MERCADO LIVRE

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

VIVA A TELEBRAS

Excelente notícia. Viva a Telebrás e parabéns aos que acreditaram e acreditam.








Serviços governamentais são primeiro alvo da Telebrás
quarta-feira, 7 de janeiro de 2009, 19h54

Segundo apurou este noticiário junto a fontes qualificadas, a idéia de revitalizar a Telebrás tem muitos seguidores dentro do governo e seu maior defensor agora faz parte da estatal. O secretário de logística e tecnologia da informação do Ministério do Planejamento, Rogério Santanna, assumiu em dezembro de 2008 cadeira no conselho de administração da empresa. Segundo fontes do governo, a entrada de Santanna não deixa nenhuma dúvida de que a reativação da estatal continua forte nos planos do Estado.

A proposta ainda seria colocar a Telebrás como gestora de uma futura rede pública de Internet em alta velocidade. O primeiro passo é a exploração das fibras apagadas da Eletronet, empresa do grupo Eletrobrás em processo de falência e que possui aproximadamente 6 mil km em fibras óticas.

Outro ponto da estratégia é jogar para esta rede o tráfego de informações governamentais. O fato de hoje as comunicações de governo serem dependentes de redes administradas por empresas privadas (concessionárias de telecom) continua incomodando a administração pública, daí a estratégia de começar deste ponto a reativação da Telebrás. Em um segundo passo, há planos de ampliação do escopo da estatal, que poderia vir a fechar acordos no futuro com outras detentoras de redes (distribuidoras de energia elétrica, por exemplo) para gerir o acesso a essa infraestrutura. O Executivo, contudo, faz grande esforço para afastar a interpretação de que a Telebrás concorrerá com as concessionárias e demais empresas de telecomunicações, mas o fim da contratação das teles privadas para a prestação de serviços ao governo, por si só, já terá impacto significativo no mercado

Eletronet

A grande pendência para que o projeto decole, agora que o aporte de R$ 200 milhões já foi feito, continua sendo a falência da Eletronet. Mas o governo já teria encontrado uma saída para o caso. Usando uma cláusula contratual, o governo conseguiu uma liminar assegurando à Telebrás a gestão provisória das fibras até que o caso seja concluído em definitivo. A decisão tomada pelo Tribunal Regional Federal (TRF) 2, do Rio de Janeiro, resguarda os serviços que hoje usam a rede da Eletronet, que ficarão de fora da gestão da Telebrás.

A decisão ainda não foi cumprida pela justiça da primeira instância que está cuidando do processo, mas o governo está otimista: acredita que em pouco tempo a emissão de posse será assinada em favor da Telebrás, permitindo que ainda neste ano a estatal volte novamente à ativa.

Sempre viva

Para além dos planos traçados pelo governo para a Telebrás, a estatal manteve-se bastante viva nesses 11 anos de privatização das telecomunicações se for considerado o quadro de profissionais da entidade. Na contagem mais recente, de 30 de novembro de 2008, a Telebrás possuia 232 funcionários, sendo que apenas quatro trabalham na sede da empresa e um representa a estatal no sindicato do setor.

Os outros 227 profissionais estão espalhados por órgãos públicos, em especial na Anatel. Ao todo, 187 funcionários trabalham na agência reguladora, diversos em posições importantes como superintendentes e gerentes. Outros 19 profissionais estão no Ministério das Comunicações. Existem ainda funcionários cedidos à Presidência da República, Abin, Ministério do Planejamento e Ministério dos Transportes.

Assim, mesmo que o projeto de reativação da Telebrás não decole de fato, a manutenção da estatal é considerada importante para o governo uma vez que sua liquidação traria danos especialmente para os quadros da Anatel. Nesse aspecto, a reativação efetiva da estatal poderá no futuro corrigir discrepâncias salariais existentes hoje na agência reguladora entre os especialistas admitidos por concurso e os funcionários cedidos pela Telebrás.









http://www.teletime.com.br/News.aspx?ID=110876

Excelente notícia para KEPL3

30/12/2008 - 08:13

Setor agropecuário colheu em 2008 maior safra de grãos da história

Brasília - A crise mundial dos alimentos, a explosão dos custos de produção, o embargo europeu à carne bovina brasileira e a maior colheita de grãos da história foram fatos que marcaram o setor agropecuário no país em 2008. O desafio agora é encontrar um novo modelo de financiamento para os produtores.

