentos de produtos específicos que as empresas acabam precisando procurar fora do Brasil. “Um exemplo é o fluido para sondas de perfuração. Como não é fabricado aqui, a Petrobras tem de importá-lo. E isso com certeza eleva seus custos”, explica Menezes.
Manguinhos produzirá os fluidos de perfuração e outros produtos, como gasolina de aviação, a partir de GLP. Isso explica porque, também em agosto, a refinaria avançou no processo de buscar novos parceiros assinando um acordo com o grupo Ultra, no valor de US$ 400 milhões, com duração de cinco anos, para fornecimento do combustível.
Para o diretor da ANP, Allan Kardec Duailibe, a volta de Manguinhos ao refino é importante, pois mostra uma demanda de mercado. “Manguinhos se recupera em um momento favorável, no qual o mercado de derivados está bastante aquecido”, ressalta.
Ao encontro da Petrobras
Apesar de uma das razões para o declínio operacional e financeiro de Manguinhos, no início da década, ter sido a concorrência desigual enfrentada pela companhia diante da Petrobras, dona do maior parque de refino do país, Menezes garante que, ao contrário do que possa parecer, “a empresa está se posicionando ao encontro da Petrobras, e não de encontro a ela”. O executivo ressalta que, além da relação cliente-fornecedor, pretende ser um parceiro da petroleira gigante.
Prova disso é o protocolo de intenções assinado pelas duas empresas em junho. Segundo nota divulgada pela Petrobras, o acordo tem como objetivo “identificar oportunidades de negócios e possibilitar parcerias nas áreas de refino, incluindo a modernização de instalações operacionais da refinaria”.
A aproximação entre as empresas ocorreu, segundo Menezes, após a Petrobras perceber oportunidades de negócio em conjunto. “A Petrobras tomou conhecimento do que estávamos desenvolvendo e entendeu que podia participar como parceira, já que temos projetos interessantes de refino”, diz o executivo.
Biodiesel e eletricidade
A nova estratégia adotada levou Manguinhos a diversificar suas operações. Um dos primeiros projetos elaborados pela direção foi a implantação de uma planta de biodiesel. Com tancagem de 215 mil m³, a unidade já está pronta para operar, faltando somente reativar licenças. “Precisamos fazer algumas adequações exigidas pela ANP. Estamos apenas aguardando a agência nos dar a autorização para começar a produzir”, afirma Menezes.
O executivo esclarece que a produção de biodiesel de Manguinhos será capaz de atender de 80% a 85% da necessidade do estado do Rio de Janeiro. “Como há a obrigatoriedade mínima da mistura do biodiesel no diesel, temos mercado para nosso produto.”
Além do biodiesel, Manguinhos também analisa a implantação de uma termelétrica de 200 MW. Um protocolo de intenções foi assinado com a empresa Multiner para estudos de viabilidade técnica e financeira. O objetivo é identificar a real capacidade de geração da nova usina e sua distribuição.
Três geradores instalados na planta industrial da refinaria e que não eram utilizados poderão ser aproveitados no novo empreendimento. A comercialização da energia, caso a planta saia realmente do papel, ainda não foi definida. Ou seja, os empreendedores ainda não sabem se venderão a energia em leilões para o mercado regulado ou no mercado livre.
Após passar por um período turbulento, quando teve de interromper o processamento de petróleo bruto, em 2006, a Refinaria de Petróleos de Manguinhos (RPM) – a última refinaria 100% privada de porte no país – parece ressurgir com ares promissores. A partir de 2008, quando foi adquirida pelo grupo Andrade Magro por R$ 7 milhões – R$ 2 milhões pelas ações e R$ 5 milhões para amortizar uma antiga dívida da refinaria com a Repsol –, uma nova estratégia foi desenhada para que a unidade voltasse a crescer e atrair parceiros. De lá para cá, já foram aplicados R$ 40 milhões.
O primeiro passo foi a retomada do processamento de petróleo. Após conseguir autorização da ANP para retornar à atividade de refino, Manguinhos voltou a operar no início de agosto, a partir de uma carga de 20 mil m³ de condensados vinda do Golfo do México. A capacidade atual de processamento autorizada pela agência é de 15 mil barris/dia. A refinaria, porém, espera chegar em breve a 20 mil barris diários mediante nova autorização do órgão regulador, explica Paulo Henrique Menezes, superintendente da RPM.
Para reencontrar o caminho do crescimento, a empresa aposta suas fichas em uma linha de produtos diferenciados, que tenham forte demanda e baixa ou nenhuma concorrência direta. “Podemos dizer que o projeto de refino é o coração da companhia. Buscamos nele criar a ‘Manguinhos Boutique’. Ou seja, ter uma carteira de produtos para o mercado que a Petrobras, por exemplo, não produz ou não consegue atender plenamente”, afirma o executivo.
Assim, a partir dos condensados do Golfo do México será produzida gasolina com alta octanagem, similar à gasolina Podium da Petrobras, um produto na linha premium com grande potencial de crescimento. Além disso, produtos específicos pouco encontrados no mercado nacional serão fabricados em Manguinhos, como o etano – usado na indústria química, em componentes de colas e solventes – e fluidos utilizados em sondas de perfuração, não fabricados no país.
