terça-feira, 17 de novembro de 2009
ECOD3- Será que vai ser finalmente vendida após os belos resultados? Olho nela !!!
http://oglobo.globo.com/economia/mat/2009/11/17/bovespa-tem-maxima-em-17-meses-por-petrobras-vale-914805453.asp
TELB4-
O Presidente vai liberar o Fust para o projeto? Bonzinho ele né? E em troca o que o Presidente ganha? A entrada da Telebrás? Será?
Vamos estudarrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrr, olho nela !!!
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A proposta do Plano Nacional de Banda Larga, que vem sendo elaborada no governo, será apresentada ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva na terça-feira da próxima semana. Já está certo que, para bancar parte dos planos de massificar a banda larga no Brasil, serão liberados, pela primeira vez, recursos recolhidos ao Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (Fust).
A informação foi dada ontem pelo coordenador dos programas de inclusão digital do governo federal, Cezar Alvarez. Ele explicou que serão usados no programa os recursos que serão recolhidos ao Fust a partir de 2009, que são em torno de R$ 1 bilhão ao ano.
O Fust é formado pela contribuição de 1% da receita operacional bruta das empresas de telecomunicações. Desde 2001, já foram recolhidos R$ 8 bilhões, mas os recursos não foram aplicados em nenhum projeto e vêm sendo usados para fazer superávit primário.
Alvarez relatou que o presidente Lula foi incisivo em conversas com líderes dos partidos aliados na Câmara para que deem prioridade ao projeto que libera o uso do Fust por todas as empresas do setor de telefonia, e não só pelas operadoras de telefonia fixa, como prevê a legislação. "É uma decisão já tomada pelo presidente e já acertada com o ministro Paulo Bernardo (Planejamento)", afirmou.
A utilização do Fust é uma das reivindicações das empresas de telefonia. Elas querem também uma redução na cobrança do Fundo de Fiscalização das Telecomunicações (Fistel). As informações são do jornal O Estado de S.Paulo
Vamos estudarrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrr, olho nela !!!
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A proposta do Plano Nacional de Banda Larga, que vem sendo elaborada no governo, será apresentada ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva na terça-feira da próxima semana. Já está certo que, para bancar parte dos planos de massificar a banda larga no Brasil, serão liberados, pela primeira vez, recursos recolhidos ao Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (Fust).
A informação foi dada ontem pelo coordenador dos programas de inclusão digital do governo federal, Cezar Alvarez. Ele explicou que serão usados no programa os recursos que serão recolhidos ao Fust a partir de 2009, que são em torno de R$ 1 bilhão ao ano.
O Fust é formado pela contribuição de 1% da receita operacional bruta das empresas de telecomunicações. Desde 2001, já foram recolhidos R$ 8 bilhões, mas os recursos não foram aplicados em nenhum projeto e vêm sendo usados para fazer superávit primário.
Alvarez relatou que o presidente Lula foi incisivo em conversas com líderes dos partidos aliados na Câmara para que deem prioridade ao projeto que libera o uso do Fust por todas as empresas do setor de telefonia, e não só pelas operadoras de telefonia fixa, como prevê a legislação. "É uma decisão já tomada pelo presidente e já acertada com o ministro Paulo Bernardo (Planejamento)", afirmou.
A utilização do Fust é uma das reivindicações das empresas de telefonia. Elas querem também uma redução na cobrança do Fundo de Fiscalização das Telecomunicações (Fistel). As informações são do jornal O Estado de S.Paulo
TOYB4
Vou deixar aqui os meus palpites,de olho na bola de cristal, rs.
Na verdade são os meus objetivos, pretendo que os valores abaixo sejam atinjidos para que eu obtenha a minha meta de investimento:
Dos valores mais pessimistas até os mais otimistas.
TOYB4:
Até o dia 30 deste mês: 0,09 a 0,14
Até o dia 30 de dezembro: 0,14 a 0,20
2010
Até o dia 30 de março: 0,20 a 0,25
Até o dia 30 de julho: 0,25 a 0,40
Até o dia 30 de setembro: 0,40 a 0,60
Até o dia 30 de dezembro: 0,60 a 1,00
2011
Até o dia 30 de dezembro: 1,00 a 2,00
Por isto investi 40% do meu capital na TOYB4
Lembro que é uma projeção otimista de acordo com a economia mundial e que nenhum diretor da empresa aplique erradamente em derivativos , rs.
Boa sorte pra todos!!!
Na verdade são os meus objetivos, pretendo que os valores abaixo sejam atinjidos para que eu obtenha a minha meta de investimento:
Dos valores mais pessimistas até os mais otimistas.
