quarta-feira, 16 de março de 2011

SOCOMERCIAIS

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GSI decide voltar a produzir silos no RS




12345( 0 Votos )Noticiário cotidiano - Portos e Logística

Seg, 14 de Março de 2011 08:03

Depois de um ano fora do mercado, a americana GSI vai retomar em maio a produção de silos e equipamentos para armazenagem de grãos em Marau (RS), sede da subsidiária brasileira da empresa, a 270 Km de Porto Alegre. A linha, que no início de 2008 havia sido transferida para Brusque (SC), foi desativada em maio passado devido aos elevados custos operacionais da unidade e às incertezas remanescentes em relação ao cenário pós-crise econômica global.



Para o diretor presidente da GSI Brasil, Sidney Del Gaudio, o custo de produção no Rio Grande do Sul será no mínimo 10% menor do que em Brusque - onde a empresa ocupava um pavilhão alugado - devido à eliminação de gastos administrativos, operacionais e logísticos duplicados. Gaudio calcula que um ano será suficiente para o recuperar o investimento de R$ 4 milhões no retorno da operação para Marau, que limitou-se à produção de equipamentos para confinamento de aves e suínos.



A instalação da linha com capacidade de processamento de 3 mil toneladas de aço por ano em Santa Catarina exigiu investimentos de R$ 22 milhões em 2008 e na época o presidente da companhia, Ingo Erhardt, disse que a decisão havia levado em conta os incentivos fiscais locais e a proximidade do porto de Itajaí e de clientes como Bunge e Cargill. Agora, segundo Gaudio, os benefícios fiscais oferecidos pelos dois Estados se equivalem.



Com a paralisação das operações em Brusque a GSI perdeu espaço para a principal concorrente no Brasil, a gaúcha Kepler Weber, que só no terceiro trimestre de 2010 aumentou em 78,4% a receita líquida frente ao mesmo período do ano anterior, para R$ 98,2 milhões. "Mas desde aquele momento nós já planejávamos o retorno da linha para o Rio Grande do Sul", lembra Gaudio. Antes disso, em 2007, a empresa americana chegou a fazer uma oferta para comprar a própria Kepler, que na época passava por severa crise financeira.




O executivo não revela o faturamento de 2010, mas reconhece que o desempenho do exercício foi "ruim" devido à paralisação das vendas de silos e aos gastos com a manutenção da planta ociosa em Brusque. Para 2011, a previsão é de receita líquida de R$ 168 milhões, com 30% de participação dos equipamentos para armazenagem de grãos. O valor corresponde a 14% do faturamento mundial estimado pelo grupo, que também tem fábricas nos EUA, Canadá, México, África do Sul e China.



Gaudio também prevê que em dois anos já será necessário ampliar a fábrica de Marau devido ao mercado aquecido e às projeções de alta da safra de grãos no país, que deve alcançar 154,2 milhões de toneladas em 2010/11, segundo a Conab, com alta de 3,4% sobre 2009/10. Cerca de 30% da produção local deverá ser exportada para os países da América do Sul e a primeira encomenda em carteira é de um complexo de quatro silos com capacidade de estocagem de 6 mil toneladas cada um para o frigorífico argentino Las Camelias.



De acordo com Gaudio, a partir do retorno da linha para Marau as vendas de silos deverão superar já nos próximos anos as receitas obtidas com a linha de equipamentos para avicultura e suinocultura. A transferência vai ampliar o quadro da fábrica no Rio Grande de 350 para 400 pessoas em seis meses. Em Brusque a GSI chegou a empregar 156 funcionários.