MERCADO LIVRE

terça-feira, 6 de outubro de 2009

TELB4 - Agora quero ver o que vai acontecer até o dia 10 de novembro.

Esperamos , esperamos e esperamos, agora chega um grande momento, decisivo na nossa vida com as queridas TELBS. Daqui pra frente é um olho no book e outro nas notícias. Estou confiante no projeto, como sempre estive, mas cada um com o seu objetivo. Enquanto isto , vamos lendo , vamos lendo e rezando. Telbianos agora mais unidos do que nunca. Bola pra frente e que venha a Telebrás.


Meu pensamento para estudos de todos:


O Presidente Lula sempre quis reativar a Telebrás e agora ele está mais forte, com mais poder e muito mais popularidade. Ele não larga o governo sem ativar o PROJETO BANDA LARGA. Tirem suas conclusões. Boa sorte pra todos !!!





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Plano Nacional de Banda Larga será concluído até 10 de novembro

06/10/09


A primeira reunião do comitê gestor responsável pela elaboração do Plano Nacional de Banda Larga, realizada hoje na Casa Civil, serviu para encaminhar os trabalhos, mas não tratou dos temas mais sensíveis, como a reativação da Telebrás e a participação das teles. Segundo o secretário de Logística e Tecnologia da Informação do Ministério do Planejamento, Rogério Santanna, o prazo para apresentar o trabalho é de 35 dias, encerrando-se em 10 de novembro.

O comitê foi separado em dois grupos de trabalho, um que ficará responsável para apresentar as propostas sobre a infraestrutura da rede, sob a coordenação do diretor do Departamento do Serviço de Rede da SLTI, Antonio Carlos Alf, e o segundo, sobre regulação, ficará sob a responsabilidade da Seae (Secretarie de
Acompanhamento Econômico) do Ministério da Fazenda. “Ao final do prazo, o que for consenso será apresentado ao presidente Luiz Inácio da Silva, o que ainda não estiver pacificado ficará para depois”, disse Santanna.

O plano, prevê Santanna, terá ações de curto, médio e longo prazos. “As ações de curto prazo, como a criação da infraestrutura, devem estar concluídas até meados do próximo ano”, avalia.
Acesso

Entre as questões relativas à infraestrutura, está a situação das fibras ópticas da Petrobras, da Eletrobrás e Eletronet (esta última ainda depende do cumprimento da decisão judicial). As fibras, com extensão avaliada em 31.448 km, estão presentes em 23 estados e mais o Distrito Federal. Santanna calcula em R$ 1,1 bilhão os recursos necessários para ligar o backbone e fazer o backhaul (ligação até a sede dos municípios), mas esse valor sobe para R$ 3 bilhões, se o governo decidir fazer a última milha (acesso).

”Nosso entendimento é de que o governo terá que fazer o acesso apenas nos locais onde não haja a presença de empresas privadas”, disse o secretário da SLTI. Nos outros, acredita que pode haver uma troca de infraestrutura por acesso com as empresas. A empresa que vai gerir a rede também não foi objeto de discussão hoje, mas Santanna continua defendendo que essa atribuição vá para a Telebrás, empresa com os atributos necessários para a tarefa, inclusive com recursos de mais de R$ 280 milhões em caixa.

Os temas sobre regulação preveem questões sobre a destinação de freqüências, que podem ter um papel importante no plano. Santanna defende a adequação das propostas da Anatel ao projeto, inclusive sobre a faixa de 2,5 GHz, que está em consulta pública. Ele também prevê a possibilidade de revisão da LGT (Lei Geral de Telecomunicações). “O trabalho agora é identificar o que precisa ser mudado, porque a alteração dessa legislação não pode ser feita agora, de afogadilho”, defende.

Os dois grupos de trabalho começam a trabalhar amanhã e a primeira tarefa será estabelecer um cronograma, disse Santanna. Na reunião de hoje, participaram 15 técnicos, representantes dos ministérios do Planejamento, das Comunicações, da Ciência e Tecnologia, da Fazenda, do BNDES, da Anatel e da Aneel, além da Casa Civil.

Fonte: Tele Síntese

TELB4 - OLHO NELA

Uma boa leitura para nossos estudos

http://tijolaco.com/?p=4921

TOYB4 e ESTR4 - DIA 12 chegando.

Sites esperam alta de 25% para o Dia das Crianças

Soraia Abreu Pedrozo
Do Diário do Grande ABC

Com o Dia das Crianças se aproximando, o comércio eletrônico também se prepara para atender à demanda de quem quer ficar longe do tumulto das lojas de brinquedos e, quem sabe, conseguir algum desconto, além do pagamento parcelado - alguns sites financiam em até 12 vezes sem juros as compras.

A expectativa da e-bit, empresa especializada em informações de comércio eletrônico, é que o setor cresça 25% em relação aos R$ 360 milhões de faturamento no obtido no ano passado, e alcance R$ 450 milhões de faturamento.

O valor médio gasto na compras pela internet deve ser maior neste ano, alcançando R$ 340 - montante 7% superior ao registrado no em 2008, quando o tíquete médio era de R$ 318.

