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segunda-feira, 8 de março de 2010
PACIÊNCIA AOS IMPACIENTES
De vez em quando algumas ações estacionam e ficam acumulando e fazendo as TROCAS DE MÃOS.
Importante pq quem estã comprando e comprando , não vai querer vender abaixo.
E isto é que faz a ação acumular para projetar novos ganhos.
Portanto eu tenho a paciência e objetivo de aguardar os acumulos para novas subidas.
Muitas das ações que tenho se valorizaram muito durante este ano e portanto elas estão ganhando fôlego para uma nova subida.
Tem gente que acha que as ações deveriam subir 20% , 50% todo mês, rsrsrsss
Também não é assim.
Mutios pulam fora das ações por falta de paciência e na semana seguinte elas disparam. Infelizmente deixam de ganhar por falta de paciência.
TOYB4 por exemplo ficou muito tempo em 0,05 e chegou recentemente a 0,16. Muitos venderam aos 0,05 pela impaciência e deixaram de lucrar 200%.
É isto , paciência faz parte dos melhores jogos e estratégias.
Importante pq quem estã comprando e comprando , não vai querer vender abaixo.
E isto é que faz a ação acumular para projetar novos ganhos.
Portanto eu tenho a paciência e objetivo de aguardar os acumulos para novas subidas.
Muitas das ações que tenho se valorizaram muito durante este ano e portanto elas estão ganhando fôlego para uma nova subida.
Tem gente que acha que as ações deveriam subir 20% , 50% todo mês, rsrsrsss
Também não é assim.
Mutios pulam fora das ações por falta de paciência e na semana seguinte elas disparam. Infelizmente deixam de ganhar por falta de paciência.
TOYB4 por exemplo ficou muito tempo em 0,05 e chegou recentemente a 0,16. Muitos venderam aos 0,05 pela impaciência e deixaram de lucrar 200%.
É isto , paciência faz parte dos melhores jogos e estratégias.
ECOD3 e JBDU4 - Pergunta do amigo ROG1969
Que bomba esta da Ecodiesel, não? Acha que é reversível no curto prazo?
E quanto a JBDU? Nunca mais falou dela...[/quote]
Oi, não tenho muito o que falar, rs.
Já postei algumas vezes o porque comprei JBDU4.
Na expectativa da votação da MP e que para o médio prazo acredito que a suposta entrada no setor imobiliário seja muito interessante para a empresa.
Comprei e guardei. Hoje vale 0,14 a 0,16.
Espero que daqui a 1 ano esteja valendo 1,00.
Vamos aguardar.
Quanto a ECOD3 , não tenho ainda uma opinião formada, mas acredito que o governo juntamente com a empresa , achem rapidamente uma solução. Lula quer que o País cresça e justamente agora atrasar a produtividade de uma gigante no mercado, não seria interessante. Ainda mais que a ECOD3 poderá futuramente fazer parte do grupo da PETROBRAS.
Acredito numa rápida solução , só isso, mas não sei afirmar de forma mais aprofundada.
Tenho que aguardar algumas notícias.
Boa sorte.
E quanto a JBDU? Nunca mais falou dela...[/quote]
Oi, não tenho muito o que falar, rs.
Já postei algumas vezes o porque comprei JBDU4.
Na expectativa da votação da MP e que para o médio prazo acredito que a suposta entrada no setor imobiliário seja muito interessante para a empresa.
Comprei e guardei. Hoje vale 0,14 a 0,16.
Espero que daqui a 1 ano esteja valendo 1,00.
Vamos aguardar.
Quanto a ECOD3 , não tenho ainda uma opinião formada, mas acredito que o governo juntamente com a empresa , achem rapidamente uma solução. Lula quer que o País cresça e justamente agora atrasar a produtividade de uma gigante no mercado, não seria interessante. Ainda mais que a ECOD3 poderá futuramente fazer parte do grupo da PETROBRAS.
