O número de casas novas vendidas nos EUA em março ficou acima do esperado pelo mercado, segundo o Departamento de Comércio americano.
Conforme o indicador divulgado nesta sexta-feira (23), o New Home Sales marcou vendas de 411 mil casas, mais que o revisado do mês anterior, que foi de 324 mil.
As expectativas também giravam em torno de 330 mil moradias.
sexta-feira, 23 de abril de 2010
quarta-feira, 21 de abril de 2010
JBDU4 - O amigo Nicolas tomou a grande iniciativa de fazer uma consulta ao RI da empresa. Tomei a liberdade e coloquei aqui para que todos possam ler. JBDU4 com projetos envolvendo MINHA CASA MINHA VIDA. Animadora a notícia. Obrigado Nicolas.
Aos que dizem que o RI nunca responde... As duas vezes que perguntei ele me respondeu. Tudo bem que fica meio no ar tudo, mas responde.Estarei enviando meus dados para ele informar o restante, mesmo achando que ele deveria ter informado publicamente...,mas lembrem-se JBDU não está no melhor nivel de governança, por isso não informam tão bem quanto uma petro.
Resposta para a seguinte pergunta feita pelo site:
Caro(a):
Nicolas
Sua pergunta:
qual a empresa que está efetuando os estudos no terreno em cabreúva ? Existe um prazo final para esses estudos? Há alguma referência desse local do terreno, pois tenho casa proximo a cabreuva, e gostaria de ver a área. A jb entraria sozinha nesse empreendimento ou está tentando alguma construtora maior para essa empreitada? A empresa tem alguma possibilidade ou interesse em um plano de banda larga, como vem sendo discutido no mercado? Existe algum posicionamento da empresa a respeito da MP que não foi para a frente? Obrigado
Nossa resposta:
Prezado Sr. Nicolas Os estudos estão em fase de consultas com diversos possíveis parceiros do segmento, dado que não temos experiência no setor. É nossa intenção, implementar o projeto, sê viável, em parceria com empresas experientes no ramo. A idéia é desenvolver o projeto dentro do Programa Minha Casa Minha Vida, e em consonância com a Prefeitura local. Solicito de vossa parte que nos informe: nome completo, CPF , RG , numero de acionista e quantidade de ações possuídas e espécie, após o que estaremos em condições de fornecer maiores detalhes da propriedade. Quanto a questão formulada referente a banda larga, não há de nossa parte no momento intenção de maiores investimentos , considerando que o projeto ainda esta em busca de sua sustentabilidade. Em relação ao fato da MP que abortou, temos a informar que as muitas empresas exportadoras que pleiteavam na mesma o reconhecimento de seus créditos, pressionam no sentido de ver uma nova emenda ser acostada em uma nova MP, fato que quando ocorrer, faremos uma referencia em nosso site . Atenciosamente Edison Cordaro
Ticket: gxmeepmufxporn55cw3k54yz | IP: 189.98.12.58
Resposta para a seguinte pergunta feita pelo site:
Caro(a):
Nicolas
Sua pergunta:
qual a empresa que está efetuando os estudos no terreno em cabreúva ? Existe um prazo final para esses estudos? Há alguma referência desse local do terreno, pois tenho casa proximo a cabreuva, e gostaria de ver a área. A jb entraria sozinha nesse empreendimento ou está tentando alguma construtora maior para essa empreitada? A empresa tem alguma possibilidade ou interesse em um plano de banda larga, como vem sendo discutido no mercado? Existe algum posicionamento da empresa a respeito da MP que não foi para a frente? Obrigado
Nossa resposta:
Prezado Sr. Nicolas Os estudos estão em fase de consultas com diversos possíveis parceiros do segmento, dado que não temos experiência no setor. É nossa intenção, implementar o projeto, sê viável, em parceria com empresas experientes no ramo. A idéia é desenvolver o projeto dentro do Programa Minha Casa Minha Vida, e em consonância com a Prefeitura local. Solicito de vossa parte que nos informe: nome completo, CPF , RG , numero de acionista e quantidade de ações possuídas e espécie, após o que estaremos em condições de fornecer maiores detalhes da propriedade. Quanto a questão formulada referente a banda larga, não há de nossa parte no momento intenção de maiores investimentos , considerando que o projeto ainda esta em busca de sua sustentabilidade. Em relação ao fato da MP que abortou, temos a informar que as muitas empresas exportadoras que pleiteavam na mesma o reconhecimento de seus créditos, pressionam no sentido de ver uma nova emenda ser acostada em uma nova MP, fato que quando ocorrer, faremos uma referencia em nosso site . Atenciosamente Edison Cordaro
Ticket: gxmeepmufxporn55cw3k54yz | IP: 189.98.12.58
TELB4 = Olho nela. A subida poderá ser forte novamente.
