MERCADO LIVRE

domingo, 13 de dezembro de 2009

ECOD3 - Esta semana.

Olho no book, pode buscar 1,20 nos próximos dias.

AS FUTURAS NOVATAS - Bela matéria pra irmos estudando.

http://www.terra.com.br/istoedinheiro/edicoes/634/os-pequenos-vem-aipassada-a-fase-dos-grandes-ipos-empresas-157053-1.htm

IGBR3 - Matéria da ISTO É DINHEIRO

 Destaque para o que saiu escrito abaixo da foto:


 ALÍVIO: as dívidas foram negociadas sem desconto e com correção. Os acionistas da Gradiente podem ser sócios da CBTD se quiserem.

Quem quiser vender que venda e eu fico esperando pra comprar barato com objetivo destas ações no mínimo dobrarem de preço nos próximos 3 meses. 


Olho no book !!!

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Será que Agora Staub sai do sufoco?
O fundador da Gradiente faz acordo com credores, cria nova empresa e promete, mais uma vez, trazer a marca Gradiente de volta ao mercado em 2010

Ralphe Manzoni Jr.

comente a matéria
ALÍVIO: as dívidas foram negociadas sem desconto e com correção. Os acionistas da Gradiente podem ser sócios da CBTD se quiserem
"Vivemos momentos difíceis. Mas nunca duvidei que conseguiríamos" Eugênio Staub fundador da gradiente
Nos últimos 18 meses, o executivo Eugênio Staub, 68 anos, esteve empenhado em dois projetos para salvar a Gradiente. O primeiro, batizado de Forte Apache, continha uma série de atitudes para defender a companhia dos problemas cotidianos, como concordatas e pequenos credores batendo à porta. O Fênix, com este nome óbvio, tinha objetivo de fazer renascer a marca Gradiente no mercado brasileiro.
Na quarta-feira 9, Staub anunciou um plano de recuperação extrajudicial com os credores financeiros e comerciais que vai permitir trazer a Gradiente de volta à vida no segundo trimestre de 2010. Pelo acordo, a empresa tem nove anos para pagar uma dívida de R$ 385 milhões. Os dois primeiros anos são de carência. A partir de 2012, começa a quitar o saldo. A empresa também aderiu ao Refis IV, chamado de o "Refis da crise", programa de recuperação de crédito para pessoas jurídicas em má situação fiscal.
A dívida de R$ 150 milhões deve cair para cerca de R$ 90 milhões. E a companhia ainda terá 15 anos para pagar. "Vivemos momentos difíceis", declarou Staub à DINHEIRO. "Mas nunca duvidei que conseguiríamos." Mas de onde virá o dinheiro para fazer renascer a Gradiente? Para retornar as operações, o executivo criou a Companhia Brasileira de Tecnologia Digital (CBTD), com sede em Manaus, que vai arrendar os ativos da antiga Gradiente, como a marca, a fábrica e os funcionários, conforme havia adiantado DINHEIRO.
A nova empresa produzirá tevês LCDs e notebooks. São dois dos segmentos mais promissores para 2010, mas repleto de concorrentes. As coreanas Samsung e LG lideram na área de vídeo. Positivo, Acer, Dell e HP disputam palmo a palmo no ramo de equipamentos portáteis. Não é a primeira vez que a Gradiente tenta se reinventar. "A CBTD vai ter o DNA da Gradiente, sem os erros do passado", afirma Staub. Um deles foi a compra da fabricante de televisores Philco por R$ 60 milhões em 2005.
Com uma tecnologia defasada, a Gradiente teve de vendê-la, dois anos depois, por R$ 22 milhões. Excesso de despesas e uma estrutura organizacional engessada também contribuíram. Outro fator, segundo fontes ouvidas por DINHEIRO, foi a ausência de Staub no comando das operações. "Toda vez que ele se afastava, os problemas aumentavam", disse uma fonte que trabalhou com a família Staub. Com as dívidas negociadas, a Gradiente precisa também de R$ 130 milhões para iniciar a operação da CBTD.
De acordo com Staub, metade deste valor virá do aporte de quatro a cinco novos sócios, que estão em fase adiantada de negociação. Um deles, segundo apurou DINHEIRO, é a fabricante de eletroeletrônicos norte-americana Jabil Circuits. Com capital aberto na Bolsa de Nova York, a Jabil fatura US$ 11,7 bilhões, tem mais de 85 mil funcionários e mais de 59 fábricas em 22 países. Ela fornecerá a tecnologia para as novas linhas de produtos da empresa.
Nesta nova fase, as ambições da Gradiente são mais modestas. No primeiro ano de operação, estima faturar R$ 300 milhões. No final da década, R$ 800 milhões. Em 2006, último ano em que declarou o faturamento, a receita foi de R$ 1,8 bilhão. A participação de mercado não deve ser superior a 5% nos segmentos em que vai atuar.
Após três anos fora do mercado, a Gradiente pode ter dificuldades para ganhar a confiança dos consumidores. "Ela é uma marca incrível, mas os problemas financeiros podem ter manchado a reputação da companhia", afirma Júlio Moreira, professor de gestão de marcas da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM).
Por outro lado, em uma faixa etária acima de 35 anos, ele acredita que muitas pessoas devem lembrar da empresa com nostalgia. Se fosse criar uma nova marca do zero, a Gradiente precisaria gastar muito dinheiro. E dinheiro não é algo que está sobrando para Staub. Questionado se está animado, o executivo não titubeou. "Minha missão é montar a equipe e ficar com a mão quente para delegar." Staub está, mais uma vez, de volta aos negócios.

