MERCADO LIVRE

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

MILK11 - Olho nela

Rio de Janeiro, 5 de agosto de 2010. Relatório Reservado

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Os planos da GP Investimentos para a indústria de laticínios extrapolam as fronteiras brasileiras. A GP Dairy, seu braço no setor,está negociando a compra do controle da La Serenissima, uma das maiores produtoras de leite e derivados da Argentina. No ano passado, a empresa faturou cerca de US$ 500 milhões. Controlada pela família Mastellone, sobrenome tradicional na indústria argentina, a empresa tem uma das principais plantas de laticínios do país, localizada na cidade de General Rodríguez. A GP herdaria também uma vasta rede de distribuição não apenas na Argentina, mas em países vizinhos, inclusive no próprio Brasil, onde a La Serenissima é dono da Leitesol, com sede em Bragança Paulista (SP). Procurada pelo RR – Negócios & Finanças, a GP não quis comentar a informação. A La Serenissima vem sendo regularmente assediada por grandes grupos internacionais do setor. No ano passado, a Brasil Foods fez uma oferta pela empresa – ver RR – Negócios & Finanças nº 3.660. No entanto, a Danone, sócia da companhia argentina em uma joint venture voltada à distribuição de laticínios, atravessou a negociação. No fim das contas, nem brasileiros, nem franceses; a La Serenissima permaneceu nas mãos da família. Os Mastellone, no entanto, vêm enfrentando alguns percalços financeiros, dos quais a GP tenta se aproveitar para fisgar o ativo. Afetada pela retração econômica na Argentina e pela crescente concorrência com grupos internacionais, a La Serenissima acumula uma dívida de quase US$ 250 milhões. A investida sobre a La Serenissima faz parte de um projeto maior da GP. Ao mesmo tempo em que fortalece sua posição no mercado brasileiro – tornou-se um dos cinco principais investidores do setor depois da recente associação com a Laep/Parmalat – a gestora de private equity pretende transformar a GP Dairy em um player internacional. A ideia é montar um colar de ativos em diversos países da América do Sul, notadamente no Mercosul. Além da Argentina, a empresa está analisando ativos no Chile e Uruguai.
16 de 1805/Ago/2010 08:42 0

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

JBDU4

JBDU4 pode divulgar os resultados na próxima semana.

Vamos ficar de olho, a movimentação vai começar.

Um novo patamar para a empresa pode estar por vir.


Empresa com VPA de 0,15 com precinho de 0,08.

Uma das maiores oportunidades da bolsa no momento.

Meu objetivo: 0,50 até dezembro.

Estudemmmmmmmmmmmmmmmmmmm JBDU4 e seu grande momento imobiliário que está por vir.

Mais uma vez aviso: aprendam a pegar o foguete no chão. Não deixem para comprar em 0,20 podendo comprar aos 0,08 ou 0,09.

Estou investindo em JBDU4 com o objetivo de obter um bom lucro no curto , médio e longo prazo.

Aqui posto sempre a minha opinião e os meus objetivos. Não dou garantia de nada e nem sou vidente, apenas expresso as minhas emoções e objetivos.

Jogo pra ganhar , mas cada um tem que ter a sua responsabilidade.

Não comprem porque eu indiquei. Estudem antes de comprar qualquer ação. Mas estudem rápido porque aqui o foguete pode decolar a qualquer instante.

Para discontrair.

Então SOCOMERCIAIS carimbou e JBDU4 agora pode partir sem problema algum.

http://www.youtube.com/watch?v=ZTHvN3r3thM

Boa viagem amigos , só aguardar a decolagem.