Em relação à produção de alimentos, o ano começou com características bem diferentes das que se verificam agora, em seu desfecho. Antes era a crise dos altos preços dos alimentos, agora é a econômica, que reduziu as fontes de crédito contratadas pelos produtores. Os custos de produção aumentaram até 50% em alguns casos, influenciados sobretudo pelos fertilizantes, que atingiram, segundo classificação de representantes do governo e do setor produtivo, preços “abusivos”.

A crise dos alimentos foi considerada a maior dos últimos 30 anos. Uma das causas seria o aumento da demanda em países asiáticos, principalmente China e Índia, onde a população passou a ter acesso a produtos pouco consumidos anteriormente, como carne. Outras causas seriam o uso do milho para produção de etanol nos Estados Unidos, algumas secas regionalizadas, devido a mudanças no clima, e o aumento do preço do petróleo, matéria-prima usada na fabricação de fertilizantes.

Estimulados pelos bons preços das commodities agrícolas e com condições climáticas favoráveis, os agricultores brasileiros colheram a maior safra de todos os tempos. Foram 143,2 milhões de toneladas, um incremento de 9% em relação ao ciclo anterior. Junto com os bons resultados no campo, uma conquista no Congresso: a Lei 11.775, sancionada em setembro, definiu as regras da maior renegociação da dívida rural já feita. Entraram no programa R$ 75 bilhões em débitos de 2,8 milhões de contratos.

O presidente da Comissão Nacional de Endividamento da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), deputado Homero Pereira (PR-MT), disse que, apesar de não ter correspondido a todas as expectativas, a renegociação foi melhor do que qualquer contrato assinado individualmente no sistema financeiro, concedendo descontos e ampliação dos prazos de pagamento. O período para adesão expirou no último dia 12 e os produtores têm até o dia 31 deste mês para fazer os depósitos exigidos.

Apesar de alguns produtos agrícolas terem dobrado ou até triplicado de preço, a renda dos produtores não aumentou significativamente, justamente por causa do novo patamar de custo de produção. O ministro do Desenvolvimento Agrário, Guilherme Cassel, disse, em abril, que o preço dos alimentos não subiu mais, pressionando a inflação, graças à agricultura familiar, responsável por 70% dos produtos consumidos internamente. Ele avaliou, no entanto, que aquela crise duraria entre cinco e 10 anos.

Em meio às incertezas quanto ao novo patamar de preço dos alimentos, o Brasil entrou na briga global para defender a produção de biocombustíveis a partir da cana-de-açúcar. Vários críticos argumentaram que alimentos estavam sendo usados para a fabricação do novo combustível, como é o caso do milho nos Estados Unidos, contribuindo ainda mais para a crise.

Por aqui, a crítica foi em relação às condições de trabalho empregadas na colheita. No fim de novembro, foi realizada em São Paulo a 1ª Conferência Internacional de Biocombustíveis. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva se disse “convencido” de que o debate internacional sobre matrizes energéticas será vencido pelos biocombustíveis.

Fato marcante, ocorrido no fim de janeiro, foi a suspensão das importações de carne bovina brasileira pela União Européia, sob alegação de falhas no sistema de rastreamento do país, que atesta a origem dos animais abatidos. Após o reconhecimento do problema pelo Ministério da Agricultura e a adoção de medidas para resolver as deficiências, uma centena de fazendas foi autorizada a exportar para o bloco. Atualmente, oito estados (Minas Gerais, São Paulo, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Espírito Santo, Paraná e Rio Grande do Sul) estão aptos, reativando um comércio que, em 2007, gerou US$ 420 milhões em dividendos para o Brasil.

Depois da colheita recorde, a preparação para o plantio na safra 2008-2009 foi marcada por reivindicações dos produtores, que, devido à crise econômica mundial, deixaram de ter parte da produção comprada antecipadamente pelas trading companies. Esses recursos representavam um terço do financiamento da safra, complementados por empréstimos do governo e por reservas dos próprios produtores.

