MERCADO LIVRE

terça-feira, 20 de abril de 2010

JBDU4 - DIA 30

http://www.industriasjbduarte.com.br/doc/JBDUARTEeditalago2010.pdf

TELB4 - PNBL

Heloisa Magalhães, André Borges e Cibelle Bouças, do Rio e de São Paulo
20/04/2010


Fabricantes de equipamentos que atendem tanto operadoras de telecomunicações como usuários de serviços de banda larga se reuniram nas últimas semanas e, juntas, bateram à porta de ministérios, em Brasília, para dizer que podem dar conta da universalização do serviço. A expectativa é de que o Plano Nacional de Banda Larga (PNBL), menina dos olhos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, seja uma oportunidade para quem desenvolve tecnologia no país.

Há uma enorme discussão a respeito do tema. Mesmo que as operadoras privadas participem diretamente da universalização da banda larga, como é intenção da Oi, que apresentou uma proposta à Casa Civil, cresce no governo a intenção de utilizar as fibras ópticas sem uso da Eletronet. Após longa guerra na Justiça, essa infraestrutura está voltando às mãos do sistema Eletrobras.

Segundo o secretário de logística do Ministério do Planejamento, Rogério Santana, envolvido diretamente no projeto, o uso da fibra independe da presença privada no PNBL. Santana diz que todas as operadoras serão recebidas pelo governo, caso queiram apresentar suas propostas, como fez a Oi. " O Brasil tem três grandes backbones (redes principais): da Embratel, da Oi e da Intelig, que foi comprada pela TIM. Há muitas outras redes espalhadas, mas sem presença nacional. Se existem as fibras ociosas (da Eletrobras), por que não usá-las? É um erro avaliar que essas fibras são da Eletronet. Não são. A Eletronet é uma massa falida, mas as fibras que atendem aos clientes continuam com a empresa " , diz.

Santana reconhece, entretanto, que a rede que está sendo transferida para o sistema Eletrobras não chega à casa do consumidor final. Essa rede precisa de complemento e o que vai ser feito neste sentido ainda será definido. Ele não antecipa quais seriam as propostas, mas afirma que o plano está formatado. " A maior parte das dúvidas levantadas estão sendo sanadas. Há (dentro do próprio governo) posições diferentes e cada área tem sua proposta. O mais difícil vai ser uma posição final, mas vamos fechar [a proposta] e apresentá-la ao presidente Lula em data que depende da agenda dele " , afirma.

O governo pretende criar uma rede de mais de 30 mil quilômetros de fibras ópticas, unindo os 17 mil quilômetros de fibras que haviam sido transferidos para Eletronet. A essa rede seriam agregadas fibras de outras empresas do sistema Eletrobras, como Eletronorte, Furnas e Chesf. A proposta é utilizar também o chamado " backhaul " (que faz ligação entre redes) das operadoras, o que está causando polêmica. A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) estabeleceu por meio da Resolução 530, que trata das metas de universalização da telefonia fixa, normas para a cobrança do uso do backhaul. Para a Abrafix, entidade que reúne as operadoras, a agência não pode fixar regra relativa à cobrança, pois o serviço de banda larga não está sujeito à tarifa determinada pela agência. José Fernandes Pauletti, presidente da Abrafix, diz que esse movimento da Anatel indica que o governo quer utilizar a infraestrutura das operadoras no plano de banda larga.

Com a presença das operadoras no projeto e na ativação das fibras ópticas da Eletrobras, os criadores de tecnologia nacional vislumbram uma oportunidade de colocar no projeto os produtos criados no país, como diz José Ellis Ripper, um dos sócios e criadores da Asga, que produz equipamentos ópticos de telecomunicações para transporte de informações.

Um trunfo para a indústria nacional é o BNDES. O banco já tem linha de apoio aos produtos concebidos dentro do país com condições bem mais atraentes do que os que atendem às exigências de montagem local, estabelecidas pelo Processo Produtivo Básico (PPB). Esse processo segue etapas de fabricação fixadas pela Lei de Informática de 1991, que prevê a concessão de benefícios fiscais.

