Obrigado de coração aos amigos seguidores deste blog. Esta semana já ganhamos mais 5 e já contamos com 55 seguidores e uma média de 300 acessos diários.
Muito bom para o nosso grupo de estudos e com isto estamos fortalecendo.
Boa semana pra todos !!!
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
TELB4 - Pobre ou Rico?
Conforme escrevi ontem , seria um dia de muitas oscilações neste book.
Pra quem conhece TELB4 desde os 0,05 centavos , como eu , sabe que estamos sujeitos a estas variações repentinas. Lembro que uma vez ela chegou em -20% e no mesmo pregão terminou com + 20% , quem soube aproveitar saiu lucrando 40% aproximadamente.
Neste último pregão ela variou de 0,95 a 0,64 , uma queda absurda e logo em seguida uma retomada fechando em 0,76 ( onde quem comprou aos 0,64 já saiu lucrando 20% ). TELB4 é jogo de gente grande, não é para brincar. Quem segue os meus conselhos de entrar com pouquinho e ter reservas para aproveitar este momento , sempre sai vencendo ou pelo menos podendo fazer um bom preço médio e continuar na expectativa das novas subidas.
TELB4 ( assim como outras ações especulativas ) é um jogo, onde teremos vencedores ou perdedores, nao terá um empate ou prorrogação, será TUDO OU NADA.
Então vamos devagar e sempre, não quero ver ninguém RICO ou POBRE aqui, quero ver sim , amigos ganhando sem ganância ou perdendo o que podem perder.
Estou com apenas 10% do meu capital nesta empresa , caso seja perda total, tenho 90% em outras para poder recuperar esta perda. Se o projeto der certo e eu aumentar o meu capital dos 10% para 20% de lucro já terei um ganho de 100% e isto será novamente fantástico.
Como dizia nossas avós:
"De grão em grão a galinha enche o papo" .
Pra quem gosta de futebol o que eu digo é o seguinte: "melhor ganhar de 1 a 0 todos os jogos e ser o campeão do que ganhar de goleada diversos jogos e perder na final."
Eu acredito na Telebrás e por isto estou investindo nela, mas tudo pode acontecer , portanto lembrem-se que tudo acontece na base da especulação. Notícias boas ela dispara, notícias ruins ela despenca.
Mas estou animado com a notícia do novo aporte de capital, sinal que coisas boas e muito boas podem também acontecer. Olho nas notícias, tem jornalistas sugerindo pautas. Eu já sugeri uma bela matéria com o Presidente da Telebrás para as principais revistas e jornais, agora é aguardar. O momento está chegando e também vale analisar o porque o Presidente adiou a reunião para a semana que vem. Será que vai aguardar o aporte primeiro? Todos sabem que não será decidido de uma hora para outra, será entregue para ele algumas propostas e o Presidente fará seus estudos juntamente com a comissão. Enquanto analisam o aporte de mais 200 milhões pode acontecer e acredito numa nova disparada das ações.
Como diz na matéria abaixo , TELEBRÁS CONTINUA FIRME e eu também.
Enquanto isto vamos estudando e boa sorte pra todos.
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Conclusão do Plano Nacional de Banda Larga fica para a próxima semana
Matéria publicada durante esta terça-feira:
Não será nesta semana que o país conhecerá oficialmente o comentado Plano Nacional de Banda Larga do Governo Federal. A reunião onde o presidente Luiz Inácio Lula da Silva bateria o martelo sobre a proposta, em gestão há mais de um mês na Casa Civil, deveria ocorrer nesta semana, mas foi adiada para a próxima. O motivo é a agenda do próprio presidente, que estaria ocupada por várias audiências, restringindo o espaço para um encontro longo como deverá ser o de discussão do projeto.
Foi Lula quem estipulou o prazo que espira nesta semana para a finalização da proposta. O presidente deu 45 dias para que a Casa Civil organizasse um grupo de trabalho para executar a tarefa. A estratégia foi organizar dois subgrupos, um de regulação e outro de infraestrutura para discutir o tema. É o material deste segundo grupo que deve ser apresentado mais detalhadamente ao presidente em data ainda a ser agendada entre os dias 17 e 23. Por tratar de eventuais reformas mais amplas, não há a mesma premência para a conclusão do trabalho do grupo de regulação.
O adiamento assegura mais alguns dias para os arremates finais da proposta, mas fontes asseguram que o projeto está bem encaminhado e continua seguindo a linha do que já vem sendo divulgado nos últimos meses pela imprensa. A ideia de usar a Telebrás como gestora de uma nova rede pública de banda larga, composta especialmente por fibras óticas de grandes estatais de energia como Furnas, Eletronorte, Chesf e Petrobras continua firme, apesar das críticas e propostas alternativas de membros do próprio governo.
Na visão defendida dentro do grupo de trabalho de infraestrutura, o alvo é a rede e não a oferta direta de serviços ao consumidor final. Assim, os defensores dessa linha de ação acreditam que a proposta que vem sendo desenhada pelo Ministério das Comunicações é "complementar" e não uma nova opção para o projeto, como defendem empresas e membros do próprio ministério.
A proposta em elaboração no Minicom está calcada em uma parceria com as concessionárias de telefonia, com alvo em uma oferta de banda larga mais barata para a população a partir da redução de impostos e incentivos públicos. Parte da defesa dessa proposta está no fato de que as redes já existentes devem ser aproveitadas para levar o serviço a todos os cantos do país e que um projeto dessa magnitude não pode ser arcado somente pela administração pública. Dentro da Casa Civil, pouco se sabe oficialmente sobre a sugestão do Minicom, mas a visão geral é de que um projeto não inviabiliza o outro.
