Quem comprar vai se tornar gigante.
Vai juntar o que já tem com as 458 lojas do Ponto Frio espalhadas em 11 Estados do País.
Será uma mega-empresa.
Olho na GLOB3. Olho nas notícias.
sexta-feira, 3 de abril de 2009
TOYB4 e TOYB3 - REVISTA EXAME
Estamos em abril, olho nelas, expectativas muito grandes para este ano.
As minhas já estão garantidas. Acompanhem e estudem a TECTOY. Fiquem sempre de olho porque a oportunidade pode ser muito grande.
Lembrem-se , peguem um bom investimento do "chão", a rentabilidade pode ser excelente.
Um "Wii" made in Brazil
O Zeebo, concebido e patenteado pela Tectoy, inova para driblar a pirataria de jogos e quer conquistar o mundo emergente
Fischer, da Tectoy: download de jogos pela rede celular e preços mais baixos são a aposta
Revista EXAME -
Em um mês, os consumidores do Rio de Janeiro serão os primeiros do mundo a poder comprar um novo videogame desenvolvido no Brasil e que tem tudo para representar uma das maiores inovações dos últimos tempos na bilionária indústria dos jogos eletrônicos. O console chama-se Zeebo e é produzido por uma empresa de mesmo nome, controlada pela brasileira Tectoy e que tem como sócia a Qualcomm, companhia americana detentora de tecnologias de mobilidade. A grande inovação do Zeebo não está na qualidade de seus gráficos nem no tipo de jogo que ele oferece. O que o videogame brasileiro traz de novidade - pela primeira vez em todo o mundo - é o sistema de venda dos jogos. Os discos foram abandonados. O Zeebo tem um chip de telefone celular embutido, e os donos do console poderão baixar os games diretamente para o aparelho usando a rede de telefonia móvel. Com esse novo modelo de negócios, o Zeebo quer aproveitar o novo e crescente mercado dos consumidores de baixa renda brasileiros e de outros emergentes - e, ao mesmo tempo, atacar um problema que na prática torna inviável o mercado nesses países: o domínio absoluto dos jogos piratas.
O Zeebo é criação de Reinaldo Normand, um mineiro de 33 anos que começou a carreira como jornalista especializado em games e depois se mudou para o outro lado do balcão. "Outras pessoas podem ter pensado a mesma coisa", afirma Normand. "Mas eu estava no lugar certo e na hora certa." O lugar certo é a Tectoy, empresa que ganhou notoriedade no país nos anos 80 e 90 por vender consoles como o Master System, mas que nos últimos anos vinha enfrentando um lento e doloroso declínio. A hora certa foi o início de 2006, de acordo com Normand, que na época gerenciava a equipe que desenvolvia games para celulares e hoje é vice-presidente da Zeebo Inc., em San Diego, na Califórnia. Foram necessários três anos de trabalho e quase 8 milhões de dólares em investimento para que a ideia virasse realidade. Além da equipe brasileira, empresas argentinas, americanas, chinesas, japonesas e francesas participaram do projeto. Agora, a pouco mais de um mês do lançamento oficial, a expectativa é grande - no Brasil e também no exterior.
O mercado de consoles é dominado por gigantes internacionais, como Nintendo (dona do Wii), Sony (do PlayStation 3) e Microsoft (do Xbox 360), mas a estratégia da Zeebo não é concorrer diretamente com os videogames de última geração. A empresa vai concentrar os esforços em consumidores mais jovens, de até 13 anos de idade, e naqueles que não fazem questão dos gráficos hiper-realistas dos aparelhos mais modernos. A ideia é buscar um consumidor que em geral é desprezado pela indústria de games e que acaba comprando um console quando ele está tecnologicamente defasado. Tradicionalmente, os consoles contam com peças desenhadas exclusivamente para os videogames e têm um poder computacional alto, o que lhes garante um ciclo de vida mais longo e permite criar jogos visualmente mais sofisticados. O Zeebo, ao contrário, foi montado com peças de prateleira. O chip da Qualcomm, por exemplo, é usado em celulares. Um dos controles que acompanham o console é equipado com um sensor que traduz os movimentos do equipamento em comandos na tela, chamado acelerômetro, que também é um item encontrado em outros eletrônicos.