TOYB4:
Até o dia 30 deste mês: 0,09 a 0,14
Até o dia 30 de dezembro: 0,14 a 0,20
2010
Até o dia 30 de março: 0,20 a 0,25
Até o dia 30 de julho: 0,25 a 0,40
Até o dia 30 de setembro: 0,40 a 0,60
Até o dia 30 de dezembro: 0,60 a 1,00
2011
Até o dia 30 de dezembro: 1,00 a 2,00
Por isto investi 40% do meu capital na TOYB4
Lembro que é uma projeção otimista de acordo com a economia mundial e que nenhum diretor da empresa aplique erradamente em derivativos , rs.
Boa sorte pra todos!!!
TEMP3 - De olho nela hoje !!!
Bela alta ontem. Hoje de olho no book pra ver se a alta se consolida e finalmente busca um novo suporte se afastando dos 3,40.
Se romper a barreira dos 3,70 pode finalmente buscar o sonhado 4,00.
Se voltar aos 3,40 é hora de comprar novamente pra lucrar duas vezes, rs.
Vale a pena acompanhar !!!
Se romper a barreira dos 3,70 pode finalmente buscar o sonhado 4,00.
Se voltar aos 3,40 é hora de comprar novamente pra lucrar duas vezes, rs.
Vale a pena acompanhar !!!
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
TOYB4 - Eu venho avisando. Estudemmmmmmmm TOYB4
Segunda-feira, 16 de novembro de 2009 - 16h24
Tectoy anuncia corte de preço
no Zeebo e distribuição
nacional
Divulgação/Tectoy

Console Zeebo e o novo controle Boomerang
Da Redação
tecnologia@eband.com.br
A Tectoy anunciou nesta segunda-feira (16) a redução de preço do console brasileiro Zeebo, desenvolvido pela empresa. Com um corte de R$ 100, o videogame agora custa R$ 299 e trará 15 novos títulos até o Natal com preços a partir de R$ 9,90. Outra novidade é a ampliação da disponibilização do aparelho para todo o território nacional.
O Zeebo também começou a ser vendido no México em "mais de 2 mil pontos de venda", o que garantiu uma redução do preço no mundo inteiro, inclusive no Brasil. “Com as vendas no mercado mexicano, os componentes do Zeebo passam a ser produzidos em maior escala e por um custo menor, o que torna possível a redução do preço”, comentou Fernando Fischer, CEO da Tectoy, em comunicado à imprensa.
Entre maio e outubro de 2009, o videogame só foi vendido em lojas da cidade do Rio de Janeiro e em sites. Agora disponível em lojas de todo o território nacional, o console tem novos títulos para download por meio da rede 3G do aparelho. Os 15 novos games exclusivos para essa plataforma serão Zeebo Extreme Bóia Cross, Zeebo Extreme Jet Board, Boomerang Sports Tenis, Boomerang Sports Vôlei e Boomerang Sports Queimada (os três últimos com o controle sensível a movimentos Boomerang), além de outros jogos do catálogo do Zeebo como Galaxy on Fire, Tekken 2, Residente Evil 4 e Zeebo Family Pack.
“Considerando que o Zeebo já vem com seis jogos na memória, até o final do ano o videogame terá mais de 40 títulos, número imbatível para um console que tem menos de um ano de vida", afirma Sergio Buch Jr., gerente de negócios da Tectoy, prometendo mais de cem títulos em 2010.
O Zeebo também começou a ser vendido no México em "mais de 2 mil pontos de venda", o que garantiu uma redução do preço no mundo inteiro, inclusive no Brasil. “Com as vendas no mercado mexicano, os componentes do Zeebo passam a ser produzidos em maior escala e por um custo menor, o que torna possível a redução do preço”, comentou Fernando Fischer, CEO da Tectoy, em comunicado à imprensa.
Entre maio e outubro de 2009, o videogame só foi vendido em lojas da cidade do Rio de Janeiro e em sites. Agora disponível em lojas de todo o território nacional, o console tem novos títulos para download por meio da rede 3G do aparelho. Os 15 novos games exclusivos para essa plataforma serão Zeebo Extreme Bóia Cross, Zeebo Extreme Jet Board, Boomerang Sports Tenis, Boomerang Sports Vôlei e Boomerang Sports Queimada (os três últimos com o controle sensível a movimentos Boomerang), além de outros jogos do catálogo do Zeebo como Galaxy on Fire, Tekken 2, Residente Evil 4 e Zeebo Family Pack.
