domingo, 4 de janeiro de 2009
MILK11 - AS CHANCES AUMENTAM
E se não for a Nestlé pode ser que alguma outra empresa faça a parceria com a Laep. ( Milk11) sempre de olho nela.
Ivan Zurita, presidente da Nestlé do Brasil, está otimista quanto ao aumento do faturamento da empresa em 2009 mesmo em tempos de crise.
Chegou-se a especular que a Nestlé tinha interesse na Sadia. A Nestlé vai comprar a Sadia?
Não, não vamos comprar a Sadia. Nós nunca sentamos para falar sobre isso.
E outras aquisições?
Conversas sobre parcerias e alternativas para distribuição com o objetivo de cortar custos são permanentes. No caso de futuras aquisições, nosso critério é buscar empresas com tecnologia de ponta, qualidade premium e uma boa participação de mercado. Preciso alcançar pelo menos 3% de crescimento real por ano nesta companhia. Vou crescer com inovação, projetos novos, maior distribuição e por meio de aquisições.
http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20090104/not_imp302152,0.php
TOYB4 + ESTR4
Olho nelas Novinvest está comprando TOYB4, pode vir coisa boa por aí.
IGBR3
Esta é uma daquelas ações que pode ir para o chão como pode ir para os céus. Vamos torcer para que as notícias sejam positivas. Uma ação de altíssimo risco , mas gosto de viver perigosamente, rs.
É muito importante neste nosso momento da economia que o BNDES ou Banco do Brasil , CEF, enfim o Governo ajude a Gradiente.
Pode ser até a última chance para a empresa se recuperar e tomar novos rumos , mas tenho muita certeza que o Lula está fazendo de tudo para apoiar.
E tudo deverá se resolver dentro dos próximos dias e esta é mais uma das ações que digo:
NÃO DURMO SEM ELAS
Esta ação vai subir no mínimo 500% quando derem a notícia.
Aqui estou eu mais uma vez muito bem colocado.
Boa sorte pra todos e VIVA A GRANDIENTE.
2009
Brasil entra em 2009 melhor que muitos países desenvolvidos
Economistas prevêem 2009 com certa desaceleração na economia, em relação às projeções feitas no início de 2008, mas descartam demissões em massa, paralisia nos negócios e lentidão para retornar a um crescimento mais robusto.
quarta-feira, 31 de dezembro de 2008
HOOT4 - abaixo uma pequena amostra em fotos.
( Bom amigos , a dica está dada e dia 09 de janeiro chegando e forte tendência de alta para este mês) .
| Rio Othon Palace 326 x 473 - 59k - jpg caravela.terra.com.br [ Mais em hoteis.terra.com.br ] | Othon Suítes e TEAM em uma parceria ... 150 x 152 - 9k - gif www.voeteam.com.br | Entrevista do vice-almirante Othon ... 300 x 451 - 12k - jpg blog.naval.com.br | ||
| Leme Othon Palace Hotel 398 x 591 - 77k - jpg caravela.terra.com.br | Othon Palace Hotel New Year, ... 553 x 409 - 227k - jpg www.holidayinbrazil.com | Oasis Plaza Othon Classic 780 x 1187 - 387k - jpg www.brazilhotelsonline.com [ Mais em www.brazilhotelsonline.com ] | ||
| Sobre Othon · Perfil · Galeria de ... 500 x 295 - 26k - jpg www.othonhotels.com | Fachada do Rio Othon Palace 370 x 277 - 34k - jpg www.hoteliernews.com.br | Bahia Palace - Othon Hotel 380 x 285 - 27k - jpg www.brasilviagem.com | Hotel Colonna Beach Othon Travel ... 250 x 250 - 9k - jpg www.quetalviajar.com | |
| Bahia Othon Palace 286 x 442 - 51k - jpg caravela.terra.com.br | ... no Bahia Othon Palace Hotel, ... 300 x 250 - 173k - png www.abceram.org.br | Le Premier Othon Flat Hotel Sao ... 472 x 354 - 39k - jpg www.afinetour.com [ Mais em www.afinetour.com ] | Intervale Othon Travel 780 x 1191 - 358k - jpg www.brazilhotelsonline.com | Hotéis Othon apresentam novidade 440 x 330 - 55k - jpg www.classhotels.com.br |
hoot4
Na minha opinião uma excelente opção de compra. Muito barata.
HOOT4
Vejam mais esta notícia: A nova diretoria fazendo um belo trabalho.