Apesar de não ser tecnicamente comparável aos três grandes, a empresa afirma que o modelo de jogos por download pelo ar já permite chamar o Zeebo de equipamento da nova geração. "Não temos nenhuma mídia física, e isso ninguém fez até hoje", diz Ricardo Clementino, diretor de tecnologia da Tectoy. A sociedade com a Qualcomm, nesse sentido, foi fundamental. Além de ser dona do design de chips usados por fabricantes de celulares de todo o mundo, a Qualcomm trouxe para o Zeebo a base do sistema de software que vai permitir o download dos jogos e os sistemas de controle antipirataria. Os jogos são vendidos somente na loja virtual da Zeebo - que será acessada pela rede da Claro, sem cobrança adicional. Todos os títulos comprados ficam armazenados dentro do console. Mesmo que hackers consigam extrair o arquivo para um pen drive com a intenção de utilizá-lo em outro aparelho, o software será capaz de identificar a cópia ilegal, segundo Clementino.
Do lado técnico, a receita parece sólida. Mas existem dois outros obstáculos essenciais que têm de ser superados para o Zeebo decolar. O primeiro deles é o preço. A Tectoy ainda não anunciou o valor definitivo do console. No fim do ano passado, falou-se em 599 reais. Ainda existe a expectativa de que o preço caia um pouco até o lançamento. Os jogos devem variar de 9,90 a 29,90 reais. São valores mais baixos do que os dos concorrentes da geração atual, tanto no hardware como no software - como comparação, o Wii, console mais barato entre os três, sai por cerca de 2 000 reais por aqui, com os impostos de importação. Mas o mercado de games que importa no Brasil é o da ilegalidade, e no mercado negro é possível comprar um PlayStation 2 por cerca de 400 reais. Mais: o aparelho roda jogos piratas, que custam aproximadamente 10 reais. Ainda assim, vale lembrar que os equipamentos contrabandeados raramente se beneficiam de facilidades como parcelamento e assistência técnica, dois diferenciais que o Zeebo vai oferecer.
O desafio mais importante, porém, é de outra ordem: angariar a comunidade de desenvolvedores de jogos. De nada adianta um equipamento moderno ou cujo modelo de negócios é bem amarrado se não houver jogos de interesse dos consumidores. "Já contamos com 15 empresas para criar jogos, e dezenas de brasileiros demonstraram interesse em criar conteúdo para o Zeebo", diz o americano John Rizzo, presidente da Zeebo Inc. nos Estados Unidos e responsável pela divulgação internacional da marca. Apesar das declarações otimistas, atrair os programadores não será tarefa simples. Nunca houve tantas plataformas concorrentes. Além dos consoles, há jogos casuais na web, games portáteis e um concorrente que está chamando a atenção de toda a indústria: o combo iPhone/iPod Touch. Mais de 30 milhões de unidades dos aparelhos já foram vendidas, e a Apple anunciou recentemente mais flexibilidade nos modelos de negócios oferecidos para os parceiros maximizarem suas receitas.
Além de ainda não contar com uma plataforma estabelecida, o Zeebo terá de oferecer uma estrutura de apoio aos programadores e, principalmente, regras claras de divisão das receitas. Até agora, o modelo ainda não foi definido. "A intenção é que o criador de jogos fique com pelo menos 50% do valor líquido da venda", diz Reinaldo Normand, o idealizador do console. Mas, mesmo com as incertezas e a complexidade do negócio de games, depois de muitos anos o otimismo voltou aos corredores da Tectoy, em São Paulo. Até o Dia das Crianças, em outubro, a empresa espera estar presente em todo o país. Depois do Brasil, a expectativa é que o Zeebo seja lançado em outros países, como México, China e Índia. Fernando Fischer, presidente da Tectoy, acredita até mesmo na abertura de capital da Zeebo Inc. em algum momento do futuro. Antes de chegar a Wall Street, porém, a Tectoy vai ter de conquistar milhões de lares emergentes - e, se conseguir essa proeza, terá atingido um sucesso inédito para uma empresa de tecnologia brasileira.