“Considerando que o Zeebo já vem com seis jogos na memória, até o final do ano o videogame terá mais de 40 títulos, número imbatível para um console que tem menos de um ano de vida", afirma Sergio Buch Jr., gerente de negócios da Tectoy, prometendo mais de cem títulos em 2010.
http://br.advfn.com/p.php?pid=fbb_thread&bb=fbb&id=67679&bb_id=11&detect=np&ptm=1258416113%23post4618042#post4618042
TOYB4-Eu estou comprando cada vez mais. Quando chegar aos 0,20 a turma me pergunta se vale a pena, rsrsrs.
16/11/09 - 18h54 - Atualizado em 16/11/09 - 18h54
Tectoy reduz o preço do Zeebo e lança videogame em todo o Brasil
Console passa a custar R$ 300 e terá 15 novos games até o final do ano.
Previsão é que o aparelho tenha 100 títulos em 2010.
Previsão é que o aparelho tenha 100 títulos em 2010.
Do G1, em São Paulo
A Tectoy anunciou nesta segunda-feira (16) a redução de preço do videogame Zeebo de R$ 400 para R$ 300 além do lançamento do aparelho para todo o Brasil. Para as vendas de final de ano, o console terá 15 lançamentos, cinco usarão seu controle sensível a movimentos.
O Zeebo é um videogame voltado para os mercados emergentes fabricado no Brasil que não usa mídia física para os jogos. Em vez de discos ou cartuchos, os games são comprados on-line, por meio da rede 3G – a mesma dos telefones celulares – e são armazenados na memória interna do aparelho. Os títulos custam entre R$ 10 e R$ 30. O Zeebo foi lançado oficialmente em maio deste ano apenas no Rio de Janeiro e em lojas virtuais por R$ 500. Em setembro, o valor foi reduzido para R$ 400 e, agora, custa R$ 300.
A redução no valor do Zeebo é devido a uma série de fatores, de acordo com a Tectoy. “Hoje temos um dólar estável e em queda, diferentemente da época do lançamento [do Zeebo] e temos volumes crescentes na produção do console, pois, com o lançamento no México, estamos comprando mais componentes o que nos dá um ganho em escala”, diz Sérgio Buch, gerente de negócios da Tectoy. “A venda de jogos, que está indo bem, nos gera receita para a redução do valor do aparelho”.
Para as vendas de final de ano, o Zeebo será comercializado em todo o Brasil, tanto em lojas físicas quanto em lojas virtuais. “A expectativa é que o aparelho já esteja nas grandes redes no início de dezembro”, diz Buch. Acompanhado do console, 15 novos jogos estarão disponíveis para compra por download, entre eles “Jet board”, “Bóia cross”, “Vôlei” e “Queimada”, que usam o controle sensível a movimentos do aparelho chamado de Bumerangue.
A previsão da Tectoy é que até o final do ano o console tenha 40 jogos e chega a 100 títulos em 2010, quando completará um ano de vida.
O Zeebo é um videogame voltado para os mercados emergentes fabricado no Brasil que não usa mídia física para os jogos. Em vez de discos ou cartuchos, os games são comprados on-line, por meio da rede 3G – a mesma dos telefones celulares – e são armazenados na memória interna do aparelho. Os títulos custam entre R$ 10 e R$ 30. O Zeebo foi lançado oficialmente em maio deste ano apenas no Rio de Janeiro e em lojas virtuais por R$ 500. Em setembro, o valor foi reduzido para R$ 400 e, agora, custa R$ 300.
A redução no valor do Zeebo é devido a uma série de fatores, de acordo com a Tectoy. “Hoje temos um dólar estável e em queda, diferentemente da época do lançamento [do Zeebo] e temos volumes crescentes na produção do console, pois, com o lançamento no México, estamos comprando mais componentes o que nos dá um ganho em escala”, diz Sérgio Buch, gerente de negócios da Tectoy. “A venda de jogos, que está indo bem, nos gera receita para a redução do valor do aparelho”.
Para as vendas de final de ano, o Zeebo será comercializado em todo o Brasil, tanto em lojas físicas quanto em lojas virtuais. “A expectativa é que o aparelho já esteja nas grandes redes no início de dezembro”, diz Buch. Acompanhado do console, 15 novos jogos estarão disponíveis para compra por download, entre eles “Jet board”, “Bóia cross”, “Vôlei” e “Queimada”, que usam o controle sensível a movimentos do aparelho chamado de Bumerangue.
A previsão da Tectoy é que até o final do ano o console tenha 40 jogos e chega a 100 títulos em 2010, quando completará um ano de vida.