sábado, 12 de dezembro de 2009

Achei realmente um excelente preço - Pra quem interessar.

Promoção imperdível.



http://www.americanas.com.br/AcomProd/17278/2423698

Meus pensamentos e objetivos

Amigos,

Nestes meus anos de investimentos na bolsa venho aprendendo muito.Aprendo a ganhar e aprendo a perder.
Bolsa é jogo e como todo esporte não podemos nunca perder a cabeça, se isto acontecer seremos expulsos ou punidos.
Quando perdemos temos que treinar e rever nossas táticas para voltar a campo e ganhar.
O pensamento positivo não valoriza ação, mas valoriza a si mesmo.
Como todo iniciante, comecei pelas Blue Chips e ali fui treinando minhas estratégias , chegando hoje a operar com Small Caps e Micos, que tornaram-se as minhas preferidas, quando bem estudadas e em boas oportunidades. Mas para isto temos que ter dinheiro disponível, aquele que vc pode perder e não lhe fará falta, ou aquele que vc pode investir e deixar por anos, uma eterna poupança e que poderá render bons frutos.

Li muito , estudei muito e tenho como ídolo o WARREN BUFFET , um gênio. Não sou seguidor dele, apenas estudei alguns conceitos e ensinamentos para acoplar nas minhas estratégias.

Como exemplo:

Pensamento positivo
Mesmo os maiores conquistadores às vezes precisam voltar alguns passos para colocar as coisas no lugar. Sua mensagem para outros que, como ele, já passaram por isso: não permita que seus momentos menos gloriosos ganhem uma proporção maior do que deveriam. "Se você tem que ir do primeiro andar para o 100° de um edifício e aí tem que voltar para o 98° andar, você vai se sentir pior do que se tivesse ido do primeiro para o segundo andar. Mas você tem que combater essa sensação, lembrando que você ainda está no 98° andar”.



Um exemplo prático que adapto ao dia de hoje é dos camelôs que trabalham na esquina do meu escritório, sempre alegres porque lucraram 40 reais no dia,  talvez ganhem 800 reais no mês , mas a alegria está sempre presente. Enquanto alguns se suicidam porque tinham 100 milhões e perderam 50 milhões. Que peninha ficaram com apenas 50 milhões no bolso , acabou o mundo pra eles.

Mas vamos em frente com o nosso papo aqui. Em primeiro lugar : Saúde ( pra não gastar seus lucros com remédios ), em segundo lugar: dinheiro. Dinheiro traz felicidade sim, mas quando se tem saúde, ok?

Devemos sempre trabalhar e procurarmos um bom emprego, lá o nosso dinheiro é garantido. Só se vive de bolsa quem tem acima de 5 milhões ( minha opinião ).  Por isto eu trabalho e muito.

Sobre as ações que invisto, procuro boas oportunidades. Temos que dar crédito a jornalistas e boatos sim.
Muitas verdades podem estar pelos bastidores e demoram para vir a tona, mas notícias podem se concretizar e assim nos gerar bons lucros.