Com a nova crise, a incerteza, mais uma vez, sobre sua duração, e o improvável retorno do capital estrangeiro ao setor agrícola no mesmo volume verificado até então, um novo desafio se apresenta: que modelo de financiamento será adotado na agropecuária brasileira? A escassez de recursos para a agricultura e tantas incertezas devem causar redução entre 5% e 10% no volume de grãos colhidos no próximo ano. Diante da inviável manutenção do modelo atual, técnicos da área econômica já começaram a se reunir periodicamente para discutir possíveis alternativas. O setor produtivo ensaia uma proposta.

Na apresentação do balanço do ano e das perspectivas para 2009 feita pela CNA, o professor da USP e consultor da entidade Guilherme Dias afirmou que “a primeira mudança deve vir do próprio produtor, que deve se apresentar como uma firma rural moderna, capaz de sobreviver aos novos desafios”. Ele disse ainda que, sem transparência, não há como montar um seguro de produção.

Expansão do seguro rural, ampliação da política de preços mínimos ou incorporação, pelo governo, da parte que era financiada pelas trading companies. Ninguém se arrisca a dizer qual será a saída para uma agricultura sustentável a longo prazo no país. A única unanimidade é que o modelo atual está superado. Com tantas crises, no entanto, é possível que, até o modelo ser implantado, muitas das reivindicações apresentadas em 2008 se repitam ainda por algumas safras. | Danilo Macedo/ABr







http://www.revistafator.com.br/ver_noticia.php?not=63432




Não se esquecendo da matéria abaixo publicada no ano passado:

Acho que chegou a hora de se recuperar , ações estão muito baixas.

Vamos torcer pra ela voltar em 0,45 pelo menos.

http://www.revistafator.com.br/ver_noticia.php?not=33975

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

MILK11 - MAPA VAI APOIAR COMERCIALIZAÇÃO DO LEITE.

VIVA MILK11, tudo o que ela precisava neste momento.

Parabéns ao governo Lula mais uma vez.



SÃO PAULO, 6 de janeiro de 2009 - O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) inicia este mês a operação de medidas para apoiar a comercialização do leite. O objetivo do governo é reduzir o excedente do produto no mercado e melhorar os preços para os produtores. Uma das medidas é o Prêmio de Escoamento de Produto (Pep), que por meio de leilões quinzenais, permitirá escoamento da produção para regiões deficitárias. Os leilões, realizados com base nos preços mínimos, iniciam em 13 de janeiro, quando serão ofertados 200 milhões de litros do produto. O preço de referência para efeito de comprovação será de R$ 0,47 por litro de leite nas regiões Sul e Sudeste. Na região Centro-Oeste, o preço mínimo será R$ 0,45 por litro, exceto no estado de Mato Grosso, em que a referência foi fixada em R$ 0,41. O valor do prêmio é R$ 0,07 por litro. Também está prevista para a primeira quinzena de janeiro a Linha Especial de Crédito (Lec) para o leite, que permite financiar o carregamento do estoque de leite e derivados para garantir melhores preços na comercialização. A Lec terá limite de R$ 15 milhões para indústria ou beneficiadora, com taxa de juro a 6,75%, e poderá ser contratada até junho de 2009. O preço de referência para efeito de comprovação será de R$ 0,55 por litro nas regiões Sul e Sudeste.

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

CURIOSIDADES SOBRE A HOOT4

Por muitas vezes as especulações criam altas históricas e quem embarca nessa pode garantir bons lucros. Não é garantida a alta , mas é uma tendência e como brasileiro gosta de boatos a tendência se fortalece.

Em janeiro de 2008


Dia 07 a ação valia 0,50 teve apenas 2 negócios
Dia 08 a ação valia 0,50 teve apenas 3 negócios

Vejam o impressionante

Dia 09 a ação abriu em 0,48 e terminou em 0,47 , baixa de 6% com 11 negócios.

Dia 10 ela abriu em 0,52 e fechou na cotação maxima de 0,72 com 61% com os incríveis 273 negócios.

Dia 11 ela chegou em 1,15 com 439 negócios.

Dia 12 ela chegou em 1,48 na cotação máxima e com 432 negócios

Depois começou a recuar.

Então amigos ela foi de 0,48 até 1,48.


A especulação vive em torno disto e eu é que não fico de fora, vai que sobe novamente?