20/04/2010
Banda Larga
Se quiserem ser parceiras no Plano Nacional de Banda Larga (PNBL), as concessionárias terão que desistir da ação, apresentada este mês à 6ª Vara da Justiça, contra a resolução 539 da Anatel, que regulamenta o PGMU, fruto da troca metas dos Postos de Serviços de Telecomunicações (PSTs) construção do backhaul.
Este vai ser um dos pontos da ser discutido na mesa de negociações do PNBL com as operadoras, segundo fontes do governo. Nessa ação, as concessionárias questionam o fato de a agência querer tarifar a venda de capacidade (links) do backhaul, alegando que se trata de serviço privado.
Para o governo, o controle dos preços no atacado (venda de links para terceiros) e o compartilhamento de redes são medidas essenciais para garantir o sucesso do PNBL, que deverá ter suas diretrizes gerais aprovadas em reunião entre o presidente Lula e os ministros das áreas envolvidas nesta ou na próxima semana.
Telebrás vai ser o veículo
A importância da tarifação do backhaul construído dentro do PGMU é que o governo pretende utilizá-lo como parte da rede estatal de banda larga. Formada por 31 km de fibras ópticas (16 mil km recuperados na Justiça da Eletronet e os demais da Eletronorte, Furnas, Chesf e Petrobras), a rede estatal, que deverá ser mesmo operada pela Telebrás, não vai mais construir todo o backhaul necessária para levar a transmissão até às cidades. Vai usar o backhaul já construído dentro do PGMU e do que será feito futuramente por metas de universalização.
O governo pretende que a capacidade do backhaul, próprio ou das concessionárias submetidas ao PGMU, tenha um preço justo que permita a competição na ponta. Além da concessionária local, que tem ponto de presença de internet na cidade, o objetivo é que outros provedores também possam ofertar o serviço de banda larga, comprando capacidade.
E para que esse movimento ocorra, o objetivo, anunciou o secretário de Logística e Tecnologia da Informação do Ministério do Planejamento, Rogério Santanna, é vender o Megabit a R$ 230,00, bem abaixo do praticado hoje pelo mercado (a maioria dos provedores paga entre R$ 800,00 e R$ 1.600,00 por 2 Mbps).
FUST
Banda Larga
PNBL: Operadoras terão de desistir de ação na Justiça
Se quiserem ser parceiras no Plano Nacional de Banda Larga (PNBL), as concessionárias terão que desistir da ação, apresentada este mês à 6ª Vara da Justiça, contra a resolução 539 da Anatel, que regulamenta o PGMU, fruto da troca metas dos Postos de Serviços de Telecomunicações (PSTs) construção do backhaul.
Este vai ser um dos pontos da ser discutido na mesa de negociações do PNBL com as operadoras, segundo fontes do governo. Nessa ação, as concessionárias questionam o fato de a agência querer tarifar a venda de capacidade (links) do backhaul, alegando que se trata de serviço privado.
Para o governo, o controle dos preços no atacado (venda de links para terceiros) e o compartilhamento de redes são medidas essenciais para garantir o sucesso do PNBL, que deverá ter suas diretrizes gerais aprovadas em reunião entre o presidente Lula e os ministros das áreas envolvidas nesta ou na próxima semana.
Telebrás vai ser o veículo
A importância da tarifação do backhaul construído dentro do PGMU é que o governo pretende utilizá-lo como parte da rede estatal de banda larga. Formada por 31 km de fibras ópticas (16 mil km recuperados na Justiça da Eletronet e os demais da Eletronorte, Furnas, Chesf e Petrobras), a rede estatal, que deverá ser mesmo operada pela Telebrás, não vai mais construir todo o backhaul necessária para levar a transmissão até às cidades. Vai usar o backhaul já construído dentro do PGMU e do que será feito futuramente por metas de universalização.