As minhas já estão garantidas. Acompanhem e estudem a TECTOY. Fiquem sempre de olho porque a oportunidade pode ser muito grande.
Lembrem-se , peguem um bom investimento do "chão", a rentabilidade pode ser excelente.
Um "Wii" made in Brazil
O Zeebo, concebido e patenteado pela Tectoy, inova para driblar a pirataria de jogos e quer conquistar o mundo emergente
Fischer, da Tectoy: download de jogos pela rede celular e preços mais baixos são a aposta
Revista EXAME -
Em um mês, os consumidores do Rio de Janeiro serão os primeiros do mundo a poder comprar um novo videogame desenvolvido no Brasil e que tem tudo para representar uma das maiores inovações dos últimos tempos na bilionária indústria dos jogos eletrônicos. O console chama-se Zeebo e é produzido por uma empresa de mesmo nome, controlada pela brasileira Tectoy e que tem como sócia a Qualcomm, companhia americana detentora de tecnologias de mobilidade. A grande inovação do Zeebo não está na qualidade de seus gráficos nem no tipo de jogo que ele oferece. O que o videogame brasileiro traz de novidade - pela primeira vez em todo o mundo - é o sistema de venda dos jogos. Os discos foram abandonados. O Zeebo tem um chip de telefone celular embutido, e os donos do console poderão baixar os games diretamente para o aparelho usando a rede de telefonia móvel. Com esse novo modelo de negócios, o Zeebo quer aproveitar o novo e crescente mercado dos consumidores de baixa renda brasileiros e de outros emergentes - e, ao mesmo tempo, atacar um problema que na prática torna inviável o mercado nesses países: o domínio absoluto dos jogos piratas.
O Zeebo é criação de Reinaldo Normand, um mineiro de 33 anos que começou a carreira como jornalista especializado em games e depois se mudou para o outro lado do balcão. "Outras pessoas podem ter pensado a mesma coisa", afirma Normand. "Mas eu estava no lugar certo e na hora certa." O lugar certo é a Tectoy, empresa que ganhou notoriedade no país nos anos 80 e 90 por vender consoles como o Master System, mas que nos últimos anos vinha enfrentando um lento e doloroso declínio. A hora certa foi o início de 2006, de acordo com Normand, que na época gerenciava a equipe que desenvolvia games para celulares e hoje é vice-presidente da Zeebo Inc., em San Diego, na Califórnia. Foram necessários três anos de trabalho e quase 8 milhões de dólares em investimento para que a ideia virasse realidade. Além da equipe brasileira, empresas argentinas, americanas, chinesas, japonesas e francesas participaram do projeto. Agora, a pouco mais de um mês do lançamento oficial, a expectativa é grande - no Brasil e também no exterior.
O mercado de consoles é dominado por gigantes internacionais, como Nintendo (dona do Wii), Sony (do PlayStation 3) e Microsoft (do Xbox 360), mas a estratégia da Zeebo não é concorrer diretamente com os videogames de última geração. A empresa vai concentrar os esforços em consumidores mais jovens, de até 13 anos de idade, e naqueles que não fazem questão dos gráficos hiper-realistas dos aparelhos mais modernos. A ideia é buscar um consumidor que em geral é desprezado pela indústria de games e que acaba comprando um console quando ele está tecnologicamente defasado. Tradicionalmente, os consoles contam com peças desenhadas exclusivamente para os videogames e têm um poder computacional alto, o que lhes garante um ciclo de vida mais longo e permite criar jogos visualmente mais sofisticados. O Zeebo, ao contrário, foi montado com peças de prateleira. O chip da Qualcomm, por exemplo, é usado em celulares. Um dos controles que acompanham o console é equipado com um sensor que traduz os movimentos do equipamento em comandos na tela, chamado acelerômetro, que também é um item encontrado em outros eletrônicos.
