MERCADO LIVRE

quarta-feira, 30 de março de 2011

JBDU4 - E o amigo COSITA2 escreveu....

COSITA2Vamos a analise que é importante:

LUCRO NO EXERCICIO DE R$ 2.3 MILHÕES DE REAIS
LUCRO NO ULTIMO TGRIMESTRE DE R$ 1.1 MILHÕES DE REAIS
COLOCADO EM NOTA EXPLICATIVA O PROJETO DO TERRENO , EXPLICADO , E AGUARDANDO O PLANO DIRETOR
EXCELENTE EXPOSIÇÃO SOBRE OS PROCESSOS QUE TEMOS A RECEBER
E UM AJUSTE CORRETO DE UM VALOR QUE ESTAVA NO NOSSO ATIVO A RECEBER DE MAIS DE R$ 54 MILHÕES DE REAIS DOS CREDITOS DO IPI , QUE NA ÉPOCA DEU UMA SUPERVALORIZADA NO VPA DA AÇÃO , E AGORA ESTA ATUALIZADO , MELHOR ASSIM ....
ENTENDAM QUE A EMPRESA NÃO DESEMBOLSOU NENHUM CENTAVO PARA ESTE AJUSTE CONTABIL QUE APARECE COMO PREJUIZO OK ?

DUVIDAS PERGUNTEM

ESPERO EM POUCOS DIAS BOAS NOTICIAS REFERENTES AO TERRENO , PRESTEM ATENÇÃO

COSITA2

ABS A TODOS


kepl3

O Grupo Kepler Weber, empresa do segmento de armazenagem de grãos, fechou recentemente negociação com a empresa angolana Promoção de Investimentos e Participações Empresarias (Pipe), para o fornecimento de unidade de armazenagem e beneficiamento de grãos. O projeto vendido pela companhia gaúcha será instalado na província de Malange, Angola, e estará apto a armazenar mais de 4,5 mil toneladas de milho. A previsão é de que em agosto o armazém já esteja em operação.

Este é o sexto projeto vendido ao mercado angolano, sendo que a primeira exportação foi feita no ano de 2005. Além de Angola, a Kepler Weber possui equipamentos instalados em outros países africanos, como Egito, Guiné, Moçambique, África do Sul, Botsuana, Uganda, Quênia, Ruanda e Costa do Marfim.

“O continente africano é uma das novas fronteiras agrícolas mundiais, tendo um perfil de pequenos produtores rurais, com profundas necessidades de segurança alimentar e de falta de acesso a financiamentos. Vislumbramos um mercado em crescimento, no longo prazo, uma vez que o continente como um todo visa aumentar sua capacidade estática de armazenagem”, diz o gerente de exportação da Kepler Weber, Antonio Campos.

Campos ressalta ainda que a linha de armazenagem de grãos KW Fazenda enquadra-se perfeitamente às necessidades dos produtores locais, tanto pela sua qualidade e tecnologia empregada, quanto pelas suas capacidades de armazenagem. “Durante o ano de 2011, faremos ações específicas de marketing voltadas a este produto, em países considerados chaves para o nosso crescimento na África”, diz.

http://portosenavios.com.br/site/revista/portos-e-logistica/notas/8846-armazena gem-kepler-weber-opera-em-angola

segunda-feira, 28 de março de 2011

KEPL3 e AGEN11

De olho nelas esta semana.
Vamos ver como o book se comporta. Pode gerar boas oportunidades de ganhos.
Boa sorte pra todos !!!

segunda-feira, 21 de março de 2011

JBDU4

De olho no book. A subida pode ser forte e quem comprou , comprou.
Eu já achava excelente comprar por 0,08, por 0,06 nem se fala.
Vem coisa boa este ano e quem estiver comprado , vai se dar muito bem.
Telebrás aos 0,05 ninguém me dava bola. Me chamavam de louco.
Agora JBDU4 por 0,06 muita gente também não me dá bola. Serei louco novamente?
Vamos aguardar.