O governo pretende que a capacidade do backhaul, próprio ou das concessionárias submetidas ao PGMU, tenha um preço justo que permita a competição na ponta. Além da concessionária local, que tem ponto de presença de internet na cidade, o objetivo é que outros provedores também possam ofertar o serviço de banda larga, comprando capacidade.
E para que esse movimento ocorra, o objetivo, anunciou o secretário de Logística e Tecnologia da Informação do Ministério do Planejamento, Rogério Santanna, é vender o Megabit a R$ 230,00, bem abaixo do praticado hoje pelo mercado (a maioria dos provedores paga entre R$ 800,00 e R$ 1.600,00 por 2 Mbps).
Edição: Prof. Christian Messias | Fonte: 19/04/2010 - (Do Tele.Síntese)
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Recursos serão usados na construção da rede de acesso a BL
Recursos do Fust serão usados na construção da rede de acesso à banda larga
Na versão final do Plano Nacional de Banda Larga que será apresentado ao presidente Lula, a rede estatal da Telebrás vai cuidar só do atacado, fornecendo capacidade para as operadoras, grandes ou pequenas.
A última milha será oferecida pela iniciativa privada – concessionárias, autorizatárias e pequenos provedores. A Oi não será o veículo oficial da massificação da banda larga no país, mas é certo que terá papel importante pois está presente em mais de 80% do território nacional e está em muitos locais onde ninguém chega.
Segundo fontes do governo, para levar a banda larga a mais 15 milhões de residências até 2014, oferecendo o serviço a R$ 35,00, a operadora calculou um prejuizo de R$ 27 bilhões que teriam que ser cobertos por recursos de fundos ou benefícios fiscais ou mesmo investimento direto estatal. Os custos foram considerados elevados, pois as premissas com que trabalhou a operadora tinham nível de requisitos superiores às consideradas pela equipe técnica do PNBL.
As condições que o governo oferecerá à Oi para se integrar ao PNBL serão as mesmas abertas ao resto do mercado, de acordo com técnicos envolvidos no processo: desoneração fiscal direta, ação junto aos estados para isenção do ICMS e melhores condições de financiamento. Já os recursos do Fust, quando liberados, serão usados para a construção de backhaul pelas concessionárias, cuja capacidade será compartilhada por toda a indústria, e provavelmente para financiar o acesso da população de baixa renda (classe E) à banda larga.
Piloto cobrirá cem cidades
Como a aprovação do PNBL demorou bem mais do que o previsto, o grupo técnico estima que, este ano, será possível fazer apenas um piloto, agora limitado cem cidades (no lugar de 300), incluindo 15 capitais. Para se integrar a essa rede, que chegará à população também da classe D, serão selecionadas cinco grandes estatais que são grandes consumidoras de dados.
Para colocar o piloto em funcionamento, que deverá custar menos de R$ 200 milhões, o governo vai usar recursos da Telebrás, que tem em caixa perto de R$ 300 bilhões.
Na versão final do Plano Nacional de Banda Larga que será apresentado ao presidente Lula, a rede estatal da Telebrás vai cuidar só do atacado, fornecendo capacidade para as operadoras, grandes ou pequenas.
A última milha será oferecida pela iniciativa privada – concessionárias, autorizatárias e pequenos provedores. A Oi não será o veículo oficial da massificação da banda larga no país, mas é certo que terá papel importante pois está presente em mais de 80% do território nacional e está em muitos locais onde ninguém chega.
Segundo fontes do governo, para levar a banda larga a mais 15 milhões de residências até 2014, oferecendo o serviço a R$ 35,00, a operadora calculou um prejuizo de R$ 27 bilhões que teriam que ser cobertos por recursos de fundos ou benefícios fiscais ou mesmo investimento direto estatal. Os custos foram considerados elevados, pois as premissas com que trabalhou a operadora tinham nível de requisitos superiores às consideradas pela equipe técnica do PNBL.
As condições que o governo oferecerá à Oi para se integrar ao PNBL serão as mesmas abertas ao resto do mercado, de acordo com técnicos envolvidos no processo: desoneração fiscal direta, ação junto aos estados para isenção do ICMS e melhores condições de financiamento. Já os recursos do Fust, quando liberados, serão usados para a construção de backhaul pelas concessionárias, cuja capacidade será compartilhada por toda a indústria, e provavelmente para financiar o acesso da população de baixa renda (classe E) à banda larga.