A rede de Hotéis Othon está ampliando seus investimentos na área de tecnologia de informação e serviços. O grupo lança uma nova home page: www.hoteis-othon.com.br, que funcionará tanto para atender o consumidor final (Business to consumers) quanto aos parceiros comerciais (Business to business).
Através do site desenvolvido pela área de Marketing da Rede Othon junto com a empresa PM Web, os clientes internautas terão a possibilidade da realização de reservas online, com confirmação imediata no ato da reserva e a emissão do voucher. Outra novidade do portal serão as promoções “relâmpago” nos hotéis da rede, semelhante ao que acontece nas companhias aéreas. “Dependendo da disponibilidade do hotel, algumas diárias podem chegar a preços inacreditáveis.”, disse Letícia B. Mello, diretora de marketing da Rede Othon.
Por outro lado, agências, operadoras poderão, também através do site, fazer reservas para os hotéis da rede acessando através de login e senha suas tarifas acordo, diretamente de seus escritórios, obtendo na hora (real time) confirmações com agilidade, confiabilidade e baixo custo.
A novo sistema operacional implantado recentemente em todos os hotéis da Rede Othon (Sistema Visual da CM Soluções / CMnet ) permite uma interligação entre todos os setores do hotel (todos os pontos de vendas (PDVs), os chamados “front e back of the house”) fornecendo um histórico completo dos hóspedes e de clientes.
A possibilidade de geração de estatísticas qualitativas de maneira instantânea (Business Inteligence) favorece o planejamento e a tomada de decisões por parte dos gestores da Rede Othon.
Na hotelaria do futuro, o Brasil está entre as nações que mais utilizam à internet. Hoje, cerca de 47% da população brasileira tem acesso a web. Na Rede Othon, 30% das reservas são efetuadas por meio eletrônico. Segundo a diretora de marketing da rede, Letícia B. de Mello, a meta é investir cada vez mais em novas parcerias para distribuição eletrônica, maximizar a presença da marca Othon na Web, procurando sempre a transparência e interação com o cliente.
Para reforçar essa conexão local, a rede Othon apresenta através da nova home page, tours virtuais com os hotéis da rede utilizando a mais recente tecnologia em VR (virtual reality). Os visitantes on line terão a experiência de imersão esférica permitindo ver todos os detalhes dos ambientes dos hotéis, do teto ao chão, com uma imagem em alta resolução, além da utilização dos meios eletrônicos para divulgação, que substitui a folheteria em papel, reforçando assim o compromisso da rede Othon com a proteção ao meio ambiente.
IGBR3 - LULA QUER - BNDES TEM MUITO DINHEIRO, ENTÃO...
Sexta-feira, reforçarei ainda mais a minha posição nela. Estou confiante. Vejam a reportagem abaixo ( maio 2008 ). Quando Lula quer , tudo pode acontecer. Vejam o que está acontecendo com a Telebrás e viva a Gradiente.
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Novo sócio ou BNDES pode salvar Gradiente
08/05/08
A crise financeira que afeta a Gradiente desde 2007 pode ser solucionada com um novo aporte de recursos. Em comunicado ao mercado, a companhia diz que avalia a entrada de um novo sócio no grupo, o que garantiria uma injeção de capital na empresa. Outra hipótese em análise é tomar um empréstimo no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). A companhia atravessa grave crise, o que a impede, inclusive, de fornecer alguns componentes para lojas de assistência técnica.
Esta semana, a crise na Gradiente foi alvo de comentários até do presidente Lula que, em viagem à Manaus, disse que o governo fará “tudo que for possível” para ajudar a companhia a escapar da insolvência e “voltar a produzir e gerar empregos”, disse o presidente. Na nota da Gradiente ao mercado, a empresa diz que no momento “não há certeza quanto a efetiva concretização” de seu plano de atrair um sócio ou tomar empréstimo com o BNDES.
Luciano Coutinho
Luciano Coutinho,
Acredito em você e te desejo cada vez mais sucesso. Que venha 2009 e você mostre ao povo brasileiro a sua força. Você merece.
Parabéns a revista "Dinheiro" pela bela reportagem.