De olho nela, final do mês chegando, divulgação de resultados e tudo pode acontecer. Olho no book, olho no book. Estudemmmmmmmm JBDU4

quarta-feira, 16 de março de 2011

SOCOMERCIAIS

Com mais um bom lucro em AGEN11, fiz um bom reforço em KEPL3.

Boa sorte pra todos !!!

KEPL3 - De olho nos resultados do dia 28. Hoje reforço as minhas compras.

KEPL3

Hoje vou reforçar minhas compras em KEPL3.

De olho nelas

BRASILLLLL

http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2011-03-15/bancos-e-industrias-avaliam-impacto-da-crise-japonesa-na-economia-brasileira

KEPL3

GSI decide voltar a produzir silos no RS




12345( 0 Votos )Noticiário cotidiano - Portos e Logística

Seg, 14 de Março de 2011 08:03

Depois de um ano fora do mercado, a americana GSI vai retomar em maio a produção de silos e equipamentos para armazenagem de grãos em Marau (RS), sede da subsidiária brasileira da empresa, a 270 Km de Porto Alegre. A linha, que no início de 2008 havia sido transferida para Brusque (SC), foi desativada em maio passado devido aos elevados custos operacionais da unidade e às incertezas remanescentes em relação ao cenário pós-crise econômica global.



Para o diretor presidente da GSI Brasil, Sidney Del Gaudio, o custo de produção no Rio Grande do Sul será no mínimo 10% menor do que em Brusque - onde a empresa ocupava um pavilhão alugado - devido à eliminação de gastos administrativos, operacionais e logísticos duplicados. Gaudio calcula que um ano será suficiente para o recuperar o investimento de R$ 4 milhões no retorno da operação para Marau, que limitou-se à produção de equipamentos para confinamento de aves e suínos.



A instalação da linha com capacidade de processamento de 3 mil toneladas de aço por ano em Santa Catarina exigiu investimentos de R$ 22 milhões em 2008 e na época o presidente da companhia, Ingo Erhardt, disse que a decisão havia levado em conta os incentivos fiscais locais e a proximidade do porto de Itajaí e de clientes como Bunge e Cargill. Agora, segundo Gaudio, os benefícios fiscais oferecidos pelos dois Estados se equivalem.



Com a paralisação das operações em Brusque a GSI perdeu espaço para a principal concorrente no Brasil, a gaúcha Kepler Weber, que só no terceiro trimestre de 2010 aumentou em 78,4% a receita líquida frente ao mesmo período do ano anterior, para R$ 98,2 milhões. "Mas desde aquele momento nós já planejávamos o retorno da linha para o Rio Grande do Sul", lembra Gaudio. Antes disso, em 2007, a empresa americana chegou a fazer uma oferta para comprar a própria Kepler, que na época passava por severa crise financeira.




O executivo não revela o faturamento de 2010, mas reconhece que o desempenho do exercício foi "ruim" devido à paralisação das vendas de silos e aos gastos com a manutenção da planta ociosa em Brusque. Para 2011, a previsão é de receita líquida de R$ 168 milhões, com 30% de participação dos equipamentos para armazenagem de grãos. O valor corresponde a 14% do faturamento mundial estimado pelo grupo, que também tem fábricas nos EUA, Canadá, México, África do Sul e China.



Gaudio também prevê que em dois anos já será necessário ampliar a fábrica de Marau devido ao mercado aquecido e às projeções de alta da safra de grãos no país, que deve alcançar 154,2 milhões de toneladas em 2010/11, segundo a Conab, com alta de 3,4% sobre 2009/10. Cerca de 30% da produção local deverá ser exportada para os países da América do Sul e a primeira encomenda em carteira é de um complexo de quatro silos com capacidade de estocagem de 6 mil toneladas cada um para o frigorífico argentino Las Camelias.



De acordo com Gaudio, a partir do retorno da linha para Marau as vendas de silos deverão superar já nos próximos anos as receitas obtidas com a linha de equipamentos para avicultura e suinocultura. A transferência vai ampliar o quadro da fábrica no Rio Grande de 350 para 400 pessoas em seis meses. Em Brusque a GSI chegou a empregar 156 funcionários.