Acredito numa rápida solução , só isso, mas não sei afirmar de forma mais aprofundada.
Tenho que aguardar algumas notícias.
Boa sorte.
KEPL3 - Só compro ações que acredito ter um grande potencial para o longo prazo. Portanto algumas datas podem ser importantes no curto prazo também. Estudemmmmmmmmm KEPL3. Esta pode subir muito forte ainda este mês.
07/03 - 07:50 - Agência Estado
O Brasil ultrapassou o Canadá e se tornou o terceiro maior exportador de produtos agrícolas do mundo. Na última década, o País já havia deixado para trás Austrália e China.
Hoje, apenas Estados Unidos e União Europeia vendem mais alimentos no planeta que os agricultores e pecuaristas brasileiros.
Segundo dados da Organização Mundial de Comércio (OMC) divulgados neste ano, o Brasil exportou US$ 61,4 bilhões em produtos agropecuários em 2008; os embarques do Canadá somaram US$ 54 bilhões do Canadá. Em 2007, os canadenses mantinham estreita vantagem, com vendas de US$ 48,7 bilhões, montante pouco acima dos US$ 48,3 bilhões do Brasil.
O ritmo de crescimento da produção brasileira de alimentos já deixava claro que a virada estava prestes a ocorrer. Entre 2000 e 2008, as exportações agrícolas do Brasil cresceram 18,6%, em média, por ano, acima dos 6,3% do Canadá, 6% da Austrália, 8,4% dos Estados Unidos e 11,4% da União Europeia. Em 2000, o País ocupava o sexto lugar no ranking dos exportadores agrícolas.
Uma série de fatores garantiu o avanço da agricultura brasileira nos últimos anos: recursos naturais (solo, água e luz) abundantes, diversidade de produtos, um câmbio relativamente favorável até 2006 (depois a valorização do real prejudicou a rentabilidade), o aumento da demanda dos países asiáticos e o crescimento da produtividade das lavouras.
"Houve uma mudança nas vantagens comparativas em favor do Brasil, que teve um custo de produção baixo para vários produtos nesse período graças aos seus recursos naturais e ao câmbio", disse o analista sênior da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), Garry Smith.
Para o sócio-diretor da MB Agro, Alexandre Mendonça de Barros, "o Brasil é hoje a única grande agricultura tropical do planeta". Ele ressalta que o aproveitamento da terra é melhor na zona tropical. Em algumas regiões do Brasil, é possível plantar milho depois de colher soja, o que significa duas safras no mesmo ano. As informações são do jornal "O Estado de S. Paulo".
http://ultimosegundo.ig.com.br/economia/2010/03/07/brasil+se+torna+o+terceiro+m aior+exportador+agricola+9419911.html
O Brasil ultrapassou o Canadá e se tornou o terceiro maior exportador de produtos agrícolas do mundo. Na última década, o País já havia deixado para trás Austrália e China.
Hoje, apenas Estados Unidos e União Europeia vendem mais alimentos no planeta que os agricultores e pecuaristas brasileiros.
Segundo dados da Organização Mundial de Comércio (OMC) divulgados neste ano, o Brasil exportou US$ 61,4 bilhões em produtos agropecuários em 2008; os embarques do Canadá somaram US$ 54 bilhões do Canadá. Em 2007, os canadenses mantinham estreita vantagem, com vendas de US$ 48,7 bilhões, montante pouco acima dos US$ 48,3 bilhões do Brasil.
O ritmo de crescimento da produção brasileira de alimentos já deixava claro que a virada estava prestes a ocorrer. Entre 2000 e 2008, as exportações agrícolas do Brasil cresceram 18,6%, em média, por ano, acima dos 6,3% do Canadá, 6% da Austrália, 8,4% dos Estados Unidos e 11,4% da União Europeia. Em 2000, o País ocupava o sexto lugar no ranking dos exportadores agrícolas.
