MERCADO LIVRE

domingo, 7 de fevereiro de 2010

TELB4 - Amanhã é dia de ficar grudadinho no book. Se continuar subindo, continuarei comprando. A cada 5% de subida reforço a minha entrada. E assim vejo até onde vai. Sempre grudadinho no book.

6/2/2010
Empresas haviam classificado o Plano Nacional de Banda Larga como "loucura". Agora, adotam tom mais ameno

Brasília Depois de se reunirem com o governo, as concessionárias de telefonia fixa mudaram o discurso em relação ao Plano Nacional de Banda Larga. Após críticas fortes, o tom agora é de conciliação. "O governo tem um plano bacana, a gente vai contribuir", disse Luiz Eduardo Falco, presidente da Oi, após reunião na Casa Civil.

O presidente da Telefônica, Antônio Carlos Valente disse que "a reunião foi muito produtiva. Tivemos oportunidades de apresentar sugestões e contribuições. Vejo com muito otimismo os passos subsequentes", afirmou. Na semana passada, o discurso era bem diferente. As empresas haviam classificado de "loucura" o plano do governo, principalmente a parte que envolve o fortalecimento da Telebrás e seu uso para gerir uma rede de fibras óticas. Após a reunião de ontem, até mesmo essa hipótese era vista com menos antipatia. "O governo fala que tem um ativo, e tem mesmo, e vai utilizá-lo para fazer o plano, o que é ótimo. A gente devia usar todos os ativos que o Brasil tem", argumentou Falco.
Para garantir a participação das empresas no plano, o governo deve anunciar pacote de benefícios tributários que incentivem a oferta de banda larga em locais onde a operação não é economicamente atrativa.

http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=732034

EUROPA - Uma boa explicação para o que está acontecendo.

Europa terá que enquadrar países gastadores ou verá o euro perder prestígio
Publicação: 07/02/2010 09:20

Chegou a hora de a União Europeia mostrar a que veio. Alguns países que usam o euro como moeda — Grécia, Espanha e Portugal, principalmente — dão mostras claras de irresponsabilidade fiscal (gastam mais do que arrecadam e têm dívidas crescendo velozmente) e podem contaminar a seriedade do projeto de moeda única.

Enfrentando as maiores tensões econômicas desde a sua criação, há 11 anos, parece provável que a zona do euro se mantenha unida por enquanto, mas a possibilidade de saída de alguns dos seus membros mais fracos não pode ser excluída em longo prazo. Derrubando os preços das ações e dos bônus na Grécia, na Espanha e em Portugal, a semana passada ressaltou os temores dos investidores de que os países altamente endividados da Europa mediterrânea podem ser incapazes de lidar com as exigências fiscais e monetárias da zona do euro.

Muitos analistas esperam que a União Europeia — ou o Fundo Monetário Internacional (FMI), que deve ajudar a Grécia se for requisitado — intervenha com algum tipo de auxílio para países enfraquecidos se isso se mostrar necessário para manter a zona do euro intacta. Estima-se que um pacote convincente de ajuda à Grécia ficaria entre US$ 20 bilhões e US$ 25 bilhões. Contudo, as economias têm tantas incongruências que, mesmo se os membros fracos forem resgatados, os seus problemas ainda podem prejudicar o crescimento no bloco durante anos e possivelmente levá-los a abandonar o euro em algum momento nesta década se os custos forem muito altos.

“Por um momento, pareceu que as coisas estavam bem, mas agora estamos vendo divergências”, disse o economista-chefe do FMI, Olivier Blanchard. “Estamos vendo Espanha e Portugal de um lado, e Alemanha do outro. Não existem ajustes fáceis.” As fraquezas dos membros do sul da Europa foram mascaradas no início por um ambiente global benigno, pelo crédito barato e pela expansão do setor imobiliário.

Na crise financeira de 2007 a 2009, o fato de ser membro da zona do euro protegeu os países da turbulência dos mercados. Nos últimos meses, porém, os custos e benefícios da zona do euro mudaram. A dívida pública se acumula e o desemprego subiu tanto que os países precisam de um crescimento repentino para reduzi-lo, mas, como parte do bloco, os países não podem cortar as taxas de juros nem depreciar suas moedas.

A saia justa monetária só deve apertar ainda mais à medida que a recuperação econômica de membros mais fortes, como a Alemanha, aumenta a pressão para que o Banco Central Europeu (BCE) encerre a sua política monetária ultra-afrouxada. Assim, começa a ser desenhada uma segunda década de união monetária oposta à primeira, com a política de juros centrada nas grandes economias da zona do euro, alertou Daniel Gros, chefe do Centro para Estudos de Políticas Europeias.

“O BCE vai fazer políticas para o cerne (da zona do euro). A periferia será deixada de fora”, disse Gros, que, apesar de acreditar na sobrevivência da união monetária, acha que a saída de um país pequeno não é mais inimaginável. As especulações sobre a saída de um país provavelmente são inapropriadas. Os países continuam a alguma distância do momento em que participar da zona do euro seria intolerável; apesar de a taxa de desemprego da Espanha (1)estar perto de 20%, o país viveu com uma taxa igual ou maior que essa na metade dos anos 1980 e 1990.

O processo de abandonar o euro seria tão doloroso e difícil, também no espectro político, que os governos devem eliminar quase todas as outras opções antes dessa. Entre os muitos desafios, os países teriam de encontrar maneiras de tirar os depósitos dos bancos domésticos do sistema monetário do euro para prevenir a fuga de capital e pagar empréstimos imobiliários denominados pelo euro que poderiam subitamente se tornar mais caros. Além disso, a zona do euro é uma conquista política histórica que os seus membros mais ricos, como a Alemanha e a França, devem tentar defender.

1 - Retração
A economia espanhola se contraiu em 3,6% em 2009, a maior retração em décadas, por causa da forte queda no consumo doméstico. No último trimestre, a retração se desacelerou, com taxa negativa de 0,1% ante o período imediatamente anterior, de acordo com o Banco Central. No terceiro trimestre, o resultado foi de queda de 0,3%.

CHINA - Governo projeta crescimento de 10% da China em 2010

http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia182/2010/02/07/economia,i=171927/GOVERNO+PROJETA+CRESCIMENTO+DE+10+DA+CHINA+EM+2010.shtml

sábado, 6 de fevereiro de 2010

alta corretiva

Depois do susto, apostas à próxima semana vão de 'alta corretiva' a mais volatilidade

Por: Tainara Machado
05/02/10 - 20h05
InfoMoney

SÃO PAULO – O Ibovespa teve a pior semana desde outubro do ano passado devido, em grande parte, à deterioração de indicadores das economias mais maduras, especialmente de alguns países europeus, segundo análise de Ricardo Martins, gerente de pesquisa da Planner Corretora. De fato, a situação fiscal de Portugal, Grécia, Espanha e Irlanda tem provocado grande aversão ao risco por parte dos investidores.
Para Ivanor Torres, analista da Geral Corretora, enquanto o déficit orçamentário desses países não for resolvido, o mercado irá permanecer contaminado, com cenário de alta volatilidade pela frente. Com a saída do investidor estrangeiro da bolsa brasileira, a ponta vendedora é pressionada, pois o capital vindo de fora ainda tem participação importante no índice, avalia Torres.
Para ele, como o problema não será resolvido na próxima semana, é provável que o mercado ainda sofra bastante, sem descartar a possibilidade do Ibovespa "alfinetar", ou seja, furar, a barreira dos 60 mil pontos. Além disso, a proximidade do Carnaval deve diminuir o volume de negócios perto do fim de semana.
Alta corretiva
Martins tem outra opinião. Para ele, a brusca queda do Ibovespa entre quinta e sexta-feira deve fazer com que o índice tenha leve recuperação na próxima semana. “Para segunda-feira, podemos aguardar uma alta corretiva”, afirma. E nem mesmo o vencimento de opções deve trazer o mesmo nível de volatilidade geralmente causado pelo evento, já que parte dos investidores que estavam posicionados em séries anteriores ficaram com posições sem condições de exercício.
Entre outros motivos para uma leve recuperação, Martins cita também a intensificação da temporada de divulgação de resultados. “O que pode minimizar esse movimento de queda que vimos nessa semana é justamente resultados de acordo com a expectativa de analistas, mostrando que continuamos como uma boa opção de investimento”.
No entanto, para Luís Augusto Pacheco, da Omar Camargo, os resultados das empresas teriam que ser muito bons para reverter a atual tendência do Ibovespa, que é de queda. Ivanor Torres concorda. Perguntado sobre a Vale - se poderia se descolar do índice caso apresentasse resultados positivos na quarta-feira (10) -, respondeu que não acredita na hipótese de uma guinada por conta da divulgação do balanço.
Muito bem, obrigado
Isso porque, para o analista da Geral Corretora, a percepção é de que a situação do mercado só deve melhorar a partir do momento em que as economias estrangeiras passarem a oferecer sinais de que o cenário está mais estável.
Caso dependêssemos apenas da economia brasileira, a situação seria bem mais confortável, afirma. “Estamos muito bem, obrigado”, diz, comentado a situação macroeconômica do Brasil. Para o longo prazo, a avaliação positiva das ações é consenso. Em parte, afirma Torres, porque algum organismo internacional deve resgatar as economias em risco antes que algo mais grave ocorra.

Olho nas notícias !!!

Sofrendo três quedas em sequência, o Ibovespa caiu 4,04% na semana, afundando a desvalorização anual para 8,49%. Para analistas, um ajuste natural e até saudável para esfriar a euforia.
Depois de chegar a flertar com os 71 mil pontos nas primeiras semanas do ano, o Ibovespa pisou no freio e sofreu revés de 6,62% em janeiro.
A primeira semana de fevereiro engordou o saldo negativo de 2010. Para analistas, nada assombroso, nem uma nova crise.
De fato, não há novidades entre os fatores que serviram de lastro para a queda das ações ao redor do globo. O avanço da administração Barack Obama na reforma do sistema financeiro e o aperto monetário na China vêm ocupando o noticiário há mais tempo.
A questão da solvência de economias periféricas da Zona do Euro, como a Grécia, já era algo também comentado antes da crise começar. Virou o bode expiatório.
"São coisas que já eram sabidas, sem nenhuma novidade. O mercado estava com sinais de realização e acabou aproveitando esses temas como argumentos", opina Hersz Ferman, gestor da Um Investimentos.
Ninguém está dizendo que a possibilidade de calote grego não é ruim, pois isso desencadearia outra rodada de aperto de crédito, mas "não vejo esses três pontos como fortes o suficientes para levar a bolsa a cair desse jeito", completa o economista.
Até pela dependência das commodities, o Brasil acabou se desvalorizando mais do que outras bolsas. A BM&F Bovespa tem um beta (sensibilidade) maior: no inverso (quando o mercado sobe) também avança mais.
Isso somado ao fluxo externo expressivo injetado na bolsa brasileira. "O mercado estava em um momento de animação diante dos estímulos colocados na economia. Muitas ações ficaram sobreavaliadas", interpreta Paulo Coimbra, professor de Economia e Finanças da Fundação Instituto Capixaba de Pesquisa em Contabilidade, Economia e Finanças (Fucape).
Para ele, o ajuste nas cotações é natural e não preocupa. "A bolsa quase voltou aos patamares anteriores da crise e sabemos que a economia ainda não retomou o mesmo ritmo de antes. Então algo tem que estar errado. Era o princípio do momento de euforia".
Carnaval
Paulo Coimbra espera que a bolsa acompanhe em compasso de espera o cenário da economia nas próximas semanas. E não descarta uma realização ainda maior: "temo que alguns agentes possam eventualmente zerar algumas posições para ver o que acontece depois no Carnaval".
Semana que vem é morna de indicadores e, às vésperas do Carnaval, o mercado costuma ter um giro financeiro relativamente fraco.
"Teremos uma agenda menos carregada. Na quinta-feira serão divulgadas as vendas no varejo nos EUA. O dado é importante, pois é um setor que depende da renda e nos trará sinais do comportamento do consumidor", escreve em relatório a corretora Coinvalores.

MERCADO

Economias de Argentina e Brasil crescerão 5% em 2010 (ministro brasileiro)


As economias de Argentina e Brasil crescerão pelo menos 5% durante 2010, estimou nesta sexta-feira em Buenos Aires o ministro brasileiro da Fazenda, Guido Mantega, prevendo o aumento do intercâmbio bilateral para esse período.

Mantega prognosticou para este ano "um crescimento de 5 por cento no mínimo para os dois países", depois da crise financeira internacional.

"Embora em 2009 tenha havido diminuição da relação comercial (bilateral), as perspectivas para 2010 são mais favoráveis porque as duas economias estão crescendo a taxas maiores que as economias europeias", disse em entrevista à imprensa na chancelaria argentina depois de um encontro em nível ministerial entre os dois países.

Por sua vez, o chanceler argentino Jorge Taiana assegurou que durante as reuniões de dois dias concluídas nesta sexta-feira em Buenos Aires "foram obtidos resultados proveitosos".

Durante o encontro, foi preparada a visita que o presidente brasileiro Luiz Inacio Lula da Silva fará a Buenos Aires no final de março.

Ficou estabelecido na reunião que o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) colocaria à disposição, em curto prazo, um financiamento para que a Argentina possa exportar caminhões para o Brasil e essas unidades conteriam, por sua vez, autopeças brasileiras.

O comércio bilateral move 23,5 bilhões de dólares ao ano mas, em 2009, devido ao impacto da crise global, registrou queda de cerca de 20%, com um déficit para a Argentina de 543 milhões de dólares.

O ministro Guido Mantega também disse nesta sexta-feira em Buenos Aires que a política brasileira de juros é definida pelo Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) e que ele concorda com ela.

As declarações foram feitas após a divulgação do resultado do Índice de Preços ao Consumidor (IPCA) com aumento da inflação de 0,75% em janeiro, ou a maior alta mensal de preços desde maio passado.

bur-jos/sd

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Grécia? Portugal? Espanha?

Bom , eu sou é brasileiro.
Viva o Lula, viva o Ibovespa.

Temos que confiar no nosso país, isto que o Lula sempre disse e ele está certo.

Aqui somos 129 amigos que podemos nos unir e divulgar este pensamento em todos os fóruns.

Vamos nos mobilizar e mostrar que somos fortes, multiplicando assim o nosso poder.

Esta é a minha campanha. Os gringos vendem e nós compramos porque acreditamos no nosso país.

Vamos nos erguer, vamos nos orgulhar. Amor a nossa PÁTRIA.

O LULA ESTÁ DANDO UM SHOW PARA O MUNDO E NÓS TEMOS QUE FAZER PARTE DISTO.

VAMOS FAZER A NOSSA PARTE, VAMOS DIVULGAR O IBOVESPA.

VAMOS SER FORTES.

Gostaria do apoio de todos e vamos virar logo este jogo.

Vamos COLOCAR LOGO O IBOVESPA NO AZUL.

DIVULGUEM , ESCREVAM , A HORA É ESTA, VAMOS COMEÇAR.

Eu vou na frente, quem quiser que venha comigo.

VAMOS LUTAR.

VIVA O LULA, VIVA O BRASIL, VIVA O IBOVESPA.

VAMOS DAR FORÇA PARA AS NOSSAS EMPRESAS.

PARABÉNS AOS CONFIANTES NO NOSSO BRASIL !!!!

Vamos agora para todos os fóruns , vamos incentivar !!!

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Ibovespa

Bom , falar o que? Mercado derreteu, os assustados saem entregando mais fácil. Por isto sempre observo que devemos ficar de olho nas notícias e na economia mundial.


Estas quedas geram grandes liquidações e temos que aproveitá-las.

Olho no book sempre !!!

TELB4

Olho nas notícias que poderão sair no final de semana e proporcionar mais um belo GAP na segunda.

Vamos acompanhar as notícias !!!

Não deixem de ler e refletir. Um momento para a nossa paz.

Senhor,
Ó Deus, sois o único Senhor de nossa vida, de nosso coração e de nosso destino. Libertai-nos dos falsos senhores que nos iludem com suas promessas, pois não trazem nem vida nem paz. Dai-nos força para resistir e para buscar a paz através da justiça e do serviço humilde a todos. Amém
Fazei-me um instrumento de vossa paz
Senhor, fazei-nos instrumento de vossa paz na medida em que procurarmos viver em paz com nós mesmos, com a comunidade mais próxima, com a sociedade desigual e no meio dos priores conflitos. Que possamos nos esforçar para suportar tensões e contradições, buscando manter comunhão com todas as criaturas e tornando visível a vossa paz. Amém
Onde houver ódio, que eu leve o amor
Senhor, onde houver ódio, que eu leve o amor. Fazei que desentranhemos de nós o amor escondido sob as cinzas de ódios secretos. Que nosso amor aos outros suscite o amor escondido neles, capaz de transformar o ódio. Fazei que o amor incendeie nossos corações, irradie em nossas atitudes e se realize em nossas ações, para que o ódio não tenha mais lugar dentro de nós. Amém.
Onde houver ofensa, que eu leve o perdão
Senhor, onde houver ofensa, que eu leve o perdão. No dia em que fizerdes o balanço de nossa história, perdoai os que ofenderam e humilharam nossos irmãos e irmãs, pois eles também são vossos filhos e filhas. Mas dai-nos força para nunca fazermos o que eles fizeram. Antes tornai-nos seres de solidariedade, de compaixão e de amor ilimitado. Amém
Onde houver discórdia, que eu leve união
Onde há discórdia, que eu leve a união. Dai-nos sede de justiça, de compreensão e de tolerância para convivermos jovialmente uns com os outros. Dai-nos um coração que sinta o pulsar do coração do universo e de cada criatura, sintonizando com o vosso coração divino que tudo une, tudo diversifica e tudo faz convergir. Amém
Onde houver dúvida, que eu leve a fé
Senhor, onde houver dúvida, que eu leve a fé. Não deixeis que a dúvida apague as estrelas-guias que iluminam nossa caminhada. Dai-nos a fé-confiança que nos coloca em vossas mãos. Concedei-nos a fé-crença em vosso desígnio que nos quer reunidos em vosso reino junto com toda a criação. Amém
Onde houver erro, que eu leve a verdade
Senhor, onde houver erro, que eu leve a verdade. Fazei-nos corajosos na descoberta de nossos erros, especialmente daqueles que encobrem vossa presença em todas as coisas. Que a verdade brilhe por nossas palavras sinceras, por nossos gestos humanizadores, por nossas intenções puras e por nossa busca permanente de fidelidade à verdade. Nunca permitais que oprimamos os outros em nome da verdade religiosa. Amém
Onde houver desespero, que eu leve esperança
Senhor, onde houver desespero, que eu leve a esperança. Que eu seja solidário na luta dos que buscam a justiça. Que saiba criar uma atmosfera de confiança ilimitada no vosso misterioso projeto de amor. Que tenha palavras inspiradas para suscitar a esperança inarredável de vivermos para sempre em vossa casa com todos os que precederam na história. Amém
Onde houver tristeza, que eu leve alegria
Senhor, onde houver tristeza, que eu leve a alegria. Fazei que a minha alegria nasça da compaixão sincera pelos que sofrem, da solidariedade verdadeira com os injustiçados e de minha própria conversão à fraternidade universal. Amém
Onde houver trevas, que eu leve a luz
Senhor, onde houver trevas, que eu leve a luz. Vós sois a luz verdadeira que ilumina cada pessoa que vem a este mundo. Fazei que eu possa, por palavras inspiradas, por gestos consoladores e por um coração caloroso, dissipar as trevas humanas para que vossa luz nos mostre o caminho e trazer alegria à vida. Amém
Ó Mestre,
Ó Mestre, fazei que em nosso interior ressoe vossa sabedoria e o exemplo de vossa coerência até a morte. Que sejamos vossos discípulos fiéis na medida em que realizarmos o que nos ensinais para sermos verdadeiramente instrumentos de amor e de paz. Amém
Fazei que eu procure mais consolar, do que ser consolado
Ó Mestre, que eu possa sair da minha própria dor para escutar o grito de quem sofre ao meu lado. Que tenha palavras que consolem e gestos que criem serenidade, entrega confiante e paz profunda. Amém
Fazei que eu procure mais compreender, do que ser compreendido
Fazei que consiga acolher o outro assim como é. Só assim o compreenderei como quero ser compreendido. Concedei-me ver o menor sinal de verdade, de bondade e de amor no outro para reforçá-lo e permitir que venha à plena luz. Amém
Fazei que eu procure mais amar, que ser amado
Ó Mestre, que eu acolha com generosidade e alegria o amor que me é dado, mas que me empenhe sobretudo em fazer com que os que me cercam se sintam amados. Fazei que nos sintamos amados por Vós para experimentarmos a suprema felicidade concedida nesta vida. Amém
Pois é dando que se recebe,
Ó Mestre, fazei-nos entender que dando generosa e gratuitamente receberemos também com superabundância tudo o que precisamos. Que possamos orientar nossa vida pela generosidade que nos devolverá sempre mais compreensão, mais acolhida e mais amor. Amém
É perdoando que se é perdoado
Ó mestre, muitas vezes e de muitos modos nos perdoastes ilimitadamente, como uma Mãe amorosa perdoa um filho. Fazei que perdoemos também nós a quem nos tem ofendido. E que nunca deixemos de crer na generosidade do coração, capaz de perdoar mesmo quando injustamente ferido por muitas ofensas. Amém
E é morrendo que se vive para a vida eterna.
Ó mestre, ensinai-nos a viver de tal forma que acolhamos a morte como amiga e irmã. Ela não nos tira a vida, mas nos conduz à fonte de toda vida. Que possamos perceber na vida terrena o começo da vida celestial e eterna. Amém...