O adiamento também deve ser benéfico ao ministério, que ainda não arrematou sua proposta. O trabalho tem sido feito em conjunto com as concessionárias, que ainda não apresentaram ao ministro Hélio Costa uma oferta acabada para o projeto. A expectativa dos empresários é de realizar um encontro com o ministro nesta semana para tratar do assunto. O custo total do projeto também não foi divulgado pelas companhias, que dizem ainda estar trabalhando no fechamento destes números.
De volta ao projeto da rede pública, o processo de convencimento das estatais do setor elétrico a participar do projeto não tem sido tão simples quanto parece. Comenta-se que algumas empresas têm reagido mal à ideia de "ceder" suas fibras para o projeto. O caso mais falado é o da Eletronorte, que teria montado um grupo só para tratar do assunto e não estaria satisfeita com o projeto. A interpretação dos negociadores é que partes do setor elétrico gostariam de entrar no projeto como "provedores" oficiais do governo, garantindo a esse segmento o papel estratégico de cobrar das teles pelo acesso à nova rede. Essa hipótese não ganhou guarida dentro da Casa Civil até agora.
http://www.teletime.com.br/News.aspx?ID=154895
Pra quem conhece TELB4 desde os 0,05 centavos , como eu , sabe que estamos sujeitos a estas variações repentinas. Lembro que uma vez ela chegou em -20% e no mesmo pregão terminou com + 20% , quem soube aproveitar saiu lucrando 40% aproximadamente.
Neste último pregão ela variou de 0,95 a 0,64 , uma queda absurda e logo em seguida uma retomada fechando em 0,76 ( onde quem comprou aos 0,64 já saiu lucrando 20% ). TELB4 é jogo de gente grande, não é para brincar. Quem segue os meus conselhos de entrar com pouquinho e ter reservas para aproveitar este momento , sempre sai vencendo ou pelo menos podendo fazer um bom preço médio e continuar na expectativa das novas subidas.
TELB4 ( assim como outras ações especulativas ) é um jogo, onde teremos vencedores ou perdedores, nao terá um empate ou prorrogação, será TUDO OU NADA.
Então vamos devagar e sempre, não quero ver ninguém RICO ou POBRE aqui, quero ver sim , amigos ganhando sem ganância ou perdendo o que podem perder.
Estou com apenas 10% do meu capital nesta empresa , caso seja perda total, tenho 90% em outras para poder recuperar esta perda. Se o projeto der certo e eu aumentar o meu capital dos 10% para 20% de lucro já terei um ganho de 100% e isto será novamente fantástico.
Como dizia nossas avós:
"De grão em grão a galinha enche o papo" .
Pra quem gosta de futebol o que eu digo é o seguinte: "melhor ganhar de 1 a 0 todos os jogos e ser o campeão do que ganhar de goleada diversos jogos e perder na final."
Eu acredito na Telebrás e por isto estou investindo nela, mas tudo pode acontecer , portanto lembrem-se que tudo acontece na base da especulação. Notícias boas ela dispara, notícias ruins ela despenca.
Mas estou animado com a notícia do novo aporte de capital, sinal que coisas boas e muito boas podem também acontecer. Olho nas notícias, tem jornalistas sugerindo pautas. Eu já sugeri uma bela matéria com o Presidente da Telebrás para as principais revistas e jornais, agora é aguardar. O momento está chegando e também vale analisar o porque o Presidente adiou a reunião para a semana que vem. Será que vai aguardar o aporte primeiro? Todos sabem que não será decidido de uma hora para outra, será entregue para ele algumas propostas e o Presidente fará seus estudos juntamente com a comissão. Enquanto analisam o aporte de mais 200 milhões pode acontecer e acredito numa nova disparada das ações.
Como diz na matéria abaixo , TELEBRÁS CONTINUA FIRME e eu também.
Enquanto isto vamos estudando e boa sorte pra todos.
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Conclusão do Plano Nacional de Banda Larga fica para a próxima semana
Matéria publicada durante esta terça-feira:
Não será nesta semana que o país conhecerá oficialmente o comentado Plano Nacional de Banda Larga do Governo Federal. A reunião onde o presidente Luiz Inácio Lula da Silva bateria o martelo sobre a proposta, em gestão há mais de um mês na Casa Civil, deveria ocorrer nesta semana, mas foi adiada para a próxima. O motivo é a agenda do próprio presidente, que estaria ocupada por várias audiências, restringindo o espaço para um encontro longo como deverá ser o de discussão do projeto.
Foi Lula quem estipulou o prazo que espira nesta semana para a finalização da proposta. O presidente deu 45 dias para que a Casa Civil organizasse um grupo de trabalho para executar a tarefa. A estratégia foi organizar dois subgrupos, um de regulação e outro de infraestrutura para discutir o tema. É o material deste segundo grupo que deve ser apresentado mais detalhadamente ao presidente em data ainda a ser agendada entre os dias 17 e 23. Por tratar de eventuais reformas mais amplas, não há a mesma premência para a conclusão do trabalho do grupo de regulação.
O adiamento assegura mais alguns dias para os arremates finais da proposta, mas fontes asseguram que o projeto está bem encaminhado e continua seguindo a linha do que já vem sendo divulgado nos últimos meses pela imprensa. A ideia de usar a Telebrás como gestora de uma nova rede pública de banda larga, composta especialmente por fibras óticas de grandes estatais de energia como Furnas, Eletronorte, Chesf e Petrobras continua firme, apesar das críticas e propostas alternativas de membros do próprio governo.
Na visão defendida dentro do grupo de trabalho de infraestrutura, o alvo é a rede e não a oferta direta de serviços ao consumidor final. Assim, os defensores dessa linha de ação acreditam que a proposta que vem sendo desenhada pelo Ministério das Comunicações é "complementar" e não uma nova opção para o projeto, como defendem empresas e membros do próprio ministério.