Uma série de fatores garantiu o avanço da agricultura brasileira nos últimos anos: recursos naturais (solo, água e luz) abundantes, diversidade de produtos, um câmbio relativamente favorável até 2006 (depois a valorização do real prejudicou a rentabilidade), o aumento da demanda dos países asiáticos e o crescimento da produtividade das lavouras.
"Houve uma mudança nas vantagens comparativas em favor do Brasil, que teve um custo de produção baixo para vários produtos nesse período graças aos seus recursos naturais e ao câmbio", disse o analista sênior da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), Garry Smith.
Para o sócio-diretor da MB Agro, Alexandre Mendonça de Barros, "o Brasil é hoje a única grande agricultura tropical do planeta". Ele ressalta que o aproveitamento da terra é melhor na zona tropical. Em algumas regiões do Brasil, é possível plantar milho depois de colher soja, o que significa duas safras no mesmo ano. As informações são do jornal "O Estado de S. Paulo".
http://ultimosegundo.ig.com.br/economia/2010/03/07/brasil+se+torna+o+terceiro+m aior+exportador+agricola+9419911.html
RPMG4
Estudemmmmmmmmmmmmmmm RPMG4
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Rio de janeiro e o Petróleo:
Pré-sal vai criar oportunidades no setor de tecnologia do Rio, diz Ipea
Autor(es): Agencia O Globo/Patrícia Duarte
O Globo - 07/03/2010
Os investimentos esperados para a exploração da camada de petróleo no pré-sal vão abrir grandes oportunidades para o mercado de trabalho tecnológico, e o Rio de Janeiro sai na frente nessa disputa. Um levantamento do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) mostrou que, por sediar a Petrobras e, consequentemente seu centro de pesquisas, a região deverá ver o nível de emprego voltado para Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) dar um salto significativo.
De acordo com o mapeamento, nos próximos cinco anos o Rio de Janeiro deverá criar mais mil empregos voltados à pesquisa, o que representará 36,2% do total de ocupação nessa área em todo o Brasil. No estado, esse volume representará 52,7% dos postos oferecidos por empresas inovadoras.
Mais: os fortes investimentos em tecnologia demandados daqui para a frente e a consequente chegada de importantes empresas do ramo para trabalhar em parceria com a Petrobras poderão multiplicar por 1,5 o número total de empregos em P&D no Rio.
Brasil pode se tornar polo de estudos sobre petróleo As estimativas desenhadas pelo Ipea também terão consequências positivas para as universidades brasileiras, sobretudo a UFRJ, que, pela sua localização, pode ampliar a sua força de pesquisa — a instituição já é a maior produtora de pesquisa na área de petróleo. A universidade possui um polo tecnológico junto ao Centro de Pesquisa da Petrobras (Cenpes).
Todas essas oportunidades de negócio, conclui o Ipea, podem levar o Brasil a se tornar um “polo gerador de conhecimento para a indústria do petróleo” em termos globais, aproveitando tanto o pioneirismo quanto a escala de produção do pré-sal.
Outra consequência possível, se bem trabalhada, será o surgimento de empresas satélites aos empreendimentos, que mantenham “alta intensidade tecnológica”. A avaliação do Ipea sobre as possibilidades para desenvolvimento de tecnologia baseouse na intenção que quatro empresas importantes na área já demonstraram, de uma maneira ou outra, sobre o futuro do setor no país. São elas: FMC Technologies, BarkerHugues, Schlumberger e Halliburton.