De acordo com o diretor-geral da e-bit, Pedro Guasti, o dia 12 de outubro é uma data que possui bom apelo para promoções. "Isso porque hoje em dia os filhos pedem a seus pais produtos de maior valor agregado, como artigos de informática, eletrônicos e videogames", explica.

O secretário Fábio Lomelino concorda. Ele tem um filho de seis anos cuja escolha da vez é um Playstation 3. "Eu e minha esposa pesquisamos em diversos sites, e o encontramos por R$ 1.400 em um, R$ 1.300 em outro e, finalmente, R$ 999 num terceiro. Batemos o martelo", relata.

Lomelino conta que não tem jeito mesmo, a cada ano o preço do presente aumenta um pouco. No ano passado, eles compraram uma moto elétrica, no valor de R$ 750, igualmente pela internet.

"Minha esposa compra absolutamente tudo pela internet. Como possui cadastro em inúmeros sites, ela compara as promoções e as melhores condições de pagamento com o cartão de crédito, como os que parcelam em até 12 vezes", revela.

MAIS PROCURADOS - De acordo com a pesquisa da e-bit, os produtos mais procurados para este Dia da Criança serão computadores, notebooks, videogames e aparelhos MP3 e MP4, que ganharam relevância nos últimos anos nessa data comemorativa.

No entanto, Guasti, diretor da e-bit, ressalta que a categoria brinquedos não pode ser deixada de lado e deve ocupar lugar significativo no ranking das mais vendidas.


http://home.dgabc.com.br/default.asp?pt=secao&pg=detalhe&c=3&id=5770496&titulo=Sites+esperam+alta+de+25%+para+o+Dia+das+Criancas


CAMB4

É esperado ‘boom’ do setor de esportes, com crescimento de clubes, academias, empresas de material esportivo e brindes. “Isso começa desde agora. Em breve, vão aumentar as ofertas de cursos de capacitação”, adianta Sergio Malta, superintendente do Sebrae/RJ.

http://odia.terra.com.br/portal/ataque/rio2016/html/2009/10/o_legado_de_2016_no_bolso_do_carioca_38663.html

TELB4 - Será que a alta continua? Olho no book !!!

Ações da Telebrás disparam com reformulação do projeto de reativação da empresa

Por: Gabriel Ignatti Casonato
10/08/09 - 15h35
InfoMoney

SÃO PAULO - As ações preferenciais e ordinárias da Telebrás (TELB3, TELB4) disparam , nesta quarta-feira (10), impulsionadas pelos novos desdobramentos do projeto de reativação da empresa como distribuidora do serviço de banda larga no País.

De acordo com informações do Valor Econômico, devido à falta de previsão para a companhia incorporar a rede de fibras ópticas Eletronet, cuja extensão chega a 16 mil quilômetros, o governo reformulou totalmente o projeto de reativação da Telebrás, que agora prevê o ressurgimento da estatal com o uso das infovias da Petrobras e de Furnas.

Os idealizadores argumentam que as panes do Speedy, serviço de banda larga da Telefônica, evidenciam a urgência de aprovar o novo plano, que coloca a Telebrás como gestora de uma rede de banda larga ligando quatro centros urbanos. A rede serviria como uma intranet do governo, que segue incomodado com a dependência de redes geridas por concessionárias privadas.

Cálculos feitos pelo Ministério do Planejamento indicam uma economia anual de R$ 150 milhões com a reativação da estatal, e por isso as autoridades alegam que o investimento para recuperar a companhia se paga em um período de três a cinco anos.

Além disso, embora neguem a intenção de disputar mercado com as grandes operadoras, os formuladores do plano veem "objetivos estratégicos" na nova Telebrás e citam a atuação monopolista de Oi, Telefônica e Embratel na oferta de banda larga no País, informa o período.

Resistência
Por outro lado, a proposta não é consensual e desperta polêmica no governo. Segundo a matéria do Valor, o ministro das Comunicações, Hélio Costa, é radicalmente contrário. Já a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Roussef, tem muitas dúvidas sobre a volta da Telebrás, ainda mais que o assunto seria politicamente "desgastante" às vésperas de sua campanha presidencial.

TELB4 - PREGÃO NORMAL, PEDIDO NEGADO. OLHO NO BOOK!!!

Telebrás pede suspensão dos negócios com suas ações à BM&F Bovespa

Por: Equipe InfoMoney
05/10/09 - 19h16
InfoMoney

SÃO PAULO - A Telebrás comunicou que pediu à BM&F Bovespa a suspensão da negociação das ações de sua emissão nesta segunda-feira (5), devido ao movimento atípico nas cotações dos papéis.

"Solicitamos a suspensão (...) tendo em vista a caracterização de forte especulação, sem que a Telebrás, por intermédio de sua Direção, tenha tomado conhecimento de qualquer Fato Relevante que justifique tais oscilações", declarou a companhia, em nota.