Avisei muito da Gradiente., IGBR3, olho nela  e quem soube esperar teve um bom lucro no dia de hoje e na minha opinião poderá ter muito mais em 2010. Ela estava apenas 2,40 e chegou aos 3,90. ( + - 60% de lucro pra quem soube aproveitar o book ).

Assim como falei muito de GLOB3 , estava apenas 8,00 e atingiu 19,00 ( + de 100% pra quem soube aproveitar o book).

Agora estou muito focado em TOYB4, comprei com objetivos para o  curto , médio e longo prazo.

Quero ficar com estas ações com o objetivo de 5 anos. Se a empresa der certos com os seus novos objetivos, poderei dizer que o lucro será fantástico e não seria nada impossível se lucrar 1000% com esta ação no longo prazo. Este é o meu objetivo. Ela está apenas 0,07 e nada impossível de atingir 0,70 de acordo com a gerência da empresa nos próximos anos.

TOYB4, RCSL4, ECOD3 e SNSY5 são as minhas meninas de OURO até os jogos do Pan. Imagina , colocar 10 mil em cada uma e nos jogos do Pan ter 100 mil em cada. ( Apenas conceito e objetivo , pode acontecer ou não ). Lembro que ação é risco e lembro que qualquer empresa pode falir. Umas com mais possibilidades e outras com menos, mas todas podem.

Mas eu penso nas oportunidades de se comprar ações de empresas em dificuldades e crescer junto com elas. Aí é paciência e estratégia.

Eu acredito que TOYB4 até o final de março me renda 100% de lucro e por isto estou paciente.

Seu portfólio de empresas Buffett acredita que diversificar demais a carteira só é necessário quando os investidores não sabem o que estão fazendo. Ele diz que um investidor inteligente é capaz de escolher de cinco a dez companhias com preços sensatos e que possuam vantagens competitivas a longo-prazo, a diversificação tradicional não faz sentido.
Limite-se aos investimentos que consiga entender. De outra forma você nunca conseguirá medir o verdadeiro valor daquilo que investe.

Simplicidade: as companhias devem ser fáceis de entender, o investidor deve saber claramente de onde vem o lucro, as vendas, a receita, as despesas da empresa

Perspectiva a longo-prazo: a melhor empresa é aquela que vende um produto necessário ou desejável e sem substituto próximo.

( neste pensamento de buffet é que traço 3 oportunidades de ouro: RCSL4 ( refrigeração cada vez mais necessário já que o calor é cada vez mais intenso ). TOYB4 ( games , produtos mais desejados por adultos e crianças ). SNSY5 ( Biodigestores e Créditos de Carbono são os assuntos do momento e do futuro ). ECOD3 ( Biodiesel, não preciso nem comentar ).

Não deixe a economia incomodar Como ocorre com o mercado de ações onde pessoas desperdiçam tempo se incomodando, o mesmo não deve ocorrer com os indicadores econômicos.
O futuro econômico é incerto, ninguém tem o poder de prevê-lo com exatidão. Buffett diz que o investidor que busca investimentos baseados em projeções econômicas é um tolo. Ele deve preferir empresas que lucre independentemente da economia, empresas que possam lucrar na maioria dos cenários.
É claro que forças macroeconômicas podem afetar os negócios, mas na média, as empresas escolhidas devem lucrar mesmo com esses declínios.
Buffett dá um simples exemplo, a maioria dos homens tem que se barbear e as mulheres se depilar, logo a Gillette é uma boa empresa para investir, pois seu mercado nunca deixará de existir.


 Portanto anotem:

TOYB4, RCSL4, ECOD3 e SNSY5

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“Acreditamos que atribuir o nome de investidores a instituições que negociam freneticamente é como chamar de romântico alguém cujos namoros só duram uma noite.”
“Por maior que seja o talento ou esforço, algumas coisas exigem tempo: não dá para produzir um bebê em um mês engravidando nove mulheres.”
“Não é possível fazer um bom negócio com uma pessoa ruim.”
Como um investidor, você não precisa tentar enriquecer da noite  para o dia para acabar ficando rico. Invista R$ 100.000 por 20 anos a 20% ao ano e você acabará tendo R$ 3,8 milhões; conserve o investimento por 30 anos e você acabará tendo R$ 23,7 milhões. Você ganha o jogo correndo com a bola – não dando um chutão para frente.
Warren Buffet
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Passos importantes que aprendi a observar através das teorias de buffet.