De olho nas notícias. Vejam o que postei antes deste. Petrobras e Manguinhos visando oportunidade de negócios. Eike entrando forte com a Petrolífera. Oportunidade para ambas as partes. E aí? Eike na Manguinhos também? Conversas nos bastidores. De olho nas notícias. Assim que as coisas acontecem. VERDADE OU BOATO? Alerta está dado , vamos acompanhar.

http://portalexame.abril.com.br/negocios/noticias/eike-batista-pode-vender-sua-participacao-mmx-diz-jornal-584055.html

RPMG4 - De olho no futuro. Se algum novato ainda não sabe da notícia. Aproveite pra ler. E aos que já sabem e não possuem RPMG4, aproveitem para estudar.

http://portalexame.abril.com.br/negocios/noticias/petrobras-assina-protocolo-refinaria-manguinhos-572475.html

Os estudos têm o objetivo de identificar oportunidades de negócios e a formação de parcerias na área de refino, incluindo a modernização da refinaria de Manguinhos para produção de gasolina, diesel e produtos diferenciados; serviços de transporte e logística; e a produção de biodiesel.

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Meu objetivo em RPMG4: 
R$ 2,00 até dezembro.

KEPL3 + RPMG4

Estarei de olho grudadinho no book das duas.

JBDU4

Olho muito grudado.

A qualquer momento vai buscar 0,12, rompendo vai buscar o seu VPA de 0,15.

Muitas trocas de maos acontecerao no meio do caminho.

O book vai oscilar forte e momentos excelentes para compras e vendas acontecerao.

Estudemmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmm JBDU4

Momento maravilhoso. Ordem de compra acumulando e crescendo.

Uma hora ninguem vai entrar na fila mais e quem comprou por 0,09 comprou e quem nao comprou so por 0,10.

O foguete vai partir. Olho grudado !!!!

KEPL3

De olho grudado , acumulando novamente.
Vai buscar 0,50, olho nela !!!!!! Dia 11 chegando.

RPMG4

Excelente movimento hoje no book.

Olho grudadinho na compra e venda.

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Aqui só não ganha quem n quer.

Um dia a KEPL3 dispara, no outro é a RPMG4, eita vidinha boa.

Com SOCOMERCIAIS, só não ganha quem não quer.

Entrem sempre com pouco e deixem dinheiro para comprar caso abaixe , fazendo assim um preço médio.

Quando sobe vai arrastando e só lucrando. E se já for subindo o lucro é imediato.

Olho nelas !!!!

E hoje no tópico da ADVFN teve um amigo dizendo que RPMG4 iria afundar, hahahaha, eu fui lá e escrevi pra ele que enquanto ele acreditava em submarino eu acreditava no foguete.

E o que que deu? Foguete na cabeça.

Não jogo pra perder e nem estou aqui pra enganar os meus amigos.

Quero ganhar e quero que todos ganhem.

Se perderem estarei perdendo junto.

Só falo das ações que tenho em carteira e que estou investindo. Portanto ganho e perco com todos.

Mas o fato é que na bolsa, só perde quem não tem paciência , a paciência é a sabedoria.

Vocês verão ainda a TOYB4 fazer uma subida histórica.

Anotem o que digo . JBDU4 vai disparar também.

Olho na KEPL3, dia 11 chegando e nova subida forte poderá acontecer.

Brinquem e ganhem a vontade surfando nas dicas que coloco por aqui.

Boa sorte pra todos !!!

KEPL3 - DIA 11 CHEGANDO = Rumo aos 0,65. Grande oportunidade. Estudemmmmmmmmmmmmm KEPL3

Como deve vir o balanço? Vamos relembrar algumas notícias recentes?

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26/03/2010 - 12:43

Indústria

Kepler Weber entrega obra na Síria

A empresa gaúcha entregou o maior projeto de armazenagem de grãos do setor privado no país e busca novos clientes nos países árabes. Ela vai participar de missão do MDIC ao Oriente Médio, em abril.
Aurea Santos aurea.santos@anba.com.br São Paulo – A empresa gaúcha Kepler Weber anunciou este mês a entrega do maior projeto de armazenagem de grãos do setor privado da Síria. A obra, entregue em novembro de 2009, tem capacidade para 40 mil toneladas de milho e fluxo de recebimento de 300 toneladas/hora.