ECOD3 - Que bela notícia !!!
O Portal de Notícias da Globo 14/11/09 - 07h30 - Atualizado em 14/11/09 - 07h30
Produtores de biodiesel querem diesel ‘mais verde’ a partir de julho
Em 2010, mistura de 5% já será obrigatória, mas empresas pedem 20%.Usinas investem em expansão e aumentam contratações no setor.
Priscila Dal Poggetto Do G1, em São Paulo
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Incentivo à agricultura familiar é um dos argumentos dos produtores de biodiesel para o uso do B20 (Foto: Reprodução/TV Globo)
O pedido dos produtores vai de encontro às metas de redução de emissão de gases do efeito estufa que o Brasil levará para a Convenção das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, em dezembro, em Copenhague (Dinamarca). De acordo com anúncio realizado nesta sexta-feira (13) pelo governo federal, o aumento do uso de biocombustíveis no país está entre as estratégias que serão adotadas.
A Petrobras tem até 1º de janeiro de 2012 para fornecer o diesel menos poluente às principais capitais brasileiras. Por isso, os produtores de biodiesel têm pressa. A União Brasileira de Biodiesel (Ubrabio) defende a aplicação do B20 metropolitano gradativa. De acordo com o presidente entidade, Juan Diego Ferrás, a mudança começaria em São Paulo e passaria gradativamente para outras capitais como Rio de Janeiro e Recife.
Falta de capacidade produtiva e de tempo para se adaptar à possível mudança não são problemas, na opinião de Ferrás. “O B5 foi antecipado porque temos produção de biodiesel 30% acima do que é consumido, então, para escoar a produção, a data foi antecipada, o que já previa a lei existente para obrigar o uso do biodiesel”, afirma.
Já o faturamento do setor subirá de R$ 6 bilhões (previstos para 2009) para R$ 7 bilhões, o que considera a arrecadação com a venda de subprodutos como farelo de soja e glicerina e o desconto dos impostos. Esse faturamento representa 25% dos R$ 28 bilhões faturados pela indústria de etanol.
Para Ferrás, a obrigatoriedade de uso do “B20 metropolitano” no país deverá acontecer por meio de Medida Provisória, apesar de já existir um projeto lei do deputado federal Antonio Carlos de Mendes Thame, em discussão no Congresso, em defesa do B20 metropolitano.
“A nosso favor temos o fato de que o biodiesel é menos poluente, por não possuir enxofre e proporcionar cerca de 80% menos emissão de CO2, ou seja, é uma questão de saúde pública, estimula a agricultura familiar e é um negócio 100% sustentável”, argumenta o presidente da Ubrabio. O biodiesel é processado a partir de oleaginosas como soja, mamona, algodão e girassol e de sebo animal.
Atualmente, 80% do biodiesel negociado nos leilões promovidos pelo governo é direcionado a fabricantes de biodiesel que possuem o “selo social”. Só ganham esta certificação os fabricantes que compram, pelo menos, 30% das matérias-primas no Sul, Sudeste e Nordeste de agricultores familiares. No Norte e no Centro-Oeste, a exigência é de 10%, mas passará para 15% em 2010.
A expansão do setor
Discussões ambientais à parte, a preocupação das empresas de biodiesel no país foca a grande concorrência existente. O Brasil tem capacidade para produzir por ano 3,4 bilhões de litros. No entanto, a produção atual é de 1,8 bilhão de litros devido à demanda. Com a introdução do B5, o volume produzido subirá para 2,4 bilhões de litros. “A concorrência nos leilões é muito forte e a capacidade ociosa é extremamente custosa para os produtores”, diz Juan Diego Ferrás, que também é diretor industrial da Granol, líder no mercado brasileiro de biodiesel.De acordo com o diretor da Binatural, João Batista Cardoso, o Brasil possui atualmente 65 usinas de biodiesel, que conseguem atender o fornecimento de até 10% na mistura com o diesel, o B10. No entanto, segundo ele, em 2010 mais oito usinas serão inauguradas no país. Assim, a capacidade de produção brasileira subirá para 5 bilhões de litros.
Como o produto é vendido por meio de leilões, que rendem a média de R$ 2,6 mil por metro cúbico de biodiesel, os investimentos em usinas e tecnologia são altos. A líder Granol, por exemplo, injetou neste ano R$ 100 milhões na ampliação das duas usinas que possui, uma no Rio Grande do Sul e outra em Goiás. A expansão vai gerar o aumento de 100 empregos diretos ao quadro de funcionários que já conta com 1,6 mil pessoas. Caso o B20 metropolitano seja aprovado, Juan Diego Ferrás acredita que mais duas fábricas serão construídas, uma em São Paulo e a outra na região Norte. “O céu é o limite”, brinca Ferrás.