Apesar de não ser tecnicamente comparável aos três grandes, a empresa afirma que o modelo de jogos por download pelo ar já permite chamar o Zeebo de equipamento da nova geração. "Não temos nenhuma mídia física, e isso ninguém fez até hoje", diz Ricardo Clementino, diretor de tecnologia da Tectoy. A sociedade com a Qualcomm, nesse sentido, foi fundamental. Além de ser dona do design de chips usados por fabricantes de celulares de todo o mundo, a Qualcomm trouxe para o Zeebo a base do sistema de software que vai permitir o download dos jogos e os sistemas de controle antipirataria. Os jogos são vendidos somente na loja virtual da Zeebo - que será acessada pela rede da Claro, sem cobrança adicional. Todos os títulos comprados ficam armazenados dentro do console. Mesmo que hackers consigam extrair o arquivo para um pen drive com a intenção de utilizá-lo em outro aparelho, o software será capaz de identificar a cópia ilegal, segundo Clementino.
Do lado técnico, a receita parece sólida. Mas existem dois outros obstáculos essenciais que têm de ser superados para o Zeebo decolar. O primeiro deles é o preço. A Tectoy ainda não anunciou o valor definitivo do console. No fim do ano passado, falou-se em 599 reais. Ainda existe a expectativa de que o preço caia um pouco até o lançamento. Os jogos devem variar de 9,90 a 29,90 reais. São valores mais baixos do que os dos concorrentes da geração atual, tanto no hardware como no software - como comparação, o Wii, console mais barato entre os três, sai por cerca de 2 000 reais por aqui, com os impostos de importação. Mas o mercado de games que importa no Brasil é o da ilegalidade, e no mercado negro é possível comprar um PlayStation 2 por cerca de 400 reais. Mais: o aparelho roda jogos piratas, que custam aproximadamente 10 reais. Ainda assim, vale lembrar que os equipamentos contrabandeados raramente se beneficiam de facilidades como parcelamento e assistência técnica, dois diferenciais que o Zeebo vai oferecer.
O desafio mais importante, porém, é de outra ordem: angariar a comunidade de desenvolvedores de jogos. De nada adianta um equipamento moderno ou cujo modelo de negócios é bem amarrado se não houver jogos de interesse dos consumidores. "Já contamos com 15 empresas para criar jogos, e dezenas de brasileiros demonstraram interesse em criar conteúdo para o Zeebo", diz o americano John Rizzo, presidente da Zeebo Inc. nos Estados Unidos e responsável pela divulgação internacional da marca. Apesar das declarações otimistas, atrair os programadores não será tarefa simples. Nunca houve tantas plataformas concorrentes. Além dos consoles, há jogos casuais na web, games portáteis e um concorrente que está chamando a atenção de toda a indústria: o combo iPhone/iPod Touch. Mais de 30 milhões de unidades dos aparelhos já foram vendidas, e a Apple anunciou recentemente mais flexibilidade nos modelos de negócios oferecidos para os parceiros maximizarem suas receitas.
Além de ainda não contar com uma plataforma estabelecida, o Zeebo terá de oferecer uma estrutura de apoio aos programadores e, principalmente, regras claras de divisão das receitas. Até agora, o modelo ainda não foi definido. "A intenção é que o criador de jogos fique com pelo menos 50% do valor líquido da venda", diz Reinaldo Normand, o idealizador do console. Mas, mesmo com as incertezas e a complexidade do negócio de games, depois de muitos anos o otimismo voltou aos corredores da Tectoy, em São Paulo. Até o Dia das Crianças, em outubro, a empresa espera estar presente em todo o país. Depois do Brasil, a expectativa é que o Zeebo seja lançado em outros países, como México, China e Índia. Fernando Fischer, presidente da Tectoy, acredita até mesmo na abertura de capital da Zeebo Inc. em algum momento do futuro. Antes de chegar a Wall Street, porém, a Tectoy vai ter de conquistar milhões de lares emergentes - e, se conseguir essa proeza, terá atingido um sucesso inédito para uma empresa de tecnologia brasileira.
http://portalexame.abril.com.br/revista/exame/edicoes/0940/tecnologia/wii-made-in-brazil-432190.html
quinta-feira, 2 de abril de 2009
VCPA4 - ESTA É A MINHA BLUE CHIP
Muitos me perguntam se invisto também nas Blue Chips.
Sim , não tenho nada contra elas, eu gosto é de oportunidade.
