MERCADO LIVRE

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Juiz libera créditos da Varig

O juiz Luiz Roberto Ayoub, da 1ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro, determinou que o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal de todo o país devem liberar para a Varig os créditos depositados em processos judiciais da companhia. O dinheiro a ser liberado vem de processos que já acabaram, sendo que alguns foram até incinerados. A sentença estipula prazo de 5 dias para que as instituições financeiras disponibilizem os valores.

De acordo com informações do TJ-RJ (Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro), a Varig, que está em recuperação judicial, tem direito aos créditos até para que isto auxilie a empresa a se reerguer economicamente. A sentença fundamenta que os artigos 49 e 59 da Lei 11.101/05, que disciplina recuperação das empresas e falência, prevê a novação dos créditos anteriores ao pedido de recuperação.

Fábio Rosas, sócio do TozziniFreire Advogados, explica que a novação extingue uma dívida para que este débito seja incluso no plano judicial. “Com o deferimento do pedido de recuperação, a dívida anterior é extinta e o débito passa a integrar o mesmo processo. Com isso, os valores serão pagos de acordo com o plano de recuperação judicial, que deve ser aprovado por todos os credores”, afirma o advogado.

Na decisão, o juiz esclarece que “não há razão para manter recursos naquelas instituições, mormente quando a empresa deles depende para o giro normal de suas atividades”.

O magistrado ainda faz referência ao que ocorreu com outra empresa durante processo de recuperação judicial, a Vasp, e aponta que naquela decisão a solução foi idêntica no sentido de disponibilizar valores referentes a verbas cuja novação se operou.

“No caso da Vasp, o TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo) entendeu que ocorre a extinção de dívidas anteriores à recuperação judicial em razão de um fato superveniente, que foi o deferimento do próprio pedido de recuperação. Com isso, ocorre a novação não por causa de uma das partes, credores ou recuperanda, mas a dívida é extinta para ser inclusa no plano da recuperação judicial”, ressalta Rosas.

O advogado lembra que nem todas as dívidas devem ser extintas ou até mesmo suspensas, mesmo com a empresa passando por este processo. Alguns débitos comerciais, além dos tributários, são citados pela própria lei como excluídos dos efeitos da recuperação judicial.

“No caso de algumas dívidas, o juiz responsável pela recuperação judicial não tem competência para determinar a novação pois a própria lei deixa expressa a exclusão de tais créditos do plano de recuperação judicial”, diz o especialista.

O juiz inicia a sentença descartando um possível conflito de competência e reafirmando que cabe à Vara Empresarial do Rio julgar casos de recuperação judicial. Como fundamento, ele destaca que o STJ (Superior Tribunal de Justiça) já se manifestou em muitas ocasiões sobre a competência da Justiça comum para analisar ações que digam respeito ao plano de recuperação judicial.

O MP-RJ (Ministério Público do Rio de Janeiro) também se posicionou pela liberação do crédito.

Terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

sábado, 7 de fevereiro de 2009

HOOT4

Planeta Othon ganha novo visual
Terça-feira, 03/02/2009 - 10:16

O Planeta Othon deu uma repaginada no visual para o Carnaval de Salvador. Quando a estrutura que está sendo montada para a folia 2009 ficar pronta, o circuito Barra/Ondina ganhará de presente um camarote que foge dos comuns projetos “quadrados”. Para começar, o mirante para a avenida está 2,5m mais baixo, deixando o folião cara a cara com os artistas dos trios elétricos. A fachada será montada em box truss (estruturas modulares em alumínio de alta resistência), um material trazido de São Paulo, junto a empresa Felling, que dá uma cara mais moderna, suave ao camarote e amplia a visibilidade do folião.

Com pé direito mais alto, a amplitude do camarote também ganha melhorias. Para completar os camarotes coorporativos viraram grandes lounges empresariais que podem ter decoração e serviços adaptados ao gosto do cliente. E como se não bastasse os 20 espaços diferentes, entre cinemas, boates, salão de jogos, salão de beleza, entre outros, agora a Área Verde do Othon também fará parte da festa. Na quinta-feira (19), primeiro dia de folia, o Jota Quest trará o show de lançamento do seu mais recente trabalho, o CD La Plata par adentro da maior festa popular do mundo. Rogério Flausino e sua turma chegarão à terra do axé para deixar a festa ainda mais completa.