Buffett costuma chamar o mercado financeiro de Mr. Market — um sujeito temperamental que, em geral, oferece ações a preços que não fazem sentido. Segundo Buffett, o humor instável desse personagem não deve influenciar sua visão em relação ao preço das ações. E, de tempos em tempos, Mr. Market oferece a chance de comprar barato e vender caro.

Seja audacioso quando os outros estão com medo e tenha medo quando os outros estão audaciosos.”

Buffett sempre aproveitou momentos de baixa para comprar. Após uma crise que derrubou a cotação dos bancos no final dos anos 80, ele comprou cerca de 10% das ações do Wells Fargo por metade de seu valor meses antes. Até hoje é um de seus melhores investimentos.

  “A principal característica de um bom investidor é temperamento.”

Nada é tão importante para um bom investidor quanto ter nervos de aço. É fundamental, segundo Buffett, não apoiar as próprias decisões no calor do mercado. Ele sempre se refere ao que chama de inner scorecard (algo como “placar interno”), um conjunto de crenças que não mudam ao sabor da opinião da maioria.

“Nunca ouço analistas". "Wall Street é o único lugar onde pessoas que andam de Rolls-Royce tomam conselhos de quem anda de metrô.”

Quando diz que não dá ouvidos à maioria, Buffett inclui analistas de mercado. Por isso, ele prefere morar na distante Omaha, cerca de 2 000 quilômetros de Wall Street (na mesma casa, aliás, que comprou há cinco décadas por 31 500 dólares).





Seja sempre bem informado e quem chega na frente pode ganhar mais. ( Por isto pego o "foguete" no chão, não gosto de pegar quando retorna da lua. )

Nos anos 80, em sua busca por informações, ele fez um acordo com o Wall Street Journal para receber o jornal em casa em primeira mão.


Seu estilo pode ser mais monótono e menos mirabolante do que sugere o tamanho de sua fortuna pessoal, estimada em 50 bilhões de dólares e que o coloca como o segundo homem mais rico dos Estados Unidos, atrás apenas de seu amigo Bill Gates. Buffett é um dos sujeitos mais avessos ao risco que se pode encontrar em Wall Street.
Sua biografia também deixa clara uma relação direta entre a obsessão por acumular dinheiro — que se manifestou desde os 6 anos de idade, quando começou a juntar os primeiros centavos com a venda de chicletes.— e a frugalidade em seus hábitos de consumo. Buffett não tem motorista e dirige ele mesmo um Cadillac DTS (um veículo zero-quilômetro desse modelo custa cerca de 40 000 dólares). Mora na mesma casa há 50 anos — um imóvel no centro de Omaha pelo qual pagou 31 500 dólares. Enquanto pôde, resistiu a comprar um jato particular. Foi vencido em 1986, quando adquiriu um modelo Falcon 20 — usado, claro. Anos depois, achou uma maneira mais eficiente de resolver a questão. Montou uma empresa, a JetNets, que aluga cotas de aeronaves. Seu passatempo preferido é jogar bridge no computador. Buffett não costuma ir a restaurantes caros e sua dieta se baseia principalmente em amendoim, hambúrguer, batata frita e Coca-Cola.


Para Buffett, o mundo pode ter ficado um pouco menos previsível. Mas seus principais valores e sua visão de risco são praticamente os mesmos dos tempos de criança, em que vendia chiclete para a vizinhança, batendo de porta em porta. A crise atual vai, novamente, colocar essa cartilha em xeque. No entanto, os “buffettologistas” não duvidam de que esta será uma oportunidade para ele ganhar (ainda mais) dinheiro. “É em tempos de crise como agora, em que todos estão temerosos em relação ao futuro, que ele faz suas apostas mais ousadas”, afirma Keith Trauner, diretor do fundo Fairholme Capital Management, um dos investidores do Berkshire Hathaway.




Boa sorte pra todos !!!

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

RCSL4 e GAZO4

Duas que estão com preços ótimos para compra.

Estudem, na minha opinião vale a pena a entrada. É de quem chegar primeiro, rsrs.