VCPA4 é a minha Blue Chip do momento. Estou investindo forte nela com objetivo de dobrar o meu capital ,aqui investido, até Dezembro.
Uma nova subscrição acontecerá no dia 07 de abril , vamos ficar de olho.
Vou colocar algumas notícias que me levou a acreditar nela.
No final a grande notícia de hoje. Estudem VCPA4
VCP inicia operação em Três Lagoas (MS) na próxima 2ª
24 de Março de 2009 16:08
Por João Naves de Oliveira
Campo Grande - A Votorantim Celulose e Papel (VCP) iniciará na próxima segunda-feira (dia 30) as operações em Três Lagoas (MS), cidade localizada na divisa com o Estado de São Paulo, informou hoje o diretor-presidente da empresa, José Luciano Duarte Penido. A produção inicial na unidade será de 700 mil toneladas por ano e já está totalmente vendida. Do total, 15% serão destinados para a International Paper (IP), também instalada em Três Lagoas, e o restante para países europeus e para os Estados Unidos.
A licença operacional da fábrica foi entregue ontem aos dirigentes do empreendimento, pelo governador André Puccinelli (PMDB). A unidade recebeu investimentos de US$ 1,5 bilhão, sob a promessa de ser o maior complexo do gênero no mundo em uma única linha de produção. A capacidade instalada é de 1,3 milhão de toneladas por ano, que deverá ser alcançada dentro de quatro anos.
Durante esse período, o Produto Interno Bruto(PIB) da cidade de Três Lagoas receberá aumento de pelo menos 300% e do Estado sul-mato-grossense, 15%, conforme explicou o gerente de sustentabilidade da VPC, Umberto Cinque. Entretanto, o impacto positivo já é sentido com o emprego de 2.100 pessoas, sendo 85% da mão de obra local. A estimativa é a de que cada emprego direto represente 10 indiretos no município e na região.
A plenitude da indústria será alcançada até 2020, quando o faturamento líquido estiver em torno dos US$ 4 bilhões por ano.
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VCP prevê vender 330 mil toneladas de celulose no 1o trimestre
23 de Março de 2009 21:04
SÃO PAULO (Reuters) - A Votorantim Celulose e Papel (VCP) anunciou nesta segunda-feira esperar vender 330 mil toneladas de celulose no primeiro trimestre deste ano, 7 por cento a mais do que as vendas registradas no mesmo trimestre do ano passado.
Em comunicado enviado à Comissão de Valores Mobiliários com algumas previsões operacionais para os primeiros três meses do ano, a VCP disse ainda que espera vender aproximadamente 78 mil toneladas de papel entre janeiro e março.
A companhia divulgou apenas estimativas operacionais, sem previsão de lucro ou de receita. Segundo a VCP, isso foi feito já que os resultados da companhia no quarto trimestre de 2008 ainda não foram divulgados.
No documento, a empresa também comentou o anúncio feito neste mês da aquisição das ações que pertenciam ao Safra da Aracruz.
"O pagamento referente à primeira parcela será realizado no final do mês de abril de 2009. A segunda parcela foi postergada de julho de 2009 para outubro de 2010", afirmou a companhia.
========================================================
E hoje a VCP divulgou a excelente notícia:
Caixa da VCP é reforçado em R$1,5 bi no 1o trimestre
SÃO PAULO (Reuters) - Depois de ver seu caixa cair para 529 milhões de reais em dezembro, já descontadas as obrigações com contratos de derivativos, a VCP informou nesta quinta-feira que os recursos disponíveis subiram para 2,3 bilhões de reais ao final de março.
Em teleconferência com analistas, Paulo Prignolato, diretor de finanças e relações com investidores da companhia, disse que o caixa foi reforçado com 1,5 bilhão de reais pagos pela Votorantim Industrial e BNDES para subscrever o aumento de capital da companhia, dentro do cronograma de incorporação da Aracruz.
"A Votorantim Industrial e o BNDES comunicaram a intenção de participar do aumento de capital da companhia em até 3,2 bilhões de reais", disse ele, em teleconferência com analistas. "Será liquidez imediata", afirmou ele.