Na prática, a intenção da companhia é obter ganhos relevantes em segmentos de produtos específicos que as empresas acabam precisando procurar fora do Brasil. “Um exemplo é o fluido para sondas de perfuração. Como não é fabricado aqui, a Petrobras tem de importá-lo. E isso com certeza eleva seus custos”, explica Menezes.
Manguinhos produzirá os fluidos de perfuração e outros produtos, como gasolina de aviação, a partir de GLP. Isso explica porque, também em agosto, a refinaria avançou no processo de buscar novos parceiros assinando um acordo com o grupo Ultra, no valor de US$ 400 milhões, com duração de cinco anos, para fornecimento do combustível.
Para o diretor da ANP, Allan Kardec Duailibe, a volta de Manguinhos ao refino é importante, pois mostra uma demanda de mercado. “Manguinhos se recupera em um momento favorável, no qual o mercado de derivados está bastante aquecido”, ressalta.
Ao encontro da Petrobras
Apesar de uma das razões para o declínio operacional e financeiro de Manguinhos, no início da década, ter sido a concorrência desigual enfrentada pela companhia diante da Petrobras, dona do maior parque de refino do país, Menezes garante que, ao contrário do que possa parecer, “a empresa está se posicionando ao encontro da Petrobras, e não de encontro a ela”. O executivo ressalta que, além da relação cliente-fornecedor, pretende ser um parceiro da petroleira gigante.
Prova disso é o protocolo de intenções assinado pelas duas empresas em junho. Segundo nota divulgada pela Petrobras, o acordo tem como objetivo “identificar oportunidades de negócios e possibilitar parcerias nas áreas de refino, incluindo a modernização de instalações operacionais da refinaria”.
A aproximação entre as empresas ocorreu, segundo Menezes, após a Petrobras perceber oportunidades de negócio em conjunto. “A Petrobras tomou conhecimento do que estávamos desenvolvendo e entendeu que podia participar como parceira, já que temos projetos interessantes de refino”, diz o executivo.
Biodiesel e eletricidade
A nova estratégia adotada levou Manguinhos a diversificar suas operações. Um dos primeiros projetos elaborados pela direção foi a implantação de uma planta de biodiesel. Com tancagem de 215 mil m³, a unidade já está pronta para operar, faltando somente reativar licenças. “Precisamos fazer algumas adequações exigidas pela ANP. Estamos apenas aguardando a agência nos dar a autorização para começar a produzir”, afirma Menezes.
O executivo esclarece que a produção de biodiesel de Manguinhos será capaz de atender de 80% a 85% da necessidade do estado do Rio de Janeiro. “Como há a obrigatoriedade mínima da mistura do biodiesel no diesel, temos mercado para nosso produto.”
Além do biodiesel, Manguinhos também analisa a implantação de uma termelétrica de 200 MW. Um protocolo de intenções foi assinado com a empresa Multiner para estudos de viabilidade técnica e financeira. O objetivo é identificar a real capacidade de geração da nova usina e sua distribuição.
Três geradores instalados na planta industrial da refinaria e que não eram utilizados poderão ser aproveitados no novo empreendimento. A comercialização da energia, caso a planta saia realmente do papel, ainda não foi definida. Ou seja, os empreendedores ainda não sabem se venderão a energia em leilões para o mercado regulado ou no mercado livre.
sexta-feira, 3 de setembro de 2010
Amigos, se puderem dar uma força para um grande amigo meu, agradeço muito.
Galera,
seguinte: meu amigo FABIANO PINEL está participando de um projeto chamado Redesign Dollar.
O projeto é promovido por um designer-americano-consultor-de-branding chamado Richard Smith
e consiste basicamente em reformular as cédulas do dólar, apresentando ideias inéditas e tanto de design qto de conceito.
Uma iniciativa homologada pela casa da moeda americana que visa incentivar a combalida e
economia yankee.
Nesse ano de eleição, peço a ajuda de vc, eleitor.
Entre no site:
http://richardsmith.posterous.com/music-man-fabiano-pinel-dollar-redeign-2010
e vc encontra o post do trabalho (acho que é o segundo) junto com uma defesa.
Logo abaixo do post tem um link "VOTE TO WIN" que vc clica
e vai pra uma página que tem um parágrafo de texto com a frase "VOTE NOW".
Clica lá e logo aparecerá uma tabelona com o nome FABIANO PINEL , entre outros.
Selecione, aperte "Vote!" e pronto, já ajudou o tio Pinel, rsrs.
Basicamente, o tema das notas vai em cima dos gêneros musicais que nasceram nos EUA, como blues, jazz, soul, rap etc.
Por isso, as cédulas tem o shape e todas as características de um ingresso de show. Deem uma conferida.
É isso.
Se vcs puderem ( e se quiserem, claro), passem o link pra amigos, inimigos, parentes, vizinhos, joguem no twitter, no facebook, colem um cartaz na portaria do prédio.
Abs e obrigado a todos que participaram.