A proposta em elaboração no Minicom está calcada em uma parceria com as concessionárias de telefonia, com alvo em uma oferta de banda larga mais barata para a população a partir da redução de impostos e incentivos públicos. Parte da defesa dessa proposta está no fato de que as redes já existentes devem ser aproveitadas para levar o serviço a todos os cantos do país e que um projeto dessa magnitude não pode ser arcado somente pela administração pública. Dentro da Casa Civil, pouco se sabe oficialmente sobre a sugestão do Minicom, mas a visão geral é de que um projeto não inviabiliza o outro.
O adiamento também deve ser benéfico ao ministério, que ainda não arrematou sua proposta. O trabalho tem sido feito em conjunto com as concessionárias, que ainda não apresentaram ao ministro Hélio Costa uma oferta acabada para o projeto. A expectativa dos empresários é de realizar um encontro com o ministro nesta semana para tratar do assunto. O custo total do projeto também não foi divulgado pelas companhias, que dizem ainda estar trabalhando no fechamento destes números.
De volta ao projeto da rede pública, o processo de convencimento das estatais do setor elétrico a participar do projeto não tem sido tão simples quanto parece. Comenta-se que algumas empresas têm reagido mal à ideia de "ceder" suas fibras para o projeto. O caso mais falado é o da Eletronorte, que teria montado um grupo só para tratar do assunto e não estaria satisfeita com o projeto. A interpretação dos negociadores é que partes do setor elétrico gostariam de entrar no projeto como "provedores" oficiais do governo, garantindo a esse segmento o papel estratégico de cobrar das teles pelo acesso à nova rede. Essa hipótese não ganhou guarida dentro da Casa Civil até agora.
http://www.teletime.com.br/News.aspx?ID=154895
terça-feira, 10 de novembro de 2009
TELB4 - Olho muito vivo nela hoje !!!
Olho nas oportunidades, olho nas variações. Lembram quando ela ganhou o aporte dos 200 milhões?
Agora teremos uma assembléia geral extraordinária para aporte de mais 200 milhões.
Olho no book hoje, dia 26 chegando e esta notícia abaixo vai movimentar forte hoje.
Muitos venderão e muitos comprarão, troca de mãos importantíssimas. Teremos um novo suporte na minha opinião, imprevisível de saber, vamos acompanhar.
Estudemmmmmmmmmmmmmmmmmmmmm TELB4
========================================================
TELECOMUNICAÇÕES BRASILEIRAS S.A. – TELEBRÁS
(Vinculada ao Ministério das Comunicações)
COMPANHIA ABERTA
CNPJ n.º 00336701/0001-04 NIRE N.º 53300002231
ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA
EDITAL DE CONVOCAÇÃO
Ficam os acionistas da Telecomunicações Brasileiras S.A. – TELEBRÁS convocados para se reunirem em Assembleia Geral Extraordinária, a ser realizada no Setor Comercial Norte - SCN, Quadra 04, Bloco B, 9º Andar, Sala 903, Centro Empresarial Varig, em Brasília, DF, no dia 26 de novembro de 2009, às 10:00 horas, para deliberarem sobre a seguinte ordem do dia:
1. Homologação do Aumento do Capital Social de R$ 219.454.543,77 ( duzentos e dezenove milhões, quatrocentos e cinquenta e quatro mil, quinhentos e quarenta e três reais e setenta e sete centavos) para R$ 419.454.543,77 (quatrocentos e dezenove milhões, quatrocentos e cinquenta e quatro mil, quinhentos e quarenta e três reais e setenta e sete centavos), aprovado pela 87ª Assembleia Geral Extraordinária de Acionistas, realizada em 19 de fevereiro de 2009;
2. Alteração do artigo 6º do Estatuto Social (atualização do Capital Social), em decorrência da aprovação do Aumento do Capital Social;
Os instrumentos de mandato deverão ser depositados na sede social da Empresa, no Departamento Financeiro e de Relações com Investidores (Setor Comercial Norte - SCN, Quadra 04, Bloco B, 9º Andar, Sala 903, Centro Empresarial Varig, em Brasília, DF), antes da instalação da Assembléia.
Os acionistas participantes da Custódia Fungível de Ações Nominativas nas Bolsas de Valores que desejarem participar da Assembleia Geral Extraordinária, deverão apresentar extrato fornecido pelo custodiante, contendo sua posição acionária atualizada.
Brasília-DF, 09 de novembro de 2009.
RONALDO DUTRA DE ARAÚJO
Presidente do Conselho de Administração.
Agora teremos uma assembléia geral extraordinária para aporte de mais 200 milhões.
Olho no book hoje, dia 26 chegando e esta notícia abaixo vai movimentar forte hoje.
Muitos venderão e muitos comprarão, troca de mãos importantíssimas. Teremos um novo suporte na minha opinião, imprevisível de saber, vamos acompanhar.
Estudemmmmmmmmmmmmmmmmmmmmm TELB4
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TELECOMUNICAÇÕES BRASILEIRAS S.A. – TELEBRÁS
(Vinculada ao Ministério das Comunicações)
COMPANHIA ABERTA
CNPJ n.º 00336701/0001-04 NIRE N.º 53300002231
ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA
EDITAL DE CONVOCAÇÃO
Ficam os acionistas da Telecomunicações Brasileiras S.A. – TELEBRÁS convocados para se reunirem em Assembleia Geral Extraordinária, a ser realizada no Setor Comercial Norte - SCN, Quadra 04, Bloco B, 9º Andar, Sala 903, Centro Empresarial Varig, em Brasília, DF, no dia 26 de novembro de 2009, às 10:00 horas, para deliberarem sobre a seguinte ordem do dia:
1. Homologação do Aumento do Capital Social de R$ 219.454.543,77 ( duzentos e dezenove milhões, quatrocentos e cinquenta e quatro mil, quinhentos e quarenta e três reais e setenta e sete centavos) para R$ 419.454.543,77 (quatrocentos e dezenove milhões, quatrocentos e cinquenta e quatro mil, quinhentos e quarenta e três reais e setenta e sete centavos), aprovado pela 87ª Assembleia Geral Extraordinária de Acionistas, realizada em 19 de fevereiro de 2009;
2. Alteração do artigo 6º do Estatuto Social (atualização do Capital Social), em decorrência da aprovação do Aumento do Capital Social;
Os instrumentos de mandato deverão ser depositados na sede social da Empresa, no Departamento Financeiro e de Relações com Investidores (Setor Comercial Norte - SCN, Quadra 04, Bloco B, 9º Andar, Sala 903, Centro Empresarial Varig, em Brasília, DF), antes da instalação da Assembléia.
