MERCADO LIVRE

quinta-feira, 2 de julho de 2009

SNSY5 - Um site pra se estudar muito e ver que a empresa poderá ser uma grande beneficiada com o assunto número 1 mundial. ENERGIA LIMPA.

http://www.sansuy.com.br/


Estudemmmmmmmmmmmmmmmmmm SNSY5 e depois não digam que não avisei.

Bom , eu gosto dos assuntos do momento.ENERGIA LIMPA é o assunto do momento , está em todos os jornais , não se fala em outra coisa. É o projeto do presente e do futuro.
Portanto vejo muita oportunidade em CSAN3 e SNSY5
Estou trocando algumas ações e investindo nelas. Estarão em breve nos notíciários e na mídia.
www.sansuy.com.br
Não deixem de ler sobre esta empresa. Mas estudem rápido.
Cosan todos já conhecem mas a Sansuy muitos irão conhecer agora.
Olho nelas !!! Olho no futuro !!!

SNSY5 e CSAN3 - Estudemmmmmmmmmm - Olho no futuro !!!

Tecnologias ‘Verdes’ atraem capital de risco
01/07/2009 - 13:46 - Agência Estado

O ambiente de investimentos em tecnologias verdes está cada vez mais próximo do que existe na informática, com milhares de empresas surgindo com produtos inovadores ao redor do globo e um grande interesse dos investidores, mesmo com a crise global. "O setor já é o segundo que mais atrai capital de risco no mundo, depois da tecnologia da informação", afirmou ontem Richard Youngman, diretor-gerente para a Europa da consultoria Cleantech, durante a World Conference of Science Journalists, em Londres. "Cerca de um quarto do investimento de risco vai para tecnologias limpas."Um grande impulso para o setor vem de legislações e regulamentos que estão sendo criados por governos ao redor do mundo para a adoção de uma matriz de energia mais sustentável. "Somente 3% da energia gerada no mundo é renovável", disse Jeremy Leggett, presidente da Solarcentury, empresa britânica especializada em sistemas de energia solar. "Este ano, os projetos de fontes renováveis devem receber cerca de 15% do investimento de US$ 1 trilhão que será feito em energia."Para Leggett, o setor alcançou um ponto de inflexão. "Se tivermos imaginação, é possível fazê-lo", acrescentou o empresário. "Num período de 12 a 15 anos, o mundo poderia funcionar com 100% de energia renovável."As metas dos governos, no entanto, são mais modestas. A União Europeia aprovou recentemente a meta de usar 20% de energias renováveis até 2020, com pelo menos 10% nos transportes. Atualmente, o uso de combustíveis renováveis na Europa está em cerca de 1%."A meta dos transportes será atingida principalmente por biocombustíveis, e precisaremos importar a maior parte deles", disse Giovanni de Santi, diretor do Instituto de Energia da Comissão Europeia. Ele acrescentou que a Europa trabalha em critérios de sustentabilidade que irão nortear a produção dos biocombustíveis que irá consumir. "É preciso levar em conta os efeitos secundários", disse Santi. "Os biocombustíveis não devem causar desmatamento ou reduzir a área dedicada à produção de alimentos."Segundo ele, esses critérios podem ser definidos nos próximos meses, e existe uma negociação no âmbito do Grupo dos Oito (G-8) para que sejam definidos critérios mundiais de sustentabilidade. A União Europeia planeja investir, nos próximos 10 anos, de 40 bilhões a 60 bilhões em pesquisa e desenvolvimento em energias renováveis.Um estudo apresentado por Santi apontou uma redução de mais de 80% na emissão de gases do efeito estufa e de quase 100% no uso de combustíveis fósseis com o uso do etanol de cana-de-açúcar. "O etanol de cana-de-açúcar é a tecnologia mais eficiente de primeira geração", reconheceu o diretor do instituto europeu.A segunda geração do etanol, que ainda não é comercialmente viável, será produzida com matérias-primas que não servem de alimento, como madeira, folhas e bagaço de cana.

SNSY5 - Como falei antes, segundo semestre começando.Olho nela , promete grande recuperação.

A XXIII Assembleia da União Africana começou ao meio-dia desta quarta-feira, com a participação de quase todas as 53 delegações, e teve como tema principal agricultura. Em um discurso para chefes de Estado africanos, Lula prometeu aos países africanos ajudá-los com sua “revolução verde”, de uso de energias limpas e renováveis, além de defender os biocombustíveis e a produção deles a partir da cana-de-açúcar, para que o continente africano passe a produzir etanol. Atualmente, o Brasil é o segundo maior produtor mundial, ficando atrás dos Estados Unidos.

quarta-feira, 1 de julho de 2009

TOYB4 - Dia das Crianças e Natal

Assistam o comercial e olho nelas para o segundo semestre.

http://www.youtube.com/watch?v=o_xOLyZd07w

HAGA4 - Comprando mais um pouco.

Quero reforçar as minhas compras em HAGA4, de olho no book, buscando novamente os 3,00.

Este é o meu objetivo para hoje.


Olho no book, pode ser uma nova oportunidade.

terça-feira, 30 de junho de 2009

hbor3

Com 30 anos de atividades, a Helbor já entregou cerca de 6 mil unidades, entre apartamentos, casas, conjuntos comerciais e lotes urbanizados, e possui mais 9 mil unidades em fase de desenvolvimento ou em construção em 20 cidades nos Estados de São Paulo, Goiás, Minas Gerais, Santa Catarina, Bahia, Mato Grosso, Ceará e no Distrito Federal. Em seu histórico, lançou 125 empreendimentos, com mais de 2,5 milhões m² de área construída. Fundada em Mogi das Cruzes (Grande São Paulo), iniciou seu processo de expansão em 1998, com o ingresso na cidade de São Paulo, onde desponta entre as maiores empresas do setor. Listada no Novo Mercado da Bolsa de Valores de São Paulo (HBOR3), a Helbor atua exclusivamente como incorporadora imobiliária firmando parcerias nos mercados em que atua. Com esses diferenciais, em todas as localidades em que está presente a Helbor tem capacidade de desenvolver empreendimentos residenciais para diferentes faixas de público (da baixa renda ao alto padrão) e edifícios comerciais.