No caso da Binatural, com instalação no Rio Grande do Sul, foi preciso ampliar a produção diária de 84 mil litros para 300 mil litros em função do B5. Para isso, o número de contratações diretas subiu de 45 para 110 pessoas. O faturamento da empresa é de R$ 65 milhões. “É um negócio extremamente promissor. Curitiba, por exemplo, já testa ônibus com 100% de biodiesel. O Rio de Janeiro utiliza ônibus B20”, diz João Batista Cardoso.
Além do mercado interno, o diretor da Binatural já olha para as exportações. Segundo Cardoso, o biodiesel brasileiro tem elevada qualidade, o que o torna competitivo nos mercados internacionais. “A partir de 2011 já temos condições de exportar para Europa e Ásia”, afirma o empresário.
O diretor da Brasbiodiesel (divisão do Grupo Bertin), Rogério Barros, afirma que com o B5 a produção anual da empresa subirá de 125 milhões de litros de biodiesel para 200 milhões de litros. Assim, o quadro de funcionários ampliará de 200 para 250 pessoas. Barros não revela o quanto foi investido na expansão, mas afirma que a Brasbiodiesel vai faturar neste ano R$ 250 milhões.
Segundo ele, entre os principais investimentos da empresa está a pesquisa de novas tecnologias. A companhia fechou parceria com a MAN Latin América, a BR Distribuidora, a Cummins Latin America e a Bosch para teste de um caminhão abastecido com B100 (100% de biodiesel). Nessa proporção, é necessário alteração na parte mecânica do veículo para que não seja afetado pelo uso do óleo vegetal. “Os testes com o B20 já foram feitos e nada precisou ser alterado”, observa Barros, que está otimista quanto às novas possibilidades para o setor caso a obrigatoriedade do B20 metropolitano for autorizada pelo governo.
Questionado sobre a ameaça que os produtores de biodiesel representam às refinarias de diesel, Barros acredita que não há o que temer. Segundo ele, o biodiesel é um produto complementar, assim como o etanol. “Tem espaço para todo mundo”, ressalta.
domingo, 15 de novembro de 2009
TOYB4 - Estudemmmmmmmm TOYB4 - Como sempre aviso com antecedência, estas ações vão disparar !!! ( Minha opinião )
A segunda chance do Blu-ray
Queda de preços dos aparelhos e inauguração de primeira fábrica de discos no Brasil são sinais de que tecnologia de alta definição pode deslanchar
Mas trata-se da chegada dos primeiros discos de Blu-ray fabricados na América Latina. Para o mercado, isso pode significar o estímulo necessário para a tecnologia finalmente deslanchar. "Esse momento era aguardado por todos com ansiedade", afirma Fernando Schneider, gerente de produto da Sony.
Há alguns meses, o Blu-ray estava muito distante do consumidor brasileiro por conta do preço e de suas exigências tecnológicas. Para tirar proveito de suas funções é preciso ter uma televisão de LCD de Full HD. Com a fabricação de leitores no Brasil, a queda de preços das tevês e a maior oferta de títulos no formato, o Blu-ray começa a ganhar terreno. Será que desta vez ele vai emplacar?
O Blu-ray, desenvolvido por um consórcio liderado pela Sony, se tornou o sucessor oficial do DVD no ano passado. Após uma longa batalha, a Toshiba saiu de cena e abandonou seu projeto de HD DVD. No Brasil, no entanto, ele só ganhou mais espaço no mercado com o surgimento do primeiro aparelho nacional.
Em abril, os consumidores se surpreenderam ao se deparar nas prateleiras com um Blu-ray com preço muito inferior ao dos concorrentes estrangeiros. A marca estampada no produto era da TecToy, conhecida por fabricar videogames na década de 90. Ele custava R$ 999. "O único jeito de tornar o produto acessível era oferecê-lo por menos de R$ 1 mil.
Fomos os primeiros a entender isso", afirma Fernando Fischer, CEO da TecToy do Brasil. O novo patamar de preços pressionou as concorrentes a fabricar equipamentos no Brasil. Foi o caso da Samsung e da Sony. A LG e a Panasonic também estão prestes a lançar equipamentos nacionais. Resultado: hoje já é possível encontrar um Blu-ray por R$ 698. Mas por que comprar um leitor de mídia por esse preço, se um DVD convencional pode ser encontrado por R$ 100?
