segunda-feira, 28 de setembro de 2009
TELB4 - DIA 30 de outubro
Até o dia 30 de outubro o Presidente Lula prometeu novidades.
Estudem sobre isto.
Vamos ficar de olho no book, especulações sobre forte subida está acontecendo e isto pode ser muito bom pra quem está posicionado.
Lembro que TELB3 já está muito acima e TELB4 poderá buscar.
Força TELB4 rumo aos 0,60.
Olho no book, olho na força compradora. Boa movimentação já começando.
ESTR4 e TOYB4
Indústria de brinquedos lançará 800 novidades para o Dia das Crianças
Segundo a Abrinq, segmento prevê alta de 16% no faturamento em 2009.
Produtos ganham mais funções para incentivar a criança a brincar.
A indústria de brinquedos prepara o lançamento de 800 novos produtos para o Dia das Crianças, data que, junto com o Natal, representa 75% das vendas para o segmento. Para conquistar os pequenos cada vez mais ligados em tecnologia, as indústrias apostam fortemente em brinquedos que façam companhia à criança e a "convidem" para brincar.
Para o Dia das Crianças de 2009, a previsão das 405 fábricas da Abrinq é de um faturamento de R$ 1,1 bilhão. Para o fechamento do ano, o setor prevê faturar R$ 2,8 bilhões, ou 16% mais do que no ano passado. A indústria nacional tem 70% do mercado brasileiro de brinquedos; o restante é dominado por importados.
O diretor de marketing da Brinquedos Estrela, Aires Leal Fernandes, diz que as crianças têm hoje muito acesso à informação, o que leva a indústria a criar itens mais realistas "Temos que seguir na garupa do desenvolvimento de outras indústrias, como a eletrônica", diz. A Estrela, que faturou R$ 108 milhões em 2008, prevê crescer 15% neste ano.
Como as famílias estão cada vez menores, é mais comum que a criança tenha que brincar sozinha. Além disso, a violência urbana colabora para que ela fique mais em casa. "O perfil vem mudando nas últimas três décadas. Os brinquedos deixaram de ser contemplativos e agora convidam a criança a brincar", afirma Fernandes, da Estrela. Para este ano, a companhia terá 182 lançamentos.
De acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Brinquedos (Abrinq), entre os 800 lançamentos deste Dia das Crianças, há bonecas que dançam, cantam, falam, crescem de tamanho e têm expressões faciais. Para os meninos, os destaque são os brinquedos de velocidade e ação e também os games. Os valores das novidades variam de R$ 40 a R$ 600, segundo levantamento junto as empresas consultadas.
Brinquedos 'repaginados'
Muitos brinquedos tradicionais evoluíram à medida que a tecnologia se desenvolveu. A boneca Susi, antes estática, agora dança acoplada a uma base, em três velocidades, e pode ser controlada por rádio a uma distância de até dez metros, segundo a Brinquedos Estrela. Outra novidade da marca é o "Bebê Quero Crescer", que não só aumenta de tamanho, como aprende a falar e até a cantar.
Outras novidades mesclam tecnologia e aprendizado. É o caso de alguns produtos fabricados pela Oregon, que tem licenças da Mattel – dona de marcas como Barbie e Hot Wheels. O laptop Barbie B-Bright possui 12 atividades diferentes, entre elas exercícios de vocabulários, formas, cores, alfabeto, música e números.
Ainda na linha educativa, a versão "Barbie e as Três Mosqueteiras" ensina a história clássica de Alexandre Dumas para as meninas de hoje. A boneca vem com um DVD. “Escolhemos uma história clássica da infância dos pais para ensinar às crianças o valor das amizades e a importância de se respeitar as diferenças”, diz Ana Furtado, gerente da marca Barbie no Brasil.
Miette, gatinha da Barbie (Foto: Divulgação)
Não são só os itens que dão piruetas, falam ou voam – geralmente mais caros – os ofertados no mercado. Os brinquedos clássicos também tem vez. A Brinquedos Rosita, que atende o público entre dois e oito anos, deu cara nova a alguns itens tradicionais e aposta nos personagens de desenhos que ganham a admiração dos pequenos.
Meninos e clássicos
Entre os lançamentos para meninos, está o laptop Pista Rápida Hot Wheels, que tem 60 atividades, sendo 30 delas em inglês, para testar habilidades em linguagem, matemática, memória e lógica. Entre os carrinhos, o Picooz Sky Auto, da Estrela, voa e anda pelo chão.
No terreno dos games, a TecToy lança o Mega Drive 4 Guitar Idol, com o qual é possível tocar sucessos de bandas nacionais ou internacionais com o joystick ou com o instrumento.
