O mercado amanhã se volta pra ela.
Olho no book, olho na força compradora, olho na força vendedora.
Vamos ver qual será a nova precificação do mercado.
segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
KEPL3 - Olho no book, este poderá ser um grande ano para a empresa. Se Kepler Weber não ultrapassar 1,00 ficarei 30 dias sem postar no blog, rsrrsrs. Olho nela !!!!
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KEPL3 - Olho nesta notícia. Vamos acompanhar de pertinho, muito interessante, muito interessante.
Negociações para acordo de livre comércio entre UE e Mercosul devem avançar, afirma Soares Pacheco
Uma das exigências dos europeus para o Mercosul era que para exportar para a UE fosse elevada a abertura na indústria para quase 100%. A recomendação sugeria ainda a inclusão do transporte marítimo no setor de serviços e garantias de proteção na área de propriedade intelectual.
Segundo os negociadores do Mercosul, a União Europeia tende a melhorar a oferta agrícola. A expectativa é que o número de cotas que limitam as vendas do Mercosul, sem tarifa no bloco, seja reduzido. No ano passado, as negociações retiraram essa condição para grãos, etanol e lácteos, mas mantiveram para carne bovina, de frango e alho.
RPMG4 - Olho no book, subiu , vendi, recomprei e agora está ficando ótima pra recomprar mais. Olho no book, vamos ver como atua a força commpradora. Se entrar , hora de recomprar.
A empresa prevê a divulgação do balanço referente ao terceiro trimestre de 2010 até o dia 10 de fevereiro, já que "necessita deste tempo para ultimar os ajustes do novo software que utiliza para gerenciar todas as suas operações, o qual foi implantado recentemente".
sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
JBDU4 - Obrigado pelas fotos amigo COSITA2 - Aproveito para dividir com os amigos do blog. Que maravilha !!! Investir numa área desta pode render belos frutos. A cada dia a cidade cresce e valoriza suas terras. Vem coisa boa aí. JBDU4 na minha opinião está entre as 5 melhores oportunidades da bolsa neste momento. Boa sorte pra todos !!!
JBDU4
Semana que vem aplicarei parte dos meus lucros de RPMG4 em JBDU4.
Venho encarteirando JBDU4 e acreditando no que pode vir durante este ano.
Olho nas notícias !!!
Venho encarteirando JBDU4 e acreditando no que pode vir durante este ano.
Olho nas notícias !!!
KEPL3
A Kepler Weber, que atua na venda e desenvolvimento de soluções para armazenagem há mais de 80 anos, está muito otimista com o forte crescimento do agronegócio no mundo. E para acompanhar esse ritmo, o grupo já contratou uma empresa para avaliar alguns mercados para a expansão global de seus negócios.
http://www.dci.com.br/noticia.asp?id_editoria=10&id_noticia=356790
http://www.dci.com.br/noticia.asp?id_editoria=10&id_noticia=356790
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
RPMG4 - Quem espera sempre alcança. Boa sorte aos comprados.
Refinaria de Manguinhos pode ser área de armazenagem de óleo
Única refinaria do País não controlada pela Petrobrás pode abandonar atividade e ser vendida para grupos que estão no pré-sal
04 de janeiro de 2011 | 22h 30
O Estado de S. Paulo
RIO - Única no País a não fazer parte do patrimônio da Petrobrás, a Refinaria de Manguinhos pode deixar de lado sua atividade principal e passar a ser uma opção de armazenamento de óleo do pré-sal. Sócios da estatal nas áreas do pré-sal da Bacia de Santos estariam, segundo fontes, negociando a compra da unidade por cerca de US$ 500 milhões.
Hoje, a companhia deve anunciar o primeiro passo desta negociação ao mercado: a assinatura de contrato com uma das maiores tradings mundiais no comércio de combustíveis para avaliação de seu parque industrial. O estudo sobre o melhor aproveitamento de Manguinhos deverá ser realizado durante os próximos seis meses. No contrato, também está previsto que, numa futura venda da refinaria ou mesmo formação de joint venture, a trading teria participação no negócio.
Segundo o Estado apurou, no páreo para a compra da unidade ou para uma joint venture estão a espanhola Repsol e a britânica BG. Há ainda na disputa a OGX, do empresário Eike Batista, que já antevê dificuldades em colocar no mercado nacional ou internacional o óleo que será produzido em suas áreas exploratórias, diante do monopólio da Petrobrás no refino.
Acordo
A britânica BG seria a mais avançada na negociação. A ideia é que sua parcela de óleo retirada da Bacia de Santos seja tratada no País, com a eliminação do excesso de sal, e só depois transportada para o mercado externo.
Com a entrada em operação do projeto-piloto de Tupi, que vai produzir 100 mil barris em 2011, a companhia passa a ter papel efetivo na produção nacional e a armazenagem local vira uma urgência. A empresa possui 25% do bloco BM-S-11, onde estão os poços Tupi, Iara e Iracema.