Para a Datacom, fabricante de equipamentos de telecomunicações sediada em Porto Alegre, a atuação do BNDES como financiador de investimentos de banda larga pode ter um papel crucial na expansão da indústria nacional de equipamentos. " Hoje o BNDES já tem inúmeras linhas de financiamento para a área de inovação e isso é extremamente favorável para o setor, mas com essa nova medida ele passa a atuar diretamente no mercado, movimentando toda a cadeia " , diz Antonio Carlos Porto, diretor executivo da Datacom.

Mais do que financiar suas próprias operações, Porto afirma que o maior interessado nos recursos do BNDES são as operadoras. " É uma medida necessária. Estamos sofrendo muito com a concorrência externa, principalmente dos chineses " , diz ele. Com 500 funcionários, dos quais 270 são engenheiros, a Datacom sentiu profundamente os efeitos da crise no ano passado. A companhia, que em 2008 teve um faturamento de R$ 240 milhões, viu sua receita cair para R$ 130 milhões em 2009.

O vice-presidente de marketing e estratégia da Ericsson, Lourenço Coelho, também considera " positiva " a oferta das linhas de financiamento para os fabricantes nacionais. " A ampliação do financiamento a juro baixo pode ajudar a estimular o crescimento da produção nacional de toda a cadeia " , afirmou. O executivo disse acreditar, no entanto, que o banco definirá regras que contemplem também as empresas internacionais com fábrica no Brasil, como é o caso da Ericsson. " A produção de alguns itens ainda é feita em pequena escala no país " , observa Lourenço. Para o executivo, parte do plano de expansão terá de ser cumprido com banda larga móvel, em função do alto custo para a instalação de fibra óptica nas regiões mais distantes e com baixa densidade demográfica. De acordo com Lourenço, a Ericsson avalia investimentos para ampliar a capacidade de produção de sua fábrica em São José dos Campos (SP).

A questão ainda pouco clara é como serão as condições estabelecidas pelo governo para beneficiar o produto feito no país, uma vez que frequentemente sistemas importados da China, com preços mais baixos do que os da indústria nacional, são os vencedoras das concorrências. O fato da Oi, empresa que fez proposta de operar o PNBL, estar negociando financiamento com a China, fez com que as empresas ficassem ainda mais preocupadas. Executivos do setor dizem que esses financiamentos são geralmente atrelados a compras na indústria do país de origem. Procurada, a Oi, por meio da área de comunicação corporativa, disse que a companhia não comentaria o assunto. Fontes do mercado dizem que o financiamento é de US$ 1 bilhão, sendo parte para capital de giro e parte para equipamentos.

Segundo fontes do governo, as atuais linhas de financiamento do BNDES atendem ao perfil para o fornecimento de equipamentos para o plano de universalização de banda larga. Hoje, nas linhas do banco, os produtos que se enquadram no PPB podem ser financiados em até 80% e os de tecnologia concebida no país em 100% mais serviços. Os juros para ambos os casos é de 4,5% ao ano até junho; depois passam a 5,5%.

KEPL3 - Vende Silos pra eles. Estão precisando, rsrs. Este poderá ser o melhor ano dos últimos tempos para a KEPL3.

http://www.gazetadopovo.com.br/caminhosdocampo/conteudo.phtml?tl=1&id=992943&tit=Parana-armazena-soja-no-terreiro

MILK11

Muita expectativa para os próximos pregões.

Saída da RJ se aproxima. É o que muitos estão dizendo.

Olho no book.

segunda-feira, 19 de abril de 2010

KEPL3 - Mercado crescendo e um bom momento para a empresas. A Kepler terá grandes oportunidades pela frente e está trabalhando para isto. Está participando inclusive de muitos eventos.

Transportes

Ferroeste terá investimentos de R$ 17 milhões para aumentar a movimentação pela ferrovia - 16/04/2010 18:36

Mais duas empresas, a AB Comércio de Insumos e a Transportadora Binacional, vão se instalar no Terminal da Ferroeste em Cascavel. Ambas acabam de ser credenciadas no processo de chamamento público que a ferrovia abriu para atender empresas interessadas em construir silos, áreas de transbordo, e movimentar cargas através daquele terminal.

