terça-feira, 23 de junho de 2009
IGBR3 - Estou comprando novamente
Enquanto isto vou encarteirando na faixa dos 2,60 e caíndo vou fazendo mais preço médio, torcendo pra voltar em breve entre 3,00 e 3,50 . Se a empresa voltar oficialmente estimo que estas ações possam atingir o patamar mínimo de 5,00. Olho no book.
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O jornal O Estado de S. Paulo informou que o plano da Gradiente é criar uma nova empresa, livre de dívidas, que teria como sócios a americana Jabil, a agência de fomento do governo do Amazonas, os fundos de pensão dos funcionários da Petrobras (Petros) e da Caixa Econômica Federal (Funcef), além da própria família Staub. O BNDES emprestaria os recursos para que a Gradiente acertasse suas dívidas de cerca de R$ 300 milhões.
http://br.noticias.yahoo.com/s/01062009/25/tecnologia-gradiente-dispara-plano-preve-possivel.html
SNSY5 - Olho no book !!!
Olho no book de SNSY5, pra quem quiser estudar. Gosto destes momentos parados porque quando sobe , pode ser forte.
TELB4 - Olho nas notícias !!!
- Reativação da empresa pode reequilibrar as forças no setor de telefonia, diz Abramulti
Hoje, 23 de junho, na Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática da Câmara dos Deputados, acontece audiência publica que irá debater a proposta do governo de recriação da Telebrás. A atividade foi requerida pelo deputado Paulo Bornhausen (DEM/SC) e deverá contar com a participação na mesa de debates os representantes da Telebrás, Anatel, Ministério das Comunicações, Ministério do Planejamento, operadoras de telefonia. A Abramulti - Associação Brasileira dos Provedores de Internet e Operadores de Comunicação de Dados Multimídia também confirmou que estará presente na atividade e que será representada pelo diretor de assuntos regulatórios, Manoel Santana Sobrinho.
A Abramulti afirma que a recriação da Telebrás poderá ser benéfica porque poderá representar um reequilíbrio das forças na competição no mercado de telecomunicações. "A Telebrás poderá ser a única opção para que as empresas independentes de telecom consigam comprar transporte de dados sem depender das grandes concessionárias nacionais, fora dos grandes centros", afirma Santana Sobrinho. "Em contrapartida, estas mais de 1200 empresas independentes poderão ser a melhor opção para, em parceria com a Telebrás, garantirem a última milha nas cidades e atender aos órgãos de governo em condições mais satisfatórias, ou, em última análise, serem mais uma opção ao governo, pois estão presentes em mais de 4600 municípios", destaca.
Para o dirigente da Abramulti, esta audiência não estaria em pauta "se legislação de telecomunicações atual tivesse sido cumprida pela Anatel e que o compartilhamento de infra-estrutura e a desagregação de redes, e a EILD (exploração industrial de linha dedicada) já tivessem sido implantados. Isto porque já teríamos garantida a competição no mercado e com uma evidente e elevada melhoria dos serviços, além da queda substancial dos preços", afirma. "O projeto de recriação da Telebrás deve ser debatido pela sociedade civil para se possa conhecer quais os reais objetivos da proposta defendida pelo Governo Federal. Esta audiência pública é um bom caminho para isso".
O diretor da entidade ressalta também que esta reestruturação do setor a partir da Telebrás deverá passar pelas outorgas e licenças a serem concedidas tanto as empresas de STFC quanto aos outros serviços de telecomunicações. "Hoje a Anatel tem muito poder concentrado. É preciso reestruturar sim, mas não sabemos ainda se ao sair do espeto vamos cair na brasa. É necessário conhecer, primeiramente, as intenções do governo e qual o fundo desta reestruturação das agências proposta pelo governo, e não apenas para a Anatel, como para todas as demais agências", afirma Santana Sobrinho.
segunda-feira, 22 de junho de 2009
GLOB3 - Sra. Lily satisfeita.