Desses recursos, a empresa decidiu quitar 1,5 bilhão este ano, recursos que já foram pagos às famílias Lorentzen, Moreira Salles, Almeida Braga e Safra, detentores das ações da Aracruz. O parcelamento foi feito como forma de preservar a liquidez da companhia, segundo ele. Os demais pagamentos acontecem ao longo de 2010 e 2011, disse a empresa.
Dessa forma, 1,7 bilhão de reais ficarão no caixa por enquanto, somando-se aos recursos existentes em dezembro. "A VCP deve registrar 2,3 bilhões de reais em caixa em 31 de março", afirmou o executivo. Em dezembro de 2007, o caixa da VCP era de 1,3 bilhão de reais.
"(2008) foi um ano extremamente desafiador", disse o presidente da VCP, José Luciano Duarte Penido, na mesma teleconferência.
A empresa, segundo ele, decidiu manter a "disciplina orçamentária" e por isso priorizou os investimentos no projeto de celulose Horizonte, de Três Lagoas (MS), cujo início de produção foi antecipado de maio para março.
Na noite de segunda-feira, a VCP informou um prejuízo líquido de 970 milhões de reais, enquanto um ano antes havia registrado lucro líquido de 191 milhões de reais.
Em todo o ano 2008, o prejuízo da companhia foi de 1,3 bilhão de reais, contra ganho de 838 milhões no ano anterior.
(Reportagem de Taís Fuoco, Edição de Aluísio Alves)
Sim , não tenho nada contra elas, eu gosto é de oportunidade.
VCPA4 é a minha Blue Chip do momento. Estou investindo forte nela com objetivo de dobrar o meu capital ,aqui investido, até Dezembro.
Uma nova subscrição acontecerá no dia 07 de abril , vamos ficar de olho.
Vou colocar algumas notícias que me levou a acreditar nela.
No final a grande notícia de hoje. Estudem VCPA4
VCP inicia operação em Três Lagoas (MS) na próxima 2ª
24 de Março de 2009 16:08
Por João Naves de Oliveira
Campo Grande - A Votorantim Celulose e Papel (VCP) iniciará na próxima segunda-feira (dia 30) as operações em Três Lagoas (MS), cidade localizada na divisa com o Estado de São Paulo, informou hoje o diretor-presidente da empresa, José Luciano Duarte Penido. A produção inicial na unidade será de 700 mil toneladas por ano e já está totalmente vendida. Do total, 15% serão destinados para a International Paper (IP), também instalada em Três Lagoas, e o restante para países europeus e para os Estados Unidos.
A licença operacional da fábrica foi entregue ontem aos dirigentes do empreendimento, pelo governador André Puccinelli (PMDB). A unidade recebeu investimentos de US$ 1,5 bilhão, sob a promessa de ser o maior complexo do gênero no mundo em uma única linha de produção. A capacidade instalada é de 1,3 milhão de toneladas por ano, que deverá ser alcançada dentro de quatro anos.
Durante esse período, o Produto Interno Bruto(PIB) da cidade de Três Lagoas receberá aumento de pelo menos 300% e do Estado sul-mato-grossense, 15%, conforme explicou o gerente de sustentabilidade da VPC, Umberto Cinque. Entretanto, o impacto positivo já é sentido com o emprego de 2.100 pessoas, sendo 85% da mão de obra local. A estimativa é a de que cada emprego direto represente 10 indiretos no município e na região.
A plenitude da indústria será alcançada até 2020, quando o faturamento líquido estiver em torno dos US$ 4 bilhões por ano.
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VCP prevê vender 330 mil toneladas de celulose no 1o trimestre
23 de Março de 2009 21:04
SÃO PAULO (Reuters) - A Votorantim Celulose e Papel (VCP) anunciou nesta segunda-feira esperar vender 330 mil toneladas de celulose no primeiro trimestre deste ano, 7 por cento a mais do que as vendas registradas no mesmo trimestre do ano passado.
Em comunicado enviado à Comissão de Valores Mobiliários com algumas previsões operacionais para os primeiros três meses do ano, a VCP disse ainda que espera vender aproximadamente 78 mil toneladas de papel entre janeiro e março.