A resolução da imagem do Blu-ray é seis vezes melhor que a do DVD. Essa diferença passa quase despercebida em tevês de tubo ou até mesmo em modelos simples de LCD. Mas quando se trata de uma tevê de Full HD, o Blu-ray se torna indispensável.
E quanto mais essas tevês caem nas graças do consumidor, maior é o estímulo para a saída do Blu-ray. De acordo com a consultoria GFK, no ano passado, a cada 100 tevês de LCD vendidas no Brasil, dez eram de Full HD. Hoje, a proporção é de 25%. Além disso, nos últimos 13 meses, o preço das tevês de LCD caiu 26%.
Outra vantagem do Blu-ray é sua versatilidade. "As pessoas só estão entendendo agora que o equipamento lê qualquer tipo de mídia e que também interage com a internet", afirma Raquel Martins, gerente de produto da LG. Hoje é possível baixar um conteúdo exclusivo de filmes e assistir a vídeos do YouTube pelo equipamento. Além disso, o Blu-ray permite ao usuário conversar com internautas enquanto vê os filmes. O grande obstáculo ainda é o preço e o número restrito de títulos disponíveis.
O custo de um filme de Blu-ray é muito superior ao de DVDs, cerca de R$ 90. Com a fabricação em território nacional pela Microservice, a expectativa é de que os preços baixem em razão do crescimento da demanda. A empresa investiu R$ 10 milhões na fábrica de Manaus, que terá capacidade de produzir até 400 mil unidades por mês de discos de 25 GB e 50 GB. "É um marco muito importante para o Brasil e irá beneficiar também outros países da América Latina", afirma Isaac Hemsi, diretor da Microservice.
O preço não é o único vilão do Bluray. Outro grande desafio é o download de filmes. Na era das mídias digitais, por que uma pessoa compraria um título em Blu-ray se pode baixar gratuitamente qualquer conteúdo pela internet? Para Fernando Fischer, a questão do imediatismo faz a diferença. "A sensação de ter um disco ao alcance das mãos em vez de esperar dias para baixar um filme da internet é incomparável", afirma o CEO da TecToy.
Além disso, existe a questão da qualidade da imagem. "Não acredito que nos próximos três anos a banda larga ofereça filmes na resolução do Blu-ray", afirma Álvaro Leal, analista da consultoria IT Data. Enquanto o Blu-ray ainda engatinha no Brasil, lá fora ele já é uma realidade. A tecnologia está sendo incorporada em outros equipamentos eletrônicos. É o caso do Playstation 3, o videogame da Sony, e de notebooks da nova geração.
Nos Estados Unidos, o Blu-ray representou 30% dos tocadores de mídia vendidos em junho. O faturamento deve chegar a US$ 1,2 bilhão neste ano, com a venda de seis milhões de equipamentos, 112% a mais que em 2008. Por aqui, a grande expectativa é o Natal.
De acordo com estimativas dos fabricantes, a temporada de compras de final de ano pode fazer com que o Brasil atinja a marca de 100 mil leitores de Blu-ray vendidos - 25% a mais do que no ano passado. Em 2010, esse número pode chegar a 500 mil unidades. Quem vai perder este filme em alta definição?
http://www.terra.com.br/istoedinheiro/edicoes/632/artigo156226-1.htm
Queda de preços dos aparelhos e inauguração de primeira fábrica de discos no Brasil são sinais de que tecnologia de alta definição pode deslanchar
"O único jeito de tornar o produto acessível era oferecê-lo por menos de R$ 1 mil. Fomos os primeiros a entender isso "
Fernando Fischer, CEO da TecToy do Brasil
As atenções do mercado de eletroeletrônicos e de entretenimento do Brasil estão voltadas para as máquinas da fábrica da Microservice, em Manaus. Uma nova linha de produção acaba de sair do forno. À primeira vista, o produto pouco difere dos tradicionais disquinhos para CDs e DVDs já disponíveis no mercado. Fernando Fischer, CEO da TecToy do Brasil
Mas trata-se da chegada dos primeiros discos de Blu-ray fabricados na América Latina. Para o mercado, isso pode significar o estímulo necessário para a tecnologia finalmente deslanchar. "Esse momento era aguardado por todos com ansiedade", afirma Fernando Schneider, gerente de produto da Sony.