Socomerciais
seguinte: meu amigo FABIANO PINEL está participando de um projeto chamado Redesign Dollar.
O projeto é promovido por um designer-americano-consultor-de-branding chamado Richard Smith
e consiste basicamente em reformular as cédulas do dólar, apresentando ideias inéditas e tanto de design qto de conceito.
Uma iniciativa homologada pela casa da moeda americana que visa incentivar a combalida e
economia yankee.
Nesse ano de eleição, peço a ajuda de vc, eleitor.
Entre no site:
http://richardsmith.posterous.com/music-man-fabiano-pinel-dollar-redeign-2010
e vc encontra o post do trabalho (acho que é o segundo) junto com uma defesa.
Logo abaixo do post tem um link "VOTE TO WIN" que vc clica
e vai pra uma página que tem um parágrafo de texto com a frase "VOTE NOW".
Clica lá e logo aparecerá uma tabelona com o nome FABIANO PINEL , entre outros.
Selecione, aperte "Vote!" e pronto, já ajudou o tio Pinel, rsrs.
Basicamente, o tema das notas vai em cima dos gêneros musicais que nasceram nos EUA, como blues, jazz, soul, rap etc.
Por isso, as cédulas tem o shape e todas as características de um ingresso de show. Deem uma conferida.
É isso.
Se vcs puderem ( e se quiserem, claro), passem o link pra amigos, inimigos, parentes, vizinhos, joguem no twitter, no facebook, colem um cartaz na portaria do prédio.
Abs e obrigado a todos que participaram.
Socomerciais
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
KEPL3 - Grandes negócios
Agronegócio
Kepler Weber e Banco do Brasil anunciam convênio
Brasil Econômico (redacao@brasileconomico.com.br)
02/09/10 15:35
02/09/10 15:35
O grupo Kepler Weber, empresa líder nacional no segmento de armazenagem de grãos, e o Banco do Brasil (BB), anunciaram ontem (1) o estabelecimento de convênio de cooperação técnica, financeira e operacional.
De acordo com a empresa, o convênio visa agilizar e incrementar os investimentos no segmento de armazenagem de grãos, tendo em vista o crescente déficit da capacidade de estocagem no Brasil.
"A parceria, ora firmada com o Banco do Brasil, é fundamental para o aumento das vendas da
companhia. O banco tem foco no agronegócio, bem como possui capilaridade para atender a
demanda da Kepler Weber", afirmou em nota.
companhia. O banco tem foco no agronegócio, bem como possui capilaridade para atender a
demanda da Kepler Weber", afirmou em nota.
Sigo confiante com as 4 dicas para estudarem.
Estou aguardando qual vai foguetar primeiro:
KEPL3, JBDU4, RPMG4 e TOYB4
Será um foguete atrás do outro. Olho nelas. Estudemmmmmmmmmmmmmmmmmmmmm !!!!
KEPL3, JBDU4, RPMG4 e TOYB4
Será um foguete atrás do outro. Olho nelas. Estudemmmmmmmmmmmmmmmmmmmmm !!!!
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
TOYB4 - DIA DAS CRIANÇAS CHEGANDO - MAIS UM LANÇAMENTO
30/08/2010 - 19:24 (atualizada em 30/08/2010 19:37)
Tectoy apresenta nova versão do Mega Drive 4 Guitar Idol
Jogo tem músicas dos Mamonas Assassinas; console custa R$ 299
Da Redação

Console vem com guitarra e dois controles
A brasileira Tectoy lançou nesta segunda-feira (30) a nova versão do Mega Drive 4 Guitar Idol. O console vem com 100 jogos na memória e 60 músicas.
Entre os jogos da memória estão "Sonic 3", "Alex Kidd in the Enchanted Castle", "Altered Beast", "Golden Axe", "Kid Chameleon" e "Shinobi 3". O pacote de músicas, espécie de versão nacional do "Guitar Hero", contém canções de grupos como NX Zero, CPM22, Fresno, Paralamas do Sucesso e Mamonas Assassinas.
O novo console permite reprodução de arquivos em MP3 e vem com dois joysticks ergonômicos e uma guitarra estilizada.
O preço do aparelho é de R$ 299.
Entre os jogos da memória estão "Sonic 3", "Alex Kidd in the Enchanted Castle", "Altered Beast", "Golden Axe", "Kid Chameleon" e "Shinobi 3". O pacote de músicas, espécie de versão nacional do "Guitar Hero", contém canções de grupos como NX Zero, CPM22, Fresno, Paralamas do Sucesso e Mamonas Assassinas.
O novo console permite reprodução de arquivos em MP3 e vem com dois joysticks ergonômicos e uma guitarra estilizada.
O preço do aparelho é de R$ 299.
JBDU4
Amanhã, nova troca de mãos.
Belas notícias podem ser anunciadas em breve.
Olho nesta ação. JBDU4, estou comprando mais.
Boa sorte pra todos !!!
Belas notícias podem ser anunciadas em breve.
Olho nesta ação. JBDU4, estou comprando mais.
Boa sorte pra todos !!!
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