sábado, 22 de maio de 2010
AGEN11 - Setembro poderá ser o mês da tão esperada volta.
Ações da Agrenco voltarão à bolsa em setembro
por Marcelo Onaga
A Agrenco divulgou ontem o balanço referente ao trimestre encerrado em 30 de junho de 2008 e agora abriu caminho para voltar a ter seus papéis negociados na Bovespa. De acordo com executivos da companhia, os demais balanços de 2008 e 2009 serão entregues até 10 de setembro deste ano. O prazo já foi acertado com a Comissão de Valores Mobiliários. Os papéis da companhia poderão voltar a ser negociados assim que os resultado auditados forem apresentados.
A empresa está em processo de recuperação judicial desde o ano passado, depois que, em meados de 2008, foi alvo de uma operação da Polícia Federal que apurava fraudes em suas operações. No início deste ano, os BDRs (Brazilian Depositary Receipts) da empresa tiveram suas negociações suspensas em bolsa porque a apresentação de balanços da empresa estava atrasada em mais de um ano. Desde então, Agrenco e KPMG, a empresa de auditoria responsável pelo balanço de junho de 2008, não se entendiam sobre a entrega do documento.
Em maio deste ano, a KPMG aceitou entregar o balanço com detalhes sobre todas as operações que a antiga administração da Agrenco, que teve integrantes presos na operação da PF. No balanço apresentado ontem, aparece um patrimônio líquido negativo em 200 milhões de reais. O resultado, apesar de esperado por quem acompanha a empresa, surpreende se levado em conta o patrimônio líquido apurado um trimestre antes, em balanço auditado pela mesma KPMG, que apontava patrimônio líquido positivo de 600 milhões de reais. A diferença entre um trimestre e outro dói de 800 milhões de reais. Os novos balanços serão auditados pela BDO.
A empresa está em processo de recuperação judicial desde o ano passado, depois que, em meados de 2008, foi alvo de uma operação da Polícia Federal que apurava fraudes em suas operações. No início deste ano, os BDRs (Brazilian Depositary Receipts) da empresa tiveram suas negociações suspensas em bolsa porque a apresentação de balanços da empresa estava atrasada em mais de um ano. Desde então, Agrenco e KPMG, a empresa de auditoria responsável pelo balanço de junho de 2008, não se entendiam sobre a entrega do documento.
Em maio deste ano, a KPMG aceitou entregar o balanço com detalhes sobre todas as operações que a antiga administração da Agrenco, que teve integrantes presos na operação da PF. No balanço apresentado ontem, aparece um patrimônio líquido negativo em 200 milhões de reais. O resultado, apesar de esperado por quem acompanha a empresa, surpreende se levado em conta o patrimônio líquido apurado um trimestre antes, em balanço auditado pela mesma KPMG, que apontava patrimônio líquido positivo de 600 milhões de reais. A diferença entre um trimestre e outro dói de 800 milhões de reais. Os novos balanços serão auditados pela BDO.
quinta-feira, 20 de maio de 2010 - 15:51
KEPL3 - Matérias como esta abaixo me faz realmente crer que a KEPLER WEBER ajudará muito na minha aposentadoria.
Investir em agro, a estrela do Brasil
por Paulo Costa
Ainda ontem (quinta, 20 de maio) estava a caminho de uma reunião na charmosa Park Avenue da NY dos grandes escritórios e parei em uma banca de jornais para ver as manchetes (sim senhores, aqui também tem as velhas bancas onde se cultiva o hábito insubstituível pela internet de se ver as manchetes do dia…). E lá está o nosso Brasil citado na primeira página do glorioso The Wall Street Journal. Sob o título da matéria principal que se refere à inflação norte-americana (“Inflation at 44-Year Low”) lê-se textualmente, em tradução livre: “A inflação norte-americana caiu no mês passado para seu menor nível nos últimos 44 anos, evidenciando um potencial problema de desequilíbrio na recuperação global. A inflação tem subido em economias florescentes como China e Brasil, enquanto em muitos países desenvolvidos, como os EUA, os preços permanecem acomodados”.
Nesta data também o influente semanário ingles The Economist diz a mesma coisa que este artigo: estamos crescendo demais! E dizem ainda, o Brasil não é a China (“…Pelo fato do Brasil economizar e investir pouco, a maioria dos economistas acredita que a velocidade de crescimento deve ser limitada a 5% no máximo, para não entrar em colapso”). O fato real é que o mundo ainda se degladia com as sequelas da crise européia que não encontra fim – nem com as ajudas bilionárias dos países fortes da UE!
Isto tudo acaba por gerar aversão ao risco em geral e em particular nos países emergentes. Fica claro o temor por investir neste momento em economias que podem estar passando pela fase de construção de nova “bolha econômica”. Voltamos então à nossa certeza de que o agronegócio brasileiro é hoje o melhor investimento a ser feito em países emergentes. Investe-se em ativos físicos que serão sempre rentáveis a curto e médio prazo. O agribusiness brasileiro tende a consolidar-se cada vez mais como fonte competitiva do suprimento de alimentação e energia para o mundo. Tudo isto com instrumentos legais de gestão de risco bastante sofisticados, embora ainda desconhecidos para a grande maioria dos investidores.
nota do autor: a foto é do túnel ferroviário da Park Avenue de Manhattan, em 1941.
http://portalexame.abril.com.br/rede-de-blogs/bioagroenergia/2010/05/21/investir-em-agro-a-estrela-do-brasil/#more-186
Nesta data também o influente semanário ingles The Economist diz a mesma coisa que este artigo: estamos crescendo demais! E dizem ainda, o Brasil não é a China (“…Pelo fato do Brasil economizar e investir pouco, a maioria dos economistas acredita que a velocidade de crescimento deve ser limitada a 5% no máximo, para não entrar em colapso”). O fato real é que o mundo ainda se degladia com as sequelas da crise européia que não encontra fim – nem com as ajudas bilionárias dos países fortes da UE!