Os acionistas participantes da Custódia Fungível de Ações Nominativas nas Bolsas de Valores que desejarem participar da Assembleia Geral Extraordinária, deverão apresentar extrato fornecido pelo custodiante, contendo sua posição acionária atualizada.
Brasília-DF, 09 de novembro de 2009.
RONALDO DUTRA DE ARAÚJO
Presidente do Conselho de Administração.
ECOD3 - DIA 17 chegando , olho nela !!!
Todo dia olho neste book, dia 17 chegando e ela pode romper 1,20.
Forte tendência de alta , vamos acompanhar.
Boa sorte pra todos.
Estudem ECOD3
Forte tendência de alta , vamos acompanhar.
Boa sorte pra todos.
Estudem ECOD3
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
TELB4 - Taí uma grande notícia . Estudemmmmmmm TELB4
Oho no book dela hoje também !!! Grande notícia , grande notícia !!!
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Governo federal tem R$ 241,7 bi de fundos de pensão para despejar na economia
Paulo Paiva - Estado de Minas
O governo federal tem, em mãos, um canhão de R$ 241,7 bilhões (valores de julho) pronto para disparar na direção desejada pelo comando do Palácio do Planalto. Este montante equivale ao total de investimentos em ações e ativos dos oito principais fundos de pensão ligados às empresas estatais da União, cujo comando está, em boa parte, nas mãos de sindicatos simpáticos ao PT. O principal deles é a Previ, dos funcionários do Banco do Brasil (BB), com R$ 129,3 bilhões. Ao todo, a bolada de R$ 241,7 bilhões equivale a mais da metade do total de investimentos dos quase 300 fundos de pensão do país, estimados em R$ 460 bilhões, segundo dados da Associação Brasileira de Fundos de Previdência Privada (Abrapp). Representa, também, quase 10% do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil, estimado em R$ 2,6 trilhões.
A força dos fundos e sua importância na economia brasileira estão por trás do projeto político do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e sua estratégia de eleger, como sucessora, a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff – e explicam, também, boa parte das recentes críticas disparadas pelo Planalto contra Roger Agnelli, presidente da Vale, maior mineradora do país e uma das principais do mundo. O projeto de Lula e Dilma contempla um Estado cada vez mais forte, centralizador e com mais poder de decisão nos rumos e no planejamento da economia nacional, com a criação de novas estatais no setor de energia (como a Petro-Sal), telecomunicações (Telebrás) e um Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) pronto para apoiar a formação de grandes conglomerados genuinamente verde-amarelos.
O caso da Vale é emblemático. A Previ é a maior controladora individual da Vale, com 58% de participação na Valepar (holding que controla a mineradora). Somadas, as participações da Previ, Funcef (o fundo dos funcionários da Caixa) e BNDES dariam ao governo o controle sobre a mineradora. Ocorre que um acordo de acionistas ainda em vigor estabelece que o controle cabe ao Banco Bradesco, que detém 21,2% da empresa. O acordo expira ano que vem.
Voo solo
Foi o Bradesco quem colocou Agnelli na presidência da mineradora. E o executivo vem tocando a Vale como empresa privada, com investimentos em praticamente todo o planeta, como África, Austrália, Colômbia, Indonésia, Noruega e Canadá. O governo gostaria de ver a Vale construindo, sozinha, uma siderúrgica para fabricar aço no Brasil, deixando um pouco de lado os investimentos no exterior. A Vale já participa, como sócia de empresas estrangeiras, de empreendimentos siderúrgicos de grande porte em andamento no Rio de Janeiro, Espírito Santo, Ceará e Pará – mas o governo gostaria de vê-la em voo solo neste setor.
Um dos motivos é que, com a Vale nas mãos, o governo deteria o controle de uma vasta cadeia produtiva, que vai do petróleo e gás (Petrobras), energia elétrica e nuclear (Furnas, Eletrobrás e Eletronuclear) e crédito (BB, Caixa e BNDES). Com a mineradora, o governo teria aço mais barato para alimentar os projetos do pré-sal e amplo controle sobre a malha ferroviária brasileira, com a Ferrovia Centro-Atlântica (FCA), que liga o Nordeste e Minas ao Espírito Santo, e a Ferrovia Vitória-a-Minas. A Vale detém ainda ferrovias no Norte do país e participação na MRS, que liga Minas a portos do Rio e de São Paulo.
A Previ também está presente no capital de uma série de grande empresas brasileiras, como Petrobras, Banco do Brasil, Ambev, ItaúUnibanco, Embraer, Bradesco, Neoenergia, Usiminas, Arcelor, Paranapanema, Perdigão e ALL Logística. “Mas a Vale e o BB é que são estratégicas para o projeto do governo”, resume uma fonte do mercado acionário, que vem acompanhado o caso Lula/Vale.
O poder estratégico dos fundos já começa a chamar a atenção de alguns cardeais do PSDB, como o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. “No Brasil, os fundos de pensão não são apenas acionistas, mas gestores: participam dos blocos de controle ou dos conselhos de empresas privadas. Partidos fracos, sindicatos fortes, fundos de pensão convergindo com os interesses de um partido do governo e para eles atraindo sócios privados privados privilegiados. Eis o bloco sobre o qual o subperonismo lulista se sustentará no futuro, se ganhar as eleições”, disse FHC em artigo publicado no Estado de Minas.