“A parceria da Ferroeste com os produtores, cooperativas e cerealistas amplia-se a cada dia. As duas novas empresas vão dinamizar ainda mais o nosso Terminal e aumentar o volume de transporte realizado pela nossa ferrovia em pelo menos 200 mil toneladas anuais. Temos uma área total de 1,7 milhão de metros quadrados e vamos continuar cedendo áreas gratuitamente para toda empresa que queira construir às suas expensas instalações de armazenagem provisória e transbordo e firmar conosco contratos de transporte ferroviário de longo prazo. Garantimos regularidade no transporte e tarifas acessíveis, que serão sensivelmente reduzidas quando a Ferroeste não mais depender da concessionária ALL a partir de Guarapuava, o que ocorrerá com a construção do ramal Guarapuava-Paranaguá, previsto para iniciar em 2011 e terminar em 2013”, afirmou nesta sexta-feira (16), o presidente da Ferroeste, Samuel Gomes, ao anunciar a decisão de credenciar duas novas empresas que se instalarão no Terminal José Carlos Senden Junior, em Cascavel.

“O próximo passo”, diz Gomes, “é a construção de um terminal público de containeres, inclusive frigorificados, para a qual já temos área reservada pelo nosso plano diretor, e que terá início nos próximos meses”

AS NOVAS EMPRESAS - As duas novas empresas credenciadas - AB Comércio de Insumos, de Santa Terezinha de Itaipu, e Transportadora Binacional, com sede em Foz do Iguaçu - possuem larga experiência nas áreas de logística, agronegócio e comércio e irão realizar suas operações no Terminal de Cascavel, nos próximos dois anos e meio, com investimentos que somam aproximadamente R$ 17 milhões. Os recursos serão aplicados nas obras de instalação e sistemas de armazenagem provisória e transbordo. O edital de chamamento previu que as empresas devem iniciar provisoriamente suas operações no prazo de oito meses, a contar da assinatura do contrato de transporte e do termo de permissão de uso gratuito de área no terminal.

AUMENTO NA MOVIMENTAÇÃO - O gerente de logística da AB Comércio de Insumos, Valmir Wiest, informa que a capacidade de armazenamento da empresa no Terminal de Cascavel será de 60 mil toneladas “com possibilidade de ampliação”. Segundo ele, a área do empreendimento é de 50 mil m2. Atualmente, explica, a empresa movimenta 300 mil toneladas por ano, sendo que o novo terminal de transbordo que será instalado na Ferroeste responderá pela movimentação de “no mínimo 100 mil toneladas anuais, devendo chegar a mais”.

O gerente da AB Insumos acredita que o projeto no Terminal da Cascavel deve incrementar os negócios do grupo. “Hoje movimentamos 300 mil toneladas/ano, mas com o terminal poderemos aumentar nossa capacidade porque o investimento, num ponto estratégico como é o Terminal de Cascavel, vai melhorar bastante nossa logística de transporte. Por isso acreditamos muito nesse projeto e na Ferroeste. Estamos também otimistas com a criação da Ferrosul”.

A AB Comércio de Insumo vai investir R$ 15 milhões em obras de pavimentação, construção de escritórios, terminal de transbordo, silos e secadores. A empresa vai ocupar 50 mil m2 de área no terminal e o contrato prevê movimentação inicial de 80 mil toneladas/ano de cargas ferroviárias.

No caso da Transportadora Binacional, o aporte para as novas instalações será de R$ 1,8 milhão. O gerente administrativo, Sérgio Antônio Razeente, disse que a empresa vai ocupar uma área total de 20 mil m2, sendo 3.200 m2 de área construída dentro do terminal. A estimativa da empresa é movimentar até 100 mil toneladas de grãos por ano.

