MERCADO LIVRE

sábado, 15 de janeiro de 2011

RPMG4

Manguinhos quer deixar disputa com Petrobrás e virar ''refinaria butique''

Química. Sem porte para brigar nos mesmos mercados da estatal, como de óleo diesel ou gasolina, refinaria do Rio pretende se concentrar em nichos não explorados pela Petrobrás, que têm volumes muito menores, mas preços mais atrativos

15 de janeiro de 2011 | 0h 00
Kelly Lima / RIO - O Estado de S.Paulo
Passando por uma reestruturação financeira desde 2008, a Refinaria de Manguinhos - a única privada do país - vem sendo preparada para se transformar numa "refinaria butique". Diesel e gasolina deixarão de ser os derivados fundamentais para serem substituídos por produtos de maior valor agregado.
É o caso, por exemplo, de um tipo específico de gás usado nos sprays aerossóis. O País importa hoje entre 12 mil a 15 mil toneladas por ano da Argentina deste tipo de propelente. "Podemos ocupar esse mercado com facilidade", garante o vice-presidente industrial da refinaria, André Luiz Anton de Souza, um dos mentores do reposicionamento estratégico da empresa.
A ideia, segundo ele, é atacar nichos em que a Petrobrás não tem interesse por terem escala reduzida. Tudo isso para não competir com o monopólio da estatal, repetindo erros do passado, quando Manguinhos praticamente quebrou financeiramente por não conseguir concorrer no mercado nacional com os combustíveis oferecidos pela Petrobrás a um custo menor do que similares internacionais.
Egresso da própria Petrobrás, Anton discorre sobre a variedade de produtos a que a unidade pretende se dedicar como um vendedor que apresenta seu extenso catálogo. "Temos solvente sem cheiro para ser colocado nas tintas para pintar parede, temos um tipo muito específico de lubrificante para sondas de perfuração de áreas do petróleo. É um vasto mercado a ser explorado", afirma. Para fabricar esses derivados, a empresa se associou a uma das maiores tradings atuantes no mercado mundial de combustíveis, a Astra, em busca das melhores matérias-primas cargas disponíveis.
Anton diz que a mudança no portfólio está acontecendo com a substituição de maquinário ultrapassado e ampliação de capacidade instalada. A companhia vai passar dos atuais 30 mil m³ produzidos mensalmente para 50 mil m³ mensais até o início de 2012. "Em faturamento e em volume não haverá mudança significativa. Isso só será sentido em termos de margem de lucro", disse o vice-presidente financeiro, Carlos Henrique Lopes, da Manguinhos Participações.
Guarda-chuva. A empresa, que detém o controle da refinaria, administra ainda outras três subsidiárias sob o mesmo guarda-chuva: a unidade que produz lubrificantes em São Paulo, a distribuidora, no Rio, e a área de biodiesel, recém-criada. O conglomerado há dois anos integra o grupo Andrade Magro. Do total de R$ 2 bilhões faturados em 2010, a Manguinhos Participações representa R$ 1,3 bilhão, sendo que apenas a refinaria entra com cerca de R$ 800 milhões.
Lopes afirma que, hoje, a situação financeira da empresa está sanada. Em 2008, lembra, o grupo assumiu uma dívida de R$ 400 milhões, que foi renegociada. Hoje, apenas R$ 9 milhões ainda estão pendentes e o restante, parcelado, é pago com o fluxo de caixa da empresa.
Sobre a possibilidade de vender a unidade com a "porteira fechada" para sócios da Petrobrás no pré-sal, como tem sido comentado nos bastidores do setor, no entanto, Lopes diz apenas que "não é a intenção, mas se a oferta for boa, por que não?" Ele acredita que não haveria necessidade de desativar a o parque de refino para ampliar a capacidade de armazenamento e abrigar os interessados. "É possível desmembrar a empresa e todos conviverem tranquilamente", diz o executivo.
Com capacidade para armazenar até um milhão de barris, a refinaria teria condições de triplicar esse volume sem alterar o parque de refino.
Hoje, segundo o mercado, a refinaria estaria avaliada em cerca de R$ 550 milhões. Para adaptar uma unidade para a dessalinização do óleo do pré-sal e obras estruturantes para ampliar a capacidade de armazenagem, seriam necessários mais R$ 150 milhões. Apesar de o mercado já comentar que as negociações já estariam adiantadas, tanto as empresas que são sócias da Petrobrás quando os administradores de Manguinhos negam que haja algo em andamento.
De qualquer maneira, no acordo de seis meses com a Astra para realizar a comercialização de produtos no mercado internacional, coube cláusula para avaliação das melhores oportunidades para utilização da refinaria e ainda outra cláusula que estabelece uma participação da Astra em futura venda da unidade ou uma joint venture. 


segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

AGEN11 - Olho no book

O mercado amanhã se volta pra ela.

Olho no book, olho na força compradora, olho na força vendedora.

Vamos ver qual será a nova precificação do mercado.