A companhia divulgou apenas estimativas operacionais, sem previsão de lucro ou de receita. Segundo a VCP, isso foi feito já que os resultados da companhia no quarto trimestre de 2008 ainda não foram divulgados.
No documento, a empresa também comentou o anúncio feito neste mês da aquisição das ações que pertenciam ao Safra da Aracruz.
"O pagamento referente à primeira parcela será realizado no final do mês de abril de 2009. A segunda parcela foi postergada de julho de 2009 para outubro de 2010", afirmou a companhia.
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E hoje a VCP divulgou a excelente notícia:
Caixa da VCP é reforçado em R$1,5 bi no 1o trimestre
SÃO PAULO (Reuters) - Depois de ver seu caixa cair para 529 milhões de reais em dezembro, já descontadas as obrigações com contratos de derivativos, a VCP informou nesta quinta-feira que os recursos disponíveis subiram para 2,3 bilhões de reais ao final de março.
Em teleconferência com analistas, Paulo Prignolato, diretor de finanças e relações com investidores da companhia, disse que o caixa foi reforçado com 1,5 bilhão de reais pagos pela Votorantim Industrial e BNDES para subscrever o aumento de capital da companhia, dentro do cronograma de incorporação da Aracruz.
"A Votorantim Industrial e o BNDES comunicaram a intenção de participar do aumento de capital da companhia em até 3,2 bilhões de reais", disse ele, em teleconferência com analistas. "Será liquidez imediata", afirmou ele.
Desses recursos, a empresa decidiu quitar 1,5 bilhão este ano, recursos que já foram pagos às famílias Lorentzen, Moreira Salles, Almeida Braga e Safra, detentores das ações da Aracruz. O parcelamento foi feito como forma de preservar a liquidez da companhia, segundo ele. Os demais pagamentos acontecem ao longo de 2010 e 2011, disse a empresa.
Dessa forma, 1,7 bilhão de reais ficarão no caixa por enquanto, somando-se aos recursos existentes em dezembro. "A VCP deve registrar 2,3 bilhões de reais em caixa em 31 de março", afirmou o executivo. Em dezembro de 2007, o caixa da VCP era de 1,3 bilhão de reais.
"(2008) foi um ano extremamente desafiador", disse o presidente da VCP, José Luciano Duarte Penido, na mesma teleconferência.
A empresa, segundo ele, decidiu manter a "disciplina orçamentária" e por isso priorizou os investimentos no projeto de celulose Horizonte, de Três Lagoas (MS), cujo início de produção foi antecipado de maio para março.
Na noite de segunda-feira, a VCP informou um prejuízo líquido de 970 milhões de reais, enquanto um ano antes havia registrado lucro líquido de 191 milhões de reais.
Em todo o ano 2008, o prejuízo da companhia foi de 1,3 bilhão de reais, contra ganho de 838 milhões no ano anterior.
(Reportagem de Taís Fuoco, Edição de Aluísio Alves)
GLOB3 - MINHA OPINIÃO
Dando um palpite, acho que "Lojas Americanas" fica com o Ponto Frio.
Vamos acompanhar as notícias porque pode ser um bom "foguetão" da noite para o dia.
A ação que chegou a valer R$ 50,00 , não seria nada demais atingir os R$ 15,00 quando a venda for anunciada. Teremos um novo controlador e a tendência de alta pode ser bem forte.
Ponto Frio na casa dos R$ 20,00, até o final do ano, seria um bom preço.
Olho em GLOB3, pode ser uma bela oportunidade.
Não se esqueçam que a MARCA , PONTO FRIO é muito valiosa.
Boa sorte pra todos , leiam as matérias abaixo e estudem.
Vamos acompanhar as notícias porque pode ser um bom "foguetão" da noite para o dia.
A ação que chegou a valer R$ 50,00 , não seria nada demais atingir os R$ 15,00 quando a venda for anunciada. Teremos um novo controlador e a tendência de alta pode ser bem forte.
Ponto Frio na casa dos R$ 20,00, até o final do ano, seria um bom preço.
Olho em GLOB3, pode ser uma bela oportunidade.