RCSL4

A minha opinião para a RCSL4 é que muitos e muitos estão comprados acima dos 5,00, com grande parte de investidores acima dos 10,00 também.
Os acionistas devem valorizar a empresa , assim terão mais lucros em sua venda.
O resultado anual deve vir muito interessante, considerando que ela saiu da RECUPERAÇÃO JUDICIAL.
A empresa atua num bom setor de mercado e por isto que R$ 4,00 para esta ação está muito barata no momento.
Já disse algumas vezes que espero este ano a RCSL4 acima dos 15,00, portanto vamos estudá-la. Olho no book e nas oportunidades sempre.

ESTR4

Paciência para algumas ações é a alma do negócio para determinadas ações.

Está muito barata e vai corrigir, vamos aguardar o belo dia, enquanto isto acompanhem as belas notícias.


06/02/2009 » 08:35
Estrela planeja fábrica de R$ 20 milhões em Sergipe


A fabricante de brinquedos Estrela está projetando a construção de uma unidade de produção em Ribeirópolis, em Sergipe. Carlos Tilkian, presidente da empresa, informou que ainda não definiu como o investimento, orçado em R$ 20 milhões, será financiado, mas acredita que deve contar com o apoio do Banco do Nordeste ou do Banco do Estado do Sergipe.

A fábrica na região foi planejada para atender a uma estratégia logística. “Para que a empresa tenha mais competitividade ao atender o consumidor do Norte e Nordeste”, disse o executivo. O empreendimento deve gerar cerca de 200 empregos e entrar em operação até o segundo semestre deste ano. A empresa também planeja reduzir as importações este ano.

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

EPICURO

“Os grandes navegadores devem sua reputação aos temporais e tempestades.”

GRANDES EMPRESAS

As 10 companhias de maior prestígio no Brasil

1ª Petrobras

2ª Nestlé

3ª Natura

4ª Johnson & Johnson

5ª Sadia

6ª Banco do Brasil

7ª O Boticário

8ª Honda

9ª Volkswagen

10ª Microsoft

As campeãs em 25 setores

Alimentos: Nestlé

Bebidas: Coca-Cola

Beleza: Natura

Casa e Construção: Tigre

Distribuição de combustível: Petrobras

Educação: Sebrae

Eletroeletrônicos: Nokia

Energia: Petrobras

Farmacêutico: Bayer

Financeiro: Banco do Brasil

Hardware e Software: Microsoft

Higiene e Limpeza: Johnson & Johnson

Indústria Química: Bayer

Mineração: Vale

Mundo Digital: Google

Papel e Celulose: VCP

Pneus e Autopeças: Goodyear

Saúde: Unimed

Serviços: Correios

Supermercados: Pão de Açúcar

Telecomunicações: Embratel

Têxtil: Hering

Transporte: Embraer

Varejo: Lojas Americanas

Veículos: Honda

Sadia

Sadia tem quatro opções para arcar com dívidas
| 29.01.2009 | 09h00
Dívidas de curto prazo da companhia somam cerca de 1 bilhão de reais e apresentam custo elevado



Portal EXAME A Sadia conta com quatro opções para escapar da crise financeira em que caiu ao se expor excessivamente ao câmbio por meio de instrumentos de derivativos. A empresa confirmou à corretora Ativa que possui uma dívida de curto prazo de cerca de 1 bilhão de reais. O custo desses compromissos é alto - cerca de 125% do CDI (Certificado de Depósito Interbancário - uma das referências para a formação de juros no Brasil). Segundo a Ativa, as opções da Sadia são: receber um aporte do BNDES, receber um aporte de outro sócio estratégico, vender ativos não-estratégicos (como imóveis, por exemplo) ou lançar ações no mercado.

