MERCADO LIVRE

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

AGEN11 - Olho no book

O mercado amanhã se volta pra ela.

Olho no book, olho na força compradora, olho na força vendedora.

Vamos ver qual será a nova precificação do mercado.

KEPL3 - Olho no book, este poderá ser um grande ano para a empresa. Se Kepler Weber não ultrapassar 1,00 ficarei 30 dias sem postar no blog, rsrrsrs. Olho nela !!!!

Soja em alta
09.01.2011
O Brasil deve colher uma boa safra de soja este ano. O tempo tem sido favorável nas principais regiões produtoras, como no Rio Grande do Sul e em Mato Grosso.
O agricultor Humberto José Fabrício investiu mais em adubos este ano para cultivar os 25 hectares de soja, que tem em Santa Rosa, região noroeste do Rio Grande do Sul. Com isso, acredita que terá uma boa produtividade. “Em permanecendo essa situação de chuva normal aqui na nossa região, a expectativa é que a safra se equipare à safra do ano passado”, afirma.

A maioria das lavouras está em fase de floração. Se o tempo colaborar, a produtividade deve ficar acima da média. A expectativa é de 2.400 kg de soja por hectare. Para atingir estes números, é preciso que o tempo colabore.
“A partir de agora, é chuva regular, que possibilite a boa floração e a boa fecundação dessa flor, e a boa formação do grão para se ter uma produção final”, diz o técnico em agropecuária Celso Fanfa, da EMATER/RS. A colheita da soja em Santa Rosa está prevista para março deste ano.

Em Tapurah, médio-norte  de Mato Grosso, a colheita começou para os produtores que fizeram o plantio no período em que o estado ainda atravessava uma forte estiagem. Em uma fazenda, são 8.400 hectares de soja.
O agrônomo Andre Cirilo administra a lavoura e conta que só conseguiu antecipar o trabalho porque decidiu arriscar o cultivo mesmo com pouca umidade no solo, no final de setembro do ano passado.
Por causa disso, a produtividade está um pouco abaixo do esperado. Mesmo assim, ele afirma que compensa. “Vale a pena. Você,  conseguindo uma produtividade em torno de 44, 45 sacas por hectare,  já consegue vender logo que colhe, num preço bom, e já entra com plantio de algodão”, diz.
São poucos os agricultores colhendo nesta época em Mato Grosso. Na maior parte das propriedades, as lavouras estão verdinhas e na fase final de desenvolvimento. Por isso, o trabalho deve demorar mais uns dias.
O presidente do Sindicato Rural de Tapurah, Silvésio de Oliveira, explica que, mesmo com um atraso, a expectativa é boa. “Os produtores começaram o plantio na segunda quinzena de outubro, que já entra numa melhor época de plantio, onde se dão as maiores produtividades. O que preocupa, no caso, é a colheita, com a previsão de bastante chuva, mas a lavoura, em geral, está muito boa, e tudo indica que é uma boa safra”, afirma.
A próxima safra brasileira de soja deve ser de 68,5 milhões de toneladas, um volume semelhante ao do ano passado, que foi recorde.

KEPL3 - Olho nesta notícia. Vamos acompanhar de pertinho, muito interessante, muito interessante.



Negociações para acordo de livre comércio entre UE e Mercosul devem avançar, afirma Soares Pacheco


Agência Brasil



Brasília – O Mercosul e a União Europeia (UE) negociam para avançar, até março, no fechamento de um acordo entre os dois blocos na área comercial. A próxima rodada de discussões ocorrerá em em Bruxelas, na Bélgica. O otimismo parte dos negociadores europeus, apesar das dificuldades em torno de um consenso sobre os subsídios e a redução de tarifas para alguns produtos. Por mais de dez anos, as negociações entre os dois blocos ficaram paradas.
“Vamos ter que liberalizar 90% do nosso comércio, para ser compatível com as regras da Organização Mundial do Comércio. Portanto, fica o resto que temos que discutir como vamos fazer”, afirmou o representante da UE no Brasil, o embaixador português João José Soares Pacheco.
Entre as maiores “sensibilidades” de cada bloco, Pacheco coloca, do lado europeu, a áreaagrícola, citando de forma diferenciada os setores de carnes e açúcar. No Mercosul, o setor industrial é a mais sensível a uma abertura ao livre comércio com a União Europeia.
Há mais de uma década, os dois blocos buscam um acordo bilateral para a área comercial. Em 2004, por total falta de consenso, as negociações foram interrompidas. Depois, os negociadores retomaram as conversas em 2008. Mas o impasse permanece. No ano passado, os europeus fizeram exigências adicionais ao Mercosul.
Uma das exigências dos europeus para o Mercosul era que para exportar para a UE fosse elevada a abertura na indústria para quase 100%. A recomendação sugeria ainda a inclusão do transporte marítimo no setor de serviços e garantias de proteção na área de propriedade intelectual.
Segundo os negociadores do Mercosul, a União Europeia tende a melhorar a oferta agrícola. A expectativa é que o número de cotas que limitam as vendas do Mercosul, sem tarifa no bloco, seja reduzido. No ano passado, as negociações retiraram essa condição para grãos, etanol e lácteos, mas mantiveram para carne bovina, de frango e alho.