Piloto cobrirá cem cidades
Como a aprovação do PNBL demorou bem mais do que o previsto, o grupo técnico estima que, este ano, será possível fazer apenas um piloto, agora limitado cem cidades (no lugar de 300), incluindo 15 capitais. Para se integrar a essa rede, que chegará à população também da classe D, serão selecionadas cinco grandes estatais que são grandes consumidoras de dados.
Para colocar o piloto em funcionamento, que deverá custar menos de R$ 200 milhões, o governo vai usar recursos da Telebrás, que tem em caixa perto de R$ 300 bilhões.
Edição: Prof. Christian Messias | Fonte: 19/04/2010 - (Do Tele.Síntese)
terça-feira, 20 de abril de 2010
RCSL4 - Vai desdobrar. Olho nela !!! A subida poderá ser forte. Está num excelente ponto de compra.
RECRUSUL (RCSL) - COMUNICADO (20/04) RECRUSUL (RCSL) - Proposta de desdobramento as AGO/E de 30/04/2010 DRI: Bernardo Flores
Atendendo consulta da BM&FBOVESPA a empresa enviou o seguinte comunicado:
"Se Sera proposta a distribuicao de algum beneficio aos acionistas, dividendo e/ou juros sobre o capital proprio. Caso positivo informar o valor em R$/acao ON e PN.
- A administracao da Companhia nao estara propondo qualquer distribuicao de resultados ou beneficio aos Senhores Acionistas.
Posicao acionaria a ser considerada para o dividendo, em caso positivo, e para o desdobramento, ou seja, os acionistas inscritos em que data nos registros da Companhia terao direito ao recebimento das acoes advindas do desdobramento e eventual distribuicao de dividendo; - Nao estara na pauta da AGO/E a distribuicao de dividendos. No caso do desdobramento, sera considerado a data do dia 30 de abril de 2010 como base para tal operacao, desde que, a materia seja aprovada pela AGO/E.
Data prevista para o credito das acoes provenientes do desdobro; - A data para o credito das acoes provenientes do desdobro, caso aprovado pela AGE, sera dia 06 de maio de 2010.
Se as acoes advindas do desdobramento participarao em igualdade de condicoes em relacao as demais acoes existentes, a todos os beneficios, inclusive a dividendos e eventuais remuneracoes de capital, que vierem a ser distribuidos por essa empresa; - Todas as acoes oriundas do desdobramento participarao em igualdade de condicoes em relacao as demais acoes existentes, a todos os beneficio, inclusive a dividendos e eventuais remuneracoes de capital, que vierem a ser distribuidos pela empresa.
Caso participem de forma pro-rata-temporis, informar a partir de que momento essas acoes participarao integralmente a todos os beneficios.
- Nao se aplica." Norma: a partir de 03/05/2010 acoes escriturais ex-desdobramento.
AGEN11 - Olho nas notícias !!!
Informe Quinzenal – Edição 1
A partir de hoje, 12 de abril de 2010, a Agrenco Limited (“Companhia”) passará a disponibilizar em seu website (www.agrenco.com.br/ri), informes quinzenais para esclarecer e informar da situação e do andamento dos principais assuntos referentes à Companhia.Neste Informe 01-2010, estaremos atualizando as informações sobre os assuntos 1, 2 e 3 que foram mencionados no Comunicado ao Mercado publicado em 31 de março de 2010, além de, esclarecer assuntos adicionais que foram questionados por e-mail e telefonemas nos últimos dias:
1. Situação da auditoria das demonstrações financeiras que levaram a suspensão do registro de companhia aberta, e por conseqüência a suspensão da negociação dos seus papéis.
- Estamos em fase de conclusão dos trabalhos de auditoria das demonstrações financeiras de 30/06/08, com previsão para término dos trabalhos por parte da KPMG em 19 de abril de 2010, e que após discussões sobre o conteúdo do relatório final, estaremos encaminhando às mesmas à CVM e ao mercado.
- Destacamos que a conclusão das Demonstrações Financeiras auditadas de 30/06/08 não recolocará os papéis AGEN11 em condição normal de negociação.
- Adicionalmente, a KPMG manifestou através de e-mail enviado no dia 9 de abril de 2010, às 21:17hs, sua decisão de não apresentar proposta para execução de auditoria das demonstrações financeiras dos períodos subseqüentes a 30/06/08.