IGBR3 - Olhoooooo no boookkkkk !!!

As ações da Gradiente voltarão a ser negociadas HOJE  na Bovespa.

IGBR3 - Para estudarmos.

A tenacidade de Eugênio Staub derruba previsões. E a marca Gradiente vai voltar ao mercado por meio de uma nova empresa, a Compania Brasileira de Tecnologia Digital (CBTD).
Essa companhia vai arrendar ativos da Gradiente, que por sua vez usará esses recursos para quitar suas dívidas, tanto as fiscais como as com fornecedores, que chegam hoje a R$ 385 milhões. "Já renegociamos com 70% dos nossos fornecedores e vamos registrar isto amanhã (hoje) na Justiça", disse Staub, ontem. As pendências fiscais estão sendo registradas no Refis, o programa de recuperação fiscal do governo.

O fato é que a vida da Gradiente teve vários percalços, sempre superados. Esse seria mais um? "Sem dúvida. A Gradiente teve percalços inerentes ao ramo, como a chegada dos japoneses, a chegada da Zona Franca de Manaus, a chegada dos coreanos e todas as flutuações da economia. Mas ela teve mais sucesso que percalços. E por isso ela chegou aonde chegou", ressalva o empresário. "Trabalhamos com muita perseverança e austeridade para superar essa nova crise."

Durante um ano e meio, Staub brigou para tentar ressuscitar a marca. Dizia-se que o presidente Lula iria ajudá-lo por ter recebido seu apoio durante a sua primeira eleição. "A minha relação com o presidente Lula é uma relação de alguém que no momento exato, nas eleições, achou que deveria apoiá-lo como pessoa física. E essa decisão de apoiá-lo naquele momento é uma decisão da qual me orgulho, sem nenhum arrependimento. Eu não me sentiria à vontade de pedir para o presidente Lula uma ajuda. Ele não me deve nada", registra o empresário, que diz também não ter tido apoio do BNDES. A seguir, os principais trechos da entrevista:

Como está a Gradiente hoje?

A empresa trabalha há dezoito meses em um plano que cria condições para a volta da marca ao mercado. Ele engloba solucionar pendências da Gradiente e criar as condições para voltar a trabalhar. Temos de resolver o problema do passivo fiscal, que não é grande, mas precisa ser resolvido, e resolver as pendências com credores, de R$ 385 milhões.


Quando o sr. fechou esse plano?

Agora. A primeira etapa resolve as pendências fiscais e fizemos isso pelo registro no Refis - estamos aguardando o fisco fazer a consolidação da dívida. Depois dos benefícios do Refis, calculamos que a dívida deve fechar em R$ 90 milhões.

E os credores?

Isso também está resolvido. Fizemos um acordo com os principais credores, que representam algo como 70% da nossa dívida. O próximo passo é fazer um registro judicial desse acordo que está sendo providenciado para esta quarta-feira. Esse registro chama-se recuperação extrajudicial. Trata-se de um instrumento legal muito pouco usado no País. É diferente de outros tipos de recuperação porque ele pressupõe um acordo anterior com os credores. Primeiro negocia-se um plano que é aprovado pela maior parte dos credores. Aí você faz um registro na Justiça para tornar esse acordo legalmente "implementável".

Como a Gradiente vai pagar?

A empresa vai pagar os credores em nove anos, com dois anos de carência e sete anos para amortizar. Como isso vai ser feito: com receitas que a Gradiente vai receber de uma empresa que estamos criando, a Companhia Brasileira de Tecnologia Digital. A CBTD vai arrendar ativos da Gradiente e pagar por eles. A Gradiente, por sua vez, vai pagar seus credores com esses recursos.

Qual a diferença entre recuperação judicial e extrajudicial?

A recuperação judicial é uma forma de acerto de passivos que sucedeu a concordata. E a extrajudicial é uma forma nova, que permite que a empresa faça seu plano, converse com os credores e acerte como vai pagar. Só depois é que faz o registro na Justiça. E desses credores maiores nós tivemos grande apoio e compreensão, porque tivemos a preocupação de não dar nenhum prejuízo a quem confiou na Gradiente. O que estamos fazendo é alongar a dívida com um acordo, pagando a eles o valor integral da dívida, com juros e uma pequena correção. Nós vamos pagar CDI mais 0,67% ao ano.