Então fica aqui o que sempre digo: zero negócio, 2 negócios não quer dizer muita coisa nestes momentos de tendência, porque no dia seguinte uma subida puxa a outra e os negócios aumentam incrivelmente.

Espero ter ajudado mais claramente sobre o que está acontecendo em torno da HOOT4 neste momento.


Outra alta histórica aconteceu em 2007 , quando as ações saíram de 0,47 e foram alcançar 2,30 que é o seu TH. ( Isto aconteceu em junho/julho).

HOOT4 demora, mas quando vai , vai que vai.

Dia 09 chegandoooooooooooooooooooooooooooo VIVA HOOT4

As movimentações na bolsa são feitas de notícias , boatos e especulações. Lembrem-se disto sempre.

AOS NOVATOS


Esta é a teoria ensinada mas que por muitas vezes não corresponde a realidade.

É como cursar uma faculadade e depois entrar no mercado de trabalho, a realidade é outra.

Mas recomendo a boa leitura para que possam avaliar os itens importantes de uma empresa e compararem com a realidade.


Indicadores de desempenho ajudam a escolher as melhores ações

Para avaliar o potencial de valorização de uma ação ou mesmo se está na hora de vender o papel antes que caia mais, muitos investidores se utilizam de indicadores de avaliação, também chamados de múltiplos. Para entender melhor o que significam, é mais fácil comparar a ação com um imóvel. Da mesma forma que você pode avaliar o preço de um imóvel pelo valor do metro quadrado, pelo preço em relação ao número de quartos e pelo preço por número de vagas, para avaliar uma ação vários indicadores ajudam na escolha. Saiba mais sobre eles:

1) Valor econômico dos ativos da empresa/Lajida

Um dos critérios mais empregados para avaliar uma empresa leva em conta a capacidade de ela gerar lucros no futuro - conhecido como Lajida ou Ebitda -, o valor da ação na Bolsa e o endividamento líquido.

Este indicador, portanto, é uma forma de relacionar o capital total que precisa ser remunerado, próprio (dos acionistas) e de terceiros (valor da dívida), com a capacidade de geração de caixa da empresa (fluxo de caixa).

O Lajida é a sigla de Lucro Antes de Juros, Impostos, Depreciação e Amortização e, em inglês, é o Ebitda, muito conhecido no mercado financeiro. O Lajida corresponde a uma espécie de lucro operacional, antes das despesas financeiras, ou seja, é uma estimativa da capacidade de geração de caixa da companhia.

O resultado da relação ente o valor econômico e o Lajida dará ao investidor o período necessário, em anos, para que a geração de caixa atinja o valor de mercado da companhia. Por esta lógica, quanto menor o período, melhor, pois significa que a empresa está com forte geração de caixa. Caso contrário, o índice pode indicar que a empresa vale mais do que deveria na Bolsa.

Esse resultado deve ser comparado com o de outras empresas do mesmo setor, pois companhias de diferentes segmentos têm ritmos de geração de caixa distintos.

2) Valor presente

Neste modelo, o analista estima qual o atual valor econômico de uma empresa a partir de seu fluxo de caixa esperado, para um determinado período de tempo. Este fluxo de caixa – que é o quanto a empresa deve gerar de resultados no futuro - é avaliado por um número significativo de anos. Este tipo de estudo exige que o analista tenha na mão uma série de parâmetros.

É preciso que ele conheça ou consiga estimar: vendas, preços, participação no mercado, atuação da concorrência, comportamento dos custos, necessidades de capital de giro, investimentos em ativo fixo, nível de crescimento. Estes e outros fatores vão permitir chegar ao fluxo de caixa da empresa, o que se espera gerar com o investimento em determinado período.

A partir daí é preciso trazer estes valores, distribuídos ao longo de anos, ao valor presente. Isso é feito descontando, do valor futuro, uma taxa referencial de juros. Por trás deste raciocínio está a questão do valor do dinheiro no tempo. Ou seja: o fluxo vai ocorrer no futuro, mas quanto o investidor está disposto a pagar hoje para receber este rendimento no futuro?

Como envolve tempo e dinheiro, é preciso definir uma taxa de juros que possa representar corretamente este valor do dinheiro no tempo. E para definir esta taxa de juros, o analista vai calcular o risco da empresa específica.