Das quatro alternativas, a Ativa considera o aporte de capital de um sócio como o mais provável. Mas a preferência da corretora é pela ajuda do BNDES. Segundo a Ativa, o aporte de recursos é "potencialmente positivo para a Sadia, especialmente se a ajuda financeira vier através de um aporte de capital do BNDES". A injeção de recursos seria um modo de solucionar as necessidades de caixa da empresa neste ano, além de reduzir o tamanho da dívida. Em setembro, a dívida líquida da Sadia (obrigações menos recebíveis) correspondia a 3,4 vezes o seu ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização). A empresa não considera esse múltiplo preocupante porque dentro do setor de alimentos há outras companhias mais alavancadas. A própria Sadia, no entanto, informou que planeja reduzir a relação entre a dívida líquida e o ebitda para uma ou duas vezes - patamar em que trabalhava no passado.

Reportagem publicada pelo jornal Valor Econômico nesta quarta-feira diz que a empresa negocia um aporte de 1 bilhão de reais com o BNDES. A empresa confirma as negociações com o banco, mas desmente a informações sobre o total de recursos que poderiam ser injetados. Não seria uma surpresa se o BNDES liberasse recursos para a companhia, já que a diretoria do banco tem sinalizado sua disposição de socorrer empresas com problemas de liquidez, em meio à retração mundial de crédito. O BNDES viabilizou a fusão da Aracruz com a VCP (da Votorantim) - após os dois grupos terem registrado perdas com o dólar. A Santelisa Vale, uma das maiores produtoras de açúcar e álcool do país, também negocia um aporte do banco após perdas com derivativos. Além disso, o BNDES já possui investimentos no setor de frigoríficos após aportes no JBS-Friboi e Marfrig, entre outros.

Maior que o esperado

A Sadia foi uma das principais vítimas do salto do dólar desde o agravamento da crisefinanceira mundial, no último trimestre do ano passado. Assim como outras grandes companhias, a empresa possuía contratos de derivativos de câmbio que apostavam na queda da moeda americana frente ao real. Com a inversão da tendência e o repique repentino do dólar, os contratos passaram a gerar fortes prejuízos para seus signatários.

Quando divulgou as primeiras informações, em setembro, a Sadia estimava que suas perdas seriam de 760 milhões de reais. Uma estimativa da corretora Brascan, porém, aponta para uma cifra muito maior: 2,5 bilhões de reais em 2008. A própria empresa já reconheceu que as perdas serão superiores à projeção inicial, mas o total só será conhecido quando os últimos contratos de derivativos forem desmontados. Somente no terceiro trimestre, a Sadia sofreu perdas financeiras de 1,2 bilhão de reais.


O custo dessas operações foi alto. A Brascan acredita que o caixa da Sadia encolheu de 2,3 bilhões de reais ao final de setembro para 1 bilhão de reais agora. Por enquanto, essa redução de 1,3 bilhão de reais será apenas contábil, já que será lançada no balanço da Sadia do quarto trimestre (ainda não-divulgado), mas os contratos serão efetivamente liquidados durante o ano de 2009.

Por ora, a Ativa recomenda cautela em relação às ações da Sadia (SDIA4, preferenciais e sem direito a voto). A Ativa lembra que a empresa ainda corre risco de liquidez, e há a expectativa de que o balanço do quarto trimestre traga perdas financeiras superiores às registradas no terceiro quartil do ano.

Boa notícia para o crédito

Crédito está voltando ao normal no Brasil, diz Meirelles


31 de Janeiro de 2009 | 15:24

Publicidade

Por Nichola Groom

DAVOS (Reuters) - As condições de crédito vão voltar ao normal no Brasil em dois meses com os esforços do governo para destravar os empréstimos, afirmou neste sábado o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles.

"O Brasil é um dos poucos países emergentes e em desenvolvimento que tem recursos para substituir o crédito internacional", disse à Reuters no Fórum Econômico Mundial.

"Podemos esperar que a oferta total de crédito, doméstico e internacional, estará normalizada em 30 a 60 dias."

A oferta de crédito doméstico já voltou aos níveis anteriores à crise, acrescentou.

O BC já informou que vai destinar até 20 bilhões de dólares das reservas internacionais para mais de 4.000 empresas brasileiras com dívida no exterior vencendo entre setembro de 2008 e o final deste ano.

Antes de a crise atingir os mercados emergentes, as companhias brasileiras estavam rolando a dívida e também obtendo mais empréstimos no exterior.