O que acontece com os credores que não aderiram?

Os que não aderiram é porque não foram abordados ou porque não têm dívida relevante com a Gradiente. Esses estarão abrangidos pelo acordo da maioria. A legislação nova permitiu sair da situação do córner, em que o credor menor impedia a operação de uma empresa. Com a legislação nova e inteligente, a maioria dos credores decide o destino da companhia e dos créditos de todos.

E o futuro?

Isso tudo foi feito para permitir que a marca Gradiente voltasse ao mercado. A nova empresa, a CBTD, vai arrendar a marca Gradiente, que é o nosso principal ativo, e outros ativos operacionais importantes. A estratégia é focar em pouquíssimos produtos: basicamente notebooks e LCD.


Quem serão os sócios desta nova empresa?

Muito importante nesse contexto é que nós estamos contando com assessoria de bons advogados, do escritório Souza, Cescon Avedissian, Barrieu e Flesch e do Renato Mange Advogados. Na parte econômica está o Banco Bradesco de Investimentos (BBI), que examinou nosso plano e procurou investidores. A relação com os credores foi feita pela Gradiente. E a nova empresa está nas mãos desses novos assessores. Falta completar - e isso está nos trâmites finais - é a capitalização nova, que virá de três ou quatro investidores. Uma é multinacional do setor (segundo o Estado apurou, trata-se da americana Jabil). Os outros, investidores financeiros. Não podemos revelar nomes ainda, porque não está fechado.

Que montante eles vão aportar?

Não é muito. A empresa vai começar com um capital inicial de R$ 75 milhões.

O BNDES é um dos novos sócios?

Não. Nesta recuperação que estamos fazendo não tem governo. O projeto não precisou do BNDES, nosso acordo foi privado, está sendo feito por entidades privadas.

Nesse tempo todo, a Gradiente chegou a pedir ajuda ao presidente Lula?

Não, a gente precisa deixar bem claro: a minha relação com o presidente Lula é uma relação de alguém que, no momento exato, nas eleições, achou que deveria apoiá-lo como pessoa física. E essa decisão de apoiá-lo naquele momento é uma decisão da qual me orgulho, sem nenhum arrependimento, e tenho até a satisfação íntima de achar que estava certo, foi uma decisão consciente que eu acho que tomei na hora certa. Eu não me sentiria à vontade de pedir para o presidente Lula uma ajuda. Ele não me deve nada.

Porque a Gradiente chegou à situação que chegou?

Por diversas razões, mas a principal delas foi a aquisição de uma outra empresa, a Philco, em 2005. Essa compra acabou aumentando o endividamento da Gradiente e depois, na Copa do Mundo de 2006, houve uma grande queda de mercado, quando os preços caíram muito e quando um dos concorrentes fez dumping. Essa empresa coreana fez isso porque tinha vantagem fiscal que dava a ela condição de engolir os outros. Isso gerou uma situação de estresse em uma empresa muito alavancada.

Como vai ser a governança na nova empresa?

Será diferente. A CBTD terá administração profissional. Seu presidente vai ser contratado no mercado, bem como toda a diretoria. Essa diretoria terá autonomia para operar. O conselho terá cinco membros: um independente, dois indicados pelos novos sócios e dois indicados pelos sócios da Gradiente. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

TOYB4 - Festa de lançamento no México.

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 Oi , não estou conseguindo postar as fotos completas sem cortar.

Vejam no link:


http://www.zeeblog.com.br/page.php?fn_mode=
comments&fn_id=80&page=news/news.php






Noticias




Imagens da festa de lançamento do Zeebo no México
10/12/2009, Postado por: Daniel (Zeeblog Adm)

Já é possível conferir as fotos dos eventos realizados para o lançamento do Zeebo no México, as mesmas estão disponíveis no site da Zeebo Inc. São mais de 200 fotos, onde mostra toda a organização dos dois eventos que ocorreram lá em 4 de novembro. O primeiro é a conferencia de lançamento, realizada no W hotel, compresença de varias empresas e representantes da Zeebo Inc.

http://img194.imageshack.us/img194/1352/imagem18w.jpghttp://img686.imageshack.us/img686/9035/imagem17.jpghttp://img691.imageshack.us/img691/9361/imagem16b.jpghttp://img40.imageshack.us/img40/8406/imagem19i.jpg