“Hoje o custo rodoviário torna o transporte muito mais oneroso”, afirma Razeente. “Com o suporte da Ferroeste, os custos vão baratear e, além de poder servir melhor os nossos atuais clientes, também iremos prestar serviços para terceiros em Foz do Iguaçu, Cascavel, Paraguai e Argentina”. Segundo o executivo, “a idéia é fazer operações em Ponta Grossa, Porto de Paranaguá e em toda a região Oeste a um custo mais barato. Vamos ter estrutura de armazenamento no Terminal da Ferroeste, o que favorecerá bastante a distribuição”, conclui.

EMPRESAS JÁ INSTALADAS - Atualmente doze empresas já se encontram instaladas no Terminal de Cascavel, ocupando 620 mil m2 dos 1.71 milhão de m2 ocupáveis. O processo público teve como objetivo chamar as empresas interessadas em obter a Permissão de Uso, que é gratuita, nas áreas disponibilizadas pela Ferroeste. “Novas áreas serão colocadas à disposição das empresas que queiram aqui se instalar, respeitado o planejamento estabelecido no plano diretor de ocupação das áreas”, reafirma Samuel Gomes, diretor presidente da Ferroeste.

Para participar do processo, as empresas que foram credenciadas tiveram que comprovar experiência no setor requerido e também que atuam na área de influência da Ferroeste, assim como apresentar anteprojeto de construção para as suas instalações dentro do terminal. O perímetro da área a ser cedida é proporcional ao volume de carga que a empresa está se comprometendo a movimentar pela ferrovia considerando os últimos três anos e tendo em vista quantidades mínimas definidas por ano, distribuída segundo uma programação mensal. “Apoio ao setor produtivo. Esta é a política da Ferroeste, porque é a política do governo do Paraná. Com a Ferrosul, este processo de indução do desenvolvimento econômico e social no interior e de fortalecimento dos nossos portos através do transporte ferroviário será uma política regional dos estados membros do Codesul”, conclui o presidente da Ferroeste.

JBDU4 - Dia 30 chegando , olho no book

Olho no book ação muito abaixo do seu VPA.

A subida poderá ser forte.

KEPL3

Alguns amigos me perguntam o que acho da KEPL3.

O meu objetivo é 2,00 até o final do ano.

A empresa vem fazendo um excelente trabalho e a produção vem ajudando. A subida poderá ser forte novamente.


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Economia | 17/04/2010 | 17h43min

Caminhoneiros fazem fila na BR-280 para descarregar soja no porto de São Francisco do Sul

Segundo diretor do porto, embarque e desembarque de navios ocorre normalmente

As filas de caminhões carregados de soja voltou tomar conta dos acostamentos da BR-280, no Norte, neste fim de semana. Os caminhoneiros chegam a esperar um dia por uma vaga nos postos de triagem.

O atraso no desembarque da soja no porto de São Francisco do Sul teve início há um mês e se repete todos os anos, no período da safra. Mas a situação voltou a se agravar nos últimos dias, deixando cheio o pátio do posto Sinuelo às margens da rodovia, em Araquari.

— O embarque e desembarque de navios está ocorrendo normalmente, o problema é na cadeia logística de transporte e armazenamento do grão — afirma o diretor de logística do porto, Gilberto de Freitas.

— Estão mandando a carga para a armazenagem e para o porto antes da data prevista.

Segundo Freitas, além da pressa dos exportadores, as filas estão atreladas também ao aumento na produção da soja. Pela movimentação no porto, ele estima que a safra alcance um aumento de 15%, em comparação com o ano passado.

TELB4

O que venho dizendo nestes últimos 2 anos é que TELB4 seria uma grande loteria. TUDO OU NADA.

Quem acredita no projeto entra. Quem não acredita fica de fora.

Eu sempre acreditei e por isto entrei e fico acompanhando o andar da carruagem.

Navegando de acordo com as notícias e com o book.

Lógico que a batalha não seria e nem será fácil mas sempre fiquei baseado na vontade e objetivo do Lula.

Se o Lula quer, a chance dela voltar será forte. É isto , a luta continua e vamos ver até onde vai.

Espero sair vencedor nesta também.

Olho nas notícias sempre.

LOCO LOCO LOCO

domingo, 18 de abril de 2010