Lembrando que JBDU4 é uma Holding e novas metas estão sendo traçadas para a empresa.
Excelente oportunidade comprar por 0,07. Apenas minha opinião.
Quem comprou por 0,07 comprou e quem não comprou não vai comprar mais, rs.
Olho nas notícias !!!!
terça-feira, 30 de novembro de 2010
De volta ao blog e otimista
Bom , sem muitas novidades, mas tive que dar atenção em alguns projetos publicitários que estive desenvolvendo e com a atenção voltada ao Rio de Janeiro.
A cidade vai dar a volta por cima e trazer grandes oportunidades para novos negócios.
Olho no Rio de Janeiro. Muitas expectativas.
A cidade vai dar a volta por cima e trazer grandes oportunidades para novos negócios.
Olho no Rio de Janeiro. Muitas expectativas.
TOYB4
Olho no book, bela oportunidade para se comprar por 0,07. Estas ações serão engolidas em breve.
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
RPMG4 - Vamos acompanhar , aproveitando a liquidação pode ser um bom momento para se encarteirar mais. Sempre de olho nas notícias.
Manguinhos rebate acusações
O Grupo Andrade Magro, controlador da Refinaria de Manguinhos, emitiu nota afirmando que não foi beneficiada pele regime especial de isenção de ICMS dada às vendas de derivados a outros estados. O grupo argumenta ter revogado o regime como primeiro ato de sua gestão, seguindo determinação do governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral.
O comunicado é uma resposta às acusações de sonegação fiscal na venda de combustíveis, divulgadas em matéria no jornal O Globo de domingo (22/11). O jornal denunciou um esquema para fraudar a comercialização de derivados, em que notas fiscais “passeavam” para outros estados, enquanto o combustível era todo vendido no próprio RJ. Dessa forma, a operação ficava isenta de ICMS.
O grupo afirmou que as acusações se referem à gestão anterior, pois o assumiu o controle da refinaria em dezembro de 2008, posterior à sonegação, que, segundo o jornal, teria ocorrido entre 2005 e 2007. Outro ponto rebatido é que o STF não havia cassado o regime especial à época, somente suspendido a sua eficácia, após decisão de maioria de órgão especial do Tribunal de Justiça, e não de um único desembargador.
O Grupo Andrade Magro refuta que haveria relação entre Ricardo Magro e o superintendente da ANP, Edson Menezes da Silva, não tendo havido contato telefônico entre os dois. As ligações seriam destinadas a um homônimo do superintendente, representante do Grupo Peixoto de Castro, que vendeu a participação para o grupo.
O grupo afirma que nunca houve processo que cassaria a licença de Manguinhos para o refino de petróleo, e, sim, um processo para alterar o Código Nacional de Atividade Econômica Primária, que se encontra suspenso por acórdão do TJ-RJ, e não por liminar.
O Grupo Andrade Magro ingressou com petição no Ministério Público do Rio de Janeiro solicitando acesso ao inquérito, além de requisitar a apuração do vazamento do mesmo.
sexta-feira, 19 de novembro de 2010
TOYB4 - Taí o lançamento. Na minha opinião , diferente da visão colocada pela revista , a TECTOY entra no mercado onde as outras já não disputam. Assim poderão se tornar líder neste segmento. Detalhe que a TV vem com games. Como diz na matéria , para as classes C e D. Lembro que trabalho com publicidade e as classes C e D ocupam uma destacada posição no Brasil. Olho no book, segunda entrarei comprando mais ações da TOYB4, acreditando que a empresa terá um belo rendimento em 2011. Olho nela, mais novidades virão por aí.
http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/41584_A+TELINHA+DA+TECTOY
Após lerem a matéria acima , leiam esta aqui embaixo. Tectoy não é boba, conversei com alguns amigos de marketing e a estratégia está certíssima. Vamos acompanhar as vendas durantes os próximos meses.
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Classes C e D: Um mercado de R$ 834 bilhões
Escrito por Marcelo Brandão
Qua, 10 de Novembro de 2010 16:18
Buscando fornecer informações para quem quer inovar em seu modelo de negócio e passar a vender mais e melhor para a base da pirâmide consumidora do País - com resultados efetivos e sustentáveis – o 1º Congresso Nacional sobre Mercados Emergentes 2010 busca revelar um “Brasil de verdade”.
Realizado e organizado pelo Data Popular e pelo SIQ MKT, com apoio da Consumidor Moderno, entre outros, o evento reforça uma realidade de mercado: as classes C e D passaram de nicho à maioria em pouco menos de uma década. Um mercado que movimenta hoje R$ 834 bilhões.
“A conquista da casa própria, a compra do carro e a universidade, não são mais sonhos distantes. São metas. Objetivos planejados e perseguidos com afinco por um brasileiro que sabe com clareza que agora ele pode muito mais do que antes”, destacou Renato Meirelles, sócio diretor do Data Popular, na abertura do Congresso, no dia 9 de novembro, no Hotel Renaissance, em São Paulo.