Durante a noite, realizaram a festa no museu das crianças Papalote onde a equipe Mexicana do Zeebo esteve presente, bem como os responsáveis pelo conteúdo, e o CEO da Zeebo INC.
http://img22.imageshack.us/img22/6830/imagem111s.jpghttp://img706.imageshack.us/img706/9411/imagem2ir.jpg

A maioria dos convidados eram varejistas e parceiros de negócios da indústria do videogame no México, estava presente IDG, Konami, Casual Games Association, e Sabarasa Gamedevmx.

http://img192.imageshack.us/img192/9059/imagem9b.jpghttp://img687.imageshack.us/img687/5935/imagem4c.jpg

Além de boa comida, bebida e poder jogar no Zeebo teve também palestras por parte do pessoal da Zeebo Inc, com Franz Elizondo, Mike Yuen, Franz Elizondo, entre as empresas que estão afiliadas ao projeto no país, como representatas da Huevos Cartoon. Forám realizados sorteios do Console também, para o público presente.

http://img191.imageshack.us/img191/5371/imagem3g.jpghttp://img31.imageshack.us/img31/8489/imagem8k.jpghttp://img34.imageshack.us/img34/6650/imagem10o.jpghttp://img710.imageshack.us/img710/4995/imagem6d.jpghttp://img6.imageshack.us/img6/2232/imagem14q.jpghttp://img193.imageshack.us/img193/347/imagem15ic.jpg

O Site Gamedevmx estava presente e realizou algumas perguntas ao pessoal presente:
"Tivemos a chance de conversar com as pessoas da Huevo Cartoon que nos disseram que um dos jogos em desenvolvimento para Zeebo pela empresa será baseado em um filme da Huevos, chamado de "Una pelicula de Huevos". Quando perguntado se o desenvolvimento é mexicano, disse-nos que (infelizmente) o desenvolvimento é feito na Suécia.
Também tivemos oportunidade de falar com Mike Yuen, que nos disse que é muito fácil desenvolver para Zeebo e que estariam influenciando o desenvolvimento local.

http://img64.imageshack.us/img64/9359/imagem13y.jpghttp://img33.imageshack.us/img33/3469/imagem5b.jpg

IGBR3 - Hoje no Valo Econômico

Recuperação extrajudicial: Jabil, BicBanco, Samsung e BBM também têm recursos a receber da companhia.
Bradesco é maior credor da Gradiente


Por Fernando Torres, de São Paulo
10/12/2009


A concordância de Bradesco, BicBanco e BBM, do lado financeiro, e de Jabil e Samsung, entre os fornecedores, foi fundamental para que a Gradiente conseguisse levar à frente seu plano de recuperação extrajudicial. Apenas essas empresas concentram 58,5% das dívidas totais de R$ 383,9 milhões da Gradiente, praticamente o limite legal mínimo de 60% exigido para que o processo seja feito sem supervisão judicial.

O grupo Bradesco encabeça a lista dos que têm dinheiro a receber, com R$ 89,5 milhões. A instituição é seguida pela multinacional que monta equipamentos eletrônicos de forma terceirizada Jabil, para quem a Gradiente deve R$ 70,7 milhões. O BicBanco tem direito a R$ 27,87 milhões, a Samsung, a R$ 23,06 milhões e o BBM, a R$ 13,65 milhões.

Considerando os demais envolvidos, a companhia presidida por Eugênio Staub obteve apoio de credores representando 67,9% do total da dívida para seu plano, sendo 68,5% entre os quirografários e 64,4% daqueles com garantia real.

Os demais credores também podem entrar no acordo sob as mesmas condições. O plano prevê carência de dois anos a partir de 1º de janeiro de 2010 e o pagamento da dívida em 28 parcelas trimestrais a partir de então, com o último pagamento ocorrendo em janeiro de 2019. O saldo devedor será corrigido pelo CDI mais taxa de 0,67% durante a carência e o período de pagamento.