Isto tudo acaba por gerar aversão ao risco em geral e em particular nos países emergentes. Fica claro o temor por investir neste momento em economias que podem estar passando pela fase de construção de nova “bolha econômica”. Voltamos então à nossa certeza de que o agronegócio brasileiro é hoje o melhor investimento a ser feito em países emergentes. Investe-se em ativos físicos que serão sempre rentáveis a curto e médio prazo. O agribusiness brasileiro tende a consolidar-se cada vez mais como fonte competitiva do suprimento de alimentação e energia para o mundo. Tudo isto com instrumentos legais de gestão de risco bastante sofisticados, embora ainda desconhecidos para a grande maioria dos investidores.
nota do autor: a foto é do túnel ferroviário da Park Avenue de Manhattan, em 1941.
http://portalexame.abril.com.br/rede-de-blogs/bioagroenergia/2010/05/21/investir-em-agro-a-estrela-do-brasil/#more-186
KEPL3 - Vamos ficar de olho nos chineses.
http://www.noticiasdegoias.go.gov.br/index.php?idMateria=79582
Na minha opinião a cada crise o Brasil sairá fortalecido.
Análise
"América Latina está pronta para crescer", diz Carlos Slim
Brasil Econômico - Por Fabiola Moura/Bloomberg News
21/05/10 19:28
O magnata mexicano, Carlos Slim, é proprietário da América Móvil, dona da Claro
Collapse
As companhias, governos e bancos da América Latina estão saudáveis e fortes, e a região deveria aproveitar a crise na Europa para impulsionar seu crescimento, afirmou o magnata mexicano Carlos Slim.
"Agora é a hora da América Latina, o tempo da nossa região romper a barreira do subdesenvolvimento", afirmou o executivo durante uma coletiva de imprensa em Nova York. "Todas as empresas, governos e bancos estão saudáveis e fortes", acrescentou.
Carlos Slim ainda assinalou que este é o momento certo para que as nações da região estimulem seu crescimento.
Na opinião do diretor do Fundo Monetário Internacional (FMI) para o hemisfério ocidental, Nicolás Eyzaguirre, é provável que o efeito da crise fiscal na Europa na América Latina seja "suave".
Carlos Slim, nomeado pela revista Forbes como o homem mais rico do mundo, também disse que este é o exato momento para que a região "rompa seu laços com o subdesenvolvimento", e enfatizou que os "governos europeus devem se concentrar na correção dos excessos no gasto público".
"Há um excesso de déficit no gasto público e eles devem corrigir isso", acrescentou.
O FMI elevou para 4% sua perspectiva de crescimento econômico para a América Latina em 21 de abril.
Embora esteja ocorrendo uma recuperação em toda a região, o ritmo de expansão é bastante distinto entre as economias.
Brasil, Chile, Colômbia, México e Peru deverão se expandir em maior ritmo (4,5% ou mais) pela dependência das exportações de matérias-primas, além da integração destas nações com os mercados financeiros mundiais, informou um relatório do FMI no dia 4 de maio.
"América Latina está pronta para crescer", diz Carlos Slim
Brasil Econômico - Por Fabiola Moura/Bloomberg News
21/05/10 19:28
O magnata mexicano, Carlos Slim, é proprietário da América Móvil, dona da Claro
Collapse
As companhias, governos e bancos da América Latina estão saudáveis e fortes, e a região deveria aproveitar a crise na Europa para impulsionar seu crescimento, afirmou o magnata mexicano Carlos Slim.
"Agora é a hora da América Latina, o tempo da nossa região romper a barreira do subdesenvolvimento", afirmou o executivo durante uma coletiva de imprensa em Nova York. "Todas as empresas, governos e bancos estão saudáveis e fortes", acrescentou.
Carlos Slim ainda assinalou que este é o momento certo para que as nações da região estimulem seu crescimento.
Na opinião do diretor do Fundo Monetário Internacional (FMI) para o hemisfério ocidental, Nicolás Eyzaguirre, é provável que o efeito da crise fiscal na Europa na América Latina seja "suave".
Carlos Slim, nomeado pela revista Forbes como o homem mais rico do mundo, também disse que este é o exato momento para que a região "rompa seu laços com o subdesenvolvimento", e enfatizou que os "governos europeus devem se concentrar na correção dos excessos no gasto público".
"Há um excesso de déficit no gasto público e eles devem corrigir isso", acrescentou.
O FMI elevou para 4% sua perspectiva de crescimento econômico para a América Latina em 21 de abril.
Embora esteja ocorrendo uma recuperação em toda a região, o ritmo de expansão é bastante distinto entre as economias.
Brasil, Chile, Colômbia, México e Peru deverão se expandir em maior ritmo (4,5% ou mais) pela dependência das exportações de matérias-primas, além da integração destas nações com os mercados financeiros mundiais, informou um relatório do FMI no dia 4 de maio.
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