Há alguns meses, o Blu-ray estava muito distante do consumidor brasileiro por conta do preço e de suas exigências tecnológicas. Para tirar proveito de suas funções é preciso ter uma televisão de LCD de Full HD. Com a fabricação de leitores no Brasil, a queda de preços das tevês e a maior oferta de títulos no formato, o Blu-ray começa a ganhar terreno. Será que desta vez ele vai emplacar?
O Blu-ray, desenvolvido por um consórcio liderado pela Sony, se tornou o sucessor oficial do DVD no ano passado. Após uma longa batalha, a Toshiba saiu de cena e abandonou seu projeto de HD DVD. No Brasil, no entanto, ele só ganhou mais espaço no mercado com o surgimento do primeiro aparelho nacional.
Em abril, os consumidores se surpreenderam ao se deparar nas prateleiras com um Blu-ray com preço muito inferior ao dos concorrentes estrangeiros. A marca estampada no produto era da TecToy, conhecida por fabricar videogames na década de 90. Ele custava R$ 999. "O único jeito de tornar o produto acessível era oferecê-lo por menos de R$ 1 mil.
Fomos os primeiros a entender isso", afirma Fernando Fischer, CEO da TecToy do Brasil. O novo patamar de preços pressionou as concorrentes a fabricar equipamentos no Brasil. Foi o caso da Samsung e da Sony. A LG e a Panasonic também estão prestes a lançar equipamentos nacionais. Resultado: hoje já é possível encontrar um Blu-ray por R$ 698. Mas por que comprar um leitor de mídia por esse preço, se um DVD convencional pode ser encontrado por R$ 100?
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Com um investimento de R$ 10 milhões, a Microservice produzirá 400 mil discos de Blu-ray por mês em Manaus |
E quanto mais essas tevês caem nas graças do consumidor, maior é o estímulo para a saída do Blu-ray. De acordo com a consultoria GFK, no ano passado, a cada 100 tevês de LCD vendidas no Brasil, dez eram de Full HD. Hoje, a proporção é de 25%. Além disso, nos últimos 13 meses, o preço das tevês de LCD caiu 26%.
Outra vantagem do Blu-ray é sua versatilidade. "As pessoas só estão entendendo agora que o equipamento lê qualquer tipo de mídia e que também interage com a internet", afirma Raquel Martins, gerente de produto da LG. Hoje é possível baixar um conteúdo exclusivo de filmes e assistir a vídeos do YouTube pelo equipamento. Além disso, o Blu-ray permite ao usuário conversar com internautas enquanto vê os filmes. O grande obstáculo ainda é o preço e o número restrito de títulos disponíveis.
O custo de um filme de Blu-ray é muito superior ao de DVDs, cerca de R$ 90. Com a fabricação em território nacional pela Microservice, a expectativa é de que os preços baixem em razão do crescimento da demanda. A empresa investiu R$ 10 milhões na fábrica de Manaus, que terá capacidade de produzir até 400 mil unidades por mês de discos de 25 GB e 50 GB. "É um marco muito importante para o Brasil e irá beneficiar também outros países da América Latina", afirma Isaac Hemsi, diretor da Microservice.
O preço não é o único vilão do Bluray. Outro grande desafio é o download de filmes. Na era das mídias digitais, por que uma pessoa compraria um título em Blu-ray se pode baixar gratuitamente qualquer conteúdo pela internet? Para Fernando Fischer, a questão do imediatismo faz a diferença. "A sensação de ter um disco ao alcance das mãos em vez de esperar dias para baixar um filme da internet é incomparável", afirma o CEO da TecToy.
Além disso, existe a questão da qualidade da imagem. "Não acredito que nos próximos três anos a banda larga ofereça filmes na resolução do Blu-ray", afirma Álvaro Leal, analista da consultoria IT Data. Enquanto o Blu-ray ainda engatinha no Brasil, lá fora ele já é uma realidade. A tecnologia está sendo incorporada em outros equipamentos eletrônicos. É o caso do Playstation 3, o videogame da Sony, e de notebooks da nova geração.
Nos Estados Unidos, o Blu-ray representou 30% dos tocadores de mídia vendidos em junho. O faturamento deve chegar a US$ 1,2 bilhão neste ano, com a venda de seis milhões de equipamentos, 112% a mais que em 2008. Por aqui, a grande expectativa é o Natal.
De acordo com estimativas dos fabricantes, a temporada de compras de final de ano pode fazer com que o Brasil atinja a marca de 100 mil leitores de Blu-ray vendidos - 25% a mais do que no ano passado. Em 2010, esse número pode chegar a 500 mil unidades. Quem vai perder este filme em alta definição?
http://www.terra.com.br/istoedinheiro/edicoes/632/artigo156226-1.htm
ECOD3
Olho no leilão, esta semana deve ser movimentada para a ECOD3, tendência de alta.