Ocorre que este é exatamente o projeto de Lula: manter um Estado forte, que possa recuperar o planejamento de investimentos, tal como fizeram Getúlio Vargas, Juscelino Kubitscheck e os governos militares. E esse projeto tem defensores.
Empresas e generais
“Os fundos, sobretudo depois das privatizações, assumiram relevância sem precedente na história do mercado de capitais no país. Trata-se de investidores institucionais de importância crescente que afetaram, irreversivelmente, a estrutura acionária do capitalismo no Brasil. Influem nas decisões de investimento em setores estratégicos, principalmente os investimentos de longo prazo. E é bom que seja assim. Como dizia Lord Keynes, as decisões de investir são muito estratégicas para a sociedade para ser deixadas apenas para as empresas, assim como a guerra é muito importante para ser deixada somente nas mãos dos generais”, diz o economista Carlos Sidnei Coutinho, ex-professor da Fundação Getulio Vargas (FGV) e atual consultor do Conselho Regional de Economia de Minas Gerais.
“O capitalismo atingiu um patamar no Brasil em que os setores estratégicos para o futuro da economia brasileira (energia, mineração, meio ambiente, tecnologia de ponta, segurança, biotecnologia) já são considerados negócios de Estado, e não mais negócios apenas da iniciativa privada”, completa.
Os fundos parecem cientes disso. Funcep e Petros (funcionários da Petrobras), por exemplo, já declararam interesse em adquirir a participação da Construtora Camargo Correa no projeto da hidrelétrica de Jirau, no Rio Madeira, e uma fatia do trem-bala que ligará o Rio a São Paulo. Ambos são considerados estratégicos para o governo – que, por sinal, acaba de elevar de 50% para 70% o volume de recursos que os fundos podem investir em renda variável (ações). A Associação Brasileira de Infraestrutura e Indústria de Base (Abdib) já declarou que existem três grandes projetos à espera dos fundos: a hidrelétrica de Belo Monte (Pará), o trem-bala e as sondas de perfuração da Petrobras.
Por fim, os fundos e os investimentos poderão desempenhar papel importante nas eleições presidenciais do ano que vem: o de cabos eleitorais. “O que temos ouvido é que Lula levantou polêmica com a Vale para criticar sua privatização, realizada no governo do PSDB. Ele quer mostrar e deixar claro para a população a diferença entre o governo dele e o dos tucanos. Quer mostrar que, se a Vale não tivesse sido privatizada e continuasse nas mãos do Estado, poderia estar investindo mais no Brasil, em vez de investir no exterior”, diz um empresário mineiro. É briga de cachorro grande.
http://www.uai.com.br/UAI/html/sessao_4/2009/11/09/em_noticia_interna,id_sessao=4&id_noticia=135178/em_noticia_interna.shtml
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Governo federal tem R$ 241,7 bi de fundos de pensão para despejar na economia
Paulo Paiva - Estado de Minas
O governo federal tem, em mãos, um canhão de R$ 241,7 bilhões (valores de julho) pronto para disparar na direção desejada pelo comando do Palácio do Planalto. Este montante equivale ao total de investimentos em ações e ativos dos oito principais fundos de pensão ligados às empresas estatais da União, cujo comando está, em boa parte, nas mãos de sindicatos simpáticos ao PT. O principal deles é a Previ, dos funcionários do Banco do Brasil (BB), com R$ 129,3 bilhões. Ao todo, a bolada de R$ 241,7 bilhões equivale a mais da metade do total de investimentos dos quase 300 fundos de pensão do país, estimados em R$ 460 bilhões, segundo dados da Associação Brasileira de Fundos de Previdência Privada (Abrapp). Representa, também, quase 10% do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil, estimado em R$ 2,6 trilhões.
A força dos fundos e sua importância na economia brasileira estão por trás do projeto político do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e sua estratégia de eleger, como sucessora, a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff – e explicam, também, boa parte das recentes críticas disparadas pelo Planalto contra Roger Agnelli, presidente da Vale, maior mineradora do país e uma das principais do mundo. O projeto de Lula e Dilma contempla um Estado cada vez mais forte, centralizador e com mais poder de decisão nos rumos e no planejamento da economia nacional, com a criação de novas estatais no setor de energia (como a Petro-Sal), telecomunicações (Telebrás) e um Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) pronto para apoiar a formação de grandes conglomerados genuinamente verde-amarelos.
O caso da Vale é emblemático. A Previ é a maior controladora individual da Vale, com 58% de participação na Valepar (holding que controla a mineradora). Somadas, as participações da Previ, Funcef (o fundo dos funcionários da Caixa) e BNDES dariam ao governo o controle sobre a mineradora. Ocorre que um acordo de acionistas ainda em vigor estabelece que o controle cabe ao Banco Bradesco, que detém 21,2% da empresa. O acordo expira ano que vem.
Voo solo
Foi o Bradesco quem colocou Agnelli na presidência da mineradora. E o executivo vem tocando a Vale como empresa privada, com investimentos em praticamente todo o planeta, como África, Austrália, Colômbia, Indonésia, Noruega e Canadá. O governo gostaria de ver a Vale construindo, sozinha, uma siderúrgica para fabricar aço no Brasil, deixando um pouco de lado os investimentos no exterior. A Vale já participa, como sócia de empresas estrangeiras, de empreendimentos siderúrgicos de grande porte em andamento no Rio de Janeiro, Espírito Santo, Ceará e Pará – mas o governo gostaria de vê-la em voo solo neste setor.