A importância do setor petrolífero para o Rio não é de hoje. Outro estudo do Ipea, divulgado no fim de 2008, mostrou que o estado e os municípios fluminenses ficaram com 46,48% — ou R$ 6,8 bilhões — de todos os royalties de petróleo produzidos no ano anterior, que somaram R$ 14,6 bilhões.
https://conteudoclippingmp.planejamento.gov.br/cadastros/noticias/2010/3/7/pr e-sal-vai-criar-oportunidades-no-setor-de-tecnologia-do-rio-diz-ipea
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Rio de janeiro e o Petróleo:
Pré-sal vai criar oportunidades no setor de tecnologia do Rio, diz Ipea
Autor(es): Agencia O Globo/Patrícia Duarte
O Globo - 07/03/2010
Os investimentos esperados para a exploração da camada de petróleo no pré-sal vão abrir grandes oportunidades para o mercado de trabalho tecnológico, e o Rio de Janeiro sai na frente nessa disputa. Um levantamento do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) mostrou que, por sediar a Petrobras e, consequentemente seu centro de pesquisas, a região deverá ver o nível de emprego voltado para Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) dar um salto significativo.
De acordo com o mapeamento, nos próximos cinco anos o Rio de Janeiro deverá criar mais mil empregos voltados à pesquisa, o que representará 36,2% do total de ocupação nessa área em todo o Brasil. No estado, esse volume representará 52,7% dos postos oferecidos por empresas inovadoras.
Mais: os fortes investimentos em tecnologia demandados daqui para a frente e a consequente chegada de importantes empresas do ramo para trabalhar em parceria com a Petrobras poderão multiplicar por 1,5 o número total de empregos em P&D no Rio.
Brasil pode se tornar polo de estudos sobre petróleo As estimativas desenhadas pelo Ipea também terão consequências positivas para as universidades brasileiras, sobretudo a UFRJ, que, pela sua localização, pode ampliar a sua força de pesquisa — a instituição já é a maior produtora de pesquisa na área de petróleo. A universidade possui um polo tecnológico junto ao Centro de Pesquisa da Petrobras (Cenpes).
Todas essas oportunidades de negócio, conclui o Ipea, podem levar o Brasil a se tornar um “polo gerador de conhecimento para a indústria do petróleo” em termos globais, aproveitando tanto o pioneirismo quanto a escala de produção do pré-sal.
Outra consequência possível, se bem trabalhada, será o surgimento de empresas satélites aos empreendimentos, que mantenham “alta intensidade tecnológica”. A avaliação do Ipea sobre as possibilidades para desenvolvimento de tecnologia baseouse na intenção que quatro empresas importantes na área já demonstraram, de uma maneira ou outra, sobre o futuro do setor no país. São elas: FMC Technologies, BarkerHugues, Schlumberger e Halliburton.
A importância do setor petrolífero para o Rio não é de hoje. Outro estudo do Ipea, divulgado no fim de 2008, mostrou que o estado e os municípios fluminenses ficaram com 46,48% — ou R$ 6,8 bilhões — de todos os royalties de petróleo produzidos no ano anterior, que somaram R$ 14,6 bilhões.
https://conteudoclippingmp.planejamento.gov.br/cadastros/noticias/2010/3/7/pr e-sal-vai-criar-oportunidades-no-setor-de-tecnologia-do-rio-diz-ipea
TOYB4 - Zeebo. Os jogos são baixados pela internet.
E com a banda larga em todo o Brasil? Já pensaram que Zeebo será um sucesso com este projeto? Venho cantando a pedra. Pode durar 3 anos, mas hoje 0,13 e daqui a 3 anos , quem sabe, 5 reais e a minha aposentadoria. Eu penso assim, e cada um com os seus estudos e objetivos.
Não comprei TOYB4 para ficar sofrendo se está 0,11 ou se está 0,16.
Comoprei muitoooooo por 0,06 e 0,07 e deixarei ficar.
Já estou lucrando 100% e espero lucar muito mais do que 1000%
Boa sorte pra todos.
Não comprei TOYB4 para ficar sofrendo se está 0,11 ou se está 0,16.
Comoprei muitoooooo por 0,06 e 0,07 e deixarei ficar.
Já estou lucrando 100% e espero lucar muito mais do que 1000%
Boa sorte pra todos.
domingo, 7 de março de 2010
TOYB4
Esta semana a ação terá importantes trocas de mãos.
Espero uma grande subida até o final do mês.
Olho no book
Espero uma grande subida até o final do mês.
Olho no book
MILK11
Reforçando o que falei na semana passada.
Olho grudadinho no book para ver quando começa a reversão do canal de baixa.
Olho grudadinho no book para ver quando começa a reversão do canal de baixa.
TOYB4
Desenvolvedoras de games buscam o mercado externo
:: Da redação
:: Convergência Digital :: 03/03/2010 De 8 a 10 de março, 22 empresas da vertical de Games do Projeto Brazil IT (PSI-SW) participam nos Estados Unidos da sétima edição da Game Connection San Francisco (http://www.game-connection.com/content/prices-san-francisco), evento realizado paralelamente à Game Developers Conference, principal encontro sobre desenvolvimento de jogos do mundo.
Pela terceira vez a participação das companhias nacionais na mostra está sendo organizada pela SOFTEX (www.softex.br) e pela Apex Brasil (www.apexbrasil.com.br), com o apoio da Associação Brasileira das Desenvolvedoras de Jogos Eletrônicos (Abragames).
Integram a delegação MusiGames Studio, Jynx e PlayLore (Pernambuco); Tectoy Digital, Overplay (Campinas); Kidsguru, DayDreamLab, Ene Solutions, 44 Bico Largo, Webcore (São Paulo); Hoplon (Santa Catarina); Ilusis Interactive Graphics (Belo Horizonte); Techfront, Calibre Games (Paraná), Interama (Espírito Santo), além dos autores dos sete projetos vendedores do Concurso BR Games (Dragon vs Heroes, Vovó a Solta, Freestyle, Chameleon, Luna, O Mutualismo e Lumaki).
Como o objetivo principal da Game Connection é estreitar as relações entre compradores e vendedores de jogos e de serviços relacionados, todas as reuniões de negócios, com duração de 30 minutos, são agendadas previamente a partir de um sistema on-line disponibilizado pela organização e que contém o perfil de cada um dos participantes.
“Esse modelo nos permite aproveitar melhor os três dias do evento e confere mais qualidade às reuniões, uma vez que as empresas compradoras contatadas podem previamente recusar um convite enviado pelo sistema. Assim, as que aceitam o fazem porque têm real interesse em saber mais sobre o produto ou serviço da parte vendedora”, explica Bernardo Manfredini, consultor da SOFTEX responsável pela participação brasileira na Game Connection.
“Lançaremos na Game Connection dois jogos que desenvolvemos com a iPlay. Este ano, esperamos colocar no mercado mais oito games para Android, iPhone e iPad que estão atualmente em fase de conceito. Durante os três dias do evento vamos apresentá-los aos publishers internacionais para que possamos concluir a sua produção”, comenta Américo Amorim, diretor-executivo da MusiGames Studio, que já exporta suas soluções para mais de 105 países.
Ao contrário das três edições anteriores, desta vez a presença brasileira, sob a recém-criada marca Brasil IT+, que identifica a indústria brasileira de TI, será especial porque incluirá, empresas maduras e com vivência internacional e os 10 projetos vencedores do concurso BrGames.
“Em nenhuma outra edição do concurso os ganhadores tiveram a oportunidade de apresentar seus demos a potenciais compradores internacionais. Isso comprova que o BrGames não tem apenas o objetivo de identificar talentos, mas também fomentar a exportação de jogos digitais”, destaca Manfredini.
As empresas com experiência exportadora poderão conhecer em São Francisco novos parceiros potenciais, fortalecer seus laços comerciais com antigos contatos, apresentar novos projetos a antigos parceiros, se atualizar em relação às principais tendências do mercado para os próximos anos, ou seja, reunir uma série de informações preciosas para o planejamento de seu negócio.
“Para as companhias iniciantes, a Game Connection é uma chance para aproximação com os publishers, para entender as necessidades de possíveis parceiros comerciais e uma oportunidade única para mapear os concorrentes, o que não é uma tarefa fácil de ser realizada a partir do Brasil”, completa Bernardo Manfredini.
:: Da redação
:: Convergência Digital :: 03/03/2010 De 8 a 10 de março, 22 empresas da vertical de Games do Projeto Brazil IT (PSI-SW) participam nos Estados Unidos da sétima edição da Game Connection San Francisco (http://www.game-connection.com/content/prices-san-francisco), evento realizado paralelamente à Game Developers Conference, principal encontro sobre desenvolvimento de jogos do mundo.
Pela terceira vez a participação das companhias nacionais na mostra está sendo organizada pela SOFTEX (www.softex.br) e pela Apex Brasil (www.apexbrasil.com.br), com o apoio da Associação Brasileira das Desenvolvedoras de Jogos Eletrônicos (Abragames).
Integram a delegação MusiGames Studio, Jynx e PlayLore (Pernambuco); Tectoy Digital, Overplay (Campinas); Kidsguru, DayDreamLab, Ene Solutions, 44 Bico Largo, Webcore (São Paulo); Hoplon (Santa Catarina); Ilusis Interactive Graphics (Belo Horizonte); Techfront, Calibre Games (Paraná), Interama (Espírito Santo), além dos autores dos sete projetos vendedores do Concurso BR Games (Dragon vs Heroes, Vovó a Solta, Freestyle, Chameleon, Luna, O Mutualismo e Lumaki).
Como o objetivo principal da Game Connection é estreitar as relações entre compradores e vendedores de jogos e de serviços relacionados, todas as reuniões de negócios, com duração de 30 minutos, são agendadas previamente a partir de um sistema on-line disponibilizado pela organização e que contém o perfil de cada um dos participantes.
“Esse modelo nos permite aproveitar melhor os três dias do evento e confere mais qualidade às reuniões, uma vez que as empresas compradoras contatadas podem previamente recusar um convite enviado pelo sistema. Assim, as que aceitam o fazem porque têm real interesse em saber mais sobre o produto ou serviço da parte vendedora”, explica Bernardo Manfredini, consultor da SOFTEX responsável pela participação brasileira na Game Connection.
“Lançaremos na Game Connection dois jogos que desenvolvemos com a iPlay. Este ano, esperamos colocar no mercado mais oito games para Android, iPhone e iPad que estão atualmente em fase de conceito. Durante os três dias do evento vamos apresentá-los aos publishers internacionais para que possamos concluir a sua produção”, comenta Américo Amorim, diretor-executivo da MusiGames Studio, que já exporta suas soluções para mais de 105 países.
Ao contrário das três edições anteriores, desta vez a presença brasileira, sob a recém-criada marca Brasil IT+, que identifica a indústria brasileira de TI, será especial porque incluirá, empresas maduras e com vivência internacional e os 10 projetos vencedores do concurso BrGames.
“Em nenhuma outra edição do concurso os ganhadores tiveram a oportunidade de apresentar seus demos a potenciais compradores internacionais. Isso comprova que o BrGames não tem apenas o objetivo de identificar talentos, mas também fomentar a exportação de jogos digitais”, destaca Manfredini.
As empresas com experiência exportadora poderão conhecer em São Francisco novos parceiros potenciais, fortalecer seus laços comerciais com antigos contatos, apresentar novos projetos a antigos parceiros, se atualizar em relação às principais tendências do mercado para os próximos anos, ou seja, reunir uma série de informações preciosas para o planejamento de seu negócio.
“Para as companhias iniciantes, a Game Connection é uma chance para aproximação com os publishers, para entender as necessidades de possíveis parceiros comerciais e uma oportunidade única para mapear os concorrentes, o que não é uma tarefa fácil de ser realizada a partir do Brasil”, completa Bernardo Manfredini.
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