A Rosita, empresa de brinquedos que prevê crescer entre 5% e 10% sobre 2008, aposta em linhas que fazem sucesso entre crianças de 2 a 8 anos, como a Puka. "A Puka, por exemplo, é uma Hello Kitty inserida em um contexto mais atual. Ela é mais atuante, uma menina que toma iniciativas", explica Antonio Brandino, diretor comercial da Rosita.
Entre os 30 lançamentos da Rosita estão a cozinha e a penteadeira da Puka e o kit com máscara, bandana, entre outros itens, do Naruto (pequeno ninja que faz sucesso entre os meninos).
http://g1.globo.com/Sites/Especiais/Noticias/0,,MUL1318122-17397,00-INDUSTRIA+DE+BRINQUEDOS+LANCARA+NOVIDADES+PARA+O+DIA+DAS+CRIANCAS.html
domingo, 27 de setembro de 2009
IGBR3 - Querem trabalhar no início do ano. Olho nela !!!
Segundo um forte rumor entre grandes redes varejistas, a companhia voltaria a entregar novos lotes de produtos até o primeiro bimestre de 2010. Setenta pessoas ainda trabalham na fabricante no país. "Representantes da Gradiente ligaram para nós, sondando sobre uma parceria para anúncios em encartes e propagandas. Mas eles disseram que produção mesmo, só no início do ano que vem", conta a gerente de compras de uma varejista. Com isso, a eventual volta da marca Gradiente às lojas neste mês foi enterrada. "Para este ano, ainda não dá", diz Pedro Falabella, presidente da Agência de Fomento do Estado do Amazonas, envolvida diretamente no processo de recuperação da empresa. O retorno da Gradiente ao varejo depende de três pontos: um acerto financeiro com os últimos credores, renegociação de dívidas com o Fisco e o aporte de capital de investidores. É nisso que Staub está trabalhando agora e a DINHEIRO apurou que há alguns poucos nós a desatar. O novo aporte deverá vir mesmo da Jabil. Pouca gente sabe que o grupo americano comprou matéria-prima e equipamentos da Gradiente em 2005. Com os novos milhões em mãos, gerados pela emissão de ações, a Jabil ganhou fôlego suficiente para investir na companhia brasileira.
http://www.terra.com.br/istoedinheiro/edicoes/623/artigo151578-1.htm
Não deixem de ler
TOYB4 - DIA DAS CRIANÇAS CHEGANDO
Até Outubro acho que será difícil comprar por 0,07, vamos ficar de olho.
A empresa está trabalhando bem e quero lucrar pelo menos 100% em cima dela, vou aguardar o tempo necessário.
Natal será de grande expectativa também.
Vejam algumas manchetes que estão na mídia:
Tectoy Digital prepara jogo de tênis para Zeebo
Zeebo fica mais barato e ganha Resident Evil 4
Zeebo, videogame brasileiro, fica mais barato
Videogame nacional ganha controle de movimentos e corte de preço
Preço do Zeebo diminui em R$100
Qualcomm no Futurecom 2009
CAMB4 - OLHO NELA !!!
Copa do Mundo se aproxima e os investimentos crescem neste setor.
Olho nela a partir de agora. Tenho como objetivo R$ 7,00 até junho de 2010.
Abaixo alguns links para conhecerem melhor a empresa.
http://www.penalty.com.br/v2/
http://pt.wikipedia.org/wiki/Penalty_%28marca%29
http://www.penaltymax.com.br/
http://www.penaltyfutebol.com.br/
http://www.nextsniper.com.br/
http://www.penaltyarena.com.br/
sexta-feira, 25 de setembro de 2009
TELB4 - Acho que em algum momento ela iguala o valor da TELB3 - Olho no book.
Estou muito feliz com o andamento do projeto. O Lula promete ainda para este ano as novidades.
Portanto, estudemmmmmmmmmm TELB4 e olho no book, outra subida muito forte pode acontecer.
Que venham os tubas.
Boa sorte aos comprados e boa leitura abaixo pra quem ainda não leu.
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Fonte: Mariana Mazza - Teletime News (17/09/2009)
Passada a crise financeira, o governo agora decidiu colocar as
telecomunicaçõ
Plano Nacional de Banda Larga, assentado em uma rede pública, gerida
por empresas públicas. O interesse do governo é tamanho em investir na
inclusão digital neste último ano do mandato que o presidente Luiz
Inácio Lula da Silva fez questão de destacar o tema em entrevista
concedida ao jornal Valor Econômico, publicada nesta quinta-feira, 17.