Um dos motivos é que, com a Vale nas mãos, o governo deteria o controle de uma vasta cadeia produtiva, que vai do petróleo e gás (Petrobras), energia elétrica e nuclear (Furnas, Eletrobrás e Eletronuclear) e crédito (BB, Caixa e BNDES). Com a mineradora, o governo teria aço mais barato para alimentar os projetos do pré-sal e amplo controle sobre a malha ferroviária brasileira, com a Ferrovia Centro-Atlântica (FCA), que liga o Nordeste e Minas ao Espírito Santo, e a Ferrovia Vitória-a-Minas. A Vale detém ainda ferrovias no Norte do país e participação na MRS, que liga Minas a portos do Rio e de São Paulo.
A Previ também está presente no capital de uma série de grande empresas brasileiras, como Petrobras, Banco do Brasil, Ambev, ItaúUnibanco, Embraer, Bradesco, Neoenergia, Usiminas, Arcelor, Paranapanema, Perdigão e ALL Logística. “Mas a Vale e o BB é que são estratégicas para o projeto do governo”, resume uma fonte do mercado acionário, que vem acompanhado o caso Lula/Vale.
O poder estratégico dos fundos já começa a chamar a atenção de alguns cardeais do PSDB, como o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. “No Brasil, os fundos de pensão não são apenas acionistas, mas gestores: participam dos blocos de controle ou dos conselhos de empresas privadas. Partidos fracos, sindicatos fortes, fundos de pensão convergindo com os interesses de um partido do governo e para eles atraindo sócios privados privados privilegiados. Eis o bloco sobre o qual o subperonismo lulista se sustentará no futuro, se ganhar as eleições”, disse FHC em artigo publicado no Estado de Minas.
Ocorre que este é exatamente o projeto de Lula: manter um Estado forte, que possa recuperar o planejamento de investimentos, tal como fizeram Getúlio Vargas, Juscelino Kubitscheck e os governos militares. E esse projeto tem defensores.
Empresas e generais
“Os fundos, sobretudo depois das privatizações, assumiram relevância sem precedente na história do mercado de capitais no país. Trata-se de investidores institucionais de importância crescente que afetaram, irreversivelmente, a estrutura acionária do capitalismo no Brasil. Influem nas decisões de investimento em setores estratégicos, principalmente os investimentos de longo prazo. E é bom que seja assim. Como dizia Lord Keynes, as decisões de investir são muito estratégicas para a sociedade para ser deixadas apenas para as empresas, assim como a guerra é muito importante para ser deixada somente nas mãos dos generais”, diz o economista Carlos Sidnei Coutinho, ex-professor da Fundação Getulio Vargas (FGV) e atual consultor do Conselho Regional de Economia de Minas Gerais.
“O capitalismo atingiu um patamar no Brasil em que os setores estratégicos para o futuro da economia brasileira (energia, mineração, meio ambiente, tecnologia de ponta, segurança, biotecnologia) já são considerados negócios de Estado, e não mais negócios apenas da iniciativa privada”, completa.
Os fundos parecem cientes disso. Funcep e Petros (funcionários da Petrobras), por exemplo, já declararam interesse em adquirir a participação da Construtora Camargo Correa no projeto da hidrelétrica de Jirau, no Rio Madeira, e uma fatia do trem-bala que ligará o Rio a São Paulo. Ambos são considerados estratégicos para o governo – que, por sinal, acaba de elevar de 50% para 70% o volume de recursos que os fundos podem investir em renda variável (ações). A Associação Brasileira de Infraestrutura e Indústria de Base (Abdib) já declarou que existem três grandes projetos à espera dos fundos: a hidrelétrica de Belo Monte (Pará), o trem-bala e as sondas de perfuração da Petrobras.
Por fim, os fundos e os investimentos poderão desempenhar papel importante nas eleições presidenciais do ano que vem: o de cabos eleitorais. “O que temos ouvido é que Lula levantou polêmica com a Vale para criticar sua privatização, realizada no governo do PSDB. Ele quer mostrar e deixar claro para a população a diferença entre o governo dele e o dos tucanos. Quer mostrar que, se a Vale não tivesse sido privatizada e continuasse nas mãos do Estado, poderia estar investindo mais no Brasil, em vez de investir no exterior”, diz um empresário mineiro. É briga de cachorro grande.
http://www.uai.com.br/UAI/html/sessao_4/2009/11/09/em_noticia_interna,id_sessao=4&id_noticia=135178/em_noticia_interna.shtml
TELB4 - Semana muito importante, olho no book.
Presidente Lula deve receber propostas para banda larga nacional esta semana
Por Jackeline Carvalho
09 de novembro de 2009
Segundo o Ministério das Comunicações, o Brasil lançará no final de novembro um plano nacional de banda larga com necessidade de investimentos de R$ 10 bilhões.
A previsão é que as propostas cheguem às mãos da presidência da república no próximo dia 11/11, data a partir da qual começam a ser definidos os caminhos para se chegar a uma mensalidade subisidiada de R$ 9,90 ao mês, segundo o ministro Hélio Costa.
Pessoalmente, ele defende um projeto baseado em parceria público-privada PPP) para levar o projeto adiante.
http://www.ipnews.com.br/voip/infra-estrutura/banda-larga/presidente-lula-deve-receber-propostas-esta-semana.html
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Por Jackeline Carvalho
09 de novembro de 2009
Segundo o Ministério das Comunicações, o Brasil lançará no final de novembro um plano nacional de banda larga com necessidade de investimentos de R$ 10 bilhões.
A previsão é que as propostas cheguem às mãos da presidência da república no próximo dia 11/11, data a partir da qual começam a ser definidos os caminhos para se chegar a uma mensalidade subisidiada de R$ 9,90 ao mês, segundo o ministro Hélio Costa.
Pessoalmente, ele defende um projeto baseado em parceria público-privada PPP) para levar o projeto adiante.
http://www.ipnews.com.br/voip/infra-estrutura/banda-larga/presidente-lula-deve-receber-propostas-esta-semana.html
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TEMP3 - Olho nela, dia 13 chegando.