- Uma vez que a Agrenco Ltd é uma sociedade estabelecida em Bermudas e regida pelas leis deste país, a administração da Companhia estará tomando as providencias necessárias e previstas em seus estatutos no que tange a este assunto, estará convocando reunião de seus acionistas em data a ser estabelecida, em estrito cumprimento ao previsto em seus estatutos, para deliberar sobre a questão.
- Informamos que todos os registros contábeis do período de 01/07/08 até 31/03/10 estão atualizados e disponíveis para serem auditados, e somente nos manifestaremos quanto ao prazo de conclusão dos trabalhos, após cumprido os tramites legais e estatutários da Agrenco Ltd.
- Para maiores detalhes sobre a legislação de Bermudas e os estatutos da Agrenco Ltd solicitamos aos interessados que acessem o link abaixo, onde encontrarão no prospecto disponível desde o lançamento dos BDRs todas as informações:
http://www.mzweb.com.br/agrenco/web/arquivos/Agrenco_ProspectoDefinitivo.pdf
- Revisamos os cronogramas de conclusão das fábricas e temos o seguinte a informar:
- Alto Araguaia: estamos com algumas áreas quase concluídas e dependemos de alguns fornecedores de serviços e equipamentos para a retomada dos trabalhos para finalização. Estamos priorizando as áreas produtivas e de co-geração de energia, estando esta dependente de um único fornecedor, do qual aguardamos a entrega dos equipamentos finais. A finalização das obras industriais está prevista entre 21 e 30 de junho de 2010.
- Caarapó: novo cronograma fisico-financeiro da obra será submetido ao Conselho de Administração para análise e tomada de decisões, após a sua deliberação postaremos em nosso site o teor da decisão.
- Desde o último comunicado, intensificamos nossos esforços em iniciar tratativas com os representantes do órgão público federal responsável pela concessão e fiscalização do selo, e por conta disso, já temos confirmado reunião com os respectivos representantes com o objetivo de avaliar e estabelecer procedimentos na esfera administrativa visando reverter a decisão comentada no comunicado ao mercado de 31/03/10.
- Lembramos que a suspensão em questão aplica-se exclusivamente à unidade de Alto do Araguaia e vale por um ano a contar de 05/03/10.
- A Unidade de Caarapó encontra-se em processo de certificação, o que deverá ocorrer até 30 de junho de 2010.
- Analisamos dezenas de e-mails recebidos a partir da divulgação do comunicado ao mercado de 31/03/10, muitos deles foram respondidos prontamente por se tratar de questões relacionadas a entendimento do próprio comunicado.
- Questões de ordem técnica, envolvendo nossa produção e produtos foram encaminhados às respectivas áreas de competência e à medida que tivermos as respostas, prontamente as encaminharemos.
- Vários outros questionamentos nos foram endereçados, e pela similaridade de perguntas, em sua maioria sobre obrigações da Companhia e direitos dos detentores dos BDRs – AGEN11, e sobre procedimentos relacionados a convocação de Assembléias, recomendamos a leitura do Prospecto Definitivo de Oferta Pública de Distribuição Primária e Secundária de Certificados de Depósito de Ações de 23 de outubro de 2007, disponível desde 2007 no nosso site, cujo link que encontra-se abaixo, entendemos que o conteúdo deste prospecto responderá a quase totalidade das perguntas encaminhas.
http://www.mzweb.com.br/agrenco/web/arquivos/Agrenco_ProspectoDefinitivo.pdf
Valdenir Soares
Diretor de Relação com Investidores
Diretor de Relação com Investidores
TELB4 - PNBL
Heloisa Magalhães, André Borges e Cibelle Bouças, do Rio e de São Paulo
20/04/2010
Fabricantes de equipamentos que atendem tanto operadoras de telecomunicações como usuários de serviços de banda larga se reuniram nas últimas semanas e, juntas, bateram à porta de ministérios, em Brasília, para dizer que podem dar conta da universalização do serviço. A expectativa é de que o Plano Nacional de Banda Larga (PNBL), menina dos olhos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, seja uma oportunidade para quem desenvolve tecnologia no país.
Há uma enorme discussão a respeito do tema. Mesmo que as operadoras privadas participem diretamente da universalização da banda larga, como é intenção da Oi, que apresentou uma proposta à Casa Civil, cresce no governo a intenção de utilizar as fibras ópticas sem uso da Eletronet. Após longa guerra na Justiça, essa infraestrutura está voltando às mãos do sistema Eletrobras.