HBOR3 - Grandes perspectivas para o segundo semestre.

SÃO PAULO - A incorporadora imobiliária Helbor informou ter fechado o primeiro trimestre deste ano com lançamentos com Valor Geral de Vendas (VGV) de R$ 116,94 milhões, sendo que a parcela da companhia ficou em R$ 81,172 milhões neste total.


O desempenho só pode ser comparado ao do quarto trimestre, já que de janeiro a março de 2008 a empresa não fez lançamentos.


Ante o período de outubro a dezembro, os lançamentos caíram 66,5% no total e 68,6% considerando apenas a parcela própria da Helbor.


Já as vendas contratadas totais somaram R$ 154,2 milhões no primeiro trimestre de 2009, com alta de 28,2% ante igual intervalo de 2008. Na comparação com o quarto trimestre do ano passado, houve alta de 2,6%. As vendas contratadas próprias da Helbor somaram R$ 119,73 milhões entre janeiro e março deste ano, 37,1% maiores na comparação anual e 4,7% superiores às do quarto trimestre de 2008.


(Valor Online)

HBOR3 - Recomendo o estudo

Excelente opção para este segundo semestre.

R$ 6,20 na minha opinião está muito barata e tenho como objtetivo R$ 10,00 até dezembro.

Se a venda for concretizada este valor poderá ser alcançado no curto prazo.

Olho nela e é a minha nova recomendação para estudos.

Estudemmmmmmmmmmmmmmmmm HBOR3

HBOR3 - Venda quase certa !!!

Pra quem gosta de oportunidade no curto prazo, olho nela, poderá ser vendida a qualquer momento. Esta ação pode subir muito, olho no book!!!
Vejam abaixo a notícia que acaba de ser publicada no relatório reservado:

Quem for comprar ações que compre logo. A subida poderá ser forte.

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Terceiro andar
O espanhol Enrique
Bañuelos, que já comprou a
Abyara e a Klabin Segall,
mira agora na construtora
paulista Helbor.

SNSY5 - Estudem de verdade. Energias alternativas e renováveis serão o futuro do mundo.

Obama diz que Senado aprovará lei contra mudança climática

Em declarações na Casa Branca, presidente dos EUA elogiou a Lei que foi aprovada na sexta-feira na Câmara

Reuters, AP e Dow Jones


WASHINGTON - O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, elogiou a Câmara dos Representantes por ter aprovado a controversa Lei da energia e contra a mudança climática, e disse estar convencido que o Senado americano votará e aprovará a matéria.


Em declarações na Casa Branca, Obama elogiou a Lei que foi aprovada por estreita margem na sexta-feira passada na Câmara, ao dizer que ela criará novas empresas e empregos ecologicamente corretos, ao mesmo tempo que reduzirá a dependência dos EUA por petróleo importado.

Obama também revelou mudanças que ele disse melhorarão a eficiência energética dos EUA, ao impor padrões estritos para as lâmpadas incandescentes, a partir de 2012.

Os novos padrões que estão em um documento emitido pelo Departamento de Energia exigem uma redução de 15% no uso de lâmpadas fluorescentes e de 25% em lâmpadas incandescentes, nos serviços gerais de iluminação pública.

Segundo ele, os novos padrões economizarão US$ 4 bilhões por ano aos consumidores americanos e reduzirão o consumo de eletricidade. Ele afirmou que a Casa Branca participará do processo e ajudará a substituir as lâmpadas atualmente em uso por outras mais eficientes.

Obama tornou a energia um tema central no projeto de lei contra a mudança climática. A Lei foi aprovada por uma margem muito estreita, 219 votos a favor e 212 contrários.

Destaques da lei

Exige que as geradoras de energia elétrica atendam a 20% de sua demanda por meio de fontes renováveis até 2020.

Determina investimentos em novas tecnologias limpas e em energias renováveis, sendo que esse investimento deve chegar a US$ 90 bilhões até 2025; em captura e sequestro de carbono (US$ 60 bilhões); em veículos elétricos e de alta tecnologia (US$ 20 bilhões); e em pesquisa científica básica (US$ 20 bilhões).

Determina novos padrões de economia de energia para edifícios e eletrodomésticos. Os edifícios deverão ser 30% mais eficientes até 2012 e 50% até 2016.

Determina a redução das emissões de carbono pelas principais fontes dos EUA em 17% até 2020 e 83% até 2050, tendo como base os níveis de 2005.

A partir de 2012, a lei estabelece um limite anual de toneladas de carbono e outros gases causadores do efeito estufa para os setores da economia que são grandes poluidores, como usinas termelétricas e refinarias de petróleo. A lei estabelece um sistema de comércio de permissões para emitir carbono, chamadas "autorizações de emissão", que as empresas poderão negociar no mercado.

A lei permite que os setores da economia que operarão sob os limites de emissão aumentem seus limites adquirindo compensações ao investir na redução do carbono produzido por setores isentos de limites, até o limite de 2 bilhões de toneladas de carbono ao ano. Metade dessas compensações poderão ser adquiridas no exterior, por exemplo, investindo na preservação de florestas tropicais.