Meirelles pontuou o poder de compra da classe C e D; a valorização das marcas por esse consumidor; sua divulgação “boca a boca” - que garante mais fidelidade do que qualquer propaganda apelativa; e seu caráter empreendedor.
O “Brasil de verdade”, segundo Meirelles, está na periferia. É de lá e para lá é que convergem hoje grandes investidores do varejo. Mas não basta chegar e se instalar ali. Um estudo minucioso deste território e de seus consumidores é fundamental para o sucesso do negócio.
“Esse consumidor é singular devido a todo o contexto em que ele vive. A propaganda deve ser diferente, os códigos são outros. Há mais fidelidade quanto o produto é de qualidade e ele não se importa de pagar um pouco mais por isso. Na verdade, o que esse consumidor quer é preço justo e qualidade. Consumir para ele é investimento”, destacou Meirelles.
A receita para o sucesso de quem quer vender e dialogar com esse “novo consumidor”, está na inovação tecnológica e na propaganda. Para Meirelles inovar é criar valor. “Hoje as empresas devem entender que só se ganha quando todo mundo ganha. Esse consumidor das classes C e D não querem mais produto baratinho, querem qualidade e pra isso as empresas têm que investir em tecnologia também. A propaganda para ele, acima de tudo, deve conter identificação e valorização de sua classe social”.
Diante de um consumidor com características tão particulares, realmente a propaganda tem que saber vender muito bem para esse público.
Num passe de mágica
Foi com uma análise apurada do consumidor e uma pesquisa de campo aprofundada, que a marca líder em fraldas descartáveis para a classe A, a americana Kimberly-Clark, iniciou sua estratégia de negócios para se inserir na classe D.
Eduardo Aron, diretor de marketing da empresa, trouxe para sua palestra dentro do 1º Congresso Nacional sobre Mercados Emergentes 2010 o case da Fralda Mágica da Turma da Mônica, um produto inovador e sustentável.
Para ilustrar sua apresentação e explicar como uma empresa de sucesso pode errar quando desconhece seu público alvo, Aron exibiu dois vídeos que foram utilizados na propaganda da Fralda Mágica e que deixaram muito claro, como a empresa teve que rever sua estratégia e sua maneira de dialogar com esse público.
“Num primeiro momento nosso vídeo parecia perfeito, mas tivemos uma reação contrária. Faltava aprofundar e sermos mais didáticos. No segundo, além de contar com uma atriz profissional, que conduziu com maestria todo o texto, tivemos mais atenção com os benefícios e vantagens que o produto traria para aquele consumidor. Além, de aproximá-lo ainda mais com o seu cotidiano”, detalhou Aron.
Os pontos de vendas (PDV) também foram citados como um grande diferencial para fidelizar esse consumidor. Segundo Aron, o treinamento foi fundamental. “Nessa classe o vendedor é quase que um Jesus. Sua palavra realmente tem poder. Se ele diz que o produto é ruim, esqueça, este produto não irá vender. Daí a importância de um treinamento que envolva, vendedor, expositor e seu representante”.
Seguindo este raciocínio ficou claro para o público presente que, pré-disposição para mudar, envolvimento das agências de propaganda na pesquisa deste público e muita atenção na didática das informações - entre outros códigos-, são fundamentais para uma propaganda e um produto alcançar o consumidor da classe D.
O 1º Congresso Nacional sobre Mercados Emergentes 2010 segue assim, com a lógica do novo modelo de mercado brasileiro: dialogar com credibilidade e atenção para um público que está transformando as relações de consumo.
http://www.cmnovarejo.com.br/inovacao/tendencias/1119-classes-c-e-d-um-mercado-de-r-834-bilhoes-
Após lerem a matéria acima , leiam esta aqui embaixo. Tectoy não é boba, conversei com alguns amigos de marketing e a estratégia está certíssima. Vamos acompanhar as vendas durantes os próximos meses.
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Classes C e D: Um mercado de R$ 834 bilhões
Escrito por Marcelo Brandão
Qua, 10 de Novembro de 2010 16:18
Buscando fornecer informações para quem quer inovar em seu modelo de negócio e passar a vender mais e melhor para a base da pirâmide consumidora do País - com resultados efetivos e sustentáveis – o 1º Congresso Nacional sobre Mercados Emergentes 2010 busca revelar um “Brasil de verdade”.
Realizado e organizado pelo Data Popular e pelo SIQ MKT, com apoio da Consumidor Moderno, entre outros, o evento reforça uma realidade de mercado: as classes C e D passaram de nicho à maioria em pouco menos de uma década. Um mercado que movimenta hoje R$ 834 bilhões.
“A conquista da casa própria, a compra do carro e a universidade, não são mais sonhos distantes. São metas. Objetivos planejados e perseguidos com afinco por um brasileiro que sabe com clareza que agora ele pode muito mais do que antes”, destacou Renato Meirelles, sócio diretor do Data Popular, na abertura do Congresso, no dia 9 de novembro, no Hotel Renaissance, em São Paulo.
Meirelles pontuou o poder de compra da classe C e D; a valorização das marcas por esse consumidor; sua divulgação “boca a boca” - que garante mais fidelidade do que qualquer propaganda apelativa; e seu caráter empreendedor.