Não se esqueçam que a MARCA , PONTO FRIO é muito valiosa.
Boa sorte pra todos , leiam as matérias abaixo e estudem.
GLOB3 - PÃO DE AÇÚCAR TAMBÉM TEM INTERESSE
Mais cauteloso, o Grupo Pão de Açúcar também se posicionou oficialmente ontem. Em comunicado, negou que tenha feito qualquer proposta para comprar o Ponto Frio, mas deixou a porta entreaberta.
GLOB3 - GRUPO SÍLVIO SANTOS PODE COMPRAR
O Grupo Silvio Santos, dono – entre diversas empresas - das Lojas do Baú Crediário, apresentou-se nesta terça-feira como candidato a adquirir a rede de varejo Ponto Frio, controlada pela Globex S/A, que no último fim de semana se colocou oficialmente à venda. Ao Estadão,o presidente do Grupo SS, Luiz Sebastião Sandoval, confirmou ter feito contato com o presidente da varejista, Manoel Amorim, e afirmou que hojer procuraria o Goldman Sachs, contratado pelo Ponto Frio para negociar com potenciais compradores. Com a ressalva de que aind aprecisa conhecer melhor a companhia, Sandoval admite que a compra facilitaria o caminho das Lojas do Baúm, hoje com 17 pontos de venda, para se tornar uma rede nacional. O Ponto Frio possui cerca de 400 lojas. Sandoval não revela o quanto estaria disposto a desembolsar no negócio.
GLOB3 - LOJAS AMERICANAS PODE COMPRAR
A Lojas Americanas confirmou que está avaliando a situação da Globex, controladora da rede varejista Ponto Frio. Em comunicado ao mercado, a empresa afirma que iniciou, “em caráter totalmente preliminar, uma análise de informações relativas à Globex Utilidades S/A, que nos foram disponibilizadas". A Amerricanas diz que a análise iniciou-se nos últimos dois dias, “não havendo qualquer juízo formado ou decisão tomada, sequer preliminar, a respeito do tema, nem muito menos qualquer tipo de proposta comercial (...)”.
GLOB3 - INSINUANTE PODE COMPRAR
Insinuante, varejista líder no Nordeste, também se diz interessada no Ponto FrioConsultor acredita que movimentação pode ser apenas uma ação de relações públicas das empresas02.04.2009 - 12:17RedaçãoA Insinuante, rede varejista de móveis e eletrônicos líder no Nordeste, manifestou interesse na compra do Ponto Frio. A rede carioca, controlada pela Globex S/A, colocou-se oficialmente à venda no último fim de semana. Leia: Ponto Frio comunica a CVM que está à procura de compradores. Segundo o diretor-presidente da Insinuante, Luiz Carlos S. Batista, a empresa firmou um consórcio com o Banking & Trade Group (BTG), do empresário André Esteves, para avaliar a situação da companhia e fazer uma oferta formal, informa o Estadão. Segundo uma fonte do mercado, essa proposta teria até já sido apresentada. Mais cauteloso, o Grupo Pão de Açúcar também se posicionou oficialmente ontem. Em comunicado, negou que tenha feito qualquer proposta para comprar o Ponto Frio, mas deixou a porta entreaberta. A movimentação tem provocado uma certa estranheza no mercado. O consulgtor Eugênio Foganholo, da Mixxer Desenvolvimento Empresarial, comentou ao Estadão que "a torcida brasileira virou compradora do Ponto Frio". O procedimento habitual no mundo dos negócios é o sigilo tanto do comprador como do vendedor, evitar distorções no valor do negócio. Foganholo considera que a movimentação das redes pode ser uma ação de relações públicas, para mostrar que estão economicamente saudáveis.
terça-feira, 31 de março de 2009
MILK11 - VENDA PODE SAIR A QUALQUER MOMENTO
http://www.relatorioreservado.com.br/arquivo/2009/pdfs/RR3598.pdf
Vejam que a Parmalat poderá ser vendida e para uma grande empresa.
OLHO NA MILK11
Vejam que a Parmalat poderá ser vendida e para uma grande empresa.
OLHO NA MILK11
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