MERCADO LIVRE

quinta-feira, 6 de maio de 2010

PRA TODOS LEREM , A MINHA RESPOSTA AO COMENTÁRIO DO TÓPICO ANTERIOR. POST TELB RUMO AOS 10,00

Quem fica rindo sou eu.


Ouço isto desde os 0,20 que iria voltar para 0,05, kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Eu não estou dando data, pode levar 1 ano ou 10 anos. O que interessa é o rumo aos 10,00.

E quanto a TOYB4, tenho desde os 0,05, lucros muito maiores que os prejus. E quando recua assim eu aproveito pra comprar mais e ganhar , duas vezes. Então vamos rir juntos.



kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk



Se o seu prazer é me ver perder, pode chorar, pq o que ensino aqui é entrar com pouco, ter reservas pra comprar na baixa e não usar o dinheiro que precisa no curto prazo. Com esta fórmula as chances de lucros serão sempre fortes.



Vamos rir mais , kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

TELB4 - Rumo aos 10,00 .

Telebrás renderá R$ 5,7 bi em 10 anos, diz Cezar Alvarez
Qui, 06 de Maio de 2010 09:03
Agência Estado - O coordenador dos programas de inclusão digital do governo, Cezar Alvarez, disse hoje que a nova Telebrás vai render R$ 5,7 bilhões, em 10 anos, com a venda de capacidade de transporte de dados no atacado.

quarta-feira, 5 de maio de 2010

TELB - 3 BI. Que beleza. E tem gente que ainda não acredita na empresa. Rumo aos 10,00 heheheheehe

Notícias


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Fonte



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PNBL terá investimentos de R$ 13 bi até 2014, sendo R$ 3,22 bi para Telebrás



Recomendar!Por: Equipe InfoMoney

05/05/10 - 15h28

InfoMoney







SÃO PAULO - Em evento para lançamento das diretrizes do Programa Nacional de Banda Larga (PNBL), um dia após a Telebrás (TELB3, TELB4) confirmar que será a gestora da rede de fibra ótica do governo, a Casa Civil informou que o PNBL terá investimentos de cerca de R$ 13 bilhões, entre 2010 e 2014, sendo que R$ 3,22 bilhões contemplam a capitalização da Telebrás



A ministra-chefe da Casa Civil, Erenice Guerra, afirmou que a Telebrás, efetivamente, está sendo reativada.



"É claro que dentro de uma modelagem própria, voltada e focada na questão da gestão da banda larga para fazer a gestão dessa rede física", declarou a ministra, que ainda afirmou que a empresa não substituirá ou limitará a iniciativa privada, mas sim irá "usar a infraestrutura de que a União já dispõe para incentivar [a iniciativa privada]."



Investimentos previstos

Segundo a Casa Civil, as desonerações contempladas pelo PNBL envolvem R$ 11,36 milhões do FUST (Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações) para pequenas e médias prestadoras, R$ 770 milhões de PIS/COFINS para modens de acesso à internet, e R$ 3,75 milhões referentes à ampliação da redução de 95% para 100% da alíquota de IPI para os equipamentos de telecomunicações com tecnologia nacional.



Ainda são previstos investimentos de R$ 1,75 bilhão para pesquisa e desenvolvimento, através do Fundo de Desenvolvimento Tecnológico das Telecomunicações (FUNTTEL).



A projeção ainda inclui R$ 7,50 bilhões de créditos do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), sendo R$ 6,50 bilhões referentes a financiamento a aquisição de equipamentos de telecomunicações de tecnologia nacional com condições diferenciadas, e R$ 1 bilhão de financiamento para micro, pequenos e médios prestadores de serviços de telecomunicações e lan houses, através do cartão BNDES.



Objetivos do Plano

O objetivo do plano seria "massificar o acesso à Internet em banda larga no Brasil para os cidadãos, instituições do governo, entidades da sociedade civil e empresas, de modo a promover oportunidades, desconcentrar renda e incorporar os cidadãos hoje excluídos desse serviço". Segundo a apresentação, o foco inicial do plano está na infraestrutura da banda larga e na política produtiva e tecnologia, enquanto os focos subsequentes são conteúdos digitais e aplicações e serviços.



Segundo a apresentação, a banda larga no Brasil é atualmente "cara, concentrada e lenta", uma vez que apenas 21% dos domicílios no Brasil atualmente possuem banda larga - em localidas concentradas sobretudo no Sul, Sudeste e Centro-Oeste, e 33% das conexões são de até 256 kbps. Já os gastos per capita com banda larga correspondem a 4,5% da renda mensal no brasil, ante 0,5% nos países desenvolvidos.