KEPL3 - Olho no book, este poderá ser um grande ano para a empresa. Se Kepler Weber não ultrapassar 1,00 ficarei 30 dias sem postar no blog, rsrrsrs. Olho nela !!!!

Soja em alta
09.01.2011
O Brasil deve colher uma boa safra de soja este ano. O tempo tem sido favorável nas principais regiões produtoras, como no Rio Grande do Sul e em Mato Grosso.
O agricultor Humberto José Fabrício investiu mais em adubos este ano para cultivar os 25 hectares de soja, que tem em Santa Rosa, região noroeste do Rio Grande do Sul. Com isso, acredita que terá uma boa produtividade. “Em permanecendo essa situação de chuva normal aqui na nossa região, a expectativa é que a safra se equipare à safra do ano passado”, afirma.

A maioria das lavouras está em fase de floração. Se o tempo colaborar, a produtividade deve ficar acima da média. A expectativa é de 2.400 kg de soja por hectare. Para atingir estes números, é preciso que o tempo colabore.
“A partir de agora, é chuva regular, que possibilite a boa floração e a boa fecundação dessa flor, e a boa formação do grão para se ter uma produção final”, diz o técnico em agropecuária Celso Fanfa, da EMATER/RS. A colheita da soja em Santa Rosa está prevista para março deste ano.

Em Tapurah, médio-norte  de Mato Grosso, a colheita começou para os produtores que fizeram o plantio no período em que o estado ainda atravessava uma forte estiagem. Em uma fazenda, são 8.400 hectares de soja.
O agrônomo Andre Cirilo administra a lavoura e conta que só conseguiu antecipar o trabalho porque decidiu arriscar o cultivo mesmo com pouca umidade no solo, no final de setembro do ano passado.
Por causa disso, a produtividade está um pouco abaixo do esperado. Mesmo assim, ele afirma que compensa. “Vale a pena. Você,  conseguindo uma produtividade em torno de 44, 45 sacas por hectare,  já consegue vender logo que colhe, num preço bom, e já entra com plantio de algodão”, diz.
São poucos os agricultores colhendo nesta época em Mato Grosso. Na maior parte das propriedades, as lavouras estão verdinhas e na fase final de desenvolvimento. Por isso, o trabalho deve demorar mais uns dias.
O presidente do Sindicato Rural de Tapurah, Silvésio de Oliveira, explica que, mesmo com um atraso, a expectativa é boa. “Os produtores começaram o plantio na segunda quinzena de outubro, que já entra numa melhor época de plantio, onde se dão as maiores produtividades. O que preocupa, no caso, é a colheita, com a previsão de bastante chuva, mas a lavoura, em geral, está muito boa, e tudo indica que é uma boa safra”, afirma.
A próxima safra brasileira de soja deve ser de 68,5 milhões de toneladas, um volume semelhante ao do ano passado, que foi recorde.

KEPL3 - Olho nesta notícia. Vamos acompanhar de pertinho, muito interessante, muito interessante.



Negociações para acordo de livre comércio entre UE e Mercosul devem avançar, afirma Soares Pacheco


Agência Brasil



Brasília – O Mercosul e a União Europeia (UE) negociam para avançar, até março, no fechamento de um acordo entre os dois blocos na área comercial. A próxima rodada de discussões ocorrerá em em Bruxelas, na Bélgica. O otimismo parte dos negociadores europeus, apesar das dificuldades em torno de um consenso sobre os subsídios e a redução de tarifas para alguns produtos. Por mais de dez anos, as negociações entre os dois blocos ficaram paradas.
“Vamos ter que liberalizar 90% do nosso comércio, para ser compatível com as regras da Organização Mundial do Comércio. Portanto, fica o resto que temos que discutir como vamos fazer”, afirmou o representante da UE no Brasil, o embaixador português João José Soares Pacheco.
Entre as maiores “sensibilidades” de cada bloco, Pacheco coloca, do lado europeu, a áreaagrícola, citando de forma diferenciada os setores de carnes e açúcar. No Mercosul, o setor industrial é a mais sensível a uma abertura ao livre comércio com a União Europeia.
Há mais de uma década, os dois blocos buscam um acordo bilateral para a área comercial. Em 2004, por total falta de consenso, as negociações foram interrompidas. Depois, os negociadores retomaram as conversas em 2008. Mas o impasse permanece. No ano passado, os europeus fizeram exigências adicionais ao Mercosul.
Uma das exigências dos europeus para o Mercosul era que para exportar para a UE fosse elevada a abertura na indústria para quase 100%. A recomendação sugeria ainda a inclusão do transporte marítimo no setor de serviços e garantias de proteção na área de propriedade intelectual.
Segundo os negociadores do Mercosul, a União Europeia tende a melhorar a oferta agrícola. A expectativa é que o número de cotas que limitam as vendas do Mercosul, sem tarifa no bloco, seja reduzido. No ano passado, as negociações retiraram essa condição para grãos, etanol e lácteos, mas mantiveram para carne bovina, de frango e alho.