Abraços
Socomerciais
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Quem está pessimista em relação ao futuro da economia brasileira deve agendar uma visita ao presidente do BNDES, Luciano Coutinho. Do alto do 19º andar da imponente sede do banco estatal na avenida Chile, no Rio de Janeiro, ele só tem boas notícias. O BNDES desembolsou mais de R$ 90 bilhões neste ano e, no próximo, terá mais de R$ 100 bilhões para financiar grandes projetos empresariais. Metade dos financiamentos será destinada às obras de infra-estrutura. Em entrevista à DINHEIRO, Coutinho revela que as consultas empresariais cresceram 40% e diz estar convicto de que o vento ainda sopra a favor do País. "Empresas que já cancelam tudo lá fora estão mantendo projetos só no Brasil", diz ele.
DINHEIRO - O governo tem deixado claro que o BNDES é um mecanismo essencial da política anticíclica. O banco vai responder ao desafio?
LUCIANO COUTINHO - Sim, mas nada substitui a decisão privada de investir. O BNDES tem trabalhado para suprir deficiências de crédito, especialmente do crédito de longo prazo, cuja oferta no mercado internacional e através do mercado de capitais, aqui no Brasil, foi razoavelmente abundante em 2006 e parte de 2007, mas foi escasseando. O BNDES tem se esforçado para ampliar a oferta de financiamento para o investimento produtivo da economia. Representávamos entre 20% e 25% da oferta de financiamento para a formação de capital e, agora, estamos um pouco acima de um terço. Essa é uma missão transitória do BNDES. Esperamos que os mercados se restabeleçam.
DINHEIRO - O desembolso do banco este ano vai atingir R$ 90 bilhões?
COUTINHO - Pode até superar um pouco os R$ 90 bilhões. E no ano que vem o desembolso será superior a R$ 100 bilhões. Já estamos negociando com o Ministério da Fazenda no sentido de equacionar as fontes de funding para o BNDES em 2009 e o compromisso público do ministro Guido Mantega é que esses recursos serão providenciados.
DINHEIRO - Qual foi a fatia destinada ao PAC?
COUTINHO - A infra-estrutura representou R$ 45 bilhões, ou seja, a metade. Um desembolso portentoso. Para o ano que vem eu diria que há o PAC, mas também outras obras de infra-estrutura que não estão no PAC, mas que também são relevantes, como a área de telecomunicações. Temos uma carteira muito firme de projetos já aprovados que nos sinalizam uma forte expansão dos investimentos em infra-estrutura. Acreditamos que em 2009 e em 2010 os investimentos em infra-estrutura dobrarão em relação ao nível verificado em 2008. Infra-estrutura no Brasil tem alta taxa de retorno, é um investimento atraente.
DINHEIRO - E qual a expectativa para outros setores, como bens de capital?
COUTINHO - O setor de bens de capital tem segmentos que continuarão fortemente demandados nos próximos anos. Na cadeia de óleo e gás, a Petrobras manterá seu plano estratégico de investimento, que constitui outra força de propulsão da economia brasileira. Toda a cadeia supridora de bens de capital para petróleo e gás será fortemente demandada nos próximos anos e requererá investimentos de grande envergadura. Aqui no BNDES, temos demandas de financiamento de novos estaleiros e de ampliação de estaleiros. A carteira de fornecimento de navios, de plataformas e de outros equipamentos offshore só cresce e sinaliza a necessidade de desenvolvimento de toda da cadeia de fornecimento. Também deverá permanecer bastante aquecida a demanda por equipamentos para o complexo do bioetanol, sucroalcooleiro. Além disso, há demanda de bens de capital ligada tanto à construção pesada necessária para infra-estrutura quanto à construção residencial. Esses três segmentos de bens de capital tenderão a permanecer bastante firmes nos próximos dois anos. E há ainda surpresas positivas.
DINHEIRO - Quais são as surpresas?
COUTINHO - Recebemos a confirmação de dois grandes projetos siderúrgicos. Não posso dar os nomes, porque um deles está na fase de consulta, mas a empresa declara firmemente que manterá seu projeto. Na área de nãoferrosos nós tivemos aqui uma declaração importante de uma empresa internacional que disse que cancelou tudo no mundo, salvo os projetos no Brasil. A mesma coisa tem acontecido na área de celulose. A maior parte dos projetos está sendo confirmada.
DINHEIRO - Como o sr. explica essa tendência?
COUTINHO - Os projetos nesses setores são muito intensivos em capital e a sua implantação demanda pelo menos de quatro a cinco anos. Os empresários estão mirando no mercado a partir de 2012, 2013, quando a expectativa é de que a economia mundial já tenha se recuperado. Considerando que o Brasil é uma das bases mais eficientes de produção no mundo, ganharemos espaço de mercado lá na frente. Enquanto em muitos lugares produtores de alto custo se retiram do mercado, a possibilidade de o Brasil construir capacidade com custo competitivo pode representar oportunidade de mercado daqui a quatro, cinco anos. Assim, para a surpresa de muitos pessimistas, é possível que o investimento em insumos básicos seja maior do que se imagina nos últimos anos.