Meirelles afirmou ainda que espera que o país cresça mais que a média mundial em 2009.

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

NA MINHA OPINIÃO A EMPRESA PRA SE INVESTIR ESTE ANO É:

TECTOY

No ano passado foi divulgada a seguinte notícia:
Tectoy faz parceria com a Qualcomm

Muitos não possuem noção do que isto significa, mas em breve saberão.

Então amigos, olho nela e é mais uma daquelas que entrou na super , super promoção da bolsa e agora é só aguardar.

Lembrando mais uma vez: Esta é a minha opinião.

Estudem TECTOY

( não tenho como saber se seus diretores farão "burradas" com derivativos , como fizeram os diretores da Aracruz e Sadia, também não tenho como saber se os diretores farão "mutretas" como os diretores da Agrenco fizeram, portanto expresso aqui apenas a minha análise em cima das perspectivas apresentadas pela empresa, sendo ela uma análise saudável ).

Ainda bem que a Casa&Vídeo não tem capital aberto. Já pensou?
Por isto ações é um investimento de risco , seja ela qual for a empresa.
Tenho hoje em dia a teoria de que tudo pode acontecer em QUALQUER EMPRESA, seja ela , qual for.

Então a dica é: Investir e rezar.

Bons negócios pra todos !!!

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

VAGV4 - DIA 29, data muito aguardada pelos investidores da Varig. Olho nela, o avião pode decolar.

Varig cobra indenização no STF

Extraído de: Correio Forense
15 de Junho de 2008

O Supremo Tribunal Federal (STF) pode julgar neste ano processo que discute se a União tem de pagar indenização bilionária à antiga Varig por supostos prejuízos registrados pela companhia aérea devido ao tabelamento de preços de passagens aéreas durante os governos Sarney e Collor. O caso, que tramita na Justiça há mais de 10 anos e chegou ao STF em novembro do ano passado, tem como relatora a ministra Cármen Lúcia Antunes Rocha.

Em março, a Procuradoria-Geral da República (PGR) opinou contrariamente ao pagamento de indenização à Varig. Conforme parecer assinado pelo subprocurador-geral da República Paulo da Rocha Campos, são "aberrantes" as decisões das instâncias judiciais inferiores que, desde 1992, reconheceram os pagamentos a 15 mil aposentados e pensionistas do fundo de previdência da companhia aérea, o Aerus. Para Campos, tais decisões não levaram em conta a realidade social dos governos e dos respectivos planos econômicos.

Política de estado

"Ou seja, se as perdas ocorreram em virtude de uma política estatal, suportada por toda a sociedade, não há que se falar em dever de indenização por parte da União", declara o subprocurador. "Há uma situação de fome, de sobrevivência mesmo. Este é um julgamento importante que, espero, não seja prejudicado com esse problema todo", afirma o senador gaúcho Sérgio Zambiasi (PTB). "Nada mudou sobre o assunto em si. Pelo contrário, o tribunal pode retardar o julgamento com essas denúncias de agora", diz Sérgio Dias, secretário de Previdência do Sindicato Nacional dos Aeronautas. Ambos pediram ao STF prioridade no julgamento do processo.

Ainda que o Ministério Público não reconheça o direito à indenização, os dependentes dos recursos da Aerus têm, do lado deles, um precedente do próprio Supremo. Em 1997, a Corte reconheceu o direito a ressarcimento por prejuízos decorrentes de planos econômicos à Transbrasil. A empresa buscava receber R$ 2 bilhões do governo Fernando Henrique Cardoso, mas aceitou pouco mais de R$ 700 milhões. O acerto não impediu a quebra da Transbrasil em 2001.

A Varig entrou em recuperação judicial em 2006, quando foi fatiada em duas bandas, uma boa, outra ruim. A parte saudável da empresa, as subsidiárias de cargas e de manutenção de aeronaves e as rotas foram vendidas para investidores. A Flex herdou as dívidas do antigo conglomerado, estimadas em R$ 8 bilhões. Os responsáveis pelo plano de recuperação esperam uma decisão favorável do STF para honrar as dívidas com o fundo de previdência.