O projeto foi encomendado pelo Grupo T. Akhras, levou oito meses para ser executado e custou US$ 2,07 milhões, sendo parte de um sistema de extração de glicose e amido de milho na cidade de Homs.

Esta é a segunda obra executada pela empresa brasileira para o grupo sírio. A primeira foi para armazenagem de 40 mil toneladas de óleo vegetal.

Divulgação Divulgação
Projeto foi realizado na cidade de Homs
No Oriente Médio e África, a empresa já realizou um projeto na Turquia, oito no Irã e um no Egito, país no qual deve entregar uma segunda obra em abril, com a construção de silos metálicos e transportadores de grãos para a Egyptian International Company, empresa que realiza moagem de trigo e fabricação de farinha.

A Kepler Weber tem 30% de sua produção voltada para o mercado externo, 8% desta fatia vai para os países árabes. Atualmente, a empresa, que desde 2003 exporta para o Oriente Médio, está em busca de novos clientes entre os árabes.

“Além da Síria, onde já temos uma estrutura, estamos focando no Sudão, Arábia Saudita e Iraque, onde temos buscado novos projetos em função do crescimento”, diz Denis Catelan, trader para o Oriente Médio.

Ele conta que a Kepler Weber irá participar da missão organizada pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, e apoiada pela Câmara de Comércio Árabe Brasileira, ao Oriente Médio, que ocorrerá em abril, por considerar a região como estratégica para seus negócios.

“É uma região estratégica em função do relacionamento, e ser uma empresa brasileira facilita a relação. O objetivo é crescer no Norte da África e no Oriente Médio”, completa.

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Kepler Weber vende o maior silo para grãos do Brasil

Duas unidades com capacidade para 18 mil toneladas de grãos foram vendidas para empresa mineira.

EXAME.com
10/03/2010 | 17:55 
 
O Grupo Kepler Weber, líder de mercado no segmento de armazenagem de grãos, fechou a venda de dois silos de 18 mil toneladas para a NovaAgri, empresa de armazenagem e escoamento agrícola. Os silos serão os maiores já construídos no Brasil.

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uinta-feira, 18 de março de 2010 15:28
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Kepler Weber espera superar receita de 2008 este ano

SANDRA HAHN  Agencia Estado

PORTO ALEGRE - Com expectativa de recuperação de preços e com o estímulo da segunda maior safra de grãos em volume, a Kepler Weber espera superar em 2010 a receita de 2008. Naquele ano, a receita líquida somou R$ 329 milhões. A Kepler Weber atua no setor de agronegócios, especializada em projetos para armazenagem.
A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) estima a safra brasileira de grãos 2009/10 em 143,9 milhões de toneladas e, apesar dos baixos preços de alguns produtos, o volume é o principal indutor das vendas de equipamentos para armazenagem, afirmou o presidente da Kepler, Anastácio Fernandes Filho, ao comentar hoje o resultado da empresa em 2009. Além disso, deve ser recuperado o atraso na decisão de investimentos que ficaram represados pela crise, acrescentou o executivo.
Embora o terceiro e quarto trimestres do ano passado tenham terminado com lucro, o resultado destes períodos não foi suficiente para neutralizar o efeito da crise no primeiro trimestre de 2009, quando se registrou prejuízo de R$ 7,24 milhões. No ano, a Kepler reduziu o prejuízo em 9% em comparação com 2008, para R$ 3 milhões. A receita líquida caiu 35%, para R$ 215,1 milhões. O pior comportamento foi do mercado externo, onde a crise ainda repercute na Europa, observou o diretor financeiro da empresa, Nolci Santos. As exportações da Kepler caíram 56% em 2009, enquanto as vendas no mercado interno recuaram 23%.
A companhia teve de apertar margens de venda e enfrentar maior concorrência no ano passado, disse Fernandes Filho. Em meio à crise, pequenos fabricantes surgiram no mercado brasileiro e passaram a disputar espaço. A Kepler estimou aumento em sua participação de mercado, de 48% em 2008 para 50% em 2009, quando lançou a linha de silos KW Fazenda, equipamento projetado para atender a necessidade de pequenos e médios produtores. O déficit de armazenagem é estimado em torno de 15% da safra brasileira, mas não há um número oficial. A Kepler divulgou, no dia 10, que instalará dois silos com capacidade para 18 mil toneladas cada em Pirapora (MG) para a NovaAgri. A empresa alugará o serviço de armazenagem.
No primeiro trimestre do ano passado, além do enfraquecimento do mercado, a ociosidade também prejudicou o resultado. Fernandes Filho disse que as fábricas de Panambi (RS) e Campo Grande (MS) já operam atualmente em dois turnos, sem ociosidade. "Estamos satisfeitos com o nível de produção", comentou, sem detalhar o volume de pedidos em carteira.
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Indústria - 25/03/2010