Segundo o secretário de logística do Ministério do Planejamento, Rogério Santana, envolvido diretamente no projeto, o uso da fibra independe da presença privada no PNBL. Santana diz que todas as operadoras serão recebidas pelo governo, caso queiram apresentar suas propostas, como fez a Oi. " O Brasil tem três grandes backbones (redes principais): da Embratel, da Oi e da Intelig, que foi comprada pela TIM. Há muitas outras redes espalhadas, mas sem presença nacional. Se existem as fibras ociosas (da Eletrobras), por que não usá-las? É um erro avaliar que essas fibras são da Eletronet. Não são. A Eletronet é uma massa falida, mas as fibras que atendem aos clientes continuam com a empresa " , diz.
Santana reconhece, entretanto, que a rede que está sendo transferida para o sistema Eletrobras não chega à casa do consumidor final. Essa rede precisa de complemento e o que vai ser feito neste sentido ainda será definido. Ele não antecipa quais seriam as propostas, mas afirma que o plano está formatado. " A maior parte das dúvidas levantadas estão sendo sanadas. Há (dentro do próprio governo) posições diferentes e cada área tem sua proposta. O mais difícil vai ser uma posição final, mas vamos fechar [a proposta] e apresentá-la ao presidente Lula em data que depende da agenda dele " , afirma.
O governo pretende criar uma rede de mais de 30 mil quilômetros de fibras ópticas, unindo os 17 mil quilômetros de fibras que haviam sido transferidos para Eletronet. A essa rede seriam agregadas fibras de outras empresas do sistema Eletrobras, como Eletronorte, Furnas e Chesf. A proposta é utilizar também o chamado " backhaul " (que faz ligação entre redes) das operadoras, o que está causando polêmica. A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) estabeleceu por meio da Resolução 530, que trata das metas de universalização da telefonia fixa, normas para a cobrança do uso do backhaul. Para a Abrafix, entidade que reúne as operadoras, a agência não pode fixar regra relativa à cobrança, pois o serviço de banda larga não está sujeito à tarifa determinada pela agência. José Fernandes Pauletti, presidente da Abrafix, diz que esse movimento da Anatel indica que o governo quer utilizar a infraestrutura das operadoras no plano de banda larga.
Com a presença das operadoras no projeto e na ativação das fibras ópticas da Eletrobras, os criadores de tecnologia nacional vislumbram uma oportunidade de colocar no projeto os produtos criados no país, como diz José Ellis Ripper, um dos sócios e criadores da Asga, que produz equipamentos ópticos de telecomunicações para transporte de informações.
Um trunfo para a indústria nacional é o BNDES. O banco já tem linha de apoio aos produtos concebidos dentro do país com condições bem mais atraentes do que os que atendem às exigências de montagem local, estabelecidas pelo Processo Produtivo Básico (PPB). Esse processo segue etapas de fabricação fixadas pela Lei de Informática de 1991, que prevê a concessão de benefícios fiscais.
Para a Datacom, fabricante de equipamentos de telecomunicações sediada em Porto Alegre, a atuação do BNDES como financiador de investimentos de banda larga pode ter um papel crucial na expansão da indústria nacional de equipamentos. " Hoje o BNDES já tem inúmeras linhas de financiamento para a área de inovação e isso é extremamente favorável para o setor, mas com essa nova medida ele passa a atuar diretamente no mercado, movimentando toda a cadeia " , diz Antonio Carlos Porto, diretor executivo da Datacom.
Mais do que financiar suas próprias operações, Porto afirma que o maior interessado nos recursos do BNDES são as operadoras. " É uma medida necessária. Estamos sofrendo muito com a concorrência externa, principalmente dos chineses " , diz ele. Com 500 funcionários, dos quais 270 são engenheiros, a Datacom sentiu profundamente os efeitos da crise no ano passado. A companhia, que em 2008 teve um faturamento de R$ 240 milhões, viu sua receita cair para R$ 130 milhões em 2009.
O vice-presidente de marketing e estratégia da Ericsson, Lourenço Coelho, também considera " positiva " a oferta das linhas de financiamento para os fabricantes nacionais. " A ampliação do financiamento a juro baixo pode ajudar a estimular o crescimento da produção nacional de toda a cadeia " , afirmou. O executivo disse acreditar, no entanto, que o banco definirá regras que contemplem também as empresas internacionais com fábrica no Brasil, como é o caso da Ericsson. " A produção de alguns itens ainda é feita em pequena escala no país " , observa Lourenço. Para o executivo, parte do plano de expansão terá de ser cumprido com banda larga móvel, em função do alto custo para a instalação de fibra óptica nas regiões mais distantes e com baixa densidade demográfica. De acordo com Lourenço, a Ericsson avalia investimentos para ampliar a capacidade de produção de sua fábrica em São José dos Campos (SP).