Lily Safra está satisfeita com o desfecho das negociações com o Grupo Pão de Açúcar. Declarou, de Londres, sua satisfação com os termos do acordo de venda do Ponto Frio. Como conseqüência, os acionistas da Globex terão participação de 7.66% em ações preferenciais na empresa CBD, além de ter direito a indicar um assento no Conselho de Administração do Grupo Pão de Açúcar. “Ponto Frio será a marca e a plataforma para os eletrônicos da CBD no Brasil. Com nosso assento no conselho, estaremos aptos a dar assistência ao CBD na perpetuação do legado de meu marido João Monteverde”, diz Lily Safra. “Estou feliz em saber que os empregos serão mantidos e que a marca Ponto Frio se manterá viva no segmento de varejo brasileiro”.
Lily Safra mantém dedicação a seus projetos filantrópicos, como o desenvolvido nas cidades de Natal e Macaíba, no Rio Grande do Norte, e em diversos países no mundo. O estado é sede do Instituto Internacional de Neurociências de Natal Edmond e Lily Safra (IINN-ELS) onde está sendo apoiado um programa de pesquisa de ponta em neurociência, a Escola Alfredo J. Monteverde que fornece acesso a educação para mais de 1000 crianças, e uma clínica de saúde das mulheres. “Apoiamos o projeto porque acreditamos que o IINN-ELS tem o potencial de promover impacto significativo na busca pela cura de enfermidades devastadoras como a doença de Parkinson e o mal de Alzheimer”, comenta. Lily Safra patrocina, ainda, outras causas no Brasil por meio da Fundação Filantrópica Edmond J. Safra, como por exemplo o Projeto Felicidade em São Paulo e o Instituto Fernandes Figueira no Rio de Janeiro.
TELB4 - BB pode se aliar ao projeto.
Outro aliado pode estar num grande cliente do setor, o Banco do Brasil, que vem negociando com o governo o uso compartilhado da infraestrutura de telecomunicações para levar os serviços da instituição financeira para as localidades mais distantes e onde há uma carência de serviços e, como consequência, um preço elevado por parte dos provedores privados.
Segundo o diretor de Tecnologia do BB, José Francisco Alvarez Raya, a ideia é aproveitar os sistemas utilizados pelo governo em áreas como a Previdência Social, a Receita Federal e até o Exército para incorporar a oferta de serviços bancários. Ele admite que a discussão passa, inclusive, pelo uso da Eletronet.
http://www.convergenciadigital.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=19256&sid=8
CSAN3 - Apostando no futuro
http://www.tribunadointerior.com.br/index.php?pag=noticias&id_noticia=23726&conjunto=&id_caderno=23&id_usuario=¬icias=
sábado, 20 de junho de 2009
ECOD3 - Estou encarteirando visando o mês de julho.
KEPL3 - Encarteirei muito aos 0,16 e tenho como objetivo 0,30 até o final do ano.
| Como eu havia comentado um tempo atrás achei uma excelente oportunidade comprar aos 0,16 com olho no médio prazo. Gostei das notícias abaixo e fiquei animado. Vale a pena dar uma estudada nestas ações. ============================================== 18 de junho de 2009 | |
| Kepler lança silos em módulos | |
Determinar o momento da venda da safra é a expectativa do orizicultor Domingos Lopes, que assinou protocolo de intenção para comprar equipamento para a armazenagem de grãos, lançado ontem pela Kepler Weber. Com meta de atrair pequenos e médios produtores, serão oferecidas dez opções de sistema para arroz e 40 para trigo, soja e milho. O custo varia de R$ 130 mil a R$ 1 milhão. Os produtos KW Fazenda são modulares, o que permite ampliação conforme o aumento da produção. O presidente da Kepler, Anastácio Fernandes Filho, projeta vender 400 unidades até 2010, garantindo ao novo nicho representação de 20% sobre o faturamento. A Casa Rural apoia o projeto. A expectativa do presidente da Farsul, Carlos Sperotto, é que a ação impulsione a armazenagem própria, minimize perdas e maximize resultados. Correio do Povo ===================== Kepler Weber lança linha de “produtos de prateleira”Fabricante gaúcha de sistemas de armazenagem agrícola começa a vender equipamentos prontos. Antes, a empresa produzia apenas sob demanda Por: Ricardo Lacerda / Redação de AMANHÃAo longo de seus 84 anos de existência, o