Essas condições valem para dívidas acima de R$ 1 milhão. Os credores com direito a receber menos de R$ 1 mil devem ser pagos até 1º de julho de 2010. As dívidas entre R$ 1 mil e R$ 20 mil devem ser quitadas até 1º de janeiro de 2011. Para os débitos de valor entre R$ 20 mil e R$ 1 milhão haverá carência de dois anos e pagamento em três parcelas anuais a partir de 1º de janeiro de 2012.

A dúvida que resta agora é se Staub vai conseguir atrair o montante de R$ 130 milhões pretendidos para a nova empresa que será criada e que arrendará uma fábrica e a marca Gradiente. Conforme o plano de recuperação extrajudicial, a Companhia Brasileira de Tecnologia Digital (CBTD) será a nova empresa operacional e pagará as dívidas listadas no acordo.

Do total de R$ 130 milhões necessários para a criação da CBTD, a Gradiente calcula que metade seria de capital e o restante em novas dívidas. Consultada, a companhia afirmou que os antigos credores não terão participação na nova empresa. A família Staub vai entrar como acionista, mas o volume do aporte não foi revelado.

A empresa diz apenas que os atuais acionistas minoritários da Gradiente terão chance de migrar para a CBTD, embora os termos e relações de troca não tenham sido informados.

A negociação das ações ordinárias (ON, com direito a voto) da Gradiente foi suspensa ontem pela Bovespa, que alegou ter pedido informações adicionais à companhia e não deu prazo para a retomada dos negócios. Questionada sobre quais seriam essas informações, a bolsa se recusou a dizer. A Gradiente, por sua vez, informou que, na sua visão, a suspensão teria ocorrido por conta do elevado volume de informações prestadas pela companhia na manhã de ontem. Desta forma, a bolsa estaria dando tempo para que o mercado pudesse digerir as novidades.

De fato, a Gradiente há muito tempo não revela informações oficiais ao mercado. O último balanço publicado pela companhia foi o anual de 2006. Ou seja, os resultados trimestrais (ITRs), informes anuais (IAN) e atas de assembleia dos últimos anos não foram divulgados até agora.

A esse respeito, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) negou a informação dada por Staub ontem, ao Valor, de que a Gradiente não teria sido multada pela autarquia. Segundo a CVM, a empresa foi multada sim, "por todos os documentos não entregues ou entregues em atraso e incluída na lista de inadimplentes". Com base nas multas diárias, que variam entre R$ 30 e R$ 50 por documento, o Valor calculou uma dívida total de mais de R$ 310 mil com a CVM. A partir de 2010, a multa diária sobe para R$ 500 por documento, já que entra em vigor a Instrução CVM 480, que substitui a 202.

A autarquia mencionou ainda um Processo Administrativo Sancionador (PAS) contra o diretor de relações com investidores da empresa por conta da não entrega das informações. Em setembro de 2007, quando um processo foi julgado e gerou multa de R$ 15 mil, o próprio Eugênio Staub era o diretor de RI. Na ocasião, havia o atraso de três documentos e a não entrega de dois ITRs. Agora, há cerca de 15 documentos faltando.

Em comunicado divulgado ontem, a Gradiente prometeu entregar os balanços auditados de 2007 e 2008 até 31 de dezembro. Ainda segundo a companhia, os resultados trimestrais referentes a 2009 serão divulgados até o fim de janeiro do próximo ano. No mês passado a companhia assumiu compromisso semelhante, mas os prazos eram o fim de novembro e dezembro, respectivamente.

Ainda segundo a justificativa apresentada ontem, o atraso se deve ao "profundo trabalho de revisão da contabilidade que está sendo feito pelos novos auditores e pelo novo contador, buscando entregar informações corretas e verdadeiras ao mercado". A nova auditoria é a BC Control Auditoria & Consultoria.

Apesar de ainda estar em atraso com os números oficiais, a Gradiente divulgou ontem um balanço não auditado referente ao exercício passado e aos primeiros 11 meses de 2009.

Segundo os números apresentados, depois de ter amargado um prejuízo de R$ 156,9 milhões em 2008, a companhia teve perda de R$ 55,5 milhões entre janeiro a novembro deste ano.

O patrimônio líquido era negativo em R$ 349 milhões ao fim de novembro e o caixa disponível era de apenas R$ 149 mil. Ainda como medida da baixa liquidez, o ativo circulante da companhia fechou novembro em R$ 72,7 milhões, para um passivo de curto prazo de R$ 569,2 milhões.