A questão ainda pouco clara é como serão as condições estabelecidas pelo governo para beneficiar o produto feito no país, uma vez que frequentemente sistemas importados da China, com preços mais baixos do que os da indústria nacional, são os vencedoras das concorrências. O fato da Oi, empresa que fez proposta de operar o PNBL, estar negociando financiamento com a China, fez com que as empresas ficassem ainda mais preocupadas. Executivos do setor dizem que esses financiamentos são geralmente atrelados a compras na indústria do país de origem. Procurada, a Oi, por meio da área de comunicação corporativa, disse que a companhia não comentaria o assunto. Fontes do mercado dizem que o financiamento é de US$ 1 bilhão, sendo parte para capital de giro e parte para equipamentos.
Segundo fontes do governo, as atuais linhas de financiamento do BNDES atendem ao perfil para o fornecimento de equipamentos para o plano de universalização de banda larga. Hoje, nas linhas do banco, os produtos que se enquadram no PPB podem ser financiados em até 80% e os de tecnologia concebida no país em 100% mais serviços. Os juros para ambos os casos é de 4,5% ao ano até junho; depois passam a 5,5%.
20/04/2010
Fabricantes de equipamentos que atendem tanto operadoras de telecomunicações como usuários de serviços de banda larga se reuniram nas últimas semanas e, juntas, bateram à porta de ministérios, em Brasília, para dizer que podem dar conta da universalização do serviço. A expectativa é de que o Plano Nacional de Banda Larga (PNBL), menina dos olhos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, seja uma oportunidade para quem desenvolve tecnologia no país.
Há uma enorme discussão a respeito do tema. Mesmo que as operadoras privadas participem diretamente da universalização da banda larga, como é intenção da Oi, que apresentou uma proposta à Casa Civil, cresce no governo a intenção de utilizar as fibras ópticas sem uso da Eletronet. Após longa guerra na Justiça, essa infraestrutura está voltando às mãos do sistema Eletrobras.
Segundo o secretário de logística do Ministério do Planejamento, Rogério Santana, envolvido diretamente no projeto, o uso da fibra independe da presença privada no PNBL. Santana diz que todas as operadoras serão recebidas pelo governo, caso queiram apresentar suas propostas, como fez a Oi. " O Brasil tem três grandes backbones (redes principais): da Embratel, da Oi e da Intelig, que foi comprada pela TIM. Há muitas outras redes espalhadas, mas sem presença nacional. Se existem as fibras ociosas (da Eletrobras), por que não usá-las? É um erro avaliar que essas fibras são da Eletronet. Não são. A Eletronet é uma massa falida, mas as fibras que atendem aos clientes continuam com a empresa " , diz.
Santana reconhece, entretanto, que a rede que está sendo transferida para o sistema Eletrobras não chega à casa do consumidor final. Essa rede precisa de complemento e o que vai ser feito neste sentido ainda será definido. Ele não antecipa quais seriam as propostas, mas afirma que o plano está formatado. " A maior parte das dúvidas levantadas estão sendo sanadas. Há (dentro do próprio governo) posições diferentes e cada área tem sua proposta. O mais difícil vai ser uma posição final, mas vamos fechar [a proposta] e apresentá-la ao presidente Lula em data que depende da agenda dele " , afirma.
O governo pretende criar uma rede de mais de 30 mil quilômetros de fibras ópticas, unindo os 17 mil quilômetros de fibras que haviam sido transferidos para Eletronet. A essa rede seriam agregadas fibras de outras empresas do sistema Eletrobras, como Eletronorte, Furnas e Chesf. A proposta é utilizar também o chamado " backhaul " (que faz ligação entre redes) das operadoras, o que está causando polêmica. A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) estabeleceu por meio da Resolução 530, que trata das metas de universalização da telefonia fixa, normas para a cobrança do uso do backhaul. Para a Abrafix, entidade que reúne as operadoras, a agência não pode fixar regra relativa à cobrança, pois o serviço de banda larga não está sujeito à tarifa determinada pela agência. José Fernandes Pauletti, presidente da Abrafix, diz que esse movimento da Anatel indica que o governo quer utilizar a infraestrutura das operadoras no plano de banda larga.