DINHEIRO - Então não houve redução da demanda por financiamentos?
COUTINHO - Em novembro, o número de novas consultas cresceu 40%. Podemos dizer que parte disso é um deslocamento de investimentos que seriam feitos com funding externo. Ainda que se dê esse desconto, o número é tão relevante que mostra que o cancelamento e a postergação de projetos podem não ser tão intensos como estão concluindo os pessimistas. É ainda prematura a conclusão a respeito dos investimentos na economia brasileira no ano que vem. O investimento vinha crescendo a uma taxa de 19,7% no trimestre. Uma taxa espetacular. Ele continuará crescendo, embora a uma taxa mais moderada, de 8%.
DINHEIRO - O sr. trabalha com o crescimento de 4% do PIB?
COUTINHO - Acredito que poderemos chegar a 4% do PIB por várias razões. Uma delas é que teremos um espaço relevante para redução dos juros ao longo de 2009 e isso não está plenamente considerado nas expectativas atuais. Não falo sobre o momento e a intensidade porque essa é uma matéria do Banco Central.
DINHEIRO - Os americanos acabam de reduzir as taxas de juros a quase a zero.
COUTINHO - Observamos pressões deflacionárias muito explícitas na economia mundial que já começam a se manifestar também no Brasil. Por exemplo, os índices de preços no atacado no Brasil começaram a mostrar uma forte desaceleração nas últimas semanas, refletindo a deflação internacional. Essa deflação no atacado deverá se transmitir para o varejo, especialmente numa conjuntura de desaquecimento da taxa de crescimento da economia. Logo, o espaço possível de redução de juros poderá surpreender a muitos e ajudar o crescimento em 2009
DINHEIRO - A economia brasileira pode embicar novamente a partir do segundo trimestre de 2009?
COUTINHO - A economia poderá se reativar no segundo trimestre e entrar em pleno crescimento no terceiro trimestre. O ano de 2009 poderá fechar com taxa maior do que se imagina.
DINHEIRO - Por que o sr. propõe um fundo global de desenvolvimento, como o Plano Marshall, do pós-guerra?
COUTINHO - Economias que têm muitas muitas reservas teriam obrigação de auxiliar as economias em desenvolvimento que dependem de um ou outro produto de exportação e de commodities, facilitando o financiamento de investimentos especialmente em infra-estrutura. Essa orientação já foi acolhida pelos países desenvolvidos ao determinar o aumento das operações do Banco Mundial no próximo ano. Considerando que a escala dessas instituições é pequena, propus um plano de grande escala, o fundo global.
DINHEIRO - Uma das dificuldades para se prever o que pode ocorrer com o Brasil no ano que vem é saber o rumo dos Estados Unidos.
COUTINHO - Temos que considerar a capacidade de reação da economia americana. Uma característica interessante deles é o pragmatismo e a velocidade de ajuste. O presidente Barack Obama está comprometido com a idéia de um grande programa anticíclico de investimentos na escala de US$ 2 trilhões em infra-estrutura. Imagino que a crise americana em algum momento será digerida.
AGRENCO - AGEN11 - OLHO NELA.
Venho encarteirando elas aos poucos e é uma oportunidade que pode fazer a alegria de muitos. Sempre bom acompanhar de perto o processo de recuperação da empresa. Olho nela !
A boa notícia é que a empresa pretende sanar seus problemas em apenas seis meses. “Esse é o tempo que teremos com o cobertor da recuperação judicial para colocarmos nosso plano em ação”, avalia. Modesti conta que, nesse período, a empresa ainda possuirá estoques de produtos para vender e alguns ativos que devem ser desfeitos.
“Ainda operamos com 500 funcionários em nossa estrutura. Apesar da crise financeira, há muitas empresas com dinheiro em caixa que pretendem comprar a Agrenco”, revela. As principais candidatas são a francesa Louis Dreyfus, a chinesa Noble e a suíça Gleincore. “Assim que arrumarmos a casa, provavelmente a empresa será vendida, porém, em melhores condições”, analisa.
http://www.terra.com.br/revistadinheirorural/edicoes/49/artigo116491-1.htm