Regulação e rede nacional

Com o objetivo de aumentar a competição no setor e diminuir o preço ao consumidor final, a Casa Civil propôs 20 ações que envolvem a expedição de regulamentos pela Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) e a alteração de algumas normas setorias, como leilões de radiofrequência para a prestação de banda larga sem fio.



O plano de ação para 2010 envolve a implantação do núcleo principal da rede backbone no Distrito Federal e em 15 estados do Nordeste e Sudeste, a construção e provimento de acesso a 96 pontos corporativos do Governo Federal nas capitais, além da intenção de levar backhaul a 100 cidades, oferecendo acesso a pontos de governo, com prioridades para os setores de educação, saúde e segurança.



Telebrás

Justificando a escolha pela Telebrás, a Casa Civil afirmou que trata-se de uma empresa "constituída e em atividade, com marca nacional consolidada no mercado". Além disso, consta na apresentação que o objeto societário da Telebrás é compatível com o propósito do PNBL e que trata-se da melhor alternativa entre as opções avaliadas, com quadro de colaboradores especializados.



De acordo com comunicado de terça-feira (4) divulgado pela empresa, caberá a ela implementar a rede privativa de comunicação da administração pública federal e prestar apoio e suporte a políticas públicas de conexão à internet banda larga para universidades, centros de pesquisa, escolas, hospitais e outros pontos de interesse público.



Além disso, também é responsabilidade da companhia prover infraestrutura e redes de suporte a serviços de telecomunicações prestados por empresas privadas, estados, Distrito Federal, municípios e entidades sem fins lucrativos. Também está prevista a prestação de serviço de conexão à internet em banda larga para usuários finais, “apenas e tão somente em localidades onde inexista oferta adequada daqueles serviços” – deixando espaço para atuação das empresas privadas do setor.



Próximos passos

No dia 7 de maio haverá uma reunião com operadoras, representantes dos estados e municípios, empresas de tecnologia nacional, lan house e sociedade civil. A assinatura do decreto do PNBL e publicação de documento deve ocorrer ainda em maio, enquanto no início de junho deve ocorrer a instalação do Fórum Brasil Digital - que formulará planos de ação de longo prazo para os temas estratégicos de tecnologias de informação e comunicação, além de criar e difundir conhecimento e solucionar divergências.



O Fórum será composto por representantes das empresas, do setor público e da sociedade civil.

TELB4 - SUCESSO TOTAL !!!

Saí vencedor mais uma vez. Obrigado meu Deus.

Parabéns aos amigos investidores que tanto acreditaram, assim como eu.

Sucessssoooooooo pra todos e olho no book !!!!


Obrigado Lula !!! Confiei em você.

terça-feira, 4 de maio de 2010

AÇÕES QUE INDICO PARA ESTUDAREM, VISANDO UMA BOA RENTABILIDADE ATÉ DEZEMBRO.

KEPL3
JBDU4
TOYB4


Estudem e boa sorte !!!

KEPL3 - O meu objetivo até o final do ano.

Ela deu uma GRANDE RECUADA, aumentando as possibilidades de ganhos. Como eu digo muitas vezes, algumas ações oferecem a oportunidade de se ganhar uma vez, duas vezes, três vezes ou muito mais.
KEPL3 está oferencendo uma nova chance e a cada baixa , a oportunidade melhora pra quem quer entrar.

Será que vai cair dos 0,40 ou vai retornar rapidamente para os 0,50?

Olho no book e quando a força compradora entrar, hora de lucrar junto.

Olho no book. Acredito em 1,00 até o final do ano.


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Traduzido pelo GOOGLE:

Venezuela cai para trás em pagamentos às empresas Brasil * Marcopolo, Kepler among companies affected * Marcopolo, Kepler, entre as empresas afectadas
* Lula, Chavez to meet on Wednesday to discuss issue * Lula, Chávez se reunir na quarta-feira para discutir a questão
SAO PAULO, April 28 (Reuters) - Venezuela has fallen behind in payments to Brazilian exporters for the second time in less than a year, hampering revenue for bus and industrial goods manufacturers and mid-sized firms, Valor Economico newspaper reported on Wednesday. SÃO PAULO, 28 de abril (Reuters) - A Venezuela tem ficado para trás nos pagamentos aos exportadores brasileiros pela segunda vez em menos de um ano, prejudicando a receita para ônibus e fabricantes de bens industriais e empresas de médio porte, jornal Valor Econômico nesta quarta-feira.
Brazilian President Luiz Inacio Lula da Silva will ask his Venezuelan counterpart Hugo Chavez at a meeting in Brasilia on Wednesday to help speed up some overdue payments, Valor reported, without citing its sources. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva vai pedir o seu colega venezuelano Hugo Chávez durante uma reunião em Brasília na quarta-feira para ajudar a acelerar alguns pagamentos em atraso, o Valor informou, sem citar suas fontes.
Lula is particularly worried about delays in disbursements for small- and medium-sized companies and will demand a prompt solution to the matter, the daily added. Lula está particularmente preocupada com os atrasos nos desembolsos para pequenas e médias empresas de tamanho e vai exigir uma solução rápida para o assunto, o jornal acrescentou. Venezuela implemented foreign exchange controls in 2005 under which companies and individuals can only buy hard currency from the government. Venezuela implementou controles cambiais, em 2005, sob o qual empresas e pessoas físicas só podem comprar moeda forte do governo.
Venezuelan clients have been unable pay Kepler Weber ( KEPL3.SA ), a grain producer, for their imports, Valor said. Marcopolo ( POMO3.SA ), the largest Brazilian maker of bus chassis, has also been hampered by the payment delays, the paper added. clientes venezuelanos não puderam pagar Kepler Weber (KEPL3.SA), um produtor de grãos, para as suas importações, Valor, disse. Marcopolo (POMO3.SA), a maior fabricante brasileira de chassis de ônibus, também foi prejudicado pelos atrasos de pagamento, o papel acrescentou.
While the funds owed to the companies are not significant, the risk is that some of the firms may run out of working capital to honor other contracts, one senior Brazilian diplomat told the newspaper. Enquanto os fundos devidos às empresas não é significativa, o risco é que algumas empresas podem ficar sem capital de giro para honrar outros contratos, um diplomata brasileiro disse ao jornal.
Venezuela's economy, South America's third largest, is currently struggling with persistently high inflation rates, an economic recession and broadening Dutch disease symptoms from its dependence on oil as key source of export revenue. a economia da Venezuela, da América do Sul o terceiro maior, se está esforçando atualmente com altos índices de inflação persistentemente, uma recessão econômica ea ampliação dos sintomas da doença holandesa a partir de sua dependência do petróleo como principal fonte de receitas de exportação.
Brazil's exports to Venezuela totaled about $778 million in the first quarter, Valor said. (Reporting by Guillermo Parra-Bernal; editing by Jeffrey Benkoe) de exportações do Brasil para a Venezuela totalizaram cerca de 778 milhões dólares no primeiro trimestre, Valor, disse. (Reportagem de Guillermo Parra-Bernal; edição por Jeffrey Benkoe)

segunda-feira, 3 de maio de 2010

TOYB4

Notícias03/05 - 14:55hs


Tectoy lança leitor de DVD compacto

Tamanho reduzido e função “consumo zero” são os diferenciais

Redação iG Tecnologia



De olho no dia das mães, a Tectoy está lançando o tocador de DVD Compact DVT-C100. O nome faz referência ao tamanho reduzido do aparelho, que mede 20 cm de largura por 21 cm de profundidade e 5 cm de altura. O aparelho tem preço sugerido de R$ 99.





Divulgação



Tectoy: tocador de DVD com tamanho reduzido





O DVD reproduz os formatos mais comuns do mercado e traz conexões S-Video e de áudio digital coaxial. Também há suporte para o padrão XviD, muito usado na distribuição de vídeos pela internet. Há também um botão “consumo zero” que desliga totalmente o tocador e evita o consumo de energia quando não está em uso.

sábado, 1 de maio de 2010

ACGU3 - Olho no book !!!!!!

São Paulo - A Petrobras e o grupo francês Tereos anunciaram nesta sexta-feira uma parceria estratégica que prevê investimento de 1,6 bilhão de reais da estatal na Açúcar Guarani. A Petrobras, por meio da subsidiária Petrobras Biocombustível, vai obter ao final dos investimentos 45,7 por cento da Guarani, subsidiária do Tereos, com base no preço por ação de 5,83 reais.

Adicionalmente, a Tereos terá a opção de investir na Guarani até 600 milhões de reais, via aumento de capital, dentro de um período de 12 meses após o ingresso da Petrobras Biocombustível na companhia sucroalcooleira.

O negócio também marca a aguardada expansão da estatal com mais força no setor de etanol, uma vez que a Guarani é a quarta do setor de cana no Brasil.