Com a presença das operadoras no projeto e na ativação das fibras ópticas da Eletrobras, os criadores de tecnologia nacional vislumbram uma oportunidade de colocar no projeto os produtos criados no país, como diz José Ellis Ripper, um dos sócios e criadores da Asga, que produz equipamentos ópticos de telecomunicações para transporte de informações.
Um trunfo para a indústria nacional é o BNDES. O banco já tem linha de apoio aos produtos concebidos dentro do país com condições bem mais atraentes do que os que atendem às exigências de montagem local, estabelecidas pelo Processo Produtivo Básico (PPB). Esse processo segue etapas de fabricação fixadas pela Lei de Informática de 1991, que prevê a concessão de benefícios fiscais.
Para a Datacom, fabricante de equipamentos de telecomunicações sediada em Porto Alegre, a atuação do BNDES como financiador de investimentos de banda larga pode ter um papel crucial na expansão da indústria nacional de equipamentos. " Hoje o BNDES já tem inúmeras linhas de financiamento para a área de inovação e isso é extremamente favorável para o setor, mas com essa nova medida ele passa a atuar diretamente no mercado, movimentando toda a cadeia " , diz Antonio Carlos Porto, diretor executivo da Datacom.
Mais do que financiar suas próprias operações, Porto afirma que o maior interessado nos recursos do BNDES são as operadoras. " É uma medida necessária. Estamos sofrendo muito com a concorrência externa, principalmente dos chineses " , diz ele. Com 500 funcionários, dos quais 270 são engenheiros, a Datacom sentiu profundamente os efeitos da crise no ano passado. A companhia, que em 2008 teve um faturamento de R$ 240 milhões, viu sua receita cair para R$ 130 milhões em 2009.
O vice-presidente de marketing e estratégia da Ericsson, Lourenço Coelho, também considera " positiva " a oferta das linhas de financiamento para os fabricantes nacionais. " A ampliação do financiamento a juro baixo pode ajudar a estimular o crescimento da produção nacional de toda a cadeia " , afirmou. O executivo disse acreditar, no entanto, que o banco definirá regras que contemplem também as empresas internacionais com fábrica no Brasil, como é o caso da Ericsson. " A produção de alguns itens ainda é feita em pequena escala no país " , observa Lourenço. Para o executivo, parte do plano de expansão terá de ser cumprido com banda larga móvel, em função do alto custo para a instalação de fibra óptica nas regiões mais distantes e com baixa densidade demográfica. De acordo com Lourenço, a Ericsson avalia investimentos para ampliar a capacidade de produção de sua fábrica em São José dos Campos (SP).
A questão ainda pouco clara é como serão as condições estabelecidas pelo governo para beneficiar o produto feito no país, uma vez que frequentemente sistemas importados da China, com preços mais baixos do que os da indústria nacional, são os vencedoras das concorrências. O fato da Oi, empresa que fez proposta de operar o PNBL, estar negociando financiamento com a China, fez com que as empresas ficassem ainda mais preocupadas. Executivos do setor dizem que esses financiamentos são geralmente atrelados a compras na indústria do país de origem. Procurada, a Oi, por meio da área de comunicação corporativa, disse que a companhia não comentaria o assunto. Fontes do mercado dizem que o financiamento é de US$ 1 bilhão, sendo parte para capital de giro e parte para equipamentos.
Segundo fontes do governo, as atuais linhas de financiamento do BNDES atendem ao perfil para o fornecimento de equipamentos para o plano de universalização de banda larga. Hoje, nas linhas do banco, os produtos que se enquadram no PPB podem ser financiados em até 80% e os de tecnologia concebida no país em 100% mais serviços. Os juros para ambos os casos é de 4,5% ao ano até junho; depois passam a 5,5%.
KEPL3 - Vende Silos pra eles. Estão precisando, rsrs. Este poderá ser o melhor ano dos últimos tempos para a KEPL3.
http://www.gazetadopovo.com.br/caminhosdocampo/conteudo.phtml?tl=1&id=992943&tit=Parana-armazena-soja-no-terreiro
MILK11
Muita expectativa para os próximos pregões.
Saída da RJ se aproxima. É o que muitos estão dizendo.
Olho no book.
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