Muita expectativa pelo próximo dia 13, data prevista para divulgação dos resultados.
Olho no book !!!
Muitas informações no tópico do amigo MAX LOVE , acompanhem informações importantes e dicas dos amigos estudiosos desta ação.
http://br.advfn.com/p.php?pid=fbb_thread&bb=fbb&id=4456909&bb_id=11&detect=np&ptm=1257741477%23post4547517#post4547517
Olho no book !!!
Muitas informações no tópico do amigo MAX LOVE , acompanhem informações importantes e dicas dos amigos estudiosos desta ação.
http://br.advfn.com/p.php?pid=fbb_thread&bb=fbb&id=4456909&bb_id=11&detect=np&ptm=1257741477%23post4547517#post4547517
EUCA4 e ECOD3 - Chamando a atenção dos investidores
Muitas oportunidades na bolsa e algumas comentadas por aqui.
Chamo atenção particularmente para os books de ECOD3 e EUCA4 no dia de hoje.
Eucatex saíndo da Recuperação Judicial e ECOD3 atrairá novos investidores devido ao novo leilão previsto para o dia 17 deste mês. No dia 13 também acontece a para a ECOD3 a AGE - 11h - Alteracao da composicao do Conselho de Administracao onde novas metas deverão ser traçadas.
Leiam neste link do Globo sobre o leilão.
http://oglobo.globo.com/pais/mat/2009/11/05/anp-marca-para-17-11-leilao-de-biodiesel-para-mistura-de-5-914619964.asp
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BRASÍLIA - Os produtores brasileiros de biodiesel deverão faturar, em 2010, em torno de R$ 7 bilhões. A previsão é da União Brasileira do Biodiesel (Ubrabio), entidade que representa os principais produtores do combustível e fabricantes de equipamentos. Um dos associados da entidade, o diretor-geral da Binatural, João Batista Cardoso, ressaltou que esse faturamento equivale a um quarto dos R$ 28 bilhões faturados pela indústria de etanol. "E o setor de biodiesel tem apenas quatro anos no Brasil, enquanto o etanol já existe há décadas", completou. Para este ano, a expectativa é de que os produtores brasileiros de biodiesel faturem cerca de R$ 6 bilhões.
Veja também:
linkGrupo Bertin testará biodiesel em sua frota de caminhões
Os diretores da Ubrabio defenderam-se das críticas de que o desenvolvimento do setor estaria ocorrendo sem o avanço desejado da agricultura familiar. Segundo Cardoso, somente no ano que vem, os fabricantes de biodiesel comprarão o equivalente a R$ 1 bilhão em sementes de oleaginosas produzidas por agricultores familiares.
Além disso, de 3% a 4% dos custos operacionais do setor equivalem a contrapartidas que são exigidas por lei para beneficiar os pequenos agricultores. Entre estas contrapartidas, estão a compra de sementes e a prestação de assistência técnica aos agricultores familiares.
Hoje, 80% do biodiesel negociado nos leilões promovidos pelo governo são direcionados a fabricantes de biodiesel que possuem o chamado selo social. Só possuem este selo os fabricantes que compram pelo menos 30% de suas matérias-primas no Sul, Sudeste e Nordeste de agricultores familiares. No Norte e no Centro-Oeste, a exigência mínima é de 10% e vai passar para 15% no ano que vem.
http://www.estadao.com.br/noticias/economia,setor-de-biodiesel-deve-faturar-r-7-bi-em-2010,462241,0.htm
Chamo atenção particularmente para os books de ECOD3 e EUCA4 no dia de hoje.
Eucatex saíndo da Recuperação Judicial e ECOD3 atrairá novos investidores devido ao novo leilão previsto para o dia 17 deste mês. No dia 13 também acontece a para a ECOD3 a AGE - 11h - Alteracao da composicao do Conselho de Administracao onde novas metas deverão ser traçadas.
Leiam neste link do Globo sobre o leilão.
http://oglobo.globo.com/pais/mat/2009/11/05/anp-marca-para-17-11-leilao-de-biodiesel-para-mistura-de-5-914619964.asp
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BRASÍLIA - Os produtores brasileiros de biodiesel deverão faturar, em 2010, em torno de R$ 7 bilhões. A previsão é da União Brasileira do Biodiesel (Ubrabio), entidade que representa os principais produtores do combustível e fabricantes de equipamentos. Um dos associados da entidade, o diretor-geral da Binatural, João Batista Cardoso, ressaltou que esse faturamento equivale a um quarto dos R$ 28 bilhões faturados pela indústria de etanol. "E o setor de biodiesel tem apenas quatro anos no Brasil, enquanto o etanol já existe há décadas", completou. Para este ano, a expectativa é de que os produtores brasileiros de biodiesel faturem cerca de R$ 6 bilhões.
Veja também:
linkGrupo Bertin testará biodiesel em sua frota de caminhões
Os diretores da Ubrabio defenderam-se das críticas de que o desenvolvimento do setor estaria ocorrendo sem o avanço desejado da agricultura familiar. Segundo Cardoso, somente no ano que vem, os fabricantes de biodiesel comprarão o equivalente a R$ 1 bilhão em sementes de oleaginosas produzidas por agricultores familiares.
Além disso, de 3% a 4% dos custos operacionais do setor equivalem a contrapartidas que são exigidas por lei para beneficiar os pequenos agricultores. Entre estas contrapartidas, estão a compra de sementes e a prestação de assistência técnica aos agricultores familiares.