O “Brasil de verdade”, segundo Meirelles, está na periferia. É de lá e para lá é que convergem hoje grandes investidores do varejo. Mas não basta chegar e se instalar ali. Um estudo minucioso deste território e de seus consumidores é fundamental para o sucesso do negócio.
“Esse consumidor é singular devido a todo o contexto em que ele vive. A propaganda deve ser diferente, os códigos são outros. Há mais fidelidade quanto o produto é de qualidade e ele não se importa de pagar um pouco mais por isso. Na verdade, o que esse consumidor quer é preço justo e qualidade. Consumir para ele é investimento”, destacou Meirelles.
A receita para o sucesso de quem quer vender e dialogar com esse “novo consumidor”, está na inovação tecnológica e na propaganda. Para Meirelles inovar é criar valor. “Hoje as empresas devem entender que só se ganha quando todo mundo ganha. Esse consumidor das classes C e D não querem mais produto baratinho, querem qualidade e pra isso as empresas têm que investir em tecnologia também. A propaganda para ele, acima de tudo, deve conter identificação e valorização de sua classe social”.
Diante de um consumidor com características tão particulares, realmente a propaganda tem que saber vender muito bem para esse público.
Num passe de mágica
Foi com uma análise apurada do consumidor e uma pesquisa de campo aprofundada, que a marca líder em fraldas descartáveis para a classe A, a americana Kimberly-Clark, iniciou sua estratégia de negócios para se inserir na classe D.
Eduardo Aron, diretor de marketing da empresa, trouxe para sua palestra dentro do 1º Congresso Nacional sobre Mercados Emergentes 2010 o case da Fralda Mágica da Turma da Mônica, um produto inovador e sustentável.
Para ilustrar sua apresentação e explicar como uma empresa de sucesso pode errar quando desconhece seu público alvo, Aron exibiu dois vídeos que foram utilizados na propaganda da Fralda Mágica e que deixaram muito claro, como a empresa teve que rever sua estratégia e sua maneira de dialogar com esse público.
“Num primeiro momento nosso vídeo parecia perfeito, mas tivemos uma reação contrária. Faltava aprofundar e sermos mais didáticos. No segundo, além de contar com uma atriz profissional, que conduziu com maestria todo o texto, tivemos mais atenção com os benefícios e vantagens que o produto traria para aquele consumidor. Além, de aproximá-lo ainda mais com o seu cotidiano”, detalhou Aron.
Os pontos de vendas (PDV) também foram citados como um grande diferencial para fidelizar esse consumidor. Segundo Aron, o treinamento foi fundamental. “Nessa classe o vendedor é quase que um Jesus. Sua palavra realmente tem poder. Se ele diz que o produto é ruim, esqueça, este produto não irá vender. Daí a importância de um treinamento que envolva, vendedor, expositor e seu representante”.
Seguindo este raciocínio ficou claro para o público presente que, pré-disposição para mudar, envolvimento das agências de propaganda na pesquisa deste público e muita atenção na didática das informações - entre outros códigos-, são fundamentais para uma propaganda e um produto alcançar o consumidor da classe D.
O 1º Congresso Nacional sobre Mercados Emergentes 2010 segue assim, com a lógica do novo modelo de mercado brasileiro: dialogar com credibilidade e atenção para um público que está transformando as relações de consumo.
http://www.cmnovarejo.com.br/inovacao/tendencias/1119-classes-c-e-d-um-mercado-de-r-834-bilhoes-
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
JBDU4 - Muitos estão comentando sobre uma alta extraordinária para estas ações.
Gosto quando muitos começam a falar sobre ela. Expectativa, divulgação, marketing, enfim, novos investidores.
Sinal de que as coisas realmente podem acontecer.
Estou aguardando e venho encarteirando durante todo o ano. Vou pingando aqui , pingando ali e na hora que disparar o meu pinga pinga pode virar uma lagoa, rs.
Olho nela, muita expectativa por uma nova vida em 2011.
Janeiro do ano passado ela subiu muitoooooooooooooooooo e todos aguardam por uma nova subida no início deste próximo ano. Temos expectativas por ganhos judiciários, que são MILHÕES e da entrada oficialmente divulgada no ramo imobiliário.
Tudo isto por apenas 0,07 centavinhos? Vale a pena estudar e conferir.
Boa sorte pra todos.
Sinal de que as coisas realmente podem acontecer.
Estou aguardando e venho encarteirando durante todo o ano. Vou pingando aqui , pingando ali e na hora que disparar o meu pinga pinga pode virar uma lagoa, rs.
Olho nela, muita expectativa por uma nova vida em 2011.
Janeiro do ano passado ela subiu muitoooooooooooooooooo e todos aguardam por uma nova subida no início deste próximo ano. Temos expectativas por ganhos judiciários, que são MILHÕES e da entrada oficialmente divulgada no ramo imobiliário.
Tudo isto por apenas 0,07 centavinhos? Vale a pena estudar e conferir.
Boa sorte pra todos.
sexta-feira, 12 de novembro de 2010
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