Os papéis TELB3, TELB4 e TELB9 apresentavam, ao longo desta tarde, variações positivas em torno de, respectivamente, 10,44%, 45% e 15,51%. A companhia destacou ainda que espera um retorno da União (acionista majoritária) sobre o ocorrido.

Pedido negado
A BM&F Bovespa informou que não serão suspensos os negócios com os valores mobiliários de emissão da Telebrás.


As ações da empresa de telecomunicações encerraram a sessão com valorizações de 7,46%, 40,00% e 12,07%, respectivamente para TELB3, TELB4 e TELB9.

CAMB4 - Valorização forte !!!

Uma forte valorização aconteceu neste último pregão.

Copa do Mundo + Olimpíadas deixa a empresa com grande visibilidade para o futuro e por conta disto já circulam boatos que poderá ser vendida pra Grendene , Vulcabrás ou Alpargatas.

Bom , vamos ficar de olho nas notícias, mas quando boatos começam a surgir nos bastidores é porque tem coisa aí.

Estudemmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmm CAMB4

TELB4 - Vamos acompanhar !!!

As empresas de telefonia fixa e celular também poderão ser incluídas no projeto do governo da banda larga pública, caso seja aprovada a ideia que conta com forte apoio nas discussões. O argumento para não deixar as teles de fora do programa se baseia no fato de que as redes das empresas são quase dez vezes maior que a estrutura que o governo quer montar a partir das redes da Petrobras, Eletrobrás e Eletronet.

"As empresas privadas têm 200 mil quilômetros de cabo de fibra ótica e a Eletronet tem 16 mil", comparou um técnico do governo que participa do grupo de discussão montado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva para estudar o assunto. Com as demais redes estatais, a extensão chegaria a aproximadamente 30 mil quilômetros.

O presidente Lula já decidiu que não vai encerrar seu mandato, no próximo ano, sem criar um programa para levar internet de graça e em alta velocidade a escolas rurais, delegacias de polícia, hospitais e postos de saúde. Daí surgiu a ideia de se criar uma empresa estatal de telecomunicações, que provavelmente será administrada pela Telebrás, com o objetivo também de ampliar oferta dos serviços de banda larga para a população do interior do País.

As redes das estatais, porém, formam apenas a infraestrutura principal. Faltariam ao governo as ramificações para ligar as redes às cidades e aos pontos prioritários para o plano de inclusão digital. Uma das alternativas para envolver as empresas no projeto, segundo a mesma fonte, poderá ser a utilização dos recursos do Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (Fust), que têm R$ 8 bilhões em caixa, retidos nos cofres do Tesouro para fazer superávit primário. O Fust foi criado para massificar a telefonia fixa, mas já existe um projeto de lei no Congresso para redirecionar seus recursos para a banda larga. O governo, então, lançaria mão do fluxo anual de recursos do Fust, que é de R$ 900 milhões, para compensar as empresas privadas pelo uso de parte de suas redes.

Outra ideia em estudo para envolver as empresas de telefonia celular no projeto é a de promover um desconto na taxa de fiscalização (Fistel), que é cobrada sobre cada telefone habilitado. As empresas recolhem por ano cerca de R$ 3 bilhões e menos de 15% desse total é repassado pelo governo para a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) fiscalizar a prestação dos serviços. Em contrapartida, as empresas assumiriam alguns "compromissos" de universalização da banda larga.

As sugestões começaram a ser debatidas hoje, na primeira reunião do grupo de estudo, e serão consolidadas em uma proposta final a ser apresentada ao presidente Lula no início de novembro. Algumas ideias já foram expostas em público, como a do secretário de Logística de Tecnologia da Informação do Ministério do Planejamento, Rogério Santana, que defende uma parceria apenas com pequenas empresas de telefonia e de internet.

Já a proposta do assessor especial da Casa Civil, André Barbosa, é de se ampliar essa parceria para todas as empresas de telecomunicações, inclusive as grandes operadoras. Outros integrantes do grupo não defendem abertamente suas sugestões, mas tem prevalecido a opinião de não fechar as portas às grandes teles.


http://ultimosegundo.ig.com.br/economia/2009/10/05/teles+poderao+participar+do+projeto+da+banda+larga+publica+diz+fonte+8752981.html

TELB4 - Estou muito feliz com o resultado da reunião

http://oglobo.globo.com/economia/mat/2009/10/05/teles-podem-ser-parceiras-de-estatal-de-banda-larga-767928800.asp

TELB4 - Olho no book !!!

Reativação

A Telebrás é protagonista de uma importante e polêmica discussão no cenário não só das telecomunicações como também no político. O governo estuda um projeto para reativar a companhia a fim de contar com uma grande rede pública de telecomunicações. As empresas do setor, bem como alguns representantes da oposição ao governo, são contra. No entanto, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva deu aval para a estruturação do projeto, que vem sendo tocado sob a coordenação da Casa Civil. Membros do governo, como o secretário de Logística e Tecnologia da Informação do Ministério do Planejamento, Rogério Santanna, já confirmaram publicamente que o plano envolve a Telebrás, que deve funcionar como uma gestora da nova rede.