Hoje, 80% do biodiesel negociado nos leilões promovidos pelo governo são direcionados a fabricantes de biodiesel que possuem o chamado selo social. Só possuem este selo os fabricantes que compram pelo menos 30% de suas matérias-primas no Sul, Sudeste e Nordeste de agricultores familiares. No Norte e no Centro-Oeste, a exigência mínima é de 10% e vai passar para 15% no ano que vem.
http://www.estadao.com.br/noticias/economia,setor-de-biodiesel-deve-faturar-r-7-bi-em-2010,462241,0.htm
domingo, 8 de novembro de 2009
ECOD3 - Que maravilha, assim os ganhos serão mais rápidos, olho nela !!!
A indústria de biodiesel quer ampliar para 10% a mistura do combustível ao diesel convencional. O setor já havia comemorado a decisão do governo que, em outubro, antecipou, em três anos, a obrigatoriedade de adição de 5%.
O setor quer mais e vai negociar com o governo a adição obrigatória em todo o país de 10% de biodiesel até 2015, além da adição de 20% ao diesel vendido apenas em regiões metropolitanas.
Cumpridas essas metas até 2015, a demanda por biodiesel deverá triplicar em relação ao que se planeja para 2010. Serão necessários 5 bilhões de litros a mais de biodiesel por ano. Em 2010, quando começa a obrigatoriedade dos 5% na mistura, a estimativa é de 2,5 bilhões de litros produzidos por ano.
Segundo a União Brasileira de Biodiesel, o país tem estrutura para emplacar essas metas, e o governo não apresenta resistência. A capacidade instalada no Brasil é de 4 bilhões de litros de biodiesel por ano, o que deve pular para 5 bilhões em 2010.
– Seria uma evolução gradual, de adição de 1% ao ano. Há capacidade industrial, mas seria necessário mudar o marco regulatório do setor – afirmou Sérgio Beltrão, diretor executivo da Ubrabio.
A legislação atual fixa em 5% o percentual mínimo obrigatório de adição de biodiesel ao óleo diesel.
O Brasil tem atualmente 65 usinas instaladas. Até 2010, serão construídas mais oito usinas, todas concentradas nas regiões Sul e Centro-Oeste: três no Rio Grande do Sul, duas em Goiás, uma em Mato Grosso, uma em Mato Grosso do Sul e outra no Paraná, regiões onde se concentra o plantio de soja, responsável por 80% da produção de biodiesel no país.
Apesar de o projeto do governo federal para estimular a produção de biodiesel, criado em 2005, inclua a participação da agricultura familiar, a produção ainda está muito concentrada na soja.
http://www.clicrbs.com.br/diariocatarinense/jsp/default2.jsp?uf=2&local=18&source=a2710560.xml&template=3898.dwt&edition=13474§ion=129
O setor quer mais e vai negociar com o governo a adição obrigatória em todo o país de 10% de biodiesel até 2015, além da adição de 20% ao diesel vendido apenas em regiões metropolitanas.
Cumpridas essas metas até 2015, a demanda por biodiesel deverá triplicar em relação ao que se planeja para 2010. Serão necessários 5 bilhões de litros a mais de biodiesel por ano. Em 2010, quando começa a obrigatoriedade dos 5% na mistura, a estimativa é de 2,5 bilhões de litros produzidos por ano.
Segundo a União Brasileira de Biodiesel, o país tem estrutura para emplacar essas metas, e o governo não apresenta resistência. A capacidade instalada no Brasil é de 4 bilhões de litros de biodiesel por ano, o que deve pular para 5 bilhões em 2010.
– Seria uma evolução gradual, de adição de 1% ao ano. Há capacidade industrial, mas seria necessário mudar o marco regulatório do setor – afirmou Sérgio Beltrão, diretor executivo da Ubrabio.
A legislação atual fixa em 5% o percentual mínimo obrigatório de adição de biodiesel ao óleo diesel.
O Brasil tem atualmente 65 usinas instaladas. Até 2010, serão construídas mais oito usinas, todas concentradas nas regiões Sul e Centro-Oeste: três no Rio Grande do Sul, duas em Goiás, uma em Mato Grosso, uma em Mato Grosso do Sul e outra no Paraná, regiões onde se concentra o plantio de soja, responsável por 80% da produção de biodiesel no país.
Apesar de o projeto do governo federal para estimular a produção de biodiesel, criado em 2005, inclua a participação da agricultura familiar, a produção ainda está muito concentrada na soja.
http://www.clicrbs.com.br/diariocatarinense/jsp/default2.jsp?uf=2&local=18&source=a2710560.xml&template=3898.dwt&edition=13474§ion=129
TEMP3 - Torcendo para bons lucros nos próximos 6 meses.
Peguei uma parte dos meus lucros e comprei TEMP3 no mês passado. Estudei algumas tendências para a empresa e o segmento de mercado. Hoje cotada em R$ 3,44 acho o valor muito atrativo e tenho como preço alvo R$ 5,00 até junho de 2010. Se isto acontecer será um belo rendimento no curto/médio prazo.
A empresa está se reestruturando, mudaram o PRESIDENTE e estão mudando a EQUIPE.
Estão gerando um excelente volume de CAIXA e a aquisição junto ao ITAÚ dos seguros de saúde, achei atentador.Resultados irão aparecer nos próximos balanços.
Sabemos que os resultados destas mudanças não aparecem da noite para o dia , portanto um pouco de paciência e olho no book. Ela tem força e a cada dia desperta o interesse de novos investidores.
Boa sorte pra todos e estudemmmmmmmmmmmmmm TEMP3.
A empresa está se reestruturando, mudaram o PRESIDENTE e estão mudando a EQUIPE.
Estão gerando um excelente volume de CAIXA e a aquisição junto ao ITAÚ dos seguros de saúde, achei atentador.Resultados irão aparecer nos próximos balanços.
Sabemos que os resultados destas mudanças não aparecem da noite para o dia , portanto um pouco de paciência e olho no book. Ela tem força e a cada dia desperta o interesse de novos investidores.
Boa sorte pra todos e estudemmmmmmmmmmmmmm TEMP3.
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