Com o armazenamento em Manguinhos, fontes do mercado acreditam que a companhia poderia reduzir em até US$ 10 o custo de tratamento e de transporte do barril de petróleo, em relação ao que paga hoje para a Petrobrás. "Hoje não há alternativas e as sócias estão dependentes da Petrobrás para fazer a operação", comentou uma fonte do mercado. A BG não confirma a negociação oficialmente.
Áreas no Espírito Santo e em Santa Catarina também chegaram a ser avaliadas para esse tipo de armazenamento, mas, segundo as fontes, Manguinhos teria a estrutura já instalada e com possibilidades de iniciar esse tipo de operação no curto prazo.
O mercado estima que seriam necessários mais US$ 150 milhões, além do valor da venda, para viabilizar a unidade para o tratamento do óleo, além da possibilidade de aumentar em três vezes a capacidade de armazenamento atual, de um milhão de barris.
As maiores tradings hoje existentes no mercado mundial de combustíveis são a Glencore e a Astra, mas a primeira tem um perfil mais conservador, enquanto a segunda já possui experiência na operação de refinarias de pequeno porte.
Atualmente, as companhias que produzem em grande escala no Brasil, como Shell, Chevron e Devon, entre outras, exportam suas produções diretamente para áreas de tancagem no exterior.
terça-feira, 4 de janeiro de 2011
RPMG4 - Segundo dia de pregão e já começo o ano bem. Eita maravilha de ação. Dá-lhe Manguinhos. Olho no book !!!!
Energia
| 4/1/2011 - 17:07 |
Fontes: Manguinhos terá armazenagem p/ sócios da Petrobras no pré-sal |
A Refinaria de Manguinhos - única de capital privado no País - saiu na frente na disputa para oferecer capacidade de armazenamento de óleo para os sócios da Petrobras no pré-sal. A empresa deve anunciar amanhã ao mercado a assinatura de contrato com uma das maiores tradings mundiais no comércio de combustíveis para avaliação de seu parque industrial. Numa futura venda da refinaria, ou mesmo formação de joint venture, a trading teria participação no negócio. O estudo sobre o melhor aproveitamento de Manguinhos deverá acontecer durante os próximos seis meses. Conforme antecipou a Agência Estado em dezembro, as sócias da estatal nas áreas do pré-sal da Bacia de Santos, especialmente BG e Repsol, que tem participações mais significativas, querem armazenar no Brasil o óleo produzido no pré-sal, visando a exportação em larga escala. A ideia é que sua parcela de óleo retirada da Bacia de Santos seja tratada no País, com a eliminação do excesso de sal, e só depois transportada para o mercado externo. Com a entrada em operação do projeto piloto de Tupi, que vai produzir 100 mil barris em 2011, e o início do Teste de Longa Duração de Guará, também neste ano, com produção de 15 mil barris diários, as duas companhias passam a ter papel efetivo na produção nacional e a armazenagem local vira uma urgência. Cada uma das empresas possui 25% dos blocos BM-S-11 (BG), onde estão Tupi, Iara e Iracema, e do BM-S-9 (Repsol), que abrange Carioca e Guará. Com esta transação em Manguinhos, fontes do mercado acreditam que as companhias poderiam reduzir em até US$ 10 o custo de tratamento e de transporte em relação ao que pagam hoje para a Petrobras. "Hoje não há alternativas e estas empresas estão dependentes da Petrobras para fazer esta operação", comentou uma fonte do mercado, antecipando que a negociação entre Manguinhos está mais forte junto à britânica BG. Áreas no Espírito Santo e em Santa Catarina também chegaram a ser avaliadas para este tipo de armazenamento, mas segundo estas fontes Manguinhos teria a estrutura já instalada e com possibilidades de iniciar este tipo de operação num curto prazo. O mercado estima que a refinaria poderia ser vendida por algo em torno de US$ 500 milhões, e seriam necessários mais US$ 150 milhões para viabilizá-la para o tratamento do óleo. Há ainda perspectivas de aumentar sua capacidade de armazenamento, hoje em torno de 210 milhões de litros, para algo próximo de um milhão de litros. As maiores tradings hoje existentes no mercado mundial de combustíveis são a Glenco e a Astra, mas a primeira tem um perfil mais conservador, enquanto a segunda já possui experiência na operação de refinarias de pequeno porte. Além disso, há maior sinalização de que a Astra seja a trading escolhida para a parceria, já que há tempos vem olhando com mais atenção para o mercado brasileiro. A companhia foi quem vendeu a refinaria de Pasadena (EUA) para a Petrobras em 2006. Atualmente, as companhias que produzem em grande escala no Brasil, como Shell, Chevron e Devon, entre outras, exportam suas produções diretamente para áreas de tancagem no exterior. A Statoil, por exemplo, que começa em 2011 a produção em Peregrino, na Bacia de Campos, adquiriu recentemente tancagem com capacidade para três milhões de barris nas Bahamas, de onde prevê realizar operações de trading com o mercado norte-americano no melhor momento do mercado. |
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