Como a rentabilidade exigida de qualquer investimento depende de seu nível de risco, é preciso calcular o nível de taxa de desconto (rendimento exigido) para o nível de risco da empresa. Esta taxa é obtida pela observação da taxa sem risco do mercado, mais uma taxa de risco da empresa, considerando seu comportamento em relação à média de mercado.

O importante é entender que este valor presente considera todas as entradas e saídas que a empresa vai ter, trazendo estes valores a preços de hoje, por meio do desconto de uma taxa de juro que é proporcional ao risco que a empresa traz para o investidor. Quanto maior o risco, maior esta taxa de desconto.

Um exemplo: vamos supor que uma empresa tenha um fluxo de caixa, já consolidado, inclusive com pagamento de dívidas, de R$ 100 por ano, num horizonte de investimento de cinco anos. E seu nível de risco possa ser representado por uma taxa de juro de 20% ao ano. Qual seria o valor presente da empresa?

Valor no final do ano Fator de Divisão Valor presente da parcela

100 1,20 83,33

100 (1,20) 2 69,44

100 (1,20) 3 57,87

100 (1,20) 4 48,23

100 (1,20) 5 40,19

Valor presente (total) 299,06

O fator de divisão é obtido a partir do valor do juro acumulado no período. Pela tabela vemos que esta empresa, que vai gerar R$ 100 por ano de operação, considerando que seu risco equivale a uma taxa de juro de 20%, vale hoje R$ 299,06. O investidor compara este valor com o valor efetivo de mercado. Se as ações da empresa valem no mercado R$ 200, existe um potencial de valorização da ordem de R$ 99,06. Considerando que o preço estimado de R$ 299,06 já inclui o risco, é um investimento com retorno potencial significativo.

Se a empresa estiver valendo R$ 350, por outro lado, é hora de vender este ativo, porque provavelmente o preço de suas ações deve cair. Este é o principal critério para os analistas recomendarem compra ou venda do papel.

3) Relação entre preço e lucro (P/L)

Este indicador estabelece a relação entre o preço médio da ação na Bolsa durante um período de tempo e o lucro neste mesmo período avaliado. O resultado indica o número de anos em que o acionista, teoricamente, obterá o retorno do investimento. Dessa forma, quanto menor o PL, mais recomendável é a aquisição da ação.

Ao apurar este índice, o investidor deve levar em consideração que as receitas das empresas oscilam ao longo do ano. Assim como outros, o indicador deve ser avaliado em conjunto para a tomada de decisão.

PL = cotação da ação/ lucro líquido da ação

4) Relação entre preço e valor patrimonial da ação (P/VPA)

Esse indicador demonstra se as ações na Bolsa apresentam uma espécie de ágio ou deságio em relação ao valor contábil da companhia para o acionista. Teoricamente, ações negociadas com ágio seriam menos atraentes porque já estariam caras. Na prática, no entanto, esse ágio pode ser resultado de uma expectativa boa em relação ao preço no futuro, como ocorre, por exemplo, no caso de anúncio de pagamento de dividendos.

Para calcular essa relação, é necessário dividir o preço atual da ação na Bovespa pelo valor patrimonial do papel.

O múltiplo pode ser usado como um indicador de retorno da ação a longo prazo. Mas, cuidado: um papel pode ter um P/VPA baixo e não estar barato. Neste caso, isso pode indicar que os investidores têm expectativa negativa para a ação no futuro. O investidor também precisa estar atento ao fato de que ele não considera os ativos intangíveis e de que o valor da ação explícito no balanço pode não representar o valor verdadeiro dos ativos da empresa.

P/PVA = Preço de mercado da ação/ Valor Patrimonial da Ação

5) Retorno do dividendo (dividend yield em inglês)

Para quem adquire ações de olho no longo prazo, um dos critérios mais relevantes é a capacidade de a empresa pagar dividendos. Com esse índice, o acionista pode calcular a rentabilidade da ação de acordo com o valor da bonificação. O cálculo leva em conta as cotações do último dia útil do ano anterior. Quanto maior o resultado, melhor para o acionista, pois o retorno está sendo mais favorável.

As empresas emergentes geralmente apresentam retorno menor de dividendo ao acionista do que as empresas consolidadas, salvo nos casos em que a empresas pagam mais dividendos para atrair o investidor. Por outro lado, um papel com elevado dividendo, em relação ao preço de sua ação, tende a ter menor potencial de valorização no mercado.