RPMG4 - Olho no book, subiu , vendi, recomprei e agora está ficando ótima pra recomprar mais. Olho no book, vamos ver como atua a força commpradora. Se entrar , hora de recomprar.

A empresa prevê a divulgação do balanço referente ao terceiro trimestre de 2010 até o dia 10 de fevereiro, já que "necessita deste tempo para ultimar os ajustes do novo software que utiliza para gerenciar todas as suas operações, o qual foi implantado recentemente".

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

JBDU4 - Obrigado pelas fotos amigo COSITA2 - Aproveito para dividir com os amigos do blog. Que maravilha !!! Investir numa área desta pode render belos frutos. A cada dia a cidade cresce e valoriza suas terras. Vem coisa boa aí. JBDU4 na minha opinião está entre as 5 melhores oportunidades da bolsa neste momento. Boa sorte pra todos !!!

JBDU4

Semana que vem aplicarei parte dos meus lucros de RPMG4 em JBDU4.

Venho encarteirando JBDU4 e acreditando no que pode vir durante este ano.

Olho nas notícias !!!

KEPL3

A Kepler Weber, que atua na venda e desenvolvimento de soluções para armazenagem há mais de 80 anos, está muito otimista com o forte crescimento do agronegócio no mundo. E para acompanhar esse ritmo, o grupo já contratou uma empresa para avaliar alguns mercados para a expansão global de seus negócios. 


http://www.dci.com.br/noticia.asp?id_editoria=10&id_noticia=356790

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

RPMG4 - Quem espera sempre alcança. Boa sorte aos comprados.

Refinaria de Manguinhos pode ser área de armazenagem de óleo

Única refinaria do País não controlada pela Petrobrás pode abandonar atividade e ser vendida para grupos que estão no pré-sal  

04 de janeiro de 2011 | 22h 30

 O Estado de S. Paulo
RIO - Única no País a não fazer parte do patrimônio da Petrobrás, a Refinaria de Manguinhos pode deixar de lado sua atividade principal e passar a ser uma opção de armazenamento de óleo do pré-sal. Sócios da estatal nas áreas do pré-sal da Bacia de Santos estariam, segundo fontes, negociando a compra da unidade por cerca de US$ 500 milhões.
Hoje, a companhia deve anunciar o primeiro passo desta negociação ao mercado: a assinatura de contrato com uma das maiores tradings mundiais no comércio de combustíveis para avaliação de seu parque industrial. O estudo sobre o melhor aproveitamento de Manguinhos deverá ser realizado durante os próximos seis meses. No contrato, também está previsto que, numa futura venda da refinaria ou mesmo formação de joint venture, a trading teria participação no negócio.
Segundo o Estado apurou, no páreo para a compra da unidade ou para uma joint venture estão a espanhola Repsol e a britânica BG. Há ainda na disputa a OGX, do empresário Eike Batista, que já antevê dificuldades em colocar no mercado nacional ou internacional o óleo que será produzido em suas áreas exploratórias, diante do monopólio da Petrobrás no refino.
Acordo
A britânica BG seria a mais avançada na negociação. A ideia é que sua parcela de óleo retirada da Bacia de Santos seja tratada no País, com a eliminação do excesso de sal, e só depois transportada para o mercado externo.
Com a entrada em operação do projeto-piloto de Tupi, que vai produzir 100 mil barris em 2011, a companhia passa a ter papel efetivo na produção nacional e a armazenagem local vira uma urgência. A empresa possui 25% do bloco BM-S-11, onde estão os poços Tupi, Iara e Iracema.
Com o armazenamento em Manguinhos, fontes do mercado acreditam que a companhia poderia reduzir em até US$ 10 o custo de tratamento e de transporte do barril de petróleo, em relação ao que paga hoje para a Petrobrás. "Hoje não há alternativas e as sócias estão dependentes da Petrobrás para fazer a operação", comentou uma fonte do mercado. A BG não confirma a negociação oficialmente.
Áreas no Espírito Santo e em Santa Catarina também chegaram a ser avaliadas para esse tipo de armazenamento, mas, segundo as fontes, Manguinhos teria a estrutura já instalada e com possibilidades de iniciar esse tipo de operação no curto prazo.
O mercado estima que seriam necessários mais US$ 150 milhões, além do valor da venda, para viabilizar a unidade para o tratamento do óleo, além da possibilidade de aumentar em três vezes a capacidade de armazenamento atual, de um milhão de barris.
As maiores tradings hoje existentes no mercado mundial de combustíveis são a Glencore e a Astra, mas a primeira tem um perfil mais conservador, enquanto a segunda já possui experiência na operação de refinarias de pequeno porte.
Atualmente, as companhias que produzem em grande escala no Brasil, como Shell, Chevron e Devon, entre outras, exportam suas produções diretamente para áreas de tancagem no exterior.

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

VAGV4

Aos amigos que possuem as ações da VAGV4, qual o próximo passo?

Comentem por favor.