Kepler Weber aumenta participação de mercado e disponibilidade de caixa

Companhia acredita que no ano de 2010 terá um volume de negócios superior ao de 2008.

Em um ano marcado pela crise econômica global, o Grupo Kepler Weber (KEPL3) fechou 2009 com um prejuízo de R$ 3 milhões. Apesar da queda de faturamento de 33% (R$ 250,9 milhões contra R$ 374,5 milhões em 2008), o resultado foi levemente melhor do que no ano anterior, quando o prejuízo somou R$ 3,3 milhões. O EBITDA (resultado antes de juros, impostos, depreciações e amortizações), em 2009 foi de R$ 1,3 milhões.

A crise internacional é apontada pela direção do Grupo Kepler Weber como a grande dificuldade do ano passado, pois afetou a demanda pelos produtos da companhia. De acordo com o balanço divulgado hoje (18/03), as receitas de exportação registraram em 2009 uma redução de 56% em comparação com 2008, enquanto o mercado interno teve um decréscimo de 23%. “No caso da Kepler Weber, que vinha de um período de reestruturação recente, a maior preocupação foi preservar o caixa, atravessando a crise sem necessidade de novos recursos financeiros”, destaca o Diretor Presidente, Anastácio Fernandes Filho.

Mesmo com a queda de faturamento, o Grupo Kepler Weber ao longo do ano de 2009 aumentou suas disponibilidades financeiras, que chegaram a R$ 75,9 milhões, contra R$ 62,7 milhões em 2008. “Apesar do movimento menor, conseguimos aumentar a disponibilidade em 21,2%, mesmo tendo realizado um investimento de R$ 11 milhões com recursos próprios”, afirma o Diretor Financeiro, Nolci Santos, que também ressalta a redução de 9,29% da dívida líquida, de R$ 101,7 milhões em 2008 para R$ 92,3 milhões em 2009. Durante a divulgação dos resultados de 2009, o diretor salientou a melhoria do resultado do quarto trimestre do ano, que, no entanto, não superou a baixa performance do primeiro semestre.

O Grupo Kepler Weber conseguiu manter a liderança do mercado brasileiro de armazenagem, com um crescimento de 2 pontos percentuais no market share, alcançando 50% em 2009. A empresa trabalhou no aprimoramento de sua linha de produtos e lançou a linha KW Fazenda, que visa atender os médios e pequenos produtores. Além disso, está concluindo o projeto de especialização das plantas de Campo Grande/MS, que passará a produzir toda a linha de secadores, e de Panambi/RS, que será responsável pela industrialização dos demais produtos da empresa.

Com base na perspectiva de safra de 140 milhões de toneladas de grãos no Brasil e na necessidade adicional de capacidade de armazenagem, a companhia acredita que no ano de 2010 terá um volume de negócios superior ao de 2008.