Em sua primeira resposta aos jornalistas, Lula mencionou o projeto.
"Ainda este ano vou apresentar uma proposta sobre inclusão digital",
avisou o presidente. A ideia é integrar todo o país com fibras óticas.
Para isso, o governo espera contar com o apoio do Congresso Nacional,
já que é para lá que a proposta será encaminhada.
Mas os planos não se resumem a um projeto a ser enviado ao Congresso.
Segundo fontes ativas no processo de criação do plano de banda larga,
o governo pretende dar grande destaque ao projeto no novo Plano de
Aceleração do Crescimento (PAC), que compreenderá uma programação de
investimentos entre os anos de 2011 e 2015. "O orçamento para o plano
(de banda larga) será garantido no PAC de 2011", assegura a fonte.
Continua de pé a estratégia de usar a Telebrás como gestora dessa nova
rede pública, administrando o uso da infraestrutura de fibras óticas
das três maiores estatais do setor energético: Petrobras, Furnas e
Chesf. O governo pretende somar a essa malha, a rede da Eletronet,
quando esta for liberada pela Justiça, além das novas fibras que serão
implantadas com verbas públicas.
Fust e política industrial
Cálculos preliminares feitos pelo governo apontam para um custo total
de R$ 1,1 bilhão na implantação do projeto de banda larga. Este valor
foi atingido após a prospecção de empresas nacionais, pois faz parte
do plano a criação de estímulos à indústria brasileira de
equipamentos. É ai que entra o Banco Nacional de Desenvolvimento
Econômico e Social (BNDES), que também participou da reunião realizada
ontem pela presidência da República para traçar as estratégias de
implantação do plano.
"Queremos uma política industrial. E financiar os municípios
brasileiros para completar o plano", explicou a fonte. Uma das
estratégias pode ser o uso do cobiçado Fundo de Universalizaçã
Telecomunicaçõ
não foram efetivamente aplicados em nenhum projeto de expansão em
telecomunicaçõ
No momento, a Câmara dos Deputados analisa um projeto do Senado que
poderá flexibilizar o uso do Fust permitindo, inclusive, a aplicação
das verbas como subsídio para inclusão digital pelos municípios. "Um
uso do Fust para um projeto como este seria muito útil porque aí
daríamos uma explicação para a sociedade sobre este dinheiro que nunca
foi investido", avalia a fonte.
O investimento previsto para o plano é considerado baixo pelo governo,
quando comparado ao que a administração pública gasta com serviços de
telecomunicaçõ
gastaria R$ 858 milhões ao ano com o fornecimento de serviços de voz e
dados pelas concessionárias. Esse volume é menos de 1% do faturamento
bruto anual do setor de telecomunicaçõ
Link: http://www.teletime
AGEN11 - Olho no futuro - Vamos estudar pra pegar o foguete do chão
Glencore prepara a terra para a compra da Agrenco
No que depender do apetite da Glencore, o acordo operacional com a Agrenco encerra seu prazo de validade em dezembro. O grupo suíço espera fechar a compra em definitivo da trading brasileira. Nas últimas semanas, houve vários contatos não apenas com os acionistas, mas, sobretudo, com os credores da Agrenco. Eles terão a penúltima palavra sobre o destino societário da empresa.
A última ficará com a Justiça, uma vez que a companhia se encontra em processo de recuperação judicial. Ainda assim, no raciocínio da Glencore, o que importa mesmo é o imprimatur dos bancos e fornecedores. O mais provável é que o Judiciário referende a decisão dos credores caso eles concordem com o plano de repactuação das dívidas. O passivo total está na casa de R$ 1 bilhão. Os suíços e os controladores da Agrenco acreditam que há espaço para um deságio de até 50%. A Glencore acena com a conversão de uma parcela do passivo em participação societária. Ela própria se considera a maior isca para que os financiadores da Agrenco aceitem a proposta. O argumento é que os credores da empresa passarão a ter um sócio forte, com notória capacidade de alavancagem internacional.
Ao acelerar as negociações para a compra da Agrenco, a Glencore quer aproveitar o momento de fragilidade dos credores e, principalmente, dos acionistas da empresa. Antecipar a operação significa comprar a trading quase na bacia das almas. Não obstante os inúmeros problemas financeiros, a percepção da Glencore é que a Agrenco é um negócio estratégico e uma boa oportunidade de crescimento no Brasil.
Com a aquisição, o grupo voltará a ter uma operação de esmagamento
de soja no país, depois de 12 anos. Isso significa estar presente em toda a cadeia da atividade, desde a compra da produção, beneficiamento, armazenamento, transporte e venda a consumidores finais.