Vamos acompanhar.
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DIA 17 - Leilão ANP
Vamos acompanhar.
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DIA 17 - Leilão ANP
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
TELB4 - Eu não passo este final de semana sem elas.
Governo divulga principais pontos do Plano Nacional de Banda Larga
:: Luís Osvaldo Grossmann
:: Convergência Digital :: 12/11/2009
Ainda não está definida por questões de agenda, a data em que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltará a se reunir com o grupo que elabora o Plano Nacional de Banda Larga. Mas as principais linhas da proposta serão apresentadas na próxima segunda-feira, 16/11, no seminário internacional sobre o tema promovido pela Secretaria de Assuntos Estratégicos.
A apresentação será feita pelo coordenador dos programas de inclusão digital do governo, Cesar Alvarez. Mas no evento também será possível conferir resultados de planos adotados em outros países, como Estados Unidos, Canadá, Nova Zelândia, Suécia, Japão, África do Sul e Uruguai.
A proposta que será levada ao presidente está pronta e até esta sexta-feira, 13, os textos que poderão embasar o Decreto estarão concluídos. Mas é evidente que alguns pontos, como qual será a estratégia adotada para a última milha, dependerão diretamente do Presidente Lula.
Embora esteja praticamente certa a reestruturação da Telebrás para que ela possa vir a atuar como gestora da infraestrutura das redes de fibras óticas das estatais de energia, há alternativas para a coordenação dessa oferta de capacidade no atacado, como deixar essa gestão para um órgão como o Serpro, por exemplo. Pontos como esse precisam da palavra final do presidente Lula.
Mais do que esclarecer pontos do plano, porém, o seminário promovido pela SAE tem um olhar no médio e longo prazo. Até porque também é certo que o Plano Nacional de Banda Larga precisará de ações continuadas, especialmente, no campo regulatório, que será alvo de uma série de medidas e exigirá bastante trabalho da Anatel.
Não é por menos que os temas do seminário são estratégias para universalização do acesso; alternativas de tecnologias e radiofrequência para banda larga; limites e oportunidades de intervenção estatal; pequenas e médias empresas, modelos de negócios inovadores e tecnologias de baixo custo; experiências de sucesso de universalização e análise de custo benefício de políticas regulatórias.
Mais informações sobre o seminário podem ser conferidas no site http://www.sae.gov.br/bandalarga.
:: Luís Osvaldo Grossmann
:: Convergência Digital :: 12/11/2009
Ainda não está definida por questões de agenda, a data em que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltará a se reunir com o grupo que elabora o Plano Nacional de Banda Larga. Mas as principais linhas da proposta serão apresentadas na próxima segunda-feira, 16/11, no seminário internacional sobre o tema promovido pela Secretaria de Assuntos Estratégicos.
A apresentação será feita pelo coordenador dos programas de inclusão digital do governo, Cesar Alvarez. Mas no evento também será possível conferir resultados de planos adotados em outros países, como Estados Unidos, Canadá, Nova Zelândia, Suécia, Japão, África do Sul e Uruguai.
A proposta que será levada ao presidente está pronta e até esta sexta-feira, 13, os textos que poderão embasar o Decreto estarão concluídos. Mas é evidente que alguns pontos, como qual será a estratégia adotada para a última milha, dependerão diretamente do Presidente Lula.
Embora esteja praticamente certa a reestruturação da Telebrás para que ela possa vir a atuar como gestora da infraestrutura das redes de fibras óticas das estatais de energia, há alternativas para a coordenação dessa oferta de capacidade no atacado, como deixar essa gestão para um órgão como o Serpro, por exemplo. Pontos como esse precisam da palavra final do presidente Lula.
Mais do que esclarecer pontos do plano, porém, o seminário promovido pela SAE tem um olhar no médio e longo prazo. Até porque também é certo que o Plano Nacional de Banda Larga precisará de ações continuadas, especialmente, no campo regulatório, que será alvo de uma série de medidas e exigirá bastante trabalho da Anatel.
Não é por menos que os temas do seminário são estratégias para universalização do acesso; alternativas de tecnologias e radiofrequência para banda larga; limites e oportunidades de intervenção estatal; pequenas e médias empresas, modelos de negócios inovadores e tecnologias de baixo custo; experiências de sucesso de universalização e análise de custo benefício de políticas regulatórias.
Mais informações sobre o seminário podem ser conferidas no site http://www.sae.gov.br/bandalarga.
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