RPMG4 - Olho no book, subiu , vendi, recomprei e agora está ficando ótima pra recomprar mais. Olho no book, vamos ver como atua a força commpradora. Se entrar , hora de recomprar.

A empresa prevê a divulgação do balanço referente ao terceiro trimestre de 2010 até o dia 10 de fevereiro, já que "necessita deste tempo para ultimar os ajustes do novo software que utiliza para gerenciar todas as suas operações, o qual foi implantado recentemente".

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

JBDU4 - Obrigado pelas fotos amigo COSITA2 - Aproveito para dividir com os amigos do blog. Que maravilha !!! Investir numa área desta pode render belos frutos. A cada dia a cidade cresce e valoriza suas terras. Vem coisa boa aí. JBDU4 na minha opinião está entre as 5 melhores oportunidades da bolsa neste momento. Boa sorte pra todos !!!

JBDU4

Semana que vem aplicarei parte dos meus lucros de RPMG4 em JBDU4.

Venho encarteirando JBDU4 e acreditando no que pode vir durante este ano.

Olho nas notícias !!!

KEPL3

A Kepler Weber, que atua na venda e desenvolvimento de soluções para armazenagem há mais de 80 anos, está muito otimista com o forte crescimento do agronegócio no mundo. E para acompanhar esse ritmo, o grupo já contratou uma empresa para avaliar alguns mercados para a expansão global de seus negócios. 


http://www.dci.com.br/noticia.asp?id_editoria=10&id_noticia=356790

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

RPMG4 - Quem espera sempre alcança. Boa sorte aos comprados.

Refinaria de Manguinhos pode ser área de armazenagem de óleo

Única refinaria do País não controlada pela Petrobrás pode abandonar atividade e ser vendida para grupos que estão no pré-sal  

04 de janeiro de 2011 | 22h 30

 O Estado de S. Paulo
RIO - Única no País a não fazer parte do patrimônio da Petrobrás, a Refinaria de Manguinhos pode deixar de lado sua atividade principal e passar a ser uma opção de armazenamento de óleo do pré-sal. Sócios da estatal nas áreas do pré-sal da Bacia de Santos estariam, segundo fontes, negociando a compra da unidade por cerca de US$ 500 milhões.
Hoje, a companhia deve anunciar o primeiro passo desta negociação ao mercado: a assinatura de contrato com uma das maiores tradings mundiais no comércio de combustíveis para avaliação de seu parque industrial. O estudo sobre o melhor aproveitamento de Manguinhos deverá ser realizado durante os próximos seis meses. No contrato, também está previsto que, numa futura venda da refinaria ou mesmo formação de joint venture, a trading teria participação no negócio.
Segundo o Estado apurou, no páreo para a compra da unidade ou para uma joint venture estão a espanhola Repsol e a britânica BG. Há ainda na disputa a OGX, do empresário Eike Batista, que já antevê dificuldades em colocar no mercado nacional ou internacional o óleo que será produzido em suas áreas exploratórias, diante do monopólio da Petrobrás no refino.
Acordo
A britânica BG seria a mais avançada na negociação. A ideia é que sua parcela de óleo retirada da Bacia de Santos seja tratada no País, com a eliminação do excesso de sal, e só depois transportada para o mercado externo.
Com a entrada em operação do projeto-piloto de Tupi, que vai produzir 100 mil barris em 2011, a companhia passa a ter papel efetivo na produção nacional e a armazenagem local vira uma urgência. A empresa possui 25% do bloco BM-S-11, onde estão os poços Tupi, Iara e Iracema.
Com o armazenamento em Manguinhos, fontes do mercado acreditam que a companhia poderia reduzir em até US$ 10 o custo de tratamento e de transporte do barril de petróleo, em relação ao que paga hoje para a Petrobrás. "Hoje não há alternativas e as sócias estão dependentes da Petrobrás para fazer a operação", comentou uma fonte do mercado. A BG não confirma a negociação oficialmente.
Áreas no Espírito Santo e em Santa Catarina também chegaram a ser avaliadas para esse tipo de armazenamento, mas, segundo as fontes, Manguinhos teria a estrutura já instalada e com possibilidades de iniciar esse tipo de operação no curto prazo.
O mercado estima que seriam necessários mais US$ 150 milhões, além do valor da venda, para viabilizar a unidade para o tratamento do óleo, além da possibilidade de aumentar em três vezes a capacidade de armazenamento atual, de um milhão de barris.
As maiores tradings hoje existentes no mercado mundial de combustíveis são a Glencore e a Astra, mas a primeira tem um perfil mais conservador, enquanto a segunda já possui experiência na operação de refinarias de pequeno porte.
Atualmente, as companhias que produzem em grande escala no Brasil, como Shell, Chevron e Devon, entre outras, exportam suas produções diretamente para áreas de tancagem no exterior.