Grupo Kepler Weber ficou conhecido por produzir equipamentos sob demanda de cada cliente. Agora, dois anos depois de saltar de um estado pré-falimentar para a liderança do mercado, a empresa está ampliando sua atuação ao lançar um produto bastante específico: a linha KW Fazenda.Chamada informalmente pelos executivos da própria Kepler Weber de "produto de prateleira", a novidade contempla uma série de itens que já têm padrão definido. Entre eles, estão silos, secadores e elevadores para grãos, à venda por preços que variam entre R$ 130 mil e R$ 1 milhão. Segundo o presidente da Kepler Weber, Anastácio Fernandes Filho, ao dispor de um sistema próprio de armazenagem, os pequenos e médios produtores rurais conseguem agregar valor à produção. Assim, poderão escolher o momento mais oportuno para vender a colheita. "É um estímulo à visão empresarial do produtor. A lavoura tem que ser vista como uma empresa", afirma. Lançada nesta quarta-feira no Rio Grande do Sul, a linha KW Fazenda contará com apoio comercial da Casa Rural, entidade da Federação da Agricultura gaúcha (Farsul) e dos sindicatos rurais do estado. Para Nolci Santos, diretor administrativo-financeiro e de relações com investidores da Kepler Weber, a nova linha representará cerca de 20% do faturamento da companhia no fim de 2010. Com base em números referentes ao ano passado, quando faturou R$ 374,4 milhões, isso representaria mais de R$ 75 milhões. Segundo Santos, o produtor rural que adquirir o KW Fazenda levará cerca de cinco anos para recuperar o investimento. "Muitas vezes, o produtor rural gasta o mesmo valor comprando uma camionete", compara o executivo. Para ele, a demanda por armazenagem própria em pequenos e médios estabelecimentos rurais tende a crescer bastante nos próximos anos: "Estamos convictos de que é uma demanda reprimida". Hoje, no Brasil, apenas 15% da capacidade estática do agronegócio está em propriedades rurais. Segundo o Ministério da Agricultura, em algumas regiões dos Estados Unidos, o índice chega a ser de 100%, enquanto no Canadá é de 85% e, na Argentina, de 45%. Crédito Os equipamentos serão financiados por linhas tradicionais do BNDES, como o Moderinfra, com juros de 6,75% ao ano. Já o repasse dos recursos ficará a cargo de agentes como BRDE (Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul) e CaixaRS. Depois da Região Sul, os equipamentos serão lançados no Centro-Oeste e Nordeste. | |
sexta-feira, 19 de junho de 2009
TOYB4 - DIA 25 CHEGANDO
Pois é, olho no book, dia 25 chegando, vamos acompanhar o book para julho.
Olho no dia 25 !!!
TELB4 - Olho no book !!! A subida pode ser muito forte !!!
A Abramulti – associação que representa os provedores de acesso à Internet – acredita que a reativação da Telebrás poderá representar um "reequilíbrio das forças na competição no mercado de telecomunicações". Esse reequilíbrio de forças passa pelo surgimento de alternativas para as pequenas empresas de SCM em adquirir capacidade de rede de outras fontes que não as concessionárias fora dos grandes centros.
A associação afirma que as pequenas empresas de SCM poderão ser a melhor opção para, em parceria com a Telebrás, garantirem a última milha nas cidades e atender aos órgãos de governo em condições mais satisfatórias, ou, em última análise, serem mais uma opção ao governo, pois estão presentes em mais de 4,6 mil municípios.
Na próxima terça-feira, 23 de junho, na Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática da Câmara dos Deputados, acontece audiência publica que irá debater a proposta do governo de recriação da Telebrás. A atividade foi requerida pelo deputado Paulo Bornhausen (DEM/SC) e deverá contar com a participação na mesa de debates os representantes da Telebrás, Anatel, Ministério das Comunicações, Ministério do Planejamento, operadoras de telefonia.
Para a Abramulti esta audiência não estaria em pauta "se legislação de telecomunicações atual tivesse sido cumprida pela Anatel e o compartilhamento de infra-estrutura, a desagregação de redes, e a EILD (exploração industrial de linha dedicada) já tivessem sido implantados".
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