"Para a Petrobras, este investimento está alinhado ao seu Plano de Negócios e representa um movimento significativo no seu processo de consolidação como uma empresa de energia...", diz o comunicado conjunto das três empresas.

Terceiro maior produtor de açúcar da Europa, o Grupo Tereos anunciou no final de março o agrupamento da unidade no Brasil, a Açúcar Guarani, com ativos da companhia na Europa e na região do Oceano Índico. A operação formou a Tereos Internacional, uma das maiores do setor sucroalcooleiro no mundo.

quinta-feira, 29 de abril de 2010

JBDU4

Estou de olho grudadinho neste book !!!

Estes próximos pregões podem ser interessantes. Se a força compradora entrar, reforço o meu capital nela.

KEPL3

Refeita da crise mundial, economia mato-grossense desponta com indicadores positivos em vários segmentos










A tão esperada verticalização da economia começa a mostrar seu peso na receita das exportações



MARCONDES MACIEL

Da Reportagem



Oitavo estado com maior volume de exportações no país (US$ 8,64 bilhões nos últimos 12 meses), Mato Grosso se prepara para chegar ao final de 2010 respondendo por 80% do superávit da balança comercial brasileira, ou US$ 8 bilhões – a estimativa é de que o Brasil alcance US$ 10 bilhões no ano. A previsão é da Federação das Indústrias do Estado (Fiemt), que ontem divulgou os números do setor industrial no primeiro trimestre de 2010.



O levantamento mostra crescimento de 7,89% no consumo de energia elétrica, que saltou de 358,27 mil mW/h para 386,49 mil kW/h, e de 5.005% no nível de emprego – saiu de 1.223 vagas negativas, no primeiro trimestre de 2009, para 3.782 mil novas vagas criadas em igual período deste ano. Já a geração do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) do setor passou de R$ 298,47 milhões no primeiro trimestre do ano passado para R$ 373,59 milhões em 2010, incremento de 25,17%.



O grande responsável pelo aumento do superávit da balança mato-grossense é o agronegócio, aliado ao crescimento da indústria de transformação e de alimentos, que está se consolidando com a chegada de novas fábricas de processamento de aves e suínos no Estado.



“Mato Grosso continua crescendo em ritmo acelerado, agregando valores à produção e elevando o nível de empregabilidade e renda. Estamos entrando em um novo ciclo”, afirma o presidente da Fiemt, Jandir Milan. Segundo ele, a economia mato-grossense está “plenamente refeita” da crise financeira mundial e tende a crescer em um ritmo mais forte a partir de agora.



“Percebemos que nos últimos anos Mato Grosso vinha tendo um crescimento vegetativo. Agora notamos que o crescimento é firme, real, com reflexo direto na economia do Estado e na melhoria da qualidade de vida da população”. Ele diz que Mato Grosso saiu do modelo de produção agrícola para o industrial, que está gerando maior volume de recursos ao Estado, via geração de empregos e renda.



Na avaliação de Carlos Vitor Timo Ribeiro, assessor econômico da Fiemt, a indústria de transformação e alimentos está impulsionando o crescimento estadual. Prova disso é que as vendas de farelo no primeiro trimestre do ano registraram aumento de 50,22% em valor (passou de US$ 256,46 milhões para US$ 385,27 milhões) e de 34,81% em volume (764,54 mil toneladas para 1,03 milhão de toneladas).



Segundo ele, o crescimento das exportações de farelo de soja está diretamente vinculado ao aumento do esmagamento do grão em Mato Grosso, agregando valor à produção. “Tal processo, além de gerar excedentes para exportação, também aumenta a oferta interna para a produção de ração animal, insumo básico à avicultura, suinocultura e piscicultura, atividades em franca expansão no Estado”.



VERTICALIZAÇÃO - Ribeiro acredita que Mato Grosso já está ingressando no ciclo de industrialização da sua produção, a chamada verticalização. “Estamos transformando proteína vegetal – farelo de soja e milho – em proteína animal (carne de frango e suína), agregando valor, gerando empregos e renda e alavancando positivamente a economia”.



Ele observa que, por outro lado, o processamento da soja em grão, além do farelo – 80% do grão – gera quantidades maiores de óleo de soja (18% do grão), que no primeiro trimestre vem sendo direcionado ao mercado interno, apesar do expressivo aumento do preço internacional do produto.



“Este resultado sinaliza a utilização maior do óleo para a fabricação de biodiesel em Mato Grosso, o que inclusive explica o aumento das exportações de glicerina – subproduto do processo de produção desse biocombustível - o que também é relevante, dada a importância do segmento para a economia regional”, frisa o economista.