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

VAGV4

Aos amigos que possuem as ações da VAGV4, qual o próximo passo?

Comentem por favor.

RPMG4 - Segundo dia de pregão e já começo o ano bem. Eita maravilha de ação. Dá-lhe Manguinhos. Olho no book !!!!

Energia
4/1/2011 - 17:07

Fontes: Manguinhos terá armazenagem p/ sócios da Petrobras no pré-sal

A Refinaria de Manguinhos - única de capital privado no País - saiu na frente na disputa para oferecer capacidade de armazenamento de óleo para os sócios da Petrobras no pré-sal. A empresa deve anunciar amanhã ao mercado a assinatura de contrato com uma das maiores tradings mundiais no comércio de combustíveis para avaliação de seu parque industrial. Numa futura venda da refinaria, ou mesmo formação de joint venture, a trading teria participação no negócio. O estudo sobre o melhor aproveitamento de Manguinhos deverá acontecer durante os próximos seis meses. Conforme antecipou a Agência Estado em dezembro, as sócias da estatal nas áreas do pré-sal da Bacia de Santos, especialmente BG e Repsol, que tem participações mais significativas, querem armazenar no Brasil o óleo produzido no pré-sal, visando a exportação em larga escala. A ideia é que sua parcela de óleo retirada da Bacia de Santos seja tratada no País, com a eliminação do excesso de sal, e só depois transportada para o mercado externo.
Com a entrada em operação do projeto piloto de Tupi, que vai produzir 100 mil barris em 2011, e o início do Teste de Longa Duração de Guará, também neste ano, com produção de 15 mil barris diários, as duas companhias passam a ter papel efetivo na produção nacional e a armazenagem local vira uma urgência. Cada uma das empresas possui 25% dos blocos BM-S-11 (BG), onde estão Tupi, Iara e Iracema, e do BM-S-9 (Repsol), que abrange Carioca e Guará.
Com esta transação em Manguinhos, fontes do mercado acreditam que as companhias poderiam reduzir em até US$ 10 o custo de tratamento e de transporte em relação ao que pagam hoje para a Petrobras. "Hoje não há alternativas e estas empresas estão dependentes da Petrobras para fazer esta operação", comentou uma fonte do mercado, antecipando que a negociação entre Manguinhos está mais forte junto à britânica BG.
Áreas no Espírito Santo e em Santa Catarina também chegaram a ser avaliadas para este tipo de armazenamento, mas segundo estas fontes Manguinhos teria a estrutura já instalada e com possibilidades de iniciar este tipo de operação num curto prazo. O mercado estima que a refinaria poderia ser vendida por algo em torno de US$ 500 milhões, e seriam necessários mais US$ 150 milhões para viabilizá-la para o tratamento do óleo. Há ainda perspectivas de aumentar sua capacidade de armazenamento, hoje em torno de 210 milhões de litros, para algo próximo de um milhão de litros.
As maiores tradings hoje existentes no mercado mundial de combustíveis são a Glenco e a Astra, mas a primeira tem um perfil mais conservador, enquanto a segunda já possui experiência na operação de refinarias de pequeno porte. Além disso, há maior sinalização de que a Astra seja a trading escolhida para a parceria, já que há tempos vem olhando com mais atenção para o mercado brasileiro.
A companhia foi quem vendeu a refinaria de Pasadena (EUA) para a Petrobras em 2006. Atualmente, as companhias que produzem em grande escala no Brasil, como Shell, Chevron e Devon, entre outras, exportam suas produções diretamente para áreas de tancagem no exterior. A Statoil, por exemplo, que começa em 2011 a produção em Peregrino, na Bacia de Campos, adquiriu recentemente tancagem com capacidade para três milhões de barris nas Bahamas, de onde prevê realizar operações de trading com o mercado norte-americano no melhor momento do mercado.



Fonte: