MERCADO LIVRE

quinta-feira, 26 de março de 2009

RCSL4 - O SR. BERNARDO FLORES INFORMA:

Estamos ultimando os detalhes finais de nossos números com a auditoria.Acreditamos que a publicação deverá ser feita até o final do mês de março,provavelmente no dia 31.



Att.,Bernardo Flores

Este foi o e-mail que recebi em relação ao balanço da RCSL4, olho nela , a movimentação vai começar.

RCSL4 - Dia 31 chegando

Será que amanhã abre na casa dos 6,00, olho nela porque esta ação é imprevisível e a força compradora pode vir forte.

Olho no book, vale acompanhar esta semana da RCSL4, resultados previstos para o dia 31.

Enviei um e-mail ao RI da empresa e estou aguardando a resposta.

E aqui está o grande negócio que poderá ser anunciado durante o mês de abril.

Pra quem não leu , vai novamente o link sobre a preparação de venda da empresa. E olha que não venderão barato. A empresa teve um excelente processo de recuperação judicial.

http://www.relatorioreservado.com.br/arquivo/2009/pdfs/RR3564.pdf



Relembrem este fato ocorrido recentemente:


http://www.jusbrasil.com.br/noticias/463818/plano-de-recuperacao-judicial-de-empresa-considerado-inedito-no-pais-e-aprovado

E aí? De volta aos 10,00? Olho nela, na minha opinião chegará aos 15,00 até o final do ano.

SADIA X PERDIGÃO

Muito bom o que li hoje.

Para os amigos da Sadia a empresa deverá se chamar: SADIGÃO

Para os amigos da Perdigão a empresa deverá se chamar: PERDIA


O Presidente da Sadia quer fazer negócios , mas está valorizando muito a empresa, dizendo que suas ações valem muito mais do que o preço atual.

No final do mês teremos o balanço, olho nele !!!

VAGV4 - Indenização ou acordo, algo vai rolar.

26/03/2009 - 09h01Maioria dos ministros do STF não quer julgar a VarigBRASÍLIA - A maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) considera boa a ideia de a União fazer um acordo com a Varig para evitar o julgamento do pedido de indenização da empresa por prejuízos financeiros decorrentes do período de congelamento de tarifas realizado após o Plano Cruzado, entre 1986 e 92. Além de evitar um julgamento polêmico, o acordo daria uma solução imediata à questão.Estima-se que o governo federal tenha de pagar até R$ 6 bilhões para a Varig, caso o STF decida favoravelmente ao pedido de indenização. Em 1997, a Corte aprovou pedido semelhante feito pela Transbrasil. Agora, terá de julgar uma série de pedidos em série - Varig, Vasp, Riosul e TAM. A ação da Varig é a de maior valor e a mais polêmica, pois, durante as quase duas décadas de tramitação do processo por todas as instâncias do Judiciário até chegar ao STF, o cenário do setor mudou radicalmente, com a abertura do mercado, a criação da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), a falência da Varig e a compra da companhia pela Gol. A Gol era uma empresa de ônibus quando a ação começou a tramitar e hoje disputa a liderança do setor aéreo com a TAM.É neste contexto que o acordo com os credores da Varig pode evitar desgastes no STF que está com a pauta cheia de processos polêmicos para julgar, como a extradição do italiano Cesare Battisti, a Lei de Imprensa, o inquérito do mensalão, além de questões tributárias que afetam diretamente o governo federal quanto à arrecadação.Em 2000, o Supremo respondeu positivamente aos acordos feitos pelo governo, após a decisão da Corte que determinou que os correntistas tinham direito a receber diferenças devidas pelo governo pelo uso de diferentes índices de correção dos saldos do FGTS nos planos Collor e Verão. Os acordos feitos após aquela decisão evitaram o acréscimo de 500 mil processos no tribunal. A relatora do processo da Varig, ministra Cármen Lúcia Antunes Rocha, resolveu adiar a apresentação de seu voto que estava marcada para ontem, após ser informada pelo advogado-geral da União, José Antonio Dias Toffoli, da possibilidade de um acordo. Ela pediu que o procurador-geral da República, Antonio Fernando de Souza, se manifeste sobre o assunto. Toffoli se reuniu, na noite de anteontem, com representantes do fundo de pensão Aerus e da Varig para dizer que o governo tem a intenção de fazer um acordo, num prazo de 60 dias, para evitar o julgamento do pedido da Varig. O objetivo é fazer um encontro de contas entre o que a companhia teria a receber do governo e o que os credores teriam a receber da companhia. O acordo, no entanto, depende de cálculos a serem feitos pelos ministérios da Previdência, do Planejamento e da Fazenda. Os credores da Varig deverão apresentar, cada um, a sua fatura. Apenas após o acerto das contas é que o acordo sairá na prática.(Juliano Basile Valor Econômico)
http://economia.uol.com.br/ultnot/valor/2009/03/26/ult1913u104031.jhtm



Minha opinião: A ação tem se precificado numa média de R$ 1,00. Se a indenização for paga para a Varig muitos estimavam que ela possa atingir um valor mínimo de R$ 10,00 .
Acredito que com um bom acordo ela possa atingir no mínimo uns R$3,00 podendo alcançar os R$ 5,00, apenas uma estimativa real.
De qualquer forma vale a pena, e muito.
Ganhar no mínimo 200% nos próximos 60 dias é bem interessante.

ESTR4

Não se esqueçam que após o balanço a notícia antecipada no RR pode se concretizar.

Pra quem não leu, aqui está o link.

http://www.relatorioreservado.com.br/arquivo/2009/pdfs/RR3580.pdf

Dia 31 chegando, olho nela !!!

Lembrando que a Estrela quando dispara, vai rápido , portanto quem já garantiu as suas , boa sorte e vamos aguardar.

Estou com o objetivo que ela chegue aos 0,55 e rompendo pode buscar os 0,70.

quarta-feira, 25 de março de 2009

Meus cronogramas e objetivos

Como tenho postado em alguns fóruns, vou concentrar por aqui os meus objetivos semanais e dicas de oportunidades. Assim fica mais fácil de falar com todos de uma só vez.
Continuarei nos fóruns obviamente, mas aos amigos que me acompanham ficará aqui registrado e mais fácil de acompanhar. Nos fóruns as páginas vão se perdendo e aqui podemos achar por títulos e datas.

Obrigado aos amigos e vamos continuar crescendo , quero ver todo mundo dobrando o capital.

RCSL4 e ESTR4

Meu objetivo para estes próximos dias.

Entrarei mais forte hoje na RCSL4, aguardando as divulgações que poderão ocorrer entre os dias 27 e 31.

De acordo com a notícia divulgada no Relatório Reservado também poderá ser anunciada a venda da empresa dentro de algumas semanas.

Estr4, reforçarei minhas compras na sexta-feira, o balanço deverá ser divulgado no dia 31 e as expectativas são muito boas. Esta semana a tendência de alta deve se confirmar e agitar as cotações.

Segunda-feira divulgarei a terceira empresa que estarei me reforçando também. Estou só aguardando uma confirmação de data.

terça-feira, 24 de março de 2009

TECTOY - ABRIL CHEGANDO, VAMOS AGUARDAR O DIA DO GRANDE LANÇAMENTO

Continuo achando a melhor oportunidade pra se investir este ano.
As ações estão variando de 0,06 a 0,08 e valiam 0,30.

Este patamar pode voltar, olho nela.




Voltado para países emergentes, o videogame Zeebo chegará ao mercado brasileiro no mês que vem. A principal característica do console, que tem o preço sugerido de US$ 199 (cerca de R$ 450), é a conectividade 3G (da operadora Claro), que permite que os jogos sejam baixados por internet sem fio. Com isso, o Zeebo não usa cartuchos ou discos para guardar os jogos. Conectados a uma rede ZeeboNet, os aparelhos gravam dados em memória flash e baixam games pela conexão 3G. Segundo a empresa, a estratégia é usada para conter a pirataria, comum em países emergentes. Embora dispense mídia, o Zeebo fica devendo em outros aspectos. Os gráficos, por exemplo, não são tão bons quanto os dos concorrentes Xbox, Nintendo Wii e Playstation 3. Na versão brasileira, o Zeebo será vendido com quatro jogos e um quinto para download. Entre os games que poderão ser baixados pela rede ZeeboNet 3G estão Need For Speed Carbon, Quake e Fifa Soccer. Fabricado pela Tectoy em Manaus, o Zeebo poderá ficar mais barato no fim do ano, quando será lançado em outros países. Os games vendidos por download custarão a partir de R$ 10.

http://www.destakjornal.com.br/readContent.aspx?id=22,35556



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http://g1.globo.com/Noticias/PopArte/0,,MUL1057039-7084,00-ZEEBO+VAI+LANCAR+CONSOLE+DE+BAIXO+CUSTO+NO+BRASIL.html

San Francisco, 24 mar (EFE).- A empresa californiana Zeebo anunciou hoje que lançará um console de videogames de baixo custo em países considerados emergentes, como Brasil e China.
A Zeebo anunciou a novidade durante uma conferência em San Francisco. Segundo a companhia, o mercado brasileiro será o primeiro a receber o produto. O lançamento está previsto para abril.
O preço do novo console será equivalente a US$ 199, mas a empresa admitiu reduzi-lo a medida que chegue a outros países.
"O console aproximará os games a quase 1 bilhão de novos consumidores no mundo todo. Vai chegar a muitos que nunca tiveram a chance de jogar videogames em casa", disse John Rizzo, executivo-chefe da Zeebo.
Desenhado na Califórnia, o projeto contou com desenvolvedores de sete países: Brasil, Israel, China, França, Argentina, Japão e Estados Unidos, segundo a empresa.
O console sairá de fábrica com quatro jogos e o usuário poderá baixar um quinto gratuitamente, por uma conexão 3G. Sem cartuchos ou cds, o consumidor poderá fazer o download de novos games utilizando o mesmo processo. Os preços, no entanto, ainda não foram divulgados.
Produtoras tradicionais como Electronic Arts, Gameloft e Glu prestigiaram o lançamento do produto. Estas companhias esperam chegar a mercados onde tinham pouca participação devido ao alto preço de seus consoles e à concorrência da pirataria.


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Rua 25 de Março, em São Paulo. A foto mostra a Ladeira Porto Geral repleta de pessoas em busca das ofertas oferecidas naquele que é conhecido como um dos centros comerciais mais movimentados do país. Na palestra "Gaming for the Next Billion", realizada no primeiro dia da Game Developers Conference 2009 pela Qualcomm para promover o console Zeebo, porém, a imagem ilustrou o mercado de games brasileiro, assolado pela pirataria e pelo mercado informal.Centenas de produtores de todo o mundo assistiram a John Rizzo, CEO da Zeebo Inc, e Mike Yuen, diretor de games e serviços da Qualcomm, mostrarem o Zeebo como uma solução para colocar os mercados emergentes no mapa da indústria de games. Rizzo, ao exemplificar que o Wii, dentro dos padrões legais, sai pelo equivalente a US$ 1000 no Brasil, esclarece que seu videogame foi feito para a classe média, que não tem meios de comprar o console da Nintendo, tampouco um PlayStation 3 ou Xbox 360.O preço para atingir as 800 milhões de pessoas do Bric que, segundo estudo do banco americano Goldman Sachs, até 2015 ganharão maior poder aquisitivo e integrarão a classe média, gira entre US$ 100 mil e US$ 350 mil. É o valor, segundo a Zeebo Inc., necessário para desenvolver um jogo de 25 MB, devidamente adaptado ao idioma e cultura locais - no caso, os de Brasil, Rússia, Índia ou China - e até do México, outro país na alça de mira da empreitada.Os produtores presentes puderam conhecer, através de relatos e fotos, como funciona o comércio de jogos e softwares piratas na 25 de Março, por preços irrisórios e sem o devido combate das autoridades. Tudo para convencê-los de que há uma chance de tirar algum dinheiro dali - de preferência, um bocado.Zeebo versus PS2Revelado no final de 2008, o Zeebo, desenvolvido em parceria com a Qualcomm pela Zeebo Inc., braço norte-americano da Tectoy, será comercializado no Brasil a partir da próxima semana no Rio de Janeiro, cidade escolhida para o processo chamado de "VIP test", revelou Reinaldo Normand, executivo da Zeebo Inc. durante a palestra. Nos meses seguintes, a intenção é expandir a comercialização para o resto do país.Por que comprar um Zeebo ao invés de um PS2? Normand tem a resposta: "O consumidor pode adquirir jogos sem sair de casa, gastar dinheiro com ônibus e ainda arriscar-se a tomar chuva ou em meio à violência dos grandes centros", em referência ao fato de o "videogame do Bric" ser capaz de baixar os jogos através da rede 3G, maximizando os ganhos dos publishers, que hoje "são igual a zero" em um mercado, até então, quase impossível de acessar.Mas até agora, um dos maiores adversários do Zeebo nem é o ceticismo das pessoas em acreditar numa possível 4ª plataforma, e sim o dólar. Durante a palestra, o preço do Zeebo no Brasil foi anunciado como sendo o equivalente a US$ 199, o que no câmbio atual representaria, a grosso modo, em R$ 447, preço que está abaixo dos R$ 599, até então, oficiais, mas ainda longe do que a Qualcoom, Tectoy e Zeebo Inc. gostariam que custasse.A palestra ainda revelou que o Zeebo virá com cinco jogos inclusos: "FIFA 09", "Need for Speed", "Treino Cerebral", "Prey Evil" e "Quake". No total, a ideia é contar com 30 jogos no lançamento do console, que deve acontecer de modo pleno até o próximo Dia das Crianças.Além do Brasil, o Zeebo já tem data para chegar no México (2009), Índia e Leste Europeu (2010) e China (2011).

http://jogos.uol.com.br/ultnot/multi/2009/03/23/ult530u6764.jhtm

domingo, 22 de março de 2009

MILK11 - GRUPO BOM GOSTO

Poucas empresas gaúchas passaram por tantas transformações recentes quanto o Grupo Bom Gosto. Nos últimos 20 meses, o laticínio de Tapejara deixou de ser regional para brigar no cenário nacional, ampliando a processamento diário de leite de 900 mil para 3 milhões de litros.Desde 2007, o Bom Gosto comprou fábricas e marcas gaúchas como Corlac e Nutrilat, recebeu capital do BNDESPar, adquiriu as mineiras DaMatta e Santa Rita, fundiu-se com a paranaense Líder e comprou uma fábrica pernambucana da Parmalat. As aquisições somaram R$ 160 milhões.– Nunca tive medo de decidir – conta Wilson Zanatta, presidente do grupo.Instigado a lembrar um negócio difícil de fazer, o executivo recorda o primeiro da atual fase de expansão: a aquisição da DaMatta, por R$ 30 milhões, em 2007.– Visitei três unidades e depois nos reunimos em uma sala apertadíssima. O dono deu o preço. Dei uma regateada e disse: “Se for assim como o senhor está falando, está fechado”. Defini a compra ali mesmo.A mesma agilidade ocorreu na fusão com a Líder.– A decisão se deu em três horas de reunião em um hotel em São Paulo.Para ter mais segurança, Zanatta busca apoio em técnicos e na mulher, Miria, gerente de compras da Bom Gosto e parceira no negócio.– Às vezes, demoro para falar de uma decisão para ela porque sou otimista, e ela é mais conservadora, a primeira a me colocar um freio (risos). Isso me faz parar para refletir.

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A companhia de laticínios gaúcha Bom Gosto assumiu nesta segunda-feira (16) a operação da fábrica que pertencia à Parmalat em Garanhuns, no interior de Pernambuco, com capacidade para processar 500 mil litros de leite por dia. A unidade é a primeira da Bom Gosto no Nordeste e foi adquirida por R$ 31 milhões em fevereiro.
O presidente da Bom Gosto, Wilson Zanatta, disse que, atualmente, a planta processa 200 mil litros por dia e o objetivo é aumentar gradativamente o uso da capacidade instalada A produção de leite longa vida, que representa 90% do total, leite tipo C, creme de leite, leite condensado e leite em pó é distribuída na Região Nordeste.
O interesse da Bom Gosto na região surgiu pelo potencial de crescimento, segundo Zanatta, que atrai a atenção dos fabricantes do setor. A companhia irá estimular o desenvolvimento da bacia de leite junto com o aumento de produção e deve transferir matrizes de gado leiteiro para a região. A unidade recebe matéria-prima de 700 produtores rurais. Zanatta não detalhou o ritmo de crescimento esperado.
Com a nova unidade, a Bom Gosto - que tem sede em Tapejara (RS) - soma 19 plantas industriais e capacidade instalada para processar 4 milhões de litros por dia. Além do Nordeste, a empresa também irá expandir a produção industrial para o Uruguai, onde pretende construir uma planta para 400 mil litros por dia.

AGEN11 - Correcta

A Correcta Indústria e Comércio, com unidades na região metropolitana de São Paulo e em Dourados (MS), desde 2003, é especializada na produção de farinha de trigo para panificação, uso doméstico e indústria, representando as marcas “Água Branca”, “Bianca” e “Rosa Branca”.
Segundo o consultor da empresa, Flávio Camy, a Correcta representa a multinacional suíça Glencore, que concentra boa parte de suas atividades no setor de mineração e anuncia seu retorno ao mercado brasileiro de grãos com a negociação de compra da Sperafico Agroindustrial.
O diretor da Correcta, Antonio Celso Bermejo, disse que o Estado de Mato Grosso do Sul é um importante produtor de soja, e a região de Ponta Porã, localizada no sul do Estado, é o coração da produção: “Estamos visualizando a possibilidade de agregar mais valor à soja, industrializando-a e vendendo-a como óleo e farelo”.
Outra pauta da agenda foi referente à possibilidade do grupo em assumir a Agrenco (unidade de Caarapó).