Taxa de retorno do investimento (%) = Dividendo da Ação / Cotação da Ação

6) Relação entre dívida da empresa e patrimônio líquido (Dívida/PL)

Relação entre dívidas com terceiros (empréstimos ou fornecedores) e o patrimônio líquido (capital próprio). Mostra a estrutura de capital da companhia, do ponto de vista de nível de endividamento.

Em atividades estáveis pode haver maior nível de endividamento, porque há capacidade de prever o fluxo de geração de recursos. Nas instáveis, há maior risco de inadimplência e falência, porque os resultados são menos previsíveis.

7) Relação entre dívida da empresa e valor econômico

Uma das formas mais usadas de avaliar o endividamento de uma companhia é a divisão entre a dívida da empresa e seu valor econômico. O resultado mostrará ao acionista o porcentual da dívida em relação ao capital da empresa.

Análises de longo prazo utilizam mais esse indicador, pois investir em ações de uma empresa com muitas dívidas pode representar risco de inadimplência ou de baixo valor de dividendos a receber, por exemplo.

Endividamento = Dívidas/ Valor de Mercado

8) Liquidez da companhia

Uma das formas de calcular a capacidade de a empresa pagar suas dívidas no curto prazo é chamada de liquidez corrente e é calculada dividindo o ativo circulante pelo passivo circulante. Apesar de ser um bom indicador, o investidor também deve avaliar o eventual descompasso entre entradas e saídas de recursos neste período de um ano. Por exemplo: se a empresa vai receber R$ 200 em seis meses e não tem recursos hoje para pagar uma dívida de R$ 100, isso é um problema.

Para investidores, o interesse neste indicador está em avaliar o risco para os acionistas, caso a empresa aumente suas dívidas (com a emissão de títulos ou na aquisição de outra empresa, por exemplo) ou ainda o risco de um eventual calote.

O indicador deve ser avaliado em conjunto com outros múltiplos, pois uma alta capacidade de pagar dívidas pode não representar uma boa administração financeira.

Outro indicador de liquidez é o grau de imobilização indica quanto do patrimônio líquido está imobilizado (ativos fixos como equipamentos, imóveis). Quanto maior o grau de imobilização, maior a dependência de capital de terceiros para girar o negócio, o que pode engessar a empresa numa necessidade maior de crédito para investimentos.

Liquidez Corrente = Ativos circulante/ Passivos circulantes

9) Retorno Sobre Patrimônio

O Retorno Sobre Patrimônio (ROE, na sigla em inglês) é um indicador financeiro que mede o retorno do capital investido pelos acionistas (patrimônio líquido). Ele é bastante utilizado pelos investidores em períodos de turbulência econômica, pois mostra a capacidade da empresa em agregar valor a ela mesma. Para calculá-lo, basta dividir o lucro líquido da empresa pelo seu patrimônio líquido, sendo que ambos os dados estão presentes no balanço.

SNSY5

Pois é amigos, quando comecei a avisar por aqui , ela estava menos de 0,60 e agora chegou a 1,00.
Quase 100% de lucro e ainda tem gente que critica, rs.

Olho no book, pode buscar 1,20 agora.

FHER3

http://www.capitalnews.com.br/ver_not.php?id=63769&ed=Pol%C3%ADtica&cat=Not%C3%ADcias

LAME4 - VISÃO DE NEGÓCIOS

Este é o Armínio Fraga, um homem de negócios e visão de futuro. Será um futuro Warren Buffet?


http://oglobo.globo.com/economia/mat/2008/12/29/gavea-de-arminio-fraga-compra-11-67-das-lojas-americanas-587719319.asp

MILK11 - SAIU NO RELATÓRIO RESERVADO

Leite derramado
A Itambé entrou no
páreo para a compra de
ativos da Parmalat. O
alvo são centros de distribuição
e equipamentos
das fábricas desativadas.

Notícia divulgada nesta segunda-feira no RR.

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

Parabéns OTHON

Já vou fazer as minhas reservas, achei o máximo, parabéns e viva a HOOT4.

http://www.planetaothon.com.